Carta de uma Futura Mamae
Uma seqüência de não,seguidos por uma seqüência de lágrimas.Quantas mais?
Apesar de todas as lágrimas,de todos os risos,dos abraços,dos beijos,da insistência,das desculpas,apesar das provas de amor...nada teve valor...nada adiantou,nada te prendeu ou te trouxe de volta...
Como eu pude me envolver assim?Como eu pude me arriscar assim?"Até amor,que é amor,diminui ou muda,definha ou morre,de acordo com a situação ou interesses...Como pude esperar tanto de uma amizade?"Amizade?Será,isso mesmo que aconteceu?Uma confusão?Precipitação?Quantos,quais métodos?
Memórias,fotos,cheiros...Cada um de meus sentidos ainda sentem você..."Os planos,os sonhos,e as coisas que o tempo não levou..."Como voltar a ser quem eu era antes de você?E quem eu era antes?Mas eu queria você...Eu quero você.E eu passo o tempo inteiro lembrando palavras que você falou,poucos instantes que passamos juntas,que eu queria ter ficado.Depois de tantos caminhos até chegar a um beijo,até chegar,a finalmente chegarmos a namorar.Mas de repente tu decides que o melhor é nos separarmos.Por que precipitar essa dor?Como evitar?Evitar?Esperar?Afinal,o que fazer?
Foi o que eu fiz,esperei uma semana.Tempo demais,pois já havia alguém esperando apenas um deslize.E de novo eu me pergunto:Esperar?Se já estava difícil "nós",agora,será que é possível?Se existe algo a se fazer...O que?Criastes esperança com o objetivo de ceifá-la em breve?
Reconheço que não foi uma paixão avassaladora mas foi forte,e leve...Mas pra provar que foi forte,estou aqui eu,sem dormir,pensando em ti,chorando por ti,e escrevendo uma coisa que você nunca vai ouvir de mim,mesmo que um dia a gente volte a ser " a gente",e se por um acaso ler em algum lugar,talvez se identifique mas não se toque que é por você,pra você.
Novas perguntas,ou melhor,perguntas velhas que se repetem:Esperar?O que fazer?Como lutar?Quer "armas" usar?
"Virás comigo"Quisera eu que tudo fosse tão simples.Pulsava minha dor,e meu impulso:"eu quero você!"e começa,sucetivos não disfarçados.Eu poderia ter evitado?Talvez se eu fosse mais egoísta.Há impecilíos de todos os lados e eu lutando contra.Sozinha.Você assistindo a tudo,talvez admirando,sempre esperando a próxima atração.Talvez a hora não fosse agora.Mas como eu resistiria?se desde o primeiro instante eu te quis,mesmo sem te ver,mesmo sem saber.Gosto de arriscar(é preciso!)e poucas são as coisas das quais me arrependo.Mas será que eu não fui longe demais dessa vez?Depois de todas a outras poucas,cruciais,experiências,o que justifica esse meu "deslize"?Eu jurei a mim mesma nunca mais baixar a guarda.Como eu pude me trair?E agora como eu faço pra reverter?Onde foi parar a minha razão,meu juízo?
A razão pouco importaria se eu soubesse como te ter.Mas tu já tem um alguém ocupando um lugar que eu não sei se um dia,uma hora,foi meu...Enquanto eu ainda conquistava um espaço,talvez um dia você,apareceu ela,e ficou esperando apenas um deslize meu,e deslizei,e tudo o que eu queria foi ficando cada vez mais longe,mais difícil de chegar.E agora,será que vale a pena insistir?essa pergunta tem no fundo de mim uma resposta,que eu a ignoro e talvez agora eu devesse usá-la pra me preservar.Pois há uma frase que diz:"nunca ame pela metade.Esteja preparado para entregar-se por inteiro;mas esteja preparado também para recolher-se por inteiro."
Idealizei e a conquista não se deu, mas se dará, é uma questão de tempo. Ser feliz... Sob quais circunstâncias, Deus me aviará.
Deus dará o sinal.
Bondade, discernimento, reconhecimento da igualdade entre todos os seres.
