Cartas de Amor para Namorados em Crise
Quero a tranquilidade de uma vida clara, a alegria de um amor sincero e a companhia de gente iluminada.
Quero degustar a vida sem pressa, com o coração leve e a alma feliz.
Quero gastar energia só com que me interessa e nem mesmo toda mazela vai me fazer desacreditar que tanto eu quanto toda gente certamente nasceu destinada a ser muito Feliz!
Do Amor que Passa
Receba, nesta flor, minha proposta
que, parecendo tímida, é insistente:
Das ternas fantasias que mais gosta,
anseio partilhar, discretamente...
Mais que sorriso, espero por resposta,
aquele suspirar que, então, pressente
cada arrepio, quando alguém lhe encosta,
na morna flor do corpo, um beijo ardente...
Mas, além da paixão, não queira laços,
nem saudade ou remorso deste ensejo;
esqueça a flor, os versos, os abraços...
E aceite assim, sem juras, este amor
que apenas dura, intenso qual desejo,
enquanto passa, frágil como flor.
Amor Repreendido
Calou-se!
Diante de tanta frieza,
A demora de atos
Falhou-se!
Oh querida percebe agora
O que não me canso de dizer?!
Não há nada que possa fazer-lhe entender?
Entenda que eu te amo,
Que és única, querida minha.
Quanto mais eu ando
Mais volto no lugar de onde nunca sai
De perto de ti, querida.
Deve ser isso que faz com que entendamos
Quando se acha o amor eterno.
É querida.
Encontrei meu amor eterno.
Querida minha!
Não é que eu seja sádico
Não é que ela seja submissa...
Ela se fez minha pela força do amor
e eu exerci sobre ela o poder
de querê-la minha menina
pela eternidade.
E creio que a eternidade é muito breve
para embalar a paixão que nos invade.
É simples cumplicidade.
É simples assim.
É amor.
Nosso amor
nosso amor
é música, arte...
cena dum filme
livros e versos...
um perfume
um cheiro
gole de vinho
e flores...
troca de olhares
toque suave
deitar no colo
Falar bobagem
pro outro rir
fazer mistério
pra instigar...
te levar pra casa
beijo de boa noite
voltar correndo
coração batendo
deixa a chuva
molhar
vc batendo no portão
me ensinando a ouvir
atentar na letra
e relaxar mais...
uma camisa folgada
um banho quente
sopa e gelatina
olhar o céu
seguindo estrelas
se esquentar
com abraço...
lembrar com carinho
guardar com cuidado
proteger, amparar
nosso amor
é amar
Entre todas as escolhas possíveis
Fica contigo
Fica do teu lado
Guarde contigo todo esse amor
Por todas as dúvidas que pairam em teu semblante
Acredite só na tua incerteza
Abrace feliz o teu destino
E cuide bem de você
De todos os caminhos a tua frente
Aceite o que te leva à tua felicidade
Seja forte e meiga contigo
Respeite as tuas vontades
E deixe que os teus desejos venham sempre em primeiro lugar
Viva para você
Seja você
Lute por você
Mas se você puder
Deixe-me fazer parte de tudo isso
Prometo ficar ali
Quietinho
Inerte
E tudo que eu fizer contra a tua vontade
Farei para que você seja sempre mais feliz
Ainda que não acredite nas minhas histórias
Entre todas as tuas escolhas
Escolha a mim também
Deixe-me acompanhar a tua caminhada
Guarde um pouco desse amor para mim
Eu quero poder fazer parte de você
Te espero no farol
Pra ver o sol se pôr
Fazer denguinho
Fazer declaração de amor
Te espero no farol
Pra ver o sol se pôr
Fazer amor, fazer amor
Sei que um dia vai lembrar
O tanto que eu te quis
Eu sei você vai ver
Mas eu tenho que aceitar
Viver sem teu olhar
Não posso resistir
Vem pra perto de mim
Faz o tempo parar
Faz tudo acontecer
Vou te fazer carinhos
Até o amanhecer
Não posso resistir
Vem pra perto de mim
Faz o tempo parar
Faz tudo acontecer
Vou te fazer carinhos
Até o amanhecer
Te espero no farol
Pra ver o sol se pôr
Fazer amor, fazer amor
O lindo do amor é quando encontramos em alguém a capacidade de nos transformar em tudo de melhor que podemos ser.
