Cartas de reflexão
O que a vida me ensinou (por Murromoliua)
A vida me ensinou que nem sempre quem está certo vence…
Fui trabalhador de uma grande empresa, montei redes de internet e televisão com dedicação. Dei o meu melhor, mostrei meu valor. Mas fui injustiçado e Expulso.
A pessoa que me prejudicou seguiu bem parecia que a vida estava do lado errado.
Doeu. Mas eu segui. Com meu talento, com minha verdade, com minha força.
Hoje estou de pé. Feliz. E com mais certeza ainda de que o que vem da alma ninguém derruba.
🌱 A vida pode dar voltas estranhas… mas ela sempre encontra um jeito de reconhecer quem caminha com honestidade.
O Sabão e o Silêncio das Pequenas Revoluções
O sabão, simples e comum nos olhos de quem tem tudo, é quase mágico nas mãos de quem tem pouco. Em muitas famílias africanas, ele não é apenas um produto de limpeza, é um símbolo de transformação silenciosa, uma revolução embalada em espuma.
Com ele, mães lavam a roupa dos filhos e, ao mesmo tempo, lavam a poeira da desigualdade. Com ele, crianças tomam banho antes de ir à escola, carregando consigo não apenas o cheiro da limpeza, mas também a dignidade que a sociedade tantas vezes lhes nega. O sabão limpa, mas também cura: previne doenças, protege corpos frágeis, restaura autoestima.
Talvez seja por isso que se diga que ele “faz maravilhas”. Porque, onde falta quase tudo, até o mínimo vira milagre. Enquanto em algumas partes do mundo se discute qual marca de sabonete é mais perfumada, em outras, comemora-se simplesmente tê-lo. Ali, o sabão é ouro branco não pelo valor que tem nas prateleiras, mas pelo impacto que gera nas vidas.
E essa constatação dói.
Dói porque nos lembra que há famílias para quem um pedaço de sabão é a linha tênue entre saúde e doença, entre dignidade e abandono. Dói porque escancara um mundo onde a normalidade de uns é o luxo de outros.
Talvez seja hora de olhar com mais atenção para essas maravilhas discretas. De enxergar que o verdadeiro progresso não está apenas em construir arranha-céus, mas em garantir que todas as famílias em qualquer canto do mundo tenham o básico para viver com dignidade. Porque enquanto o sabão for considerado um milagre, ainda teremos muito por fazer.
Ser invisível não é tão ruim
Havia uma menina muito sabichona, alegre e proativa.
Muitas vezes ela brincava sozinha, mas isto nâo a impedia de ser independente de afetos ou companhias.
Ao longo do tempo foi crescendo e fazia amizade facilmente.
Mas, certa vez começou a perceber que todas as vezes que começava a falar com as pessoas as mesmas nâo ouviam ou ignorava.
Aos poucos foi achando que era invisìvel, pois, ela falava e ninguèm ouvia ou deixava ela falando sozinha.
Isto para ela era o de menos, assim pensava todas as vezes que alguém ignorava suas conversas.
O tempo foi se passando e nada mudou, e mesmo assim a menina que agora é uma Senhora já superou o fato de ser invisível.
Se isola todas as vezes que necessário, mas, jamais perdeu a sua essência sobre tudo e todos.
Neste país violentísismo para mulheres de todas as idades, precisamos ensinar as nossas meninas que para serem respeitadas não é preciso agir de maneira alterada, não é preciso falar alto e não usar palavras de baixo calão (mesmo que por ativismo na rede social e na vida).
A palavra tem um efeito muito poderoso, e mesmo que até por irreverência, ela tem que ser medida, porque a imagem das mulheres latino-americanas dentro dos nossos países e fora já está para lá de banalizada.
Não podemos nos acostumar sendo reiteradamente depreciadas e aceitar menos do que merecemos.
Nos últimos 20 anos, o Brasil não saiu do topo dos países mais perigosos para uma mulher viver, as minhas prezadas colegas feministas se sentem agredidas quando defendo o resgate do romantismo e os machistas inveterados o ignoram
como um caminho de pacificação desta guerra dos sexos que não está levando ninguém a lugar nenhum.
No romantismo muito diferentemente do machismo e do feminismo, não há apenas um lado, mas sim dois lados comprometidos com a satisfação de uma relação.