O meu sonho confunde-se com o sonho de todos e assim, de Deus. Ver os homens vivendo o presente com os olhos de uma criança na véspera do natal, esquecidos do passado, até do que aprenderam, para que a vida se torne uma eterna didática e o futuro a certeza de se aportar sem correr perigos, plenamente, já em estado de presente.
E de onde vem o meu sonho, se sempre estive tão atento a tudo, preocupado e encandeado com o cair de um galho esguio de uma árvore desproporcional ao vão aéreo em que ele se precipitaria?
Ouvia uma cigarra nos finais de tarde como quem ouve Mozart numa cantata de piano e violino, ou um Chico Buarque, extremamente melancólico em suas palavras de saudade explícitas, ou algo dos Beatles lá do tempo de todos de minha idade.
Meu sonho vem das noites em que estive plenamente sonolento, com as mãos pendendo fora do pano da rede no prazer de ver as palhas do teto de minha primeira casa se transformando em uma entrada de mar tomada de ondas brancas. Chama isto, o sonhador, o sonho que não incomoda e nem nos guarda e nem nos revela, não que entendamos. Com um pouco mais de esforço vê-se o menino sentado à frente da TV assistindo a um programa cibernético, ou o simples pousar leve, sereno, esperado, no meio de tantas nuvens, onde se colocam aqueles que ainda não formaram uma idéia ou um estereótipo para Deus nem para os anjos. Confunde céu com nuvens, com luzes de um início de uma quermesse, quando mil foguetes explodem tornando o alto, fulgurante, iluminado por todos os lados.
naeno*comreservas
A vida é uma arte , onde as pessoas devem expressar seus sentimentos . Onde vivemos é uma lição , para que quando formos ao céu , Deus dizer o que erramos .Aqui na Terra é só uma passagem para sabermos o que fizemos de errado ou certo , para que sabemos enxergar nossos erros .
Na vida ninguém é obrigado á fazer nada , a não ser que a (o) criminoso insista fazendo coisas que não devem ser feitas ao seu humano . As pessoas que prejudicam umas as outras devem ser punidas na Terra ou no céu , onde viveremos eternamente . Cada dia acontecem coisas novas , aprendemos coisas novas , erramos coisas novas , temos sonhos diferentes .
Os sonhos são coisas muito importantes na vida ,porque o sonho exige conhecimento dos erros e saber recomeçar para que eles se realizem , talvez com muito esforço .
em uma noite com você ao perder o sentido da respiração
o sopro dos seus lábios dando trans de êxtase
algo real, inesquecível
algo ao qual remete-me saudades
lembro-me de ti ofegante, entre pernas e mãos transantes
algo inexplicável, vivido e lembrado, remetido em papel ao qual não expressa o momento
a doçura do seu corpo o veneno da sua cama
seus braços puxando-me ao seu sabor
me deixando sem forças e sem vontade de sair...
que isso não acabe, continuando assim, como você me pede
O mundo para nos admirando
por nunca ter visto duas auras em sintonia impecável
para ver o real amor
ao qual obedeceu o ciclo
nasceu em nossas mentes
cresceu ao nossos corpos
e morreu pelos nossos pecados.
Filme. kkk
Uma gotinha salgada brota no cantinho dos seus olhos, sob sua pequena auréola, escorre pelo seu rosto e se liberta pelo seu pescoço. Acena em despedida sobre as ondas sonolentas cavalgando para trás do oceano vazio.
Seus sonhos se deterioram assim, como suas asas. Penas amareladas flutuam, perseguidas pelo vento assobiante nessa translúcida escuridão.
Meia gota salgada brota no cantinho novamente, mas desta vez não escorre, apenas brilha em teus olhos castanhos. Meia gota, gota inteira, nada muda. Apenas olhe o relógio, apague seu cigarro e tente voltar a dormir.
QUERER
Querer e poder são por dois olhos
Uma visão do extremado
E não do fim
A beleza que encanta e tanto eu olho
É o que vejo em em ti
E não há em mim.
O ter e o querer são, por prisão
A razão de fazer-seSem ter fim:
O esplendor de uma rosa
Quando ela abre
Os teus olhos também
Se alargam assim.
Bem dizer, mal dizer eternamente
Sempre o não
Quanto mais eu falo sim
O suor do teu corpo
Inteiro brilho
De um brilhante lapidado de mim.
