Cartas de Despedida de Clarice Lispector
Bom dia Mônica
É com dor, mas com amor, que lhe peço licença para a despedida. Ontem, você virou souvenir. Flexionei os joelhos e implorei misericórdia a Deus. Hoje a dor está mais amena, quase imperceptível. Venho aqui despedir-me de um amor e também despedir-me de mim. Porque acordei vivo, aquele Jeremias que em mim habitava morreu ontem junto com a dor que o consumia. Hoje arremato uma história que, ao fim, chego externamente, mesmo não concordando, mas é preciso sair de dentro de mim. Porque está me matando pouco a pouco,
Ontem fui ao encontro da buzina do trem várias vezes em pensamento , mas uma luz emanou derrepente, minha filha nunca liga depois da meia noite e acredite ligou e falamos muito . Foi Deus que a mandou como anjo e não mais tive coragem de fazer o que estava nos planos . Vou mudar minha vida. Não estou me despedindo como ontem, hoje estou como homem. E não pensa que foi fácil tomar essa decisão, mas tudo tem começo meio e fim , a vida continua e terei gratidão para vida toda!
Obrigado por tudo, e a amizade continua e a divida também.
Despeço-me com o coração despedaçado, mas tenha certeza, nas minhas orações você sempre estará no pedido de paz, amor, saúde e felicidade.
Que sua vida, seu amor, seja eterno, juro que quero que você seja feliz com o atual. Não mais me importarei, afinal sou homem maduro, tenho que respeitar os limites para ser respeitado. E seguir se o amor morreu em você.
Menino criado com vó
Que a despedida seja nosso derradeiro anseio. Que dedicatórias e saudades não sejam nunca ensaiadas. Que os olhares não mirem lembranças ou lugares lembrando de alguém, e que a minha robusta linguagem seja tímida se um dia precisar falar de adeus com você.
Não tenho poemas tristes sobre você. A minha vida e a vida dos outros são todas vidas de dentro de você. Tu sabes que eu sei dizer e arrumar em palavras as mais consoladoras e convincentes. Só as nego e negarei dizer a todos qualquer coisa que explique um dia a tua ausência, porque “até logo” ou “até um dia” eu até diria, porém adeus jamais lhe daria.
E num verso em que foge a rima e o português rebuscado, digo-te até um pouco bravo, não com a braveza de um desorientado, mas falo da bravura de um filho de nordestino, cabra arretado, te proibindo que desta vida se retires antes que eu veja em vida os filhos dos meus filhos, para terem também a sorte, assim como eu tive, de ser menino criado com vó.
Quiçá todo mundo pudesse ter sido, como eu fui na infância, querido; hora outra chamado de neto preferido; comigo sempre repartindo os doces recebidos. Sorte na tua casa ter vivido, e da tua vida me foi feito abrigo, como até hoje e ainda em breve será.
Pois com pressa só tratamos a saúde. O que não for saudade pode esperar!
É com dor, mas com amor, que peço licença para a despedida. Ontem, você virou souvenir. Dobrei os joelhos e implorei a Deus por misericórdia. Hoje a dor está mais leve, quase imperceptível. Venho me despedir de um amor e também de mim. Porque acordei vivo, aquele Jeremias que habitava em mim morreu ontem junto com a dor que o consumia. Hoje encerro uma história que, ao fim, concluo externamente, mesmo sem concordar, mas preciso sair de mim. Porque está me matando aos poucos.
Ontem, várias vezes pensei em encontrar a buzina do trem, mas uma luz brilhou de repente; minha filha nunca liga após a meia-noite, e acredite, ela ligou. Conversamos muito. Foi Deus que a enviou como anjo, e perdi a coragem de fazer o que planejava. Vou mudar minha vida. Não me despeço como ontem; hoje me despeço como homem. E não pense que foi fácil decidir, mas tudo tem começo, meio e fim. A vida continua e serei grato para sempre!
Obrigado por tudo. A amizade permanece e a dívida também.
Me despeço com o coração em pedaços, mas tenha certeza: em minhas orações, você sempre estará presente, com pedidos de paz, amor, saúde e felicidade.