Encarando a outra de maneira real e sincera, aceitando suas qualidades sabendo também dos seus defeitos.
O lindo do amor não é se envolver com a pessoa perfeita, e sim com quem nos completa e nos transforma sempre naquilo que há de melhor eternamente.
" Permita-me te amar,
E te amarei com tanta intensidade,
Que não poderei mensurar esse amor...
Senão como infinito...
Permita-me sonhar,
E viverei os maiores e melhores sonhos
Reinventando o amor,
Como as nuvens se reinventam no céu.
...Permita-me criar,
e ai sim fracassarei,
...Pois a criação pertence a ti. mulher,,,
...
Nessa luta desigual.
Achei que podia tudo,
Mas descobri que só posso,
Quando me permito completamente a você...”
(Oscar).
O Amor – Poesia futurista
A Dona Branca Clara
Tome-se duas dúzias de beijocas
Acrescente-se uma dose de manteiga do Desejo
Adicione-se três gramas de polvilho de Ciúme
Deite-se quatro colheres de açucar da Melancolia
Coloque-se dois ovos
Agite-se com o braço da Fatalidade
E dê de duas em duas horas marcadas
No relógio de um ponteiro só!
Amor ou dor ??
Quando te vejo
sinto borboletas no estômago
minha pernas ficam bambas ,
meu coração acelera ,
meus poros se dilatam .
Quando brigo contigo ;
suo frio ,
começo a gelar ,
será que isso é normal ??
Ou estou tendo algo anormal ??
Se você pra mim não dar atenção
minha vida perde sentido
fico sem rumo
entrego tudo ao destino
e muitas vezes quebro a cara porem
outras me dou muito bem .
Se sou bruta com você
paro e penso na vida
idiota ???
Ou só mais uma prova que te amo muito ??
Se te machuco
me viro e entrego minha vida ao nada
por que se você perdeu a vida por eu ter me magoado
eu logo perco a vida por ter te perdido
Amor Virtual
Quem és tu, ó linda mulher,
Que só conheço do mundo virtual,
Mas que com seu encanto e magia,
Faz-me querer trazer-te para meu mundo,
Meu mundo real.
Quem és tu, ó linda mulher,
Que tanto quero amar,
Que com esse olhar faceiro, fascina-me,
Que com esse sorriso buliçoso, faz-me sonhar.
Quem és tu, ó linda mulher,
Que me faz no momento,
Encontrar-me de olhos fechados,
Pensando em você.
Sentindo o gosto gostoso de seus lábios,
Sentindo sua mão em meu corpo percorrer.
Quem és tu, ó linda mulher,
Que me deixas assim,
Mesmo sabendo que tudo isso é um sonho,
Dele não quero acordar
E por favor, te peço,
Não me acorde, deixe-me sonhar.
Quem és tu, ó linda mulher,
Não precisas mais me dizer,
Já sei que quem me fascina
É uma suntuosa e doce mulher,
Envolta em um sorriso de menina.
Uma bela e linda menina.
Não importa sua crença,
Seu credo, sua cor,
Pois tudo que mais quero no meu mundo real,
É contigo, linda mulher,
Viver um grande e eterno amor
Vem. Vem fazer parte do meu mundo. Vem?
Carta a um amor impossível
Recebi tua carta, - e ainda sob o peso
da emoção que me trouxe, eu te escrevo, surpreso,
reavivando na minha lembrança esquecida
certos traços sem cor de uma história perdida:
- falo dos poucos dias que passamos juntos.
Tão longe agora estas, quantos belos assuntos
a que eu não quis, nem soube mesmo dar valor,
relembras com um estranho e desvelado amor.
Tua carta é tão doce, e tão cheia de cores
que, dir-se-ia a escrever com o mel que há nas flores,
sobre o azul de um papel tão azul, que o papel
faz a gente pensar num pedaço de céu!
Impregnado nas folhas chegou até mim,
um perfume sutil e agreste de jasmim
e um pouco do ar sadio e puro de montanha!
Estranha a tua carta, inesperada e estranha!
Deixas nas minhas mãos a tua alma confiante,
ante a revelação desse amor deslumbrante
e abres teu coração, num gesto de ansiedade,
sob a opressão cruel de uma imensa saudade.