Estamos em plena pandemia e vejo pelas redes algumas adeptas ao feminismo e adeptos ao machismo investindo numa carga desnecessária num momento que homens e mulheres deveriam estar sendo motivados a buscar o fortalecimento do envolvimento e dos laços afetivos.
Neste momento muito ruim é que temos que buscar os mais altos valores morais para fortalecer os nossos sonhos, pois um Brasil mais respirável começa por nós.
Vendo uns comentários tipo olha lá a "ficha do anjo", mas alguém tem que lembrar
que não estamos na Idade Média e que a Constituição Federal não autoriza pena de morte e a justiça com as próprias mãos.
Militar pela legalização da pena de morte ou da justiça com as próprias mãos é estender tapete vermelho para os fofoqueiros.
Se não conseguirem ser amigos entre vocês, apenas sejam tolerantes entre si num dos piores momentos da História da Humanidade.
A paciência, a tolerância, a reconciliação com a Natureza e entre as pessoas é a trinca mais importante para a nossa travessia.
Para mudar a História devemos avaliar os nossos desejos, possíveis atitudes e evitar agir por impulsividade.
Uma cultura de crítica construtiva e bondosa é um exercício diário, necessário e urgente; mas o entendimento com o quê é divergente no momento e nos exige grandeza é o quê nos faz gente e muito gente.
Esse Natal é o Natal
do resgate civilizatório
e gratidão máximo ao dom da vida,
cuidando de nós mesmos, dos nossos
e daqueles que cuidam da gente.
Todos os que honram o Menino Deus
devem devotar as suas ações
para aplainar o caminho das pessoas
que mesmo na função mais simples
estão dando a própria vida
para que todos tenham vida.
Por muitos anos ensinaram a população a odiar o Brasil, implantaram a vergonha da nossa cultura e depois nos separaram por causa da política.
Se você tivesse que mudar do dia para noite o quê você levaria na sua memória para ensinar o quê é do Brasil? O quê você sabe de fazer de bonito que é extremamente brasileiro?
Numa rede social: no perfil de um profissional da imprensa, no perfil de um político num perfil institucional ou num perfil da imprensa, nenhum cidadão pode ser molestado por suas opiniões que não firam a liberdade de expressão.
Militantes políticos e marqueteiros políticos aqui no Brasil
estão agindo sem princípio nenhum.
O direito a livre opinião sob a luz da Constituição é garantido, não praticar no anonimato e não violar nada no que condiz a liberdade de expressão, não dá o direito de ser alvo de intimidações por parte de quem quer que seja.
Discordar é uma coisa, fazer ciberbullying é outra. Colocar o pé na realidade é uma urgência.
Desabafo para tentar
acreditar que o mundo
terá alguma salvação,
muito além do perdão
que nos dá libertação,
é preciso ser redenção.
Porque está muito
difícil de se esperançar
diante de tudo o quê
ando testemunhando,
não gosto de viver
sempre me queixando.
Talvez estamos ainda
vivos para nos resgatar
da ironia e da indiferença
que está nos afastando,
e nos matando todos
os dias por dentro.
Corro contra o tempo
para tentar encontrar
a humanidade além
de mim porque quero
crer que a vida tem
a perfeita solução.
Quando se
comportam
como um
esquadrão
intimidando
a opinião de
uma Nação
se corre o
risco de
censura
e de se
abandonar
um povo
inteiro a
sorte do
mercado,
e nos braços
do destino.
Falo o quê
deve ser
falado,
por mais
que seja
doloroso,
o quê dói
sempre deve
ser dito.
O mercado
dá o preço
dele e não
o seu preço,
e tudo pode
sair muito
mais caro
do que
se pensa.
O mercado
emprega
o povo,
mas o povo
deve preceder
o mercado,
porque sem
povo não
há mercado.
A vida deveria ser em primeiro lugar...
Ninguém pode condenar o próximo por ter optado um caminho de autoconhecimento e por buscar uma fonte de segurança emocional e espiritual, e sobretudo quando este caminho não oferece risco ou prejuízo, mesmo se nele não houve mais a opção de ter permanecido.
Não passar por cima de ninguém e nem passar por cima de quem escolheu o seu caminho tem nome: respeito.
Viver é buscar conhecer, e permanecer ou não, também. Os fatores internos e circunstanciais do outro, só diz exclusivamente à ele e a mais ninguém.
Bom senso é tudo, e te faz gente.
Sexta-feira da Paixão de Cristo
A data de hoje ainda não serviu para ensinar para a Humanidade que Jesus foi torturado e morto por suas idéias.