Que sua vida e seu amor sejam eternos. Juro que desejo sua felicidade com ele. Não me importarei mais; afinal, sou um homem maduro. Preciso respeitar limites para ser respeitado. E seguir em frente, se o amor morreu em você.
Despedida
"Olho pra sua foto e sinto o nó: não entendo.
Por que eu não fui o suficiente?
Eu tentei... Deus sabe o quanto tentei dar o meu melhor.
Nunca entendi por que tanto Te pedi.
Mas no silêncio da noite, a resposta veio:
Era melhor partir do que se arrepender.
Melhor ir, do que ficar... chorar... duvidar.
Sem mais nem menos, eu fui.
Sua ausência me cansou.
Sua frieza me gelou.
Sua falta de prioridade me fez desistir
do que um dia, de joelhos, eu pedi.
No silêncio da noite, eu chorei... e me despedi."
Bom dia. Te escrevi uma carta de despedida. Já peço desculpa, porque depois dela acho que não nos veremos mais. Então, leia e, se quiser, pode tentar ficar e me ajudar a entender onde tudo mudou.
Sei que vai ser triste a sua partida, mas, se você também ficar, vai ser mais doloroso ainda, pois sabemos que isso só iria nos prejudicar. Digo que foi bom enquanto durou, mas foi péssimo quando terminou. Senti como se estivesse perdendo meus sentimentos a cada segundo que via sua mensagem pedindo para ser livre.
Sei que não foi por neurose nem por inseguranças. Sei que foi por não estar pronta para receber uma quantidade absurda de amor e energia boa, pois, como você sempre me dizia, nunca foi realmente amada em voz alta. E, quando finalmente foi, meus gritos de amor te assustaram, e você correu, com medo e assustada por não saber lidar com tudo isso.
Carta de Despedida
“Pra Ela Que Nunca Mais Voltou”
Ei, garota de olhos escuros e silêncio barulhento…
Não sei se você lembra de mim,
mas tem um pedaço seu que ainda vive em mim como se o tempo não tivesse passado. Você apareceu como quem não pede licença, entrou na minha mente e fez morada num canto que ninguém conhecia.
Foi tudo tão rápido, estranho, misterioso.
Mas, de algum jeito, foi real.
Mesmo que ninguém tenha visto,
mesmo que eu duvide às vezes,
meu peito lembra.
Você foi abrigo.
Foi confusão.
Foi arte em forma de pessoa.
Me ensinou que saudade não precisa durar anos pra doer como se fosse pra sempre.
Hoje, eu não escrevo pra pedir respostas.
Nem pra te culpar.
Eu escrevo porque quero me libertar do que ficou preso aqui dentro.
Se você era real, eu te desejo paz.
Se você era só uma fantasia, eu te agradeço por ter me feito sentir.
Mas agora, eu preciso me escolher.
Preciso me olhar no espelho e parar de procurar seu rosto nos rostos alheios.
Preciso parar de me perguntar "e se?",
e começar a me perguntar "e agora?"
Hoje eu me despeço.
Não porque eu esqueci.
Mas porque eu me respeito.
E porque eu mereço ser amado no presente.
Adeus, garota de franja e mistério.
Você foi capítulo.
Mas eu sou o livro inteiro.
Ode de despedida
As árvores da minha terra
já não morrem em pé…
morrem nas manhãs frias de nevoeiro,
morrem numa paleta policroma desbotada,
morrem num tempo esculpido por uma soturna melancolia,
morrem no ocaso da memória continuamente vivida,
morrem na toponímia de um corpo consumido,
morrem
morrem as minhas raízes
silenciadas dentro de mim.
Nos trilhos da vida
Caminha minha pobre alma
Ainda não é a eterna despedida
Desejo destilar aquela velha calma
Nos caminhos desconhecidos do destino
Minha fé repousa no Eterno
É ele quem me deu a coragem desde menino
Para combater os horrores do inferno
Deus é meu refúgio,meu Porto seguro
Um dia aonde devo descansar
Me leva adiante nos mares do Futuro
Com sua Luz,seu amor me faz encontrar
Quero com sabedoria dizer
Ter forças para doutrinar
E assim alegria em viver
Para sempre eu poder amar!