Dizes que só por mim tu vives, - que a tristeza
é a companheira fiel que tens por toda parte,
e me falas assim com tamanha franqueza
que eu nem sei que dizer receando magoar-te!
Não compreendo esse amor que revelas por mim
nem mereço a ternura e o enlevo sem fim
de um só trecho sequer de tudo o que escreveste,
- por exemplo, - de um trecho belo e bom, como este:
"Teu olhar é o meu sol! Vivo da sua luz!
- e mesmo que esse amor seja como uma cruz
eu o levarei comigo em meu itinerário!
E o bendirei na dor ascendendo ao Calvário!
Sem ele não existo; e sem ti, meu destino
será vazio, assim como o bronze de um sino
que ficou mutilado e emudeceu seus sons
na orquestra matinal dos outros carrilhões!
Quero ser tua sombra até, - e quando tudo
te abandonar na vida, e o frio, e quedo, e mudo,
encerrarem teu corpo em paz sob um lajedo,
eu ficarei contigo ao teu lado, sem medo,
e sozinha e sem medo eu descerei contigo
oh! Meu único amor! Oh! Meu querido amigo!
- para que os nossos corpos juntos, abraçados,
fiquem na mesma terra em terra transformados!"
Escreves tudo assim, - e eu nem sei que te diga
nesta amarga resposta, oh! Minha pobre amiga!
Tarde, tarde demais... Bem me arrependo agora
do amor que te inspirei, daquele amor de outrora
que eu julgava um brinquedo a mais em minha vida
e a quem davas tua alma inteira e irrefletida...
Releio a tua carta, e confesso que sinto
o ter-te que falar sobre esse amor extinto,
um prelúdio de amor que ficou sem enredo
e que só tu tocaste em surdina, em segredo...
Dizes que o que eu mandar, farás... e que és tão minha
que mesmo que não te ame e que fiques sozinha
bastará para ti a lembrança feliz
dos dias de ilusão em que nunca te quis!
E escreves, continuando essa carta que eu leio
com uma vontade louca de parar no meio:
"Minha vontade é a tua! E meu destino enredo
no teu!... És o meu Deus! Teu desejo é o meu credo!
Creio na tua força e no teu pensamento,
e nem um só segundo e nem um só momento
deixarei de seguir-te aonde quer que tu fores,
seja a estrada coberta de espinhos ou flores,
te aureole a fronte a glória e te sirva a riqueza
ou vivas no abandono e sofras na pobreza!
Serei outra Eleonora Duse, e te amarei
com um amor infinito, sem razão nem lei.
Tu serás o meu Poeta imortal, - meu Senhor,
a quem entregarei minha alma e o meu amor!
Creio na tua força e no teu pensamento!
- faço dela um arrimo, e tenho nele o alento
da única razão que dirige meus atos;
- é a lógica fatal das cousas e dos fatos!
Orgulho-me de ser a matéria plasmável
onde o teu gênio inquieto, e nervoso, e insaciável,
há de esculpir uma obra à tua semelhança!
Junto a ti sou feliz e me sinto criança
curiosa de te ouvir, fascinada e atraída
pela tua palavra alegre e colorida!
E se falas da vida ou se o mundo desvendas
os assuntos ressoam na alma como lendas
e tudo é novo e é belo, e tudo prende e atrai,
de um simples botão que se abre a um pingo d'água que caí.
Há em tudo uma alma nova! Há em tudo um novo encanto!
Tantas vezes te ouvi! E sempre o mesmo espanto
quando tu me dizias, que era tarde, era a hora
em que eu ia dormir em que te ias embora...
Muitas vezes, deitada, - eu rezava baixinho
uma prece que fiz só para o meu carinho:
com meus beijos de amor matarei tua sede,
com os meus cabelos tecerei a rede
onde adormecerás feliz, imaginado
que é a noite que te envolve e te embala cantando;
formarei com os meus braços o ninho amoroso
onde terás na volta o almejado repouso;
minhas mãos te darão o mais terno carinho
e julgarás que é o vento a soprar de mansinho
sussurrando canções e desfeito em desvelos
a desmanchar de leve os teus claros cabelos!
No meu seio, - que a uma onda talvez se pareça,
recostarei feliz, enfim, tua cabeça,
e nada, nenhum ruído há de te perturbar!
- meu próprio coração mais baixo há de pulsar...
