Cartas de Amizade Clarice Lispector
O coração se apercebe da amargura da alma,
E nenhum estranho se meterá na sua alegria
Na luz da tua face há vida,
É como a nuvém da chuva primaveril
Mostre-me abençoada a tua fonte de água
E alegra-te com a pessoa da tua mocidade,
Gama amável e encantadora.
Inebriem-te os seus próprios seios todo o tempo
Que te êxtasies constantemente com o seu amor
O conselho no coraçõa duma mulher
É como águas profundas,
Mas a mulher de discernimento
É quem a puxará para fora
De dentro do seu intimo
Como um revestimento de prata
Recobrindo meu coração
São os lábios fervorosos com um coração
Que enlaça.
Assim como o pássaro tem razão para fugir
Assim como a andorinha tem para voar,
Assim Meu coração não ama sem causa real
Golpearam-me, mas não adoeci;
Surraram-me, mas eu não me entreguei;
Quando é que acordarei?
Eu a procurarei ainda mais
Meu coração não tem se ansoberbecido.
Nem ficaram altaneiros os meus olhos;
Tampouco tenho andado em coisas grandes demais
Nem em coisas maravilhosas demais
Decerto tenho acalmado e aquietado a minh'alma
Como uma criança recém-desmamada sobre sua mãe
MInha alma esta sobre mim
Como uma criança recém-desmamada
Esperei por você
Desde agora e por tempo indefinido
Tu és grande e para ser amada muito
E sua beleza é inescrutável
Deleita-te também em mim
E lhe concederei os pedidos
Do teu coração.
Fazer Poesia
Não é só escrever num pedaço de papel
É expor todo um sentimento com maestria
É infindável e circular como um anel
É amar incondicionalmente
Ser transparente
É procurar alguém para se inspirar
É ver poesia onde não há
A poesia é feita com amor
É uma espécie de louvor
Me inspirar em você
Não é preciso muito para escrever
É só sentir o seu calor
A poesia
É poeticamente falando uma elevação da alma
Posso estar aqui sentada a escrever
Mas meu coração estara em você
Ela pode ser uma canção
Que expressarei ao tocar o violão
Ou Talvez um Som
Aquele mágico som do coração
Pode estar num livro que você lê
Na música que fiz para Você
Pode estar numa fotografia
Pode sentir a poesia?
Poesia é acreditar
E com sentimento se expressar
É querer ver um rosto feliz
Por cada letra escrita que diz
Essa poesia foi pra você que eu fiz
Sentir Poesia
Há algo que me reflete mais que uma foto
Onde posso expor sentimento
É como decifrar o pensamento
É como tomar café no copo
Refletir o amor depois do olhar
Não é como amar
É compor, escrever
Expor o que se sente o que se vê
Nada melhor do que ler
E sentir a inspiração
Nela posso ver
E compor sem solidão
Não é compor em melodia
É sentir vibrar a poesia
Que vem descompassada do coração
E essa é a melhor sensação
Posso escrever a qualquer momento
Falar do meu sentimento
Mas o melhor é sentir a poesia percorrer minha mente, força e coração
Daí surgir a inspiração
Um livro sendo escrito
LARA está de joelhos no chão, desesperada, implorando por socorro enquanto sua esposa, EMÍLIA, se distancia, recusando-se a ajudar.
LARA: (entre lágrimas) Por favor, Emília, me ajude... Eu não aguento mais...
EMÍLIA: (firme) Lara, eu não posso te ajudar. Você precisa procurar um profissional.
Tudo isso se desenrola na mente de LARA, que está paralisada em sua cadeira no escritório de sua empresa. Sua irmã e secretária, ALÍCIA, a chama repetidamente até ela retornar à realidade.
Todos os dias, ao acordar, sou confrontada com uma escolha: desistir ou persistir. Há momentos em que sinto o peso do mundo sobre meus ombros, a tentação de render-me à apatia e ao desânimo é forte. No entanto, há algo dentro de mim que se recusa a ceder, uma chama de determinação que arde mesmo nos dias mais sombrios. Optar por não desistir de mim mesma é uma decisão que tomo diariamente, uma promessa que faço a mim mesma de que vale a pena lutar, de que sou digna de alcançar meus sonhos e aspirações. Cada novo amanhecer é uma oportunidade para renovar essa promessa, para reafirmar minha própria existência e capacidade de moldar meu destino. Portanto, em alguns dias de minha vida, escolho acreditar que sou mais forte do que penso, mais capaz do que imagino, e que, apesar dos obstáculos que possam surgir, nunca devo desistir de mim mesma.