É uma despedida?
Então… sim...
Há alguns anos, eu me apaixonei.
Não por alguém, mas por um instante.
Foi um sorriso.
E, nele, algo em mim despertou como se sempre tivesse estado ali, adormecido.
Houve um abraço.
E naquele breve contato, eu quase fui inteira.
Como se, por um segundo, eu tivesse pertencido a algum lugar que nunca conheci.
E eu fiquei.
Não ali… mas na sensação.
Porque há encontros que não acontecem no mundo, acontecem dentro.
Sabe essas histórias que acreditamos poder controlar? Eu não controlei.
Mas ele… talvez nunca tenha estado nelas.
E ainda assim, eu insisti em sentir.
Porque sentir, às vezes, é tudo o que nos resta
quando o outro não fica.
Eu soube.
Desde o começo, eu soube.
O adeus já existia antes mesmo do primeiro olhar.
Mas eu quis ignorar.
Quis esticar o tempo…
como quem tenta segurar água nas mãos.
E então houve aquele quase.
O beijo que não veio.
O olhar que, por um instante, disse tudo
e depois… nada.
E ali, silenciosamente, terminou o que nunca começou.
Não houve nós.
Não houve história.
Só um sentir que se expandiu demais
para caber na realidade.
E, ainda assim… doeu.
Porque, por um breve momento,
eu vi em você algo que nem eu mesma sabia que existia em mim.
E talvez seja isso…
Algumas pessoas não entram na nossa vida para ficar. Entram só para despertar algo dentro da gente.
E depois… vão embora.
A morte é uma despedida física, mas o amor é um laço que nem o tempo, nem a ausência conseguem romper.
Não chore porque acabou, sorria porque aconteceu e porque a luz dessa pessoa agora brilha dentro de você.
Onde o corpo não pode mais estar, a lembrança faz morada eterna.
SerLucia Reflexoes
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Desprovido de despedida,
ele não chega… só desperta.
Como se a mente abrisse espaço
pra algo que sempre esteve ali,
quieto, esperando ser sentido.
Não é amorou pelo menos não esse que dizem existir. Mas é profundo,
de um jeito que não precisa de nome,
nem de explicação. Não precisa ver, não precisa tocar Ainda assim, é bom estranhamente bom, como algo que faz sentido sem nunca ter sido entendido.
Dura pouco ou talvez não dure nada.
Porque o que parece instante
já existe há milênios, repetindo, atravessando, voltando.
E mesmo assim, cada vez parece a primeira.
DeBrunoParaCarla
Despedida a Isabel
Minha mui querida Isabel,
despeço-me — não apenas de vós,
mas de tudo aquilo que em vós encontrei
e em mim se perdeu.
Há muito percebo
o peso de minha presença em vossa vida,
como se meu amor vos fosse fardo,
e não abrigo.
E eu, que vos amei em silêncio e constância,
aprendi a ler nos gestos ausentes:
no rosto que se volta,
nos beijos contados,
na ternura que não mais floresce.
Assim, pouco a pouco,
fui me tornando sombra de mim mesmo,
habitando um vazio onde outrora
vivia esperança.
Se errei — e sei que errei —
não foi por desamor,
mas por não saber amar melhor
quem sempre foi tudo para mim.
Perdoai-me, pois,
se vos causei dor;
carrego comigo a culpa
e a devoção que jamais cessou.
E assim parto —
não de vós apenas,
mas do que fui
quando ainda havia nós.
A despedida
da tarde soprou
as nuvens
com suavidade
e fez percussão
com as folhas
do sublime
bosque do deserto.
E pensando em ti
a todo instante,
não desistirei
custe o que custar
de ir em tua busca
nesta noite
de luar brilhante.
O interessante
é o quê sinto
e já é imenso,
e sei que ainda
não te conheço;
algo forte vem
me dizendo
que és todo meu
e a você pertenço.
O crepúsculo deu
a sua despedida,
as luzes da cidade
foram acesas,
a Lua coroada
está de estrelas
iluminando o Rio.
Ao mundo inteiro
oferto a veia
da paixão que não
oculto no peito
feita de vibração
e teu amor perfeito.