Quando o sol castigar as frondes e as raízes
com o meu corpo farei a sombra que precises,
e se o inverno chegar, ou se sentir frio,
em mim hás de achar todo o calor do estio!
Não te rias, - bem sei que te digo tolices,
mas ah! Se compreendesses tudo, ou se sentisses
a alegria que sinto ao te falar assim,
talvez que não te risses, meu amor, de mim...
Isto tudo, - é obra apenas da fatalidade,
- quando o amor é uma doença e é uma febre a saudade."
Tua carta é uma frase inteira de ternura,
como uma renda fina, cuja tessitura
trai a mão delicada e a alma de quem a fez
Ela é bem a expressão da mulher, que uma vez...
(mas não, não recordemos estas cousas mais,
- para o teu bem, deixemos o passado em paz
se o não posso trazer num augúrio feliz
para a prolongação de um sonho que desfiz...)
Tua carta é o reflexo da tua beleza,
e há no seu ofertório a singela pureza
desse amor que te empolga e te invade e domina!
(Uma alma de mulher num corpo de menina!)
Reli-a muito, a sós... - Mais adiante tu dizes,
com esse místico dom das criaturas felizes:
"Amo, para a alegria suprema e indizível
de humilhar-me aos teus pés tanto quanto possível,
e viverei feliz, como a poeira da estrada
se erguer-me ao teu passar, numa nuvem dourada
cheia de sol e luz, - nessa glória fugaz
de acompanhar-te os passos aonde quer que vás!
Não importa que eu role depois no caminho,
não importa que eu fique abandonada e só,
- quem nasceu para espinho há de ser sempre espinho!...
- quem nasceu para pó, há de sempre ser pó!"
Faz-me mal tua carta, muito mal... Receio
pelo amor infeliz que abrigaste em teu seio,
e uma angústia mortal me oprime e me castiga,
deixa que te confesse, oh! Minha pobre amiga!
Não pensei... Não pensei que te afeiçoasses tanto,
nem desejava ver a tristeza do pranto
ensombrecer teus olhos... Quando tu partiste,
não compreendia bem por que ficaste triste
nem quis acreditar no que estavas sentindo...
Hoje, - hoje eu descubro que o teu sonho lindo
era mais do que um sonho, - era mesmo, em verdade
uma grande esperança de felicidade!
Me perdoarás, no entanto... ah! Não fosses tão boa!
E eu insisto de joelhos a teus pés: - perdoa!
Se eu soubesse, ou se ao menos eu adivinhasse
o que não pude ver além de tua face
e o que não soube ler velado em teu olhar,
não teria deixado esse amor te empolgar...
Perdoa o involuntário mal que te causei!
A carta que escreveste, e há bem pouco guardei,
um grande mal também causou-me sem querer:
- é bem rude e bem triste a gente perceber
que encontrou seu ideal, - o seu ideal mais belo,
- e o destruir, tal como eu, que agora o desmantelo!
É doloroso a gente em mil anos sonhá-lo
e inesperadamente ter que abandoná-lo!
Se algum amor eu quis, esse era igual ao teu
que tudo me ofertou e nada recebeu;
ingênuo e puro amor, simples, sem artifícios,
capaz como bem dizes "de mil sacrifícios,
e de mil concessões, chorando muito embora,
só para ver feliz o ente que quer e adora!"
E pensar que isso tudo que tu me ofereces:
— teu raro e imenso amor, teus beijos, tuas preces,
a tua alma de criança ainda em primeiro anseio;
e o teu corpo, onde a forma ondulante do seio
não atingiu sequer seu máximo esplendor;
tua boca, ainda pura aos contatos do amor;
- e dizer que isso tudo, isso tudo afinal
que era o meu velho sonho e o meu maior ideal,
abandono, desprezo, renuncio e largo
com um gesto vil como este, indiferente e amargo!
Enfim, já estás vingada... Porque ainda és criança
há de este falso amor te ficar na lembrança
como uma experiência... (a primeira vencida
das muitas que talvez ainda encontres na vida... )
E um dia então... - quem sabe se não será breve?
- descobrirás na vida aquele amor que deve
transformar teu destino e realizar teu sonho...
Antevendo esse dia de festa, risonho,
comporei, como um véu de noiva, para as bodas,
a mais bela poesia, a mais bela de todas...
