Carta dos Filhos ao os Pais
Dia dos Pais
Tem amor que não precisa de muito pra ser grande.
É no jeito de ajeitar o travesseiro, de esperar na porta, de ouvir com atenção até as histórias que já conhece.
É no silêncio que guarda as preocupações pra não pesar o teu dia.
É no olhar que te acha no meio da multidão e respira aliviado: meu filho está aqui.
Pai é quem fica,
quem escolhe estar,
quem aprende todos os dias a traduzir amor no idioma das atitudes.
E Deus, na Sua generosidade, nos presenteia com esses braços que seguram o mundo pra que a gente possa sonhar sem medo.
— Edna de Andrade
Ser negro no Brasil é carregar história e resistência em cada passo.
É nascer em um país que se diz seu, mas te trata como estrangeiro na própria terra.
É sentir na pele que somos engrenagem de um sistema que lucra com nossa invisibilidade.
O Brasil tem a maior população negra fora da África, mas ainda nos querem massa de manobra,
trabalhadores sem dignidade, cidadãos sem liberdade, sobreviventes de uma escravidão que mudou de rosto, mas não de essência.
A escravidão de hoje não tem correntes visíveis — mas tem salários injustos, violência, preconceito e portas fechadas.
Nosso sangue é resistência; nossa voz é luta.
Ser negro não é erro, é história; não é pecado, é força; não é invisível, é essência.
—Purificação
BRASIL DE MEUS SONHOS
Brasil, o Brasil, um país adorado e idolatrado,
país da boa gente, do povo camarada,
da honestidade irrefutável de um povo soberano,
da moral inabalável, desta gente amável.
País da democracia, do respeito à cidadania,
das políticas sociais e culturais com respeito às massas populacionais,
da política do povo e para o povo, voltada para o bem comum,
do entusiasmo de seus políticos para proteger a justiça acima de tudo.
Que país maravilhoso, que vive somente em meus sonhos.
Um sonho doce e suave, onde busco refúgio da triste realidade,
pois vivo em um país marcado pela irregularidade e impunidade,
onde o pobre sempre será o mais prejudicado,
e o rico sempre será exaltado.
Vivemos em mundo distorcido.
Vivemos em um país onde a lógica se perdeu e os valores se inverteram com uma naturalidade assustadora. Hoje, não é raro ver criminosos se transformando em celebridades, ganhando palco, seguidores e espaço que deveriam pertencer a quem realmente constrói algo com talento e esforço. O absurdo virou rotina: basta uma história polêmica, uma vida marcada pelo crime ou um sobrenome envolvido em escândalos para alguém virar artista da noite para o dia.
Enquanto isso, quem tem talento de verdade continua à margem. Gente que luta, que cria, que sonha, que trabalha sem holofotes — e que não tem pai famoso, influente ou envolvido com o mundo do crime — permanece invisível. É cruel assistir pessoas honestas batalhando em silêncio enquanto o país transforma notoriedade duvidosa em pedestal. O mérito perde para o espetáculo, e o barulho vale mais que a dedicação.
Essa inversão de valores corrói não só a cultura, mas também a esperança de toda uma geração que ainda acredita no caminho certo. É como se a mensagem fosse clara: não importa seu talento, sua disciplina ou sua história; importa o escândalo que você cria ou com quem você se relaciona.
E assim seguimos, aplaudindo o que deveria ser questionado e ignorando o que deveria ser celebrado. Até que o país decida valorizar o que é real, continuaremos vivendo nesse cenário distorcido, onde o crime vira entretenimento e o talento verdadeiro
PINDORAMA
Brasil, país da natureza.
Amazônia, que beleza.
O cerrado, muito lindo.
Fauna e flora exibimos.
Poluição, não muito falada,
Queimadas, sempre ignoradas,
Desmatamento não precisa de solução.
Não falamos dos humanos,
Sociedade não é nossa identidade.
Problemas sociais não temos que saber,
Apenas fauna e flora devem aparecer.
E só a parte bonita, sem os problemas noticiar.
Afinal, a terra de Santa Cruz é o país perfeito,
Futebol e samba são o nosso leito.
Não é permitido demonstrar defeito.
Fome e pobreza não são nossa razão,
Racismo e machismo não têm opção,
Elitização e capitalismo não são problema nosso.
