Cartas de Amizade para Irma
Minha amiga, irmã, confidente, pessoa qual tenho uma admiração e respeito imenso, eu sinto sua falta! Sei que tenho estado ausente, mas até eu tenho me procurado!
Sinto saudades de falar com você, de ler suas histórias, ouvir suas risadas, conviver com tua simplicidade e coração.
Sempre me emociono ao ver suas fotos e postagens, vejo que enfim tem encontrado seu lugar ao sol! Preenchido aquele vazio que tinha nos olhos, na voz (na alma).
Tenho trabalhado tanto, mais tanto... que até esqueço de mim, das minhas necessidades... embora eu tenha enriquecido minha saúde, que nada hoje me queixo.
Em muitos dias destes, nem sei quem eu sou, nem me recordo o nome de quem mais amo, a comida que mais aprecio ou ainda a música que me faz transpirar.
Nestes dias cinzas pro meu espírito, pesados pro meu físico e vago pro meu ser, irradio pesadelos e distancio de mim a luz, inspirando e respirando responsabilidades.
Ouço apenas o grito do meu desabafo: falta-me cor... o arco-íris que sentia num momento só meu!
Tenho estado momentaneamente nostálgica, relembrando os momentos bons... aqueles que havia sensações, magia... em simplesmente compartilhar contigo como me sinto. Tendo a percepção que os problemas eram dissolvidos na poeira de um encanto, anos transformando-se em segundos, no simples gesto de me ouvir atenciosamente como sempre faz.
Peço que mesmo nesta era digital, onde cartas não se escrevem mais, você, minha amiga, não se esqueça mim, desta sua amiga-irmã, que não apenas torce por você, mas sempre estará com você; em sua caminhada, em suas falhas e acertos.
Amo você! E esta é minha maneira de dizer o quão você é importante em minha vida, e quanto você faz falta pra mim, mesmo nestes dias tumultuados que tenho passado, estando ausente em sua page, mas não em sua vida.
E hoje bateu forte a saudade de casa. Do abraço da mãe, do carinho do pai, do consolo da irmã, do agrado da cachorra.
Não é fácil largar tudo pra correr atrás de um sonho. Será que vale mesmo a pena ficar longe das pessoas que você ama pra ir atrás do seu “sonho”? Não sabemos o que vai acontecer amanhã, não sabemos se teremos outra chance de ficar perto das pessoas que amamos. Muitas vão ficando no caminho. Tantos momentos perdidos, tantos sorrisos, tantos olhares deixados para trás.
Só assim para você valorizar corretamente as pessoas que querem o teu bem, que sempre estiveram ao teu lado, te apoiando sempre. Que dão forças em todos os momentos, que levantam na queda.
Então cuide, ame. Talvez, assim como eu, você não possa voltar atrás e fazer tudo de novo, pode ser tarde demais!
Em casa, além de ser Pedro ou Janete, temos também um caráter geral; marido ou esposa, irmão ou irmã, chefe, colega ou subordinado. Mas não entre nossos amigos. Trata-se de uma relação de mentes desembaraçadas ou despidas. Eros quer corpos nus, a Amizade personalidades nuas.
(Os quatro amores)
Eita, minha irmã,
ficando velhinha,
o bolo não vai caber com todas as 30 velinhas.
Queria fazer uma poesia
que guardasse em seu coração,
que te enchesse de alegria,
felicidade e muita recordação.
Você é o maior presente que Deus
colocou em minha vida.
Não sei o que seria de mim
sem você, minha querida.
Você é uma pessoa boa, ótima.
Realize todos os seus desejos.
Feliz aniversário do seu irmão, e um enorme beijo!
O sopro
Hoje assisti ao nascimento da Luanna. É minha terceira sobrinha. Filha da minha irmã caçula. Sangue do meu sangue. Eu poderia contar em detalhes sobre o quanto ela é linda e tudo o que estou sentindo. Mas, na verdade, quero mesmo é falar sobre o AR.
Oxigênio,Nitrogênio, Argônio...
Química invisível que transcende a tabela periódica.
O vazio que preenche todos os espaços.