(... Recebendo-a, dirás, esquecida e contente:
- "quem teria enviado este estranho presente?")
Sé feliz, minha amiga... eu me despeço aqui...
Lamento o meu destino, porque te perdi
e maldigo esta carta pelo que ela diz...
Não chores, - porque eu sei que ainda serás feliz...
E que as lágrimas de hoje, - enxuguem-se ao calor
de um verdadeiro, eterno e imorredouro amor!
P. S. - Sê feliz. Amanhã tudo isto será lenda...
E pede a Deus, por mim, - que eu nunca me arrependa...
(do livro" Eterno Motivo" - 1943)
Eu sempre irei te amar...
Você foi embora, mas, o amor decidiu ficar;
Não sei para quê, só se foi para de saudade me matar!
Se não sabe o que é a saudade, um amor você não tem;
Pois, a saudade é a ausência e um querer muito estar com este alguém...
Desculpe-me, mas, para sempre irei te amar;
Não sei te esquecer e todas as noites em meus sonhos você vem me abraçar...
Se hoje eu não estou feliz é por não lhe ter aqui perto de mim,
Na verdade eu nem sei como consigo viver assim, longe de ti...
Não me entenda mal, não quero dizer que tenha de me esperar;
Você pode ficar a vida inteira a procura de alguém e sempre estarei a te amar,
Não sei mudar o que eu sinto, mas também não me lamento,
Foi em teus beijos que meu coração foi feliz e a minha alma encontrou contentamento...
Não quero presentear-te com a minha tristeza e nem lhe afogar com minhas lágrimas;
Quero lhe saudar com os meus versos e mesmo distante perceber o enlace de nossas almas,
Deste tempo até aqui eu aprendi que não é bom sentir saudades,
Descobri que o verdadeiro amor não espera por um tempo e sim por toda a eternidade...
Por: Igor Barros
Quando não acreditava mais no amor
Ele me faz uma surpresa
Coloca alguém na minha vida de onde eu menos imaginava
E me mostra o quanto posso ser feliz apenas por saber que você existe
Não nós tocamos, não nós beijamos, não sentimos ainda o calor do nosso abraço
Mas meu coração dispara apenas de imaginar esse momento tão mágico
Conto os dias, conto as horas..
Apenas para olhar nesses olhos lindos e dizer
EU AMO MUITO VOCÊ.
O conhecimento deve conduzir ao amor. Quanto mais sabemos, mais devemos compartilhar do que sabemos com os outros e usar o nosso conhecimento em serviço a eles, seja na evangelização, seja no ministério. Às vezes, porém, nosso amor poderá moderar o nosso conhecimento. Pois o conhecimento em si pode ser ríspido; é-lhe necessário Ter a sensibilidade que o amor lhe pode dar. Foi isso o que Paulo quis dizer quando escreveu: “O saber ensoberbece, mas o amor edifica”. O “senhor do saber” de quem ele fala é o cristão instruído, sabedor de que há um só Deus, de que os ídolos nada são, e que portanto não há razão teológica alguma pela qual não deva comer uma comida que fora anteriormente oferecida a ídolos. Entretanto, pode haver um motivo de ordem prática para dela se abster. É que alguns cristãos não têm tal conhecimento e, em conseqüência, suas consciências são “fracas”, ou seja, não instruídas e excessivamente escrupulosas. Anteriormente eles próprios haviam sido idólatras. E, mesmo depois de sua conversão, acham que, em sã consciência, não podem comer tais carnes. Estando com eles, então, Paulo argumenta: o cristão “forte” ou instruído deve abster-se para não ofender a consciência “fraca” de seus irmãos. Ele mesmo tem a liberdade de consciência para comer. Porém o seu amor limita a liberdade que o conhecimento lhe dá. Talvez seja contra tais circunstâncias que Paulo chega a dizer, em alguns capítulos adiante:
“Ainda que eu ... conheça todos os mistérios e toda a ciência ... se não tiver amor, nada serei”.
A coisa mais gostosa no amor é quando as palavras já não se fazem tão necessárias quanto as atitudes, um olhar, um acenar do olhos, um movimentar das mãos ja é o suficiente para nos fazer sentir a pessoa mais amada do mundo. É quando os momentos são eternos, e os sentimentos são identificados pelas lembranças mais simples, um passeio, uma música, uma gargalhada, uma piada, um beijo, uma viagem , uma flor, um bombom ,um cafuné, um proteger de conchinha ou até mesmo um simples toque que fica na sua memória por um vida. A coisa mais gostosa no amor é quando passamos a nos comunicar apenas com a alma e com o coração,sem ser preciso conjugar o verbo amar,mas apenas senti lo...
