Carta do Marido da Aeromoca Tam

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Imaginação de criança

Imaginação de criança
É como nuvem
Livre, leve e solta
Ou como o Sol
Que ilumina dia a dia

Imaginação de criança é como melodia
Às vezes desafina
Mas é também como poesia
Obra divina

Imaginação de criança é como avião
Voa lá nos altos
No ritmo dos pássaros
Mas sempre tem que pousar no chão

Inserida por LauraDo5anoSantaC

Não lamente pelo que você nunca teve. Lamente, sim, pelo que você deixou de ser e de aprender enquanto se escondia por trás de medos infundados e de lembranças destrutivas. Aliás, nem perca tempo se lamentando: procure acertar na próxima vez. Seu momento é aqui e agora, pois é no presente que se definem as escolhas que nos farão ter realização pessoal ou frustração. Pense positivamente, aja proativamente e comporte-se adequadamente que tudo o que a sua mente imaginar, ela poderá realizar.

Inserida por mariacleidescpereira

Dispenso a pena e o papel que uso para compor meus poemas quando posso escrevê-los em sua pele com os toques de minhas mãos e os beijos de minha boca em seu corpo, fazendo de seu gemido a melodia certa para cada acorde extraído de você em sintonia perfeita com as rimas de prazer que te dou... que me dás....

Inserida por OPoetaDaVida

⁠⁠"Historicamente o mundo viveu várias pandemias. No Brasil, temos endemias de alta complexidade que, de ano em ano eleva exponencialmente a quantidade de infectados. Começa por surtos nas universidades públicas, ganha projeção nacional através das redes sociais e transforma-se numa verdadeira epidemia. Mundialmente este vírus contamina jovens de várias classes sociais. Contudo, no Brasil existe um tipo especifico deste vírus que, destrói a capacidade cognitiva, faz o indivíduo perder sua autonomia de pensamento e ação. Está alteração biológica e psíquica é conhecida como ideologia partidária, e o doente é conhecido como idiota útil."

Inserida por TH_Historiador

Enquanto nos preocupamos com a saúde e o bem-estar da natureza e dos animais, e como isso pode prejudicar a nossa vida no planeta terra em um futuro muito próximo. E esquecemos-nos do presente com bilhões de pessoas passando fome, vivendo no limite extremo da miséria sem se alimentar e viver em condições humanas, as crianças, os pobres e os idosos e suas doenças e não serem aparados por ninguém, morrendo na frente de seus entes queridos por negligência médica ou falta de leitos e tantos outros problemas que são quase que infinitos... Isso sim deveria ser olhado com prioridade pelas mídias e organizações mundo afora, agora que é moda todos são ambientalistas, devemos olhar primeiramente pra hoje e conciliar isto com o passar do tempo.

Inserida por expedito1987

É só hoje

Não tem importância, é só hoje;
Amanhã o Sol vai brilhar e aquecer,
Enquanto esta agonia de mim foge,
Prometo que não voltarei a entristecer.

Sim, é só hoje que cai neve.
Amanhã o Sol brilhará com fulgor
Iluminando nossas almas ao de leve
Como se fosse a abertura duma flor.

É só hoje, e vai passar depressa
Este frio danado que nos fere a alma.
Esperemos que o vento não se esqueça
De mudar para o quadrante da calma.

Hoje cai chuva, e bem grossa.
Amanhã soprará uma brisa morna
Para compensar esta amargura bem nossa
Que este Inverno bem malditos nos torna.

Sim! amanhã, amanhã será o dia
Em que o Sol vai brilhar e aquecer,
Suave, o perfume das flores irradia
Nestas encostas e vales, quando o Sol nascer.

Amanhã é o dia reservado ao Amor,
E a fragrância das flores confunde-se na maresia.
Amemo-nos pois, e com todo o ardor.
Que felizes seremos, sim amanhã é o Dia.

...EM QUE HAVERÁ MAIS CALOR...

Inserida por cileia

Num encontro de dois líderes, um empregado do líder Número Um irrompe no local, vociferando e cerrando os punhos. O líder Número Um diz: "Queira ter gentileza de se lembrar da regra número seis." Imediatamente o homem se recompõe, pede desculpas e se retira. Isso acontece mais duas vezes. Finalmente, o líder Número Dois não se contém e pergunta: "Qual é a regra número seis?" "Não se leve muito a sério", responde o Número Um. "Esta é uma regra boa", diz o Número Dois, "quais são as outras?" "Iguais a esta", diz o Número Um.

Inserida por narizcelo

Os pensadores não vieram a terra para agir,mas para dar meios corretos para as pessoas agirem,pois sem esta luz dada por eles.Estariamos todos nós numa caverna escura e acorrentados de cotas para a luz,e submissos a todas nossas crênças,paradigmas,dogmas,tabus e supertições sem se quetionar de nada.O que é mais importante agir ou pensar?