O desejo de viver
para cantar o amor
seja como for
é só o começo:
nos teus lábios
a sede de me amar.
No ritmo do Universo
a canção eterna
aos olhos lindos
voltados para quem ama,
esta temperatura
que amorosa chama
ao ardente total amplexo.
A despedida
Afinal tudo aconteceu como eu previa, só não podia acreditar. Aquela mesma história triste se repetiu. Bastou que eu fexasse os olhos por um único instante pra ver você partir assim tão fácil, da mesma forma como apareceu. Foi só eu soltar tuas mãos por um segundo pra ter que te ver caminhando em outra direção. Naquele dia eu ia te dizer como você era perfeito, mas não havia mais tempo. Não, eu não estou triste, eu sei que você também me quis, talvez não com tanta intensidade, mas quis. Eu queria te falar como as coisas passaram a ser tão claras depois que você surgiu, mas você não pôde me ouvir. Não se preocupe, todas as palavras que eu falei naquele dia com certeza serão esquecidas. E eu não estou falando de amnésia. Só vão restar as cicatrizes, estas nunca somem. Você não terá mais que ouvir minhas palavras, no final não vai restar mais nada. Eu só queria uma história diferente pra construir.
Despedida
No descompasso do meu passo apressado,
do jeito,
sem jeito que sou.
Procurando teu abraço,
mais uma vez me perdi,
ao te pedir o teu amor.
Nem choro ,
nem vela,
nem fita amarela....
De nós nada restou.
Na poesia emocionada,
na saudade declarada...
Tudo o que eu tinha pra te dizer,
mas você não escutou.
Shalimar
Estamos conjugando verbos em tempos e modos diferentes, rastejando uma despedida que até pode nem ser o que queremos. Olha bem pra mim e decide que música pretendes dançar. Pode ser que eu tope. Pode ser que não, mas pelo menos saberei o o ritmo antes de decidir apertar o 'play' ou o 'eject'.
AílaSampaio
Soneto de Despedida
Da primeira vez ocorreu impetuoso
oprimiu a calma feito um louco
violentando meu ser pouco a pouco
fez dos meus olhos secos aquoso.
Da segunda vez ocorreu a esmo
resumiu o caminho eterno a colisão
assassinou friamente a paixão
fez dos meus olhos amantes ermo.
Enquanto teus olhos brilhavam aos meus
o choro, a sofreguidão, o impeto que ocorreu
era claro meus olhos ainda eram teus
Quando meus olhos se perderam aos teus
a morte, a colisão, o ermo que ocorreu
era claro teus olhos não eram mais os meus
Despedida
Amor... Não se despediu ao ir embora
Talvez soubesse que um abraço evitaria a despedida
Que ouviria aquelas palavras que esperara
Tanto tempo para ouvir, que nunca foram ditas.
Uma despedida sem olhar para trás
Sem um beijo no rosto, se cuida, fica bem...
Talvez soubesse que qualquer gesto evitaria a despedida
Que uma lagrima surgiria nos olhos.
Foi embora, sem dizer uma palavra, sem hesitar.
CARTA DE DESPEDIDA AO SENHOR ESTRANHO:
18 de Abril de 2011, Brasil.
Estranho,
“Sei que é uma decisão tardia, diante os fatos ocorridos, mas tudo tem seu tempo pra acontecer, se isso só aconteceu agora, deve-se ter lá seus motivos. Vá entender!
Enfim, resolvi não te querer mais.
Mesmo que meu coração ainda reclame sua ausência.
Resolvi mudar o costume de ter você em tudo. De ter você nos cantos da casa, de ouvir você abrindo a porta, de ouvir o barulho do seu carro, de sentir sua respiração... Tudo isso de maneira imaginária, pois você não está mais aqui. Fato. E eu preciso me acostumar com isso.
Resolvi pensar sozinha, imaginar meu futuro sem você. Você não vai voltar.