É melhor nem falar nada,
Afinal, o carnaval tá chegando,
Época de festa e dança
Quem se importa com nossa desimportância?
Um País Ferido pela Corrupção
Vivemos em um governo onde a corrupção se tornou rotina e o povo, refém da própria esperança. A cada dia, vemos o dinheiro público sendo arrancado das mãos de quem mais precisa e colocado nos bolsos de quem promete mudanças que nunca chegam. Enquanto isso, a população sofre, adoece e se desespera em meio a um sistema que parece se alimentar da dor de seu próprio povo.
O mais triste é perceber que a injustiça virou normalidade. Trabalhamos, pagamos impostos, confiamos — e, no fim, somos traídos. A saúde falha, a educação é esquecida, a segurança é um luxo. O governo que deveria proteger, explora; o Estado que deveria servir, consome. O resultado é um país cansado, onde muitos acabam se perdendo entre o desespero e a revolta.
Não é apenas o dinheiro que nos tiram, é a dignidade. A corrupção não mata apenas com balas, mas com a fome, com a falta de atendimento, com o abandono. E o pior é que, enquanto o povo se destrói entre si, quem comanda continua sorrindo, como se o caos fosse parte do plano.
É hora de acordar. Um país só muda quando seu povo deixa de aceitar o sofrimento como destino e transforma a indignação em força. Porque o verdadeiro poder sempre esteve nas mãos do povo , só falta o povo lembrar disso.
Era uma menina simples e humilde, seus pais eram boas pessoas, mas infelizmente eles não ensinaram as coisas da vida, as dores da vida, as dificuldades que a vida lhe trariam.
Ensinaram que não podia roubar, mentir e ela sempre será grata por isso, mas nunca disseram que a amava, mas ela sabia que eles a amavam, mesmo sem nunca ouvir "um eu te amo" deles.
E nunca lhe ensinaram que existiam pessoas ruins no mundo, que enganam sem sentir nenhum remorso...
Ela foi criada para ser boa, não fazer mal ou maltratar, mesmo sem nunca ter ouvido um "eu te amo."
E sem nunca ouvir um "eu te amo", ela ouviu pela primeira vez, um "eu te amo" de alguém, e soou como melodia eterna.
Ela acreditou...
Acreditou no amor, acreditou que havia encontrado o tal do amor e foi aí que tudo começou.
Mas não quero deixar esta história triste, falando de traições, brigas e divórcio que aconteceram anos depois, da falta de dinheiro e das noites de choro.
No meio de tanta coisa, a vida lhe deu uma filha, e ela fez com a filha, aquilo que seus pais, não haviam feito com ela.
Ela dizia "eu te amo" todos os dias.
Abraçava a filha todos todos os dias, e dizia que ela era linda e inteligente, e que no mundo era preciso se cuidar, pois nem todos que se diziam bons, eram bons de fato, e que nem todos "eu te amo", são verdadeiros.
Fim
Viva e seja feliz ❤️
Marieci
@eumariasilva100conta2
A Realidade da Vida.
Nascemos sem nada, nus, protegidos pelos pais — que são tudo o que temos no início.
Se viemos ao mundo sem nada, como podemos dizer que temos herança ou bens?
Na vida, o nada é a única segurança que podemos oferecer a quem também nada possui.
O orgulho, a ambição, a vaidade, o egoísmo e a mania de grandeza
são os verdadeiros legados de quem nasce sem nada,
num mundo engessado e corrompido, vivendo em meio ao caos.
Ainda que conquistemos bens com o fruto do trabalho justo e honesto,
na travessia para o outro lado não há o que levar,
pois, assim como chegamos — sem nada — também partiremos com o que vivemos sem nada.
A Realidade da vida Nascemos nus, sem posses, protegidos pelos pais — que são tudo o que temos no início.
Se chegamos ao mundo sem nada, como podemos dizer que possuímos herança ou bens?
Na vida, o nada é a única segurança que podemos oferecer àqueles que também nada possuem. O orgulho, a ambição, a vaidade, o egoísmo e a mania de grandeza
são os verdadeiros legados de quem nasce sem posses,
em um mundo engessado e corrompido, cercado pelo caos. Ainda que conquistemos bens pelo fruto de um trabalho justo e honesto,
na travessia para o outro lado não levamos nada consigo:
assim como chegamos — sem nada — partiremos do mesmo modo, sem nada levar..