"Livro: Entre a dor e a Esperança"
"Entre o Amor e a Alma: Reflexões Poéticas"
A poesia é o espaço entre o amor e a alma,
Pulsando em minhas veias até o coração.
Escrever é viver um amor inventando,
Que desejei, mas não pude conduzir.
É também fugir da realidade,
Escapar de mim, da parte que machuca.
Escrever não é só fugir, é criar o que almejo,
Amar é mais difícil do que falar sobre.
Como dizia o poeta: "O amor na Prática é sempre o contrário",
Na prática, amar dói, é complicado se relacionar.
No fundo, precisamos aprender a nos amar,
E então, se outro couber, nos relacionar.
Quando o Amor Escolhe Perdoar: Entre a Dor, a Esperança e a Possibilidade de Mudança
Perdoar uma traição é uma das decisões mais difíceis que alguém pode enfrentar, pois envolve confrontar uma dor imensa, a quebra da confiança e o desafio de manter o amor por alguém que causou uma ferida tão profunda. O coração de quem perdoa muitas vezes se divide entre o desejo de continuar amando, o medo da vulnerabilidade e a esperança de que o outro possa realmente mudar. Esse processo de perdão exige uma força interior tremenda, além de uma disposição para reconhecer a complexidade da condição humana.
Continuar amando alguém após uma traição pode parecer um ato de sacrifício e teimosia para muitos, mas para quem vive essa experiência, é um reflexo de uma conexão profunda, um vínculo que nem mesmo a dor parece ser capaz de romper completamente. O amor, nesse caso, se torna um campo de batalha entre o desejo de reconstruir e o receio de se machucar novamente. Há uma mistura de fragilidade e esperança: acreditar que a pessoa que errou possa se redimir e que o relacionamento, embora transformado, tenha a chance de florescer de novo.
A esperança de que a mudança seja genuína é como segurar uma chama em meio a uma tempestade. A pessoa que perdoa se pergunta se a dor e a decepção poderão um dia ser substituídas por segurança e confiança. Haverá noites insones, pensamentos conflitantes, momentos em que o perdão parece um fardo pesado demais. Mas ainda assim, o amor insiste, e há um fio tênue de fé na capacidade humana de aprender com os erros e se tornar melhor.
No entanto, essa espera por mudança exige sabedoria. Não se trata de ignorar os comportamentos destrutivos ou de aceitar tudo em nome do amor, mas sim de reconhecer que o perdão verdadeiro também exige mudanças concretas e um comprometimento profundo de ambas as partes. Aquele que traiu precisa se dedicar ao processo de se reconquistar e de reconstruir, pedra por pedra, aquilo que destruiu. A mudança genuína não é apenas uma promessa, mas um conjunto de ações que mostram respeito, consideração e um esforço constante para se tornar a versão mais íntegra de si mesmo.
Por outro lado, quem perdoa precisa aprender a lidar com as cicatrizes. O perdão não apaga a dor, mas é um caminho para a libertação, uma escolha de não deixar que a mágoa consuma tudo. Amar alguém que falhou é reconhecer que o amor é imperfeito, mas também é buscar estabelecer limites que protejam a própria dignidade e saúde emocional.
Continuar amando é, então, um ato de coragem. É acreditar na possibilidade de que o amor pode ser maior do que o erro, mas também aceitar que, mesmo se a mudança não vier, o perdão foi um presente que você deu a si mesmo para se libertar do peso do ressentimento. É um lembrete de que, ao fim de tudo, você fez o que pôde, mesmo que o resultado final esteja além do seu controle. E talvez o maior aprendizado seja entender que o amor verdadeiro também inclui amar a si mesmo, mesmo enquanto espera o outro mudar.