Resolvi guardar as recordações numa caixa grande, de aparência simples, para que ali ficassem enterrados os nossos momentos bons, ou melhor, os momentos que tanto apreciei. Momentos sublimes e que, na realidade, eram tão vazios... Guardei dentro dela todas aquelas pequenas coisas que me fazem ter você na lembrança, tudo que me faça sentir a sua energia: suas camisas, bermuda, roupa intima, escova de dente, fotos, cartas escritas, bilhetes, vidros de perfumes, aliança, coleção de CDs...
Criei uma caixa imaginária dentro de mim pra guardar tudo que vivemos: as palavras ditas, as noites amor, as conversas por MSN, as conversas por telefone até amanhecer o dia, as mensagens no celular, o som do seu sorriso, a lembrança dos seus olhos, da sua respiração, o beijo que você dava na minha mão ao dirigir, a sua cara ao ler a mensagem que escrevi no espelho, as reticências, o “quem sabe um dia!”, o “inclusive”, as músicas, as nossas vídeo chamadas, as suas mãos calejadas, a ponta da orelha, o seu silêncio, a paz que encontrávamos juntos...
Guardei nela também a saudade que sinto e que você nunca sentiu.
Guardei os planos, os projetos, as incansáveis noites em claro esperando por noticias suas, a minha insistência em fazer com que você acreditasse que eu seria a pessoa certa pra você, as minhas lágrimas de apelo, o meu sofrimento por vezes tão grande que me causava dores físicas, a minha insegurança, minha preocupação e o meu medo de perder você.
Guardei a esperança, o desejo, a vontade, o amor por você, a espera, a paciência, a sinceridade, a compreensão, o meu respeito e admiração por te achar tão perfeito.
Resolvi mudar o perfume, meus produtos de banho, comprei lençóis novos, toalhas novas. Não quero nada que seja intimo misturado com a sua lembrança.
Olha, vou comprar uma cama nova! Não agüento mais dormir no sofá, pois não consigo olhar pra cama e pensar o quanto você foi sórdido ali! Acho que foi nela que você mais mentiu... principalmente ao fingir fazer amor. Acho que você desconhece o real significado da frase.
Penso apenas que não suportaria mais suas mãos sobre o meu corpo, apesar do desejo ainda ser forte, eu não agüentaria tanta humilhação. Não agüentaria olhar pra você e pensar que tudo é fingimento.
Eu que sempre me entreguei verdadeiramente. Eu que sempre acreditei na nossa cumplicidade. Acreditei em você. Confiei. Agora me encontro perdida em meio a sentimentos tão frios e procurando as palavras certas para descrevê-los.
Tenho raiva do meu corpo por saber que nele você despertou sensações maravilhosas que ninguém nunca conseguiu fazer o mesmo.
Tenho raiva de mim por não conseguir me permitir que outro o toque, pois ainda sinto como se ele fosse seu.
Repito pra mim mesma, cheguei a escrever as frases ditas por você (colei em espelhos, guarda-roupa, geladeira... eu precisava que delas!), pois foram elas que me fizeram enxergar que eu não sou o bastante... não sou o bastante pra você. Não por ser inferior. Não. Mas porque pra você, você se basta. Você é tão você, que os outros não são nada. Você brinca com os sentimentos, com as pessoas, você muda a vida, a rotina, você tem o dom de transformar o céu em inferno! É triste. Mas é a realidade. Você tem um dom de cativar e de destruir tudo em segundos, com a mesma facilidade.
E eu não quero ao meu lado alguém tão singular. E eu preciso me libertar desse sentimento doentio que é amar você, porque definitivamente, você não é o quem eu amo. A sua realidade é diferente da pessoa que amei. Eu imaginei, ou vivi, não sei ao certo, algo inexistente.
Você tantas vezes me disse que me amava incondicionalmente... o que é ser incondicional pra você?
Acho que você nunca vai saber o quanto eu amei você e a sua real importância para mim.
Senhor Estranho, encontre-se. Porque agindo assim você vai fazer com que muitas pessoas boas e de sentimentos puros, se percam. E definitivamente, ninguém merece ser usada assim.
Boa sorte em seu caminho, porque agora eu vou refazer o meu e concertar os estragos que você o fez.
Seja feliz.”
...
(são três pontos finais, só pra ter certeza que acabou.)”
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