Inserida por expedito1987

Não existe nada mais sabio do que saber que não se sabe,isto é,reconhecer que não sabemos de tudo,para podermos crescer,pois se temos certeza de que tudo sabemos só teremos uma certeza a de pensar que sabemos,mas no fundo estaremos vendados com medo da luz da verdade.assim como um claustrofobico tem medo de um lugar pequeno.

Inserida por expedito1987

A cidade de Athenas e prova de que a maior força não é exercida pelos musculos de um homem,mas pela mente de um sabio.Pois enquanto Sparta treinava seus filhos para guerra pelos meios tradicionais da epoca que eram físicos e "estratégicos" a cidade de Athenas presava pela filosofia,e no momento mais importante da guerra os spartanos morreram mesmo tendo mais soldados e mais qualificados para o campo de batalha,mas Atenas tinham qualidade e não quantidade e venceram à guerra.

Inserida por expedito1987

Era uma vez uma mulher que fazia seus atos todos sem pensar, ou seja, agia por pura intuição, até que um dia este seu método empírico não deu o resultado almejado e ela se perguntou o que fazer para tudo voltar a dar certo, bastaria pensar antes de agir, não agir antes de pensar, pois depois ela teria que pensar para corrigir os danos causados pelos atos impensados.

Inserida por expedito1987

A empatia é um dos equivalente mais importantes da educação. Só que, ao invés de você se interessar por formas de conhecimento, você direciona sua atenção para outros seres humanos. Seres humanos que assim como você, são oscilantes de emoções, potencialidades e pontos de vista sobre a vida.

Inserida por MarcondesArucuol

Família é família, não importa a sua formação. Cada uma vive de um jeito conforme seus costumes, tradições e a forma como seus integrantes foram educados, mas nenhuma família permanecerá estruturada se nela não houver amor. A família é uma instituição abençoada, alegrai-vos por ter a sua, agradeça pela sua. Lembre-se: temos muitos exemplos de pais, mães, irmãos, filhos, primos, genros, noras, tios e tias, avós que não se falam, às vezes por motivos “bobos”. Não somos perfeitos, erramos a todo o momento, mas não esqueçamos que temos a oportunidade de mudar também a todo o momento. Talvez você não seja o culpado do conflito que gerou o afastamento, mas dar o primeiro passo para a reconciliação é digno de quem é nobre e perdoar é para os evoluídos espiritualmente.

Inserida por luvieira73

O amor e dedicação aos filhos é dado espontaneamente, sem nenhuma imposição. Um comportamento contrário deste, com certeza, estaria dentro de uma anormalidade. O amor aos filhos é um sentimento tão nobre que mesmo aqueles que não sigam nossos conselhos, nós, pais e mães não deixamos de amá-los com a mesma intensidade, ao contrário, os cuidados redobram. E quando há reconhecimento por parte deles, também de forma espontânea, o coração bate forte e a sensação de dever cumprido nos enche de alegria.

Inserida por luvieira73

Escrevendo nossa própria história somos surpreendidos com acontecimentos bons ou ruins. Com eles aprendemos e adquirimos experiências, erramos e acertamos, afinal não nascemos com um manual de instruções. Neste mundo que vivo posso afirmar de forma específica que agradecida estou, coincidências boas acontecem todos os dias.

Inserida por luvieira73

O cinismo em que vivemos perpetua o amor escasso e opaco em nossos relacionamentos; precisamos criar coragem e amar de verdade, aceitando o outro como ele é, sem olhar a cor, sem olhar a fé, do gênero homem, mulher ou outro qualquer; às vezes, o amor reinante é apenas um simulacro, um arremedo do verdadeiro Amor.

Inserida por maroel

Esperança

Se mil vezes
Meus pés
No lodo afundassem,
Mil vezes
Meus braços emergiriam
E mil vezes
Meu clamor se ouviria.

Se mil vezes
A derrota me derrubasse,
Mil vezes
Meu corpo se levantaria
Meus punhos se cerrariam
E meu desafio se ouviria.

Se mil vezes
Minha garganta secasse,
E meus olhos inchassem
Minha pele rachasse
E as chagas aumentassem,
Mil vezes
Meus lábios sorririam,
Minhas mãos se uniriam
Minhas preces voltariam
E minh’alma,
Mil vezes,
Se iluminaria.

Inserida por SergioDiniz001

F u g a

Quisera, ao sol do dia,
Esconder minha presença
Em profundo poço.
Dormir o sono longo
Dos justos, dos cansados.

Quisera, ao sol do dia,
Ser apenas uma pedra
Numa gruta distante.

Quisera, ao sol do dia,
Ser apenas uma folha
Num livro com folhas
Sem fim.

Quisera viver somente à noite:
Hora mágica do dia!
Que ventura ao espírito!
Quão liberta e suave
A vida noturna,
Em que a alma se despoja
Dos grilhões da rotina diária
Em que nossos sentimentos se abrandam
Ao contato de outros seres.