Crítica à desigualdade e à impunidade
Aqui é o Brasil. país onde o trabalhador honestamente sustenta a família com um salário mínimo, a realidade se torna insuportável quando a elite do poder judiciário vive à margem do esforço que mantém a nação de pé. Ver quem julga e decide sobre a vida alheia desfrutando de privilégios desproporcionais é um insulto à dignidade do trabalho e à ideia de justiça. Essa disparidade não é apenas econômica; é moral e institucional, corroendo a confiança pública e transformando o tribunal em símbolo de distância entre lei e povo.
A imagem de magistrados que parecem alheios ao labor cotidiano — que recebem muito mais sem que isso se traduza em serviço público visível ou em responsabilidade efetiva — é vergonhosa e perigosa. Quando a autoridade se confunde com conforto e o dever com indiferença, a democracia empobrece. A justiça deixa de ser um ideal e passa a ser um privilégio reservado a poucos, enquanto a maioria paga a conta com suor e sacrifício.
Exigir transparência, prestação de contas e critérios claros de remuneração não é ataque; é defesa da própria noção de Estado de Direito. É preciso restaurar a proporcionalidade entre responsabilidade e recompensa, valorizar o trabalho produtivo e punir a opacidade que alimenta privilégios. Só assim a palavra “juiz” voltará a significar imparcialidade e serviço, e não um sinônimo de distância e impunidade.
A luta é por respeito ao trabalho, por instituições que reflitam os valores que proclamam e por uma sociedade onde o esforço do pobre não seja o alicerce do conforto de poucos. Que a indignação se transforme em mobilização cívica, em leis mais justas, em fiscalização efetiva e em políticas que coloquem a dignidade humana acima de privilégios.
O Abismo da Justiça e do Trabalho
Num país marcado pela desigualdade, o trabalhador pobre carrega nas costas o peso de um salário mínimo que mal sustenta sua família. Ele acorda cedo, enfrenta transporte precário, cumpre longas jornadas e volta para casa exausto, apenas para descobrir que o fruto de seu esforço não lhe garante dignidade.
Enquanto isso, uma elite togada desfruta de privilégios que beiram o escárnio. Juízes, em sua maioria, recebem salários e benefícios que multiplicam por dezenas o que ganha um trabalhador honesto. A contradição é gritante: quem produz riqueza, quem mantém o país funcionando, é tratado como descartável; quem deveria zelar pela justiça, muitas vezes se acomoda em um pedestal de privilégios.
A semelhança entre o trabalhador e o juiz deveria estar na honra do serviço prestado à sociedade. Mas a realidade é vergonhosa: de um lado, suor e sacrifício; do outro, pompa e ostentação. O contraste não é apenas econômico, é moral. É a prova de um sistema que valoriza mais o poder do que o esforço, mais o status do que a dignidade.
Esse abismo não é apenas uma injustiça social — é uma ferida aberta na consciência nacional. Enquanto o trabalhador é esmagado pela sobrevivência, a classe privilegiada se afasta cada vez mais da realidade, perpetuando um modelo que humilha quem realmente sustenta o país.
O PAÍS DO FUTEBOL... E DAS DESGRAÇAS POLÍTICAS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Circula nas páginas do Facebook uma fotomensagem que nos faz refletir sobre a futilidade de um país cujo povo não enxerga nem prioriza questões sociais que o envolvem de forma desfavorável. Por isso mesmo os poderes constituídos deste país fazem o que bem querem, transformando-o no paraíso particular da corrupção, do abandono e dá má fé, graças a esse desvio fácil da massa populacional, que serve mais como massa de manobra. Mano Meneses está em maus lençóis, no que depender do povo, por comandar a segunda melhor seleção olímpica, enquanto os índices do que mais importa para nossas vidas são graves e vergonhosos. O Brasil da fome, das desigualdades sociais gritantes, da roubalheira política e do cinismo não enfrenta a revolta popular por causa disso, mas o técnico da seleção brasileira, que por uma derrota depois de várias vitórias não conquistou a medalha de ouro e sim a honrosa medalha de prata, seria retirado de seu cargo se os brasileiros tivessem o poder dessa decisão... Mas nas próximas eleições, depois nas outras e nas remotas até não se sabe quando, este mesmo povo continuará levando ao poder ou confirmando em seus tronos os maiores responsáveis pelas verdadeiras desgraças deste país.
