Casamento Mar de Rosas
E lá estava ela com cabelos ao vento contemplando o mar, com um sorriso no rosto tão linda e tão bela me fazia navegar, entre olhares e sorrisos , cheguei ao precipício e aquela boca nao conseguia mais desviar meu olhar...
A rainha
Conta-se a lenda de uma rainha que viveu num país além-mar há muitos séculos. Sempre coberta de jóias e adornos preciosos que enfeitavam sua vestimenta valiosa, ela não media esforços para atormentar seus servos em prol do aumento da produtividade para saciar seus desejos de ostentar ainda mais a riqueza, ser admirada por todos e tornar-se um exemplo, embora o povo sequer conhecesse o sabor do pão que, em enormes recipientes, eram jogados no lixo todos os dias daquele castelo em que a rainha vivia e de onde raramente saía.
- Nada de útil esse povo pode oferecer-me além do ouro e da seda - dizia ela - para que possa ser dado o tratamento que eu, majestade, mereço. Muitos têm que sofrer para que poucos, como eu, desfrutem do prazer de viver. Essa é a lei! Tenho tudo que preciso: jóias, sedas e um mundo de facilidade e felicidade por isso.
Certa noite, enquanto todos dormiam, um de seus servos bateu à porta de seu aposento e deixou uma carta que dizia:
"Vossa majestade, por favor, com todo seu conhecimento e poder, peço que dê ao povo o que é do povo." Surpresa, a rainha ordenou que os servos trabalhassem mais uma hora por dia e aumentou os impostos da população.
Aproximadamente quinze dias depois, novamente outra carta fora deixada com os mesmos dizeres. A rainha, dessa vez, dobrou a sanção imposta aos servos e ao povo. Assim, passaram-se dois meses; cartas seguidas do aumento de horas e impostos, até que um dia a rainha subitamente sentiu-se mal, sendo constatado por médicos que não resistiria muitos dias devido à sua gravíssima condição.
Em seu leito, reuniu os servos e perguntou quem, durante aqueles dias, deixara cartas solicitando para dar ao povo o que é do povo, bem como o que deveria ser dado. Um dos servos tomou a dianteira do grupo e disse:
"Majestade, sempre acreditei que o que torna um homem rico e um exemplo de vida é o seu trabalho honesto, o reconhecimento de seu esforço e a dedicação com amor àqueles que o cercam. As jóias, os tecidos, nada disso levaremos em nossa trajetória. Gostaria apenas que vossa majestade desse ao povo o que é do povo: respeito enquanto ser humano, admiração enquanto trabalhador e amor como um irmão, pois somente isso nos faz crescer e nos tornarmos admirados, além de ser tudo o que realmente precisamos na vida para alcançarmos a felicidade".
Então, a rainha quase sem forças entregou a ele sua coroa dizendo em tom baixo de voz: "Irmão, vos faço meu sucessor, pois demonstrastes que dentro de ti reina os mais nobres sentimentos! Não fui digna da coroa, mas és digno desse povo!"
Com um delicado desejo de sucesso fechou os olhos e adormeceu para a eternidade.
FEITO DE VERÃO
Você é como o verão
Chega, aquece o coração.
Você é como o a brisa do mar
Chega e encanta por onde passar
Você é como sol
Quando aparece irradia a todos
Você é como uma onda
Tem sua maré baixa e maré alta, mas sempre está presente
Você é como a areia da praia
Podem tentar te tirar de lá, mas você é muito mais que um único grão.
Você é como a brisa do mar
Trás consigo uma calma, uma brilho sereno.
Você é como uma lua cheia sobre o mar
Ilumina na escuridão
Você é verão é praia
Você é feito de agua de sal e cevada
Você é muito mais que rosto bonito
Muito mais do que você possa imaginar
Você é vento sem direção e chuva de verão
Você é vibe que contagia
Você é a cor preferida, a cor do sol nascendo e se ponto em dias de verão.
Você é mares que vem para o bem
Você é verão
eu sou o mar em uma noite escura, profundo e solitário, apagado pela escuridão da noite. a margem são meus limites e prisões.
E a lua que me ilumina me forma e guia minha maré é ela.
Mas ela se foi e fiquei na escuridão apagado sem minha luz.
Enquanto andava na praia, fui materializando Deus através do meu pensamento:
As ondas do mar... eram Deus.
No céu escuro, as estrelas... eram Deus.
Com os pés na areia - vida... era Deus.
A brisa do vento suave... era Deus.
A dádiva foi grande ao distinguir Deus em tudo que é simples, belo e gratuito.
Como um barco me lanço ao mar.
Mar de amor.
Amor de amar.
Como um barco naufrago nesse mar de solidão.
Mar e tormenta, que em saudades, afoga o meu coração.