A vida tem um jeito cruel de nos testar, de nos fazer lidar com perdas que não esperávamos enfrentar tão cedo. Nos últimos três anos, eu me vi atravessando um mar de lutos que me transformaram profundamente. Perdi as duas avós que foram símbolos de carinho, histórias e laços familiares que nunca imaginei romper tão bruscamente. A partida da minha tia, uma mulher tão importante e presente na minha vida, deixou um vazio que ainda ecoa em cada memória que compartilhei com ela. Como se isso não bastasse, meu sobrinho, o primeiro filho da minha irmã, não teve a chance de respirar fora do ventre, vítima de um erro médico que não apenas tirou dele a vida, mas também roubou da nossa família a alegria de conhecê-lo.
Cada uma dessas perdas pareceu me arrancar um pedaço, deixando cicatrizes que ainda estou tentando entender e curar. O luto nunca é simples, mas a soma dessas despedidas inesperadas tornou meu luto algo complexo, quase avassalador. Aprendi que o tempo pode até ajudar a fechar feridas, mas ele não apaga as dores. Ele apenas nos ensina a conviver com elas, a acolher essas ausências como parte de quem somos.
E agora, enquanto ainda digiro essas ausências, me vejo lidando com um luto diferente, o luto de pessoas vivas. Perder minha família, minha ex-esposa, com quem compartilhei sonhos e tantos momentos, tem sido um tipo diferente de vazio, uma saudade daquilo que um dia foi e nunca mais será. A separação transformou minha relação com minha filha, em algo distante e dilacerante. Não é apenas a perda física, mas o fim de uma vida que eu planejei, a quebra de um lar que parecia ser minha âncora.
Viver sem minha ex-esposa e sentir a ausência da presença diária da minha filha tem sido uma batalha constante. Às vezes, é como se eu estivesse de luto por versões de mim mesma que não existem mais, por aquela vida que eu tinha como minha. O luto por uma família que se desfez é tão profundo quanto o luto pela morte, porque ele carrega a carga do amor que ainda existe, mas que não pode mais ser vivido da mesma forma.
Cada dia é um esforço para equilibrar o peso dessas ausências, para aprender a amar de longe, a deixar ir sem realmente esquecer. Tento encontrar força nas pequenas coisas, em cada conversa que ainda posso ter com Rebecca, nas memórias das pessoas que partiram, e na tentativa de me reconstruir diante de tanta perda. É um caminho árduo, mas eu sigo, mesmo que com passos vacilantes.
Não me macem, por amor de Deus!
Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável?
Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa?
Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade.
Assim, como sou, tenham paciência!
Vão para o diabo sem mim,
Ou deixem-me ir sozinho para o diabo!
Para que havemos de ir juntos?
Não me peguem no braço!
Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho.
Já disse que sou sozinho!
Ah, que maçada quererem que eu seja de companhia!
(...) Deixem-me em paz! Não tardo, que eu nunca tardo...
E enquanto tarda o Abismo e o Silêncio quero estar sozinho!
O fim
Indo e vindo, desgastando e abandonando displicentemente mas sem querer abandonar por completo,
coração vadio, carente das sombras, mesmo sem ser notado na rotação certa buscava o consolo insignificante naquele amor vazio,
na história contada do irrelevante, o invisível é a estrela protagonista,
coração doente, soberba em exposição, correria da razão, fuga dos sentimentos,
morre mais um amor inocente.