Quando em movimento pode ser chamado de vento. Traz frescor, cria desenhos em nuvens, embaraça os cabelos das meninas e guia o velejador. O vento modela o relevo, define o clima, levanta a poeira e espalha as sementes. Quando em contato com as cordas vocais, o ar produz o som, a fala, o grito, o lamento, o canto. Apaga o fogo e acende a vela. Enche o pneu do caminhão e os balões das festas. Em alguns lugares o ar ganha contorno cinza, pesado e poluído. Em outros, explode em cores na forma de arco-íris.
O ar é o nada repleto de tudo.
Em uma fração de segundo o ar pareceu parar o tempo. O mundo seguia frenético ao meu redor, mas meus olhos acompanhavam o mover do ar em câmera lenta. Inspira. Expira. Coração disparado e fôlego sumindo. Cadê meu ar?, pensei, aflita. A resposta veio num choro ardido que preencheu, ao mesmo tempo, meus pulmões e os dela. O mesmo ar. Invisível. Leve. Necessário. O ar dançou na minha lágrima que caiu e, em silêncio, ouviu minha prece agradecendo por esse balé perfeito que é o sopro da vida que se inicia e o fôlego que a encerra.
Nem químico, nem físico, nem biológico.
O AR é, na verdade, MÁGICO.
Parabéns, amiga irmã!
No dia em que você nasceu, a vida me deu um enorme presente: uma irmã, que mesmo não sendo de sangue, é do coração. Já são tantas as histórias e as aventuras que vivemos juntas que fica difícil lembrar de um tempo em que você não estava do meu lado.
Feliz aniversário para a melhor amiga, parceira e confidente! Desejo que o seu dia seja mágico e o seu ano seja repleto de coisas boas como a sua alma. Seu sorriso é fonte de luz nesse mundo.
Então, espero que você sorria muito hoje e saiba o quanto é especial e importante para mim.
Se controle
Se controle pra não pega no pescoço da sua Irma quando ela não te ajuda a fazer todas as tarefas
Se controle pra não matar sua mãe por ainda falar que ela esta cansada
Se controle pra não fala nada pro seu pai quando ele some e te deixa com tudo pra fazer
Se controle pra não mata aquele que sabe que você esta ocupado porem fica te chamando.
Se controle para te auto controle.
Tenho esse simples problema, sou perfeita demais... Sou amiga demais, sou irmã demais, sou filha demais, amo demais quem não me ama, corro atras demais. Essa imensa vontade de fazer todo mundo feliz, tentar fazer as pessoas sorrirem, ser a melhor amiga, ser a melhor em tudo. Acho que é por isso que ninguém dá valor.
Acordo com o cabelo pra cima, não tenho olhos claros, sou indecisa, ciumenta,, não tenho um nariz perfeito, sou ansiosa, as vezes ignorante, nem sempre sou paciente, tímida demais... Mas, mesmo assim, sou perfeita. Posso não ser perfeita para você, e nunca tentarei ser perfeita pra você, eu sou perfeita pra quem quiser, não vou mudar por ninguém, nem pelo meu amor, goste de mim ou não, isso já é um problema seu.
Não confie na frase da sua avó, de sua mãe, de sua irmã de que um dia encontrará um homem que você merece. Não existe justiça no amor.
O amor não é censo, não é matemática, não é senso de medida, não é socialismo. É o mais completo desequilíbrio. Ama-se quem a gente odiava, quem a gente provocava, de quem a gente debochava. Exatamente o nosso avesso, o nosso contrário, a nossa negação. O amor não é democrático, não é optar e gostar, não é promoção, não é prêmio de bom comportamento.
O melhor pra você é o pior. Amor é ironia.
Preso à minha classe e a algumas roupas,Vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjôo? Posso, sem armas, revoltar-me'?
Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações e espera.
O tempo pobre, o poeta pobrefundem-se no mesmo impasse.
Em vão me tento explicar, os muros são surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.As coisas.
Que tristes são as coisas, consideradas sem ênfase.
Vomitar esse tédio sobre a cidade.
Quarenta anos e nenhum problema resolvido, sequer colocado.
Nenhuma carta escrita nem recebida.
Todos os homens voltam para casa.
Estão menos livres mas levam jornaise soletram o mundo, sabendo que o perdem.