Mar salgado
Nas marés tenho te lembrado.
Maré que me traz à boca um gosto amargo.
Mar de águas gélidas em que o meu pensamento se afunda.
Águas que, a minha felicidade, com tristeza inunda.
Perdido, no fundo frio, me encontro na escuridão.
Das fossas, a mais profunda, é certo; a solidão...
"Eu queria, que a nossa história, tivesse sido escrita na areia, à beira mar.
Pra quando as mazelas da vida, abatesse sobre mim, uma leve onda, do meu eu, pudesse te levar.
Queria que as marés, levassem as lembranças de nós dois, levassem o meu amar.
Parece, que estou no fundo desse oceano de indiferença, pois, me falta o ar.
Não posso respirar.
Se fora do meu eu, meu amor, e deixara-me, apenas, o meu amar.
Dor imensurável, creio que nem mesmo, o próprio Deus, possa me curar.
É a famosa dor de amor, dor de amar.
Mas tudo bem, sei que buscará.
Buscará pelos rincões, buscará nos beijos, nos abraços, mas é certo; não me encontrará.
Infelizmente, o que vivemos, vive em meu coração e me tortura, cada batida, cada pulsar.
E que Deus perdoe meu desejo, o meu sonhar.
Mas eu queria, amor meu, que a nossa história, tivesse sido escrita na areia, à beira mar..."
"Bailei só, à beira mar.
Éramos apenas eu, as lembranças de nós e a fogueira fraca, à crepitar.
Bailei só, à beira mar.
Bailei, mas eu queria mesmo, era estar contigo, a amar.
Bailei só, à beira mar.
O tempo urgia, e a brisa leve, me trazia as lembranças de ti e minh'alma insistia, em me maltratar.
Bailei só, à beira mar.
Roguei perdão ao Deus, pelo bailar; em meu âmago, só ele sabia, que eu queria mesmo, era me afogar.
Nas ondas, me lançar.
Na vã esperança, de que as lembranças de nós, elas pudessem levar.
De súbito, senti em minha face, uma lágrima rolar.
Recordei que éramos um, éramos nós, um só sonhar.
Bailei só, à beira mar.
Não sei o porquê, mas a Lua parece assustada, pálida, parece-me chorar.
Lembrou-me, o da face daquela, o corar.
Talvez ela saiba que, vou-me agora, para nunca mais voltar.
Será que os anjos, hão de cantar?
Que as águas do céu e o céu das águas, possam testemunhar.
Que o fundo do oceano, seja meu novo lar.
E que em minha nova morada, eu nunca mais baile só, à beira mar..."
"Talvez, não deveria ter sido.
Deixe-a ir embora, como as ondas do mar, como as águas de um rio.
O que mais eu poderia ter oferecido?
Amor e paixão, foi tudo o que me restara e dei-lhe tudo o que sobrou comigo.
Se em seu peito, ousar me matar, peço-lhe que me enterre, na curva do seu sorriso.
Que minh'alma, pela eternidade, faça do seu abraço, um abrigo.
As vezes, me pego rogando aos céus, implorando pra que tudo seja apenas um delírio.
Amar-te é meu martírio.
Essa solidão é o meu calvário e não sou capaz de suportá-lo, invejo o próprio Cristo.
Hoje, já não existe mais eu, não existe mais nós, o que farei com os apelidos?
Onde jogarei tudo o que fora vivido?
Dai-me pai, um alívio.
Dessa profundidade, um respiro.
Fito as estrelas, lembro o seu nome e faço um pedido.
Duvido muito que o céu atenderá meu pedido.
Mas tudo bem, estou tranquilo.
Talvez, não deveria ter sido..."
Um Crash Econômico Mundial,
é como um Tsunami,
ele se forma em "alto" mar e
você ouve só um rugido, e não sabe
exatamente do que se trata...
Até que uma onda descomunal desaba
sobre a cabeça de todos...
Desconecte do wi-fi,
Encontre o mar de sua alma,
Caminhe sobre as (m)águas,
Mantenha a fé e a calma,
a esperança não vai passar
O rio quando corre para o mar tem um caminho a percorrer e obstáculos a ultrapassar, mas nada consegue impedir que chegue onde deve chegar.
É o mar...
Quando há vento,
o silêncio é interrompido
pelo cadenciar das ondas
em eterno vai e vem...
Com a tempestade
há a tormenta
e na ausência do vento
a calmaria vem.
É o mar...
Aqueço sob teu olhar que para mim é o sol
que se levanta do mar,
a lua que me dá a luz para na noite caminhar.
A água que sacia a sede de todo amor
que trago e que só com você posso saciar.
Amigos são ilhas de doçuras que em meio ao mar revolto desembarcamos e onde agradecidos podemos descansar.
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