Jesus Cristo é o maior exemplo de prisão política, e mesmo com todo o sacrifício dele a Humanidade não aprendeu nada.
Governos perseguem, prendem, torturam e matam.
As sociedades por inveja ou ambição se deixam cooptar pelo poder, perseguem, torturam, matam de fato ou matam pela via da eliminação sutil que é a via da fofoca que é a mesma coisa que matar fisicamente uma pessoa.
Esta semana bloqueei um internauta metido a esperto que há um bom tempo nos grupos do Facebook agradecia os meus poemas de amor como se fossem para ele.
Pensei como os meus botões antes de tomar tal atitude: pela insistência desse cidadão ele está querendo ter direitos de uso e afins sobre os meus poemas no futuro, agora chega, é hora de bloquear!
Moral da história que pode valer para outros setores da vida: é preciso ter muita atenção com os oportunistas nas redes sociais porque brincando eles podem arrancar brincando de nós permissões que nunca daríamos a ninguém e quanto mais para pessoas estranhas.
Três princípios regem a vida e as redes sociais: adesão, conveniência e fraternidade.
Da adesão:
Eu marco vocês nos meus poemas ou entupo o messenger de vocês com os meus links? A resposta é não.
Se eu não faço com vocês é porque não quero que façam comigo, para eu não chegar o extremo de bloquear as amizades.
Atenção para posts advém de adesão. Adesão só ocorre se você cultiva sem incomodar as pessoas e ser gentil com elas.
Aqui ninguém é celebridade. Somos gente comum numa rede social.
Nem sempre todos nós conseguimos retribuir likes, compartilhamentos e comentários, mas quem quer ser prestigiado tem que ir em busca de prestigiar para obter reciprocidade.
Da conveniência:
É conveniente encher o messenger ou marcar vocês com aquilo que não interessa? Óbvio que não! Cada um tem a sua individualidade.
Da fraternidade:
Se vocês estão participando de algum concurso na rede é óbvio que vou curtir, se vocês me enviarem pelo messenger.
O recado tá fácil de entender: se a marcação ou a mensagem não atendem os princípios da adesão, da conveniência e da reciprocidade é óbvio que vou excluir.
Como é difícil povos se alinharem num foco em proteção ao humanismo necessário a própria coexistência, concomitante a esta pandemia percebo que o banquete de egos avança sendo o mais mortífero veneno da nossa própria existência. Não sei onde vamos parar.
A tenacidade, a tolerância, a bondade, a misericórdia e o perdão devem ser exercitados em situações extremas por mais exigentes que sejam para ser colocados em prática em nome de uma vida respirável e de um convívio suportável.
Chegamos nos extremos dos extremos porque esquecemos de cultivar o exercício de tais valores, mas mesmo diante das dificuldades não podemos desistir de tornar a vida melhor e superar os desafios.
Não alimentar o ego do mal e nem dar voz à ele é o caminho para a diluição e extinção dele, muitas das vezes o mal cresce pela falta do silêncio inteligente.
Fale sobre tudo, evite apenas falar sobre aquilo que serve de imã para o conflito,
mas não pare de falar, apenas selecione o quê vai falar, porque ninguém precisa ter opinião sobre tudo.
Se for reclamar opte por aquilo que é funcional para a sua vida sem perder o mel nas palavras e a gentileza. Uma reclamação em forma de pedido cordial pode te oferecer ótimos resultados.
Quem quer paz real, deve substituir pensamentos conflituosos e parar de nutrir o espírito com aquilo que rouba a tranquilidade.
Devemos nos lapidar com disciplina para uma vida harmoniosa e com qualidade, pois tudo começa pelo pensamento e pelo verbo.
A comunicação em qualquer lugar tem que ser prudente, diligente, clara e afável em qualquer circunstância e deve ser redobrada em momentos difíceis.
Ninguém te ama depois de muito tempo ou lembra que é teu amigo(a) depois de muito tempo.
O cordial hostil tem espírito rasteiro, faz cerco contando com a tua distração e procura dar contornos para aquilo que nunca existiu, não existe e jamais existirá.
Fique atento aos sinais que transitam entre gestos, palavras de falsa amabilidade e palavras de falso clamor.
O cordial hostil sempre deixa rastros digitais para tentar constranger você e quem se encontra ao seu redor.
Como diz a minha Mãe que sempre recorda o adágio popular: "- Olho vivo que cavalo não desce escada.".
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