Eu sabia, dês da primeira vez que você pôs os olhos em mim, o quanto você me odiava. Odiava minha voz, meio jeito de sorrir, minhas piadas sem graça, odiava o modo como eu pensava, como eu gritava, e insistia que sabia cantar. E talvez se na quela época eu parasse para pensar um pouquinho mais, teria chegado a conclusão de que você me odiava até quando eu respirava. A gente não se dava bem, não se completava, nem ao menos se suportava. E bem eu até poderia dizer que também te odiava. Suas palavras sempre coincidiam com suas ações, suas verdades sempre eram verdades, e o resto bem, que se tornasse mentira. Você não se importava, nem ao menos um pouco ligava. Porque eu não conseguia ser assim? Porque eu não conseguia jogar no mesmo jogo que você? Porque eu ligava e me importava? Você me dizia, tanto fazia. Dizia que o mundo não estava nem aí para ninguém e que eu provavelmente eu iria acabar sozinha. E que você provavelmente também. Dizia que pessoas como nós nasciam para viver sozinhas, e terminarem sozinhas. Fazia horrores com minha mente, trazia e criava lembranças das quais eu queria esquecer, você tornava o mundo mais difícil para mim. Você odiava meu cabelo. Não suportava vê-lo solto, dizia que o irritava. Não gostava quando eu começava a falar e sempre mandava eu calar a minha boca. E eu pensava, uau, que submissa eu. Me calando por um homem qualquer. Eu estava enlouquecida. Você estava me enlouquecendo, e me perguntava até aonde essa loucura iria. Até onde você chegaria com essa história mal terminada, até onde você me controlaria, até onde você iria me fazer agir sempre pensando em você, até quando você me deixaria, ou me agarraria para sempre. Você criticava meu modo de viver, e me dizia que eu iria morrer sem nada ter feito, enquanto na verdade eu pensava constantemente em que você iria morrer sem nada fazer. Eu criticava o seu jeito, seus defeitos, minha mente estava sempre posta para apertar o gatilho em sua direção. Meus medos de todos o maior era terminar sozinha. De envelhecer, e no fim de tudo, nada viver. Eu corria sempre para o inevitável, e queria mudar ser a mudança, e como sempre você me criticava dizendo que eu sonhava demais. Você afirmava que sim, eu não era ninguém. Mas bem, dias depois você me disse que eu estava te deixando louco, e que não aguentava mais dividir o mesmo comodo que eu por muito tempo. Você me odiava, me desprezava. Engraçado, achei que você tivesse dito que eu era um ninguém, gritei uma vez para ele. E bom, ele gritou de volta: “Você sabe e sempre soube que você não é nada, uma ninguém, mas isso só quando não está comigo.” E eu pensei, meu deus como eu odeio esse tipo de cara. A gente não se completava, não se controlava, nem se suportava. A gente não servia para nada, muito menos para ficar juntos. Mas bem, tínhamos algo em comum, nós dois odiávamos seguir regras.
Eu estava ficando completamente insana. Minhas atitudes não coincidiam mais com minhas palavras, eu era absurda. Era teimosa, exagerada, dramática, tinha o desejo do mundo girar a meu redor, tinha o desejo de seu mundo girar a meu redor. Hoje sou um fundo, sem fundo. Uma alma perdida a procura de um corpo que lhe sirva. Hoje sou a mente que nunca pensa, as pernas que nunca andam. Hoje sou o coração, o que nunca bate por ninguém, a não ser você. Era engraçada, hoje sou apenas desleixada. Era tanto, mais tanto que chegava até a ser de verdade. Hoje sou, sou nada, um fundo sem fundo, uma alma perdida a procura de um corpo que lhe sirva a procura de uma mente que lhe acolha, de um coração que bata por mim de olhos que só me vejam. A procura de alguém. Que com o tempo foi recebendo nome, olhos, boca, com o tempo fui chamando de você.
Bateu saudade... Saudade de alguns amigos que eram presentes e agora nem tanto. Aposto que você pensou em “alguéns” quando leu isso...Talvez até tenha pensado em mim. O tempo passa e a rotina às vezes nos deixa sem tempo... Bateu saudade, mas foi uma saudade gostosa, do tempo juntos, das risadas, das longas conversas, das burrices compartilhadas, das cartas adivinhadas, dos pedidos de socorro para não “pegar fogo”... Bateu saudade de brincar de pique-esconde, de fazer poção, de cortar o cabelo da boneca e deixa-la careca, mas junto com a saudade veio a alegria... Alegria de ter momentos como esse para recordar. O tempo não volta, mas haverá sempre um momento, mesmo que breve para um “Como vão as coisas?”, “Lembrei disso...”... Ainda que não conversemos como antes, que não troquemos confidencia como antes, ainda que não seja exatamente como antes, amigos continuam sendo amigos... Atarefados, na correria, enfrentando seus leões, mas amigos. Eles ainda estarão lá quando a barra apertar e precisarmos de colo e nós também estaremos aqui. Ainda que não seja exatamente como antes, no fundo é exatamente como antes.