ASSIM NASCEM OS ANJOS
Em algum lugar, um novo país nasce — com muitas cores e várias raças.
Em assembleia, os líderes desse nascente país, incomodados com a diversidade do povo, se reúnem e decidem que determinados grupos da sociedade são inferiores devido à sua cor, religião ou origem humilde.
Bombardeado com propagandas pseudocientíficas encomendadas, piadas racistas em programas de televisão e reuniões de família, além de mitos e deuses religiosos criados com os traços e os valores desses líderes, parte do jovem povo começa a interpretar que aquilo é realmente verdadeiro. Que aqueles grupos são, sim, intelectual, racial e moralmente inferiores e, portanto, não são merecedores de respeito e empatia.
Os grupos estigmatizados começam, então, a ter dificuldades para encontrar emprego e, quando encontram, geralmente recebem salários muito mais baixos que os demais — sempre em profissões de pouco ou nenhum reconhecimento dentro da sociedade.
Como consequência, tem o acesso aos serviços básicos prejudicado.
Empurrados para as periferias, sem casa própria, sem acesso à água, esgoto, saúde, segurança, justiça, cultura ou educação transformadora, não conseguem aparecer. Não de forma positiva. Toda a estrutura à sua volta tem o único objetivo de inviabilizar seu desenvolvimento.
Comem mal.
Dormem mal.
Sonham mal.
Relacionam-se mal.
Morrem mal.
E como morrem!
Subir um degrau qualquer na escada social não é explicitamente proibido, mas é praticamente impossível. Os grupos são capazes, mas foram desacreditados de tal modo que às vezes chegam eles próprios a desacreditar. Mesmo assim lutaram. Lutaram muito. Sem muito sucesso.
E os líderes tornaram-se a elite do jovem país.
Gente apta, meritocrática, com uma superioridade moral e ética de causar inveja a qualquer humanista.E confirmam, orgulhosos, a decisão tomada inicialmente e que serviu de base para a nova nação:
— Tá vendo como tínhamos razão!
“Não existe nada melhor do que aquilo que é. Não existem pais melhores do que aqueles que temos, futuro melhor do que aquele que se encontra diante de nós. Aquilo que existe é o que há de maior.
Neste sentido, felicidade significa que acolho tudo em meu coração, do modo que é e me alegro. É este o máximo da felicidade: quando nos alegramos com a realidade da forma que é, e quando nos alegramos com os nossos pais da forma que são, com o nosso passado assim como foi, com o nosso parceiro, da forma que ele ou ela é, com os filhos da forma que são, exatamente da forma que são. É a melhor coisa que existe. Esta alegria é o máximo da felicidade. Ela vem do coração. É ampla e irradia luz. Em torno dela, outros se sentem bem, ela inclui muitos. É satisfeita e grata, toma e dá.” Bert Hellinger
7 de setembro
Você nasceu num domingo de setembro,
quando o país inteiro se lembrava dos gritos de liberdade.
Você já veio com sal na pele
e um silêncio tão antigo
que até as ondas se calaram
para ouvir seu primeiro choro.
A casa onde cresceu
tinha paredes que sorriam
mas respiravam veneno.
Você aprendeu cedo:
amar não é confiar,
é sobreviver
com as mãos cheias de alerta.
Seu corpo virou radar,
seu sono, vigília.
Mas mesmo assim,
nunca perdeu o brilho
dos olhos que enxergam
além do que dizem.
Houve um dia,
pequeno, quase invisível,
em que uma voz suave
te chamou pelo nome
sem pedir nada em troca.
Foi como ouvir
o primeiro acorde
depois de uma vida em surdina.
Aquilo não te salvou.
Mas te lembrou:
você já era inteira
antes de qualquer gesto alheio.
Hoje, o mundo arde.
Um louco grita,
rios secam,
cidades viram cinza,
e os oceanos choram ácido.
Mas você ainda entra na água
como quem entra em oração.
Ensina crianças a ler as marés
como se lessem o futuro.
Planta esperança
onde outros só veem fim.
E faz tudo isso
porque sua força
nasceu no escuro
e não precisa de luz
para existir,
ela já é fogo.
Seu corpo adquiriu cicatrizes,
mas sua alma
ainda corre descalça
na beira da espuma,
rindo do tempo
como quem sabe
que eternidade
não se mede em dias,
mas em gestos verdadeiros.
Não tema o que deixou para trás.