Crimes da terra, como perdoá-los?
Tomei parte em muitos, outros escondi.
Alguns achei belos, foram publicados.
Crimes suaves, que ajudam a viver.
Ração diária de erro, distribuída em casa.
Os ferozes padeiros do mal.Os ferozes leiteiros do mal.
Pôr fogo em tudo, inclusive em mim.
Ao menino de 1918 chamavam anarquista.
Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvoe dou a poucos uma esperança mínima.
Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.
Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde
e lentamente passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.
Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico.
É feia.
Mas é uma flor.
Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.
O Homem Escrito
Ainda está vivo ou
virou peça de arquivo
sua vida é papel
a fingir de jornal?
Dele faz-se bom uso
seu texto é confuso?
Numa velha gaveta
o esquecem, a caneta?
Após tantos escapes
arredonda-se em lápis?
Essa indelével tinta
é para que não minta
mas do que o necessário
é uma sigla no armário?
Recobre-se de letras
ou são apenas tretas?
Entrará em catálogo
a custa de monólogo?
Terá número, barra
e borra de carimbo?
Afinal, ele é gente
ou registro pungente?
O homem, bicho da Terra tão pequeno
chateia-se na Terra
lugar de muita miséria e pouca diversão,
faz um foguete, uma cápsula, um módulo
toca para a Lua
desce cauteloso na Lua
pisa na Lua
planta bandeirola na Lua
experimenta a Lua
coloniza a Lua
civiliza a Lua
humaniza a Lua.
Lua humanizada: tão igual à Terra.
O homem chateia-se na Lua.
Vamos para Marte — ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em Marte
pisa em Marte
experimenta
coloniza
civiliza
humaniza Marte com engenho e arte.
Marte humanizado, que lugar quadrado.
Vamos a outra parte?
Claro — diz o engenho
sofisticado e dócil.
Vamos a Vênus.
O homem põe o pé em Vênus,
vê o visto — é isto?
idem
idem
idem.
O homem funde a cuca se não for a Júpiter
proclamar justiça junto com injustiça
repetir a fossa
repetir o inquieto
repetitório.
Outros planetas restam para outras colônias.
O espaço todo vira Terra-a-terra.
O homem chega ao Sol ou dá uma volta
só para tever?
Não-vê que ele inventa
roupa insiderável de viver no Sol.
Põe o pé e:
mas que chato é o Sol, falso touro
espanhol domado.
Restam outros sistemas fora
do solar a col-
onizar.
Ao acabarem todos
só resta ao homem
(estará equipado?)
a dificílima dangerosíssima viagem
de si a si mesmo:
pôr o pé no chão
do seu coração
experimentar
colonizar
civilizar
humanizar
o homem
descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
a perene, insuspeitada alegria
de con-viver.
Que a palavra parede não seja símbolo
de obstáculos à liberdade
nem de desejos reprimidos
nem de proibições na infância
etc. (essas coisas que acham os
reveladores de arcanos mentais)
Não.
Parede que me seduz é de tijolo, adobe
preposto ao abdômen de uma casa.
Eu tenho um gosto rasteiro de
ir por reentrâncias
baixar em rachaduras de paredes
por frinchas, por gretas - com lascívia de hera.
Sobre o tijolo ser um lábio cego.
Tal um verme que iluminasse.
Retorno
Somente depois de ter andado por terras estranhas
É que pude reconhecer a beleza da minha morada.
A ausência mensura o tamanho do local perdido
Evidencia o que antes estava oculto, por força do costume.
Olhei minha mãe como se fosse a primeira vez,
Olhei como se eu voltasse a ser criança pequena
A descobrir-lhe as feições tão maternas.
Abri o portão principal como quem abria
Um cofre que resguardava valores incomensuráveis.
As vozes de todos os dias estavam reinauguradas.
Realizar a proeza de ser gerado de novo.
Suas mãos sobre os meus cabelos pareciam devolver-me
A mim mesmo.
Mãos com poder de sutura existencial...
Era como se o gesto possuísse voz, capaz de dizer:
Dorme meu filho, porque enquanto você dormir
Eu lhe farei de novo.
Dorme meu filho, dorme...
"Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você.