"A política é a ciência da governança, a arte da conciliação dos interesses. Infelizmente o povo néscio, que cuida saber alguma coisa, faz guerras, o que impede qualquer ação legítima de um Estado de direito. Tais individuos não são mais do que gado, nas mãos dos manipuladores. "
Muitas vezes em nossas vidas no enganamos com falsas amizades,essas pessoas costumam nos trazer fofocas de outras pessoas que falam mal da gente,e nem percebemos que elas tem o maior prazer em nos falar para nos deixar tristes e muito mal...se afaste desse tipo de pessoa,amizade boa é aquela que te faz bem e quer te ver sempre sorrindo.
Lembra, irmão, daqueles rancores, dos desafetos, das culpas que você delegava e daquele lance de não se suportar? É como se Deus fosse um chuveiro e estivesse lavando isso por dentro. Não é imediato. É aos poucos para que vivamos a vida com a sensibilidade que Ele nos deu. Ele, mesmo com outras palavras, támbém te disse assim: “Filha (o), te vi antes mesmo de ser concebida (o), te planejei, te cumpri. A felicidade que você pensa que não merece, será MUITO PEQUENA perto da que tenho guardada para vivermos juntos. Fica em paz. Não é sobre o que as pessoas vão pensar de ti, é sobre como você me vê. Você é MINHA OBRA. Levanta-te e vai cuidar do que é meu. Cuida de ti que eu te ajudarei.”?
Não há presente maior, que incluir seu nome em minhas orações, desejar que estejas bem, que tenhas sucesso em seus projetos, que prospere, e principalmente que tenhas paz em sua alma. Mantenha tudo o que gera admiração, integridade, sabedoria, resiliência, e que tudo isso se resuma em satisfação e orgulho em ser quem você se tornou. A felicidade é uma semente, precisa de um campo fértil, de luz e cuidados, para florir em seus olhos e fugir por seus lábios, acende a alma, renova o corpo e a fé que tudo pode ser melhor. E principalmente, desejo que Deus o guarde nas palmas de suas mãos...Sempre.
Pouco a pouco eu percebo que não tenho mais amigos, isso já não existe nos dias de hoje, uns te chamam de falsos, uns te julgam, te condenam, te criticam, apontam seus defeitos e seus erros, porém poucos te estendem as mãos, já não vale mais a pena ter amigos, as vezes os estranhos são mais fiéis e nos auxiliam em nossa caminhada, nos ouvem e nos consolam, enquanto aquele que você acha ser uma pessoa de boa índole na verdade é uma alma suja, perversa e cruel que vê apenas o seu lado, que é o centro do universo, que acha que todos os que lhe rodeiam nos dias de glória são amigos pra vida, que são amigos de festas, amigos de bar, amigos de baladas, amigos de momentos, amizade é como o dinheiro para algumas pessoas, que passa de mão e mão e que poucos sabem o real significado do seu verdadeiro valor.
É sempre bom lembrar da lei do retorno, pois aquilo que plantamos hoje, certamente colheremos amanhã. Há pessoas que insistem em plantar coisas ruins, como ódio, intriga, traição, calúnia e algumas outras desgraças. O mais triste é saber que, cedo ou tarde, essa mesma pessoa vai colher tudo que plantou e está plantando. Eu prefiro continuar plantando coisas boas, pois certamente vou colher bons frutos. A nossa amizade foi plantada por nós dois e certamente está sendo irrigada com carinho, respeito, generosidade e amor. Tenho fé que num futuro próximo você e eu colheremos lindos frutos. Receba meu abraço e meu carinho e tenha fé que Deus está cuidando de nós dois, enquanto estivermos praticando o bem.
Tenho escutado tantas histórias sobre a proximidade entre as pessoas e sobre o afastamento. Às vezes nós nos afastamos de algumas pessoas ou de alguns parentes porque eles nos fazem muito mal, e nem tentamos explicar o nosso afastamento para estas pessoas porque certamente não nos compreenderiam, não entenderiam que elas foram prejudiciais para a nossa estabilidade emocional e psicológica.
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