Toda criança deve ser amada e respeitada.
O passado não tem que ferir,
foi justiça.
E justiça,
mesmo silenciosa,
ecoará por gerações
de meninas que ousarem
dizer: “não.”
O mundo precisa
de vozes como a sua,
não altas,
mas firmes.
Não visíveis,
mas inabaláveis.
Você ée sempre foi
a própria liberdade
vestida de mulher.
Um Pitbull de saias que não
guarda rancor,
só quer correr livre,
para todas as direções.
O coração derretido
que fez muralhas para
continuar batendo.
Sou o silêncio dos inocentes, o barulho dos corruptos e a paciência dos honestos.
Sou um país que inveja o governo do outro, sou a vitoria de uma guerra sem sentido, sou o choro de uma criança amedrontada.
Sou a tempestade de um dia intenso e desespero de perder tudo.
Sou um dia quente de chuva e a intensidade da covardia de um estado sem nação.
Sou o amor, o ódio, o carinho e a frustração procurando a chave da minha liberdade.
Posso ser tudo mais só quero ser apenas um o seu sincero amigo...
Autor: Julio Aukay
ORAÇÃO DOS PAIS
Que o Todo-Poderoso,
em sua infinita bondade,
nos dê forças para que possamos
levar em frente nossa missão
de orientar aqueles que de nós são o fruto.
Ensinando-lhes os bons desígnios,
conduzindo seus passos,
amparando-os em sua senda,
até que aprendam a andar por si só.
Permita que nunca faltemos a eles,
e que sempre estejamos presentes,
não somente em seus momentos de alegria,
mas também em seus momentos de aflição,
para que os possamos fazer sentir
a nossa presença, o nosso carinho,
o nosso amor, e principalmente,
a nossa compreensão.
O Pai de Misericórdia,
dê-nos a infinita sabedoria para que,
quando um dia estivermos
em tua santa presença,
possamos ter a certeza de que
estarão sendo melhores Pais,
do que tenhamos conseguido ser.
te amo d+
vou falar isso para os meus pais
ou será que é d+
não sei ce' sou eficaz
não sei ce' sou boa o bastante
as vezes me acho desinteressante
e as vezes ignorante.
quero você de verdade
isso não é vaidade
é pura verdade do meu coração
se eu estiver sendo muito clichê, melosa, rapida,exagerada, emocionada
me mande um aviso Rapidão
não sei sla so não gosto de me ignorar
ou pensar, em falar nisso só penso em você
acho que to assistindo muita TV
desculpa se as vezes não falo nada é pq eu me acho muito chata
mas em falar em você
ficaria o dia ao teu lado
no teu abraço, sentindo seu cheiro skksks cheiro de duda, minha duda...
so quero você entenda isso
falando sobre isso me sinto na beira do precipício, isso é um risco ?
sei que se conhecemos a pouco tempo
mas parece que ja foi a um tempão
era pra ser so um boa noite então.........
(boa noite linda)
06/09/24, às 11:14-PM
Luto...
"Não importa o sucesso, currículo, saldo em conta... quando os pais morrem e a orfandade escancara a sua fragilidade, você é apenas uma criança que soltou das mãos da mamãe e está no meio do parquinho, imóvel, com medo e já não consegue sequer enxergar os brinquedos, apenas o vazio sufocante no tempo que parou."
Alice no país das frustrações
Havia uma menina pobre no interior, seu nome era Alice
mas essa não vivia no país das maravilhas, vivia na favela
Vivia numa pátria marcada pela desigualdade social
ricos de um lado, pobres de outro, quando se encontravam…
relações de proletariado e burguês, peão e chefe
Alice passou por isso aos 13 anos
foi trabalhar na casa de uma linda moça pensando em ganhar dinheiro para família
uma tentativa inocente de sofrer um pouco menos, o que teria efeito inverso no futuro
Nesta casa, a moça acreditava que Alice queria o seu marido, então fazia-a sofrer
Ofensas, tapas, socos, apertos, beliscões…
Alice, guarde seu resolve, sua família precisa de você
Aguente, “Tudo é lícito, mas nem tudo me convém”- Paulo
Seu apóstolo favorito pregava isso, acredite, deixe as ferramentas não laborais em casa
solte nas mãos de sua mãe junto ao salário
ela dirá,”eu conheço minhas filhas, e você é uma delas”
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