Tinha gente que torcia para você ser menino.
Outros torciam para você ser menina.
Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai.
Estavam torcendo para você nascer perfeito.
Daí continuaram torcendo.
Torceram pelo seu primeiro sorriso, pela primeira palavra, pelo primeiro passo.
O seu primeiro dia de escola foi a maior torcida. E o primeiro gol, então?
E de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer.
Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel.
Torcia o nariz para o quiabo e a escarola.
Mas torcia por hambúrguer e refrigerante.
Começou a torcer até para um time.
Provavelmente, nesse dia, você descobriu que tem gente que torce diferente de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os
dentes, estudar inglês e piano.
Eles só estavam torcendo para você ser uma pessoa bacana.
Seus amigos torciam para você usar brinco, cabular aula, falar palavrão.
Eles também estavam torcendo para você ser bacana.
Nessas horas, você só torcia para não ter nascido.
E por não saber pelo que você torcia, torcia torcido.
Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir. E quando
os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo primeiro amasso.
Depois começou a torcer pela sua liberdade.
Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua.
Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa. Passou a torcer o nariz
para as roupas da sua irmã, para as idéias dos professores e para qualquer
opinião dos seus pais. Todo mundo queria era torcer o seu pescoço.
Foi quando até você começou a torcer pelo seu futuro.
Torceu para ser médico, músico, advogado.
Na dúvida, torceu para ser físico nuclear ou jogador de futebol.
Seus pais torciam para passar logo essa fase.
No dia do vestibular, uma grande torcida se formou.
Pais, avós, vizinhos, namoradas e todos os santos torceram por você.
Na faculdade, então, era torcida pra todo lado. Para a direita, esquerda,
contra a corrupção, a fome na Albânia e o preço da coxinha na cantina.
E, de torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar para ela.
Primeiro, torceu para ela não ter outro.
Torceu para ela não te achar muito baixo, muito alto, muito gordo, muito magro.
Descobriu que ela torcia igual a você.
E de repente vocês estavam torcendo para não acordar desse sonho. Torceram
para ganhar a geladeira, o microondas e a grana para a viagem de lua-de-mel.
E daí pra frente você entendeu que a vida é uma grande torcida. Porque,
mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por ele.
Mesmo com toda essa torcida, pode ser que você ainda não tenha conquistado
algumas coisas.
Mas muita gente ainda torce por você!”
“Se procurar bem você acaba encontrando.
Não a explicação (duvidosa) do mundo, mas a poesia (inexplicável) da vida.”
Eu torço por você!”
O coração é um solo. Vale onde brotam as paixões, como os outros vales da natureza inanimada, ele tem suas estações, suas quadras de aridez ou de seiva, de esterilidade ou de abundância.
Depois das grandes borrascas e chuvas, os calores do sol produzem na terra uma fermentação, que forma o húmus, a semente, caindo aí, brota com rapidez. Depois das grandes dores e de lágrimas torrenciais, forma-se também no coração do homem um húmus poderoso, uma exuberância de sentimento que precisa expandir-se. Então um olhar, um sorriso, que aí penetre, é semente de paixão e pulula com vigor extremo.
!As pessoas tem estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Tu, porém, terás estrelas como ninguém..."
"Tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo."
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Nota: Trecho do poema "Tabacaria" de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa.
Era uma vez uma choupana que ardia na estrada; a dona – um triste molambo de mulher, – chorava o seu desastre, a poucos passos, sentada no chão. Senão quando, indo a passar um homem ébrio, viu o incêndio, viu a mulher, perguntou-lhe se a casa era dela.
– É minha, sim, meu senhor; é tudo o que eu possuía, neste mundo.
– Dá-me então licença que acenda ali o meu charuto?
Tarde
Na hora dolorosa e roxa das emoções silenciosas
Meu espírito te sentiu
Ele te sentiu imensamente triste
Imensamente sem Deus
Na tragédia da carne desfeita.
Ele te quis, hora sem tempo
Porque tu era a sua imagem ,sem Deus e sem tempo.
Ele te amou
E te plasmou na visão da manhã e do dia
Na visão de todas as horas...
Ó hora dolorosa e roxa das emoções silenciosas
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