E pra você? Qual é a coisa mais gostosa no amor?
OS DIAS PARA NÃO SER AMADO.
Há dias em que o amor não nos visita.
Não porque tenha morrido, mas porque se recolheu à sua disciplina invisível.
São os dias em que o olhar atravessa o espelho e não se reconhece digno de ternura.
Dias em que a memória pesa mais que o corpo e a consciência se torna tribunal.
Dias em que a alma, fatigada de esperar, aprende a silenciar-se para não implorar.
Não ser amado, nesses instantes, não significa ausência absoluta de afeto.
Significa estar submetido à uma intimidade severa do próprio espírito.
É a experiência crua de depender menos do aplauso e mais da retidão interior.
O amor humano, quando condicionado, afasta-se diante da fraqueza.
Mas o amor verdadeiro, aquele que participa da ordem moral do universo, não abandona. Apenas observa.
Ele aguarda que nos tornemos novamente habitáveis para ele.
Há dias para ser celebrado.
E há dias para ser provado.
Os dias para não ser amado são provas silenciosas.
São o crisol onde o caráter se depura.
São o deserto onde a dignidade aprende a caminhar sem plateia.
Neles, o coração compreende que o amor não pode ser mendigado.
Ele deve ser merecido pela integridade, sustentado pela coerência, mantido pela nobreza.
Se ninguém nos ama hoje, resta-nos amar.
Amar com discrição. Amar com honra. Amar sem espetáculo.
Porque, no rigor da existência, o homem que continua amando quando não é amado torna-se maior que a própria ausência que o cerca.
E é nesse silêncio austero que se forja a verdadeira grandeza para esses dias para não ser amado.
A sincera amizade é aquela que recebe o amigo com os braços do coração, do respeito, do amor e da emoção, fazendo aliança com a confiança recíproca e a cumplicidade, não deixando espaço para o ódio, que persiste estar no pódio do nosso coração.
É uma forma de amor puro, sublime. Provém do amor desinteressado, apenas vinculado a solidariedade sem se ter a obrigatoriedade.
Amizade sincera é a aproximação de dois seres que tem importantes afinidades, e os mesmos ideais, com vínculos respeitosos, sempre iguais, pois não busca a fusão, mas sim a aproximação.
Na sincera amizade, existe a paciência no escutar o outro com sua verdade ou sua mentira, com seu discernimento ou sua loucura, seu bom humor ou sua doçura.
Somos amigos tolerantes, tanto em escutar como em falar de nossos problemas, pois possuímos a capacidade para o diálogo, a tolerância, o bom senso, o respeito mútuo fundamental expurgador de todo mal.
Amizade sincera é aquela que aceita qualidade e defeito, guardando o amigo no lado esquerdo do peito....tipo eu e vc, "TIO DU", te amodoro de montão, vc mora no meu coração.
Essas são as palavras de uma grande amiga, que me ensina muito o que é a verdadeira amizade... e podemos tirar proveito disso.
Vamos falar de amor...
Ah, o amor... Pronto, falei. (Palhaça até na fossa).
O amor, o que falar dele? Amar é um bicho complicado, gente. Não é qualquer um que "guenta" o tranco. Tem que ser forte, e ter um pouco de músculo também. Vai que o seu amor resolve te dar uns tabefes... Tendo um pouco de músculo você pode retribuir, não é não?! Falando sério agora, amar não é um bicho de sete cabeças, mas também não é fácil. Não é fácil você aceitar o jeito do outro, as manias, os vícios, os medos, as inseguranças, e por aí vai.
Quase ninguém está preparado pra amar. Mas às vezes o amor pega a gente de surpresa. E aí, Zé? O que você faz? Faz nada, apenas ama. Mas eu não estou preparada, Zé. Finge que ta e sai desenfreada rumo a estrada de uma vida nova. Não estou entendendo, Zé. Ô, menina burra. Ama e pronto. Entendeu? Apenas ame. Ame! Esquece tudo que eu disse. AME!