Hora mágica,
Dos cantores de poesia
Dos suspiros românticos
Dos aromas de mel
Da lua irradiando saudades!

Triste dia que chega
Ao canto do arauto emplumado!
Triste vida luminosa
E, também, escura
Que clareia o inimigo
Que, à, noite era irmão!

Inserida por SergioDiniz001

A POESIA DE CADA UM


Levantem-se, poetas!
Por que esconder tanta beleza
Lacrada em ignoradas escrituras?

Há um poeta em cada homem!

Poesia não é a linha escrita
As frases montadas
As palavras difíceis
O sentido oculto.

Poeta não é o escolhido
O culto
O esquisito
O admirado
O discutido.

Poesia não é a face voltada
Ao pobre
Ao rude
Ao oprimido;
É algo simples,
Universal!

Poesia é do operário
Do pedreiro
Do Lixeiro
Do marceneiro
Do agricultor!
Como é dos médicos
Dos advogados
Dos engenheiros
Dos psicólogos
Dos professores!

Nas mãos do culto
É nota afinada;
Nas mãos do rude
É nota dissonante,
Sem deixar de ser poesia!

Poesia é a oitava do maestro
O tinir de instrumento do ferreiro.
Está nos livros adornados a ouro
E no papel de embrulhar pão;
Na eloquência do orador
E na mudez do flagelado.

Poesia é a flor do jardim imperial
E a flor do túmulo sem nome;
Está nos teatros
E está nos campos;


É a chuva
O sol
O arco-íris;
É a lama
A escória
O temor!

Quanta poesia há
Num mendigo que olha pro céu!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.




IMPRESSÕES DA PRAÇA

Velha praça de imortal nome!
Encruzilhada de destinos
Que correm paralelos
Ou se entrecruzam
Em eventuais encontros.

Velha praça de imortal nome!
Onde os pássaros sufocam gorjeios
Ao alarido de veículos céleres;
Onde o trágico e o cômico se revezam
Aos olhos transfixos dos transeuntes.

Velha praça,
De novas emoções!

Em seu solo vicejam
Plantas e flores,
Pegadas e frases
Que Éolo mistura
Em algaravias
Que somente a brisa entende.

Os homens se esbarram,
Mas não se tocam;
Trocam ideias
Ou falam a si mesmos.
As árvores cumprem seus destinos:
Sombreiam, farfalham,
Tingem a paisagem cinza citadina
Com cores vivas;
Mantêm colóquios misteriosos
Entre si;
Brincam com anciões
Recostados em alvos brancos,
Derramando-lhes folhas soltas.

Velha praça de imortal nome!
Ao dia, é vida e burburinho;
À noite, é escura e melancólica;
É abrigo de aves gárrulas;
É repasto de pombos...
E de sonhadores!

Santos, Praça Rui Barbosa - 1980

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.

Inserida por SergioDiniz001

MÁRTIR

O cortejo avança, ganhando os primeiros degraus.
O Sol oculta suas faces douradas,
Em cúmulos encastelados,
Contrito pelo confronto covarde;
O Cadafalso agiganta-se, ao alto,
Lúgubre e ávido por sua vítima;
No primeiro patamar irreversível
Afronta o Negro Gigante
Impávido semblante descorado.

Da vida exuberante, em seu fim inevitável;
Da morte, em implacável espera,
Antagônicos sentimentos acirrados
Ao sabor da inquieta hoste:
Aproxima-se a última hora!

O mártir, silente, olhos fulgurantes,
Passeia os pensamentos, em frações menores,
Sobre a multidão esfaimada de emoções:
Gritos, impropérios...
O mártir está só!

O Cadafalso abre seus braços odientos
A receber o dócil cordeiro;
A Turba, em frêmitos aviltantes,
É um mar encapelado, a sorver o nobre destino.

Último adeus!
Onde os sectários dos mesmos ideais?
Emudece a voz, sem os ecos da constância.

Última hora!
O cordame úmido fecha suas garras
Sufocando pranto, silêncio e dor:
Tomba o Monumento, sem a solidez da esperança.

O Negro gigante, saciado em obscura vindita
Adormece em silêncio de nova espera;
A Noite, caindo o cair da licença
Tinge o cenário com a cor da monotonia;
O mártir, de despojos ignorados,
Lança-se ao rol dos esquecidos.


Uma pequenina gota do sangue heroico,
Em discreto saltitar,
Lançara-se, porém, à relva úmida.
O Tempo apagou os vestígios do holocausto
Somente não apagou a semente
Que, brotando a seu tempo,
Desfraldou ao Celeste Observador
O verde emblema da vitória!


(A todos os mártires, de todos os tempos)





VOLTA À PENA

Longe é o tempo
Das primeiras poesias
Das primeiras encenações.
Volto ao regaço do papel
Depois de anos de separação.

Novos sentimentos e emoções...?
Reticência oportuna.

Apenas o retemperamento
De velhos ideais
Quase perdidos
Na noite do desdém humano.

Inserida por SergioDiniz001