O fazer e o benzer a obra feita
Algo bem findado assim.
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naeno*comreservas
"Ir e vir
Na vida, como se tudo fosse uma grande onda, as coisas passam, turbulentas e fortes ou sutis e quase imperceptíveis, mas é justamente por se assemelhar a uma onda que tudo pode voltar à tona de novo, e eis a parte boa de toda ela, ter mais uma chance de aproveitar o que passou e ter a oportunidade de perceber o que te atrapalhou."
Esse meu inseguro Amor
Amor, esse amor que mais me parece uma escola, mas uma escola onde se aprende muito, e se erra tanto, fazer o que se a vida é composta de erros e acertos, altos e baixos e a esperança de um amor perfeito, que já se vive, porém, não se enxerga, e que só enxergará quando não mais ver, essa é a essência e o sentido de uma insegurança que adquirida por fatos ocorridos, que só será que esquecida com um único elemento, que cura feridas e sentimentos tais, e que me ajuda sempre, o TEMPO.
ENTENDER A VIDA
Quando tentamos entender a vida
Nos arriscamos ao precipício de uma estrela cadente
Que perde o seu rumo
E caminha no escuro
Perdida a luz das outras
Que ainda reluzem, mas já distantes.
Quem ao olvidar saber de si
Lembrará a convicção do alheio
Da vida de outros, quem?
Mergulhado em seu mar difuso
Encontra o sentido que os outros navegam?
Sabemos de nós,
Mas não sabemos do nada
E é o nada que somos
Quando convictos disto
Conseguimos avistar uma fresta
Ainda incapaz de caber nossa visão
Somos esses passageiros sem rumo
Ciganos do cosmos estrelas desgarradas
Ora estamos em nosso perfeito sentido
Quando julgamos errantes
Momentos depois dentro da vida
Nos convencemos que ela engana.
MÚSICA
Eu Quero fazer uma música
Daquilo que tem doído
E que eu me lembre de tudo
Como lembro o teu sorriso.
Que a tua boca me prove
Na vida o que mais preciso
Que minha boca te sorve
Toco no teu paraíso.
Em mim pouco, mas comove
Muito já tão esquecido
Tudo o que pranteio escorre
Em rios E tenho descido.
Como garranchos e escoras
De cercados decaídos
E esta letra que chora
Lembrando-te, enternecido.
Quero que essa música toque
Em tudo que tem perdido
Eu quero que te retoques
A maquiagem mexida.
Que te olvides se choras
Porque o que bebo é só isto
E tenho tomado porres
De amargos tão esquisitos
Tenho lembrado piores
Estações já despedidas.
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naeno*comreservas
UMA TENTATIVA
Revolva-se o bom do tempo,
Todo silêncio.
Estanque-se os batimentos dos corações,
As pancadas das águas no fim do mar,
Silencie a abelha em sua arquitetura
Doce, doce.
Clareia e o mundo guisa, e faz barulho.
Quando não se emudece com o teu grito.
Tempo, para o silêncio,
Ou dá uma trégua
Da comoção de se estar vivo.
Vivo e só.
Morto e vivo, uma contracena,
Mentiras reveladas ao vento. Deus,
Feridas sem o vermelho rubro,
Tampa que não cobre a extinta morada.
De vertentes escorra, repúdio –
Tal como acostumaram a morte.
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naeno*comreservas
FUNDO
Raspo o fundo da panela
A ver brilhar uma cor que desconhecia
E me alimento do ferro
De outras comidas servidas
E me viro ao pote e afundo o copo
E bebo barro diluído.
É a fome e é a sede,
É a minha casa e minha rede
Onde rumino o tempo e a ferrugem.
Já me acostumei com o grude
E disso passo, e lavo o prato,
E a colher com a ponta suja.
E volto em casa, e pego das mãos
O anel que era de minha mãe
A aliança que era de meu pai,
E os guardo atrás do quadro do Coração de Jesus.
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naeno*comreservas
ROSA SOLTA
Alguém deixou uma rosa cair no chão,
Será que foi da rosa a decisão
De não querer se dar
Por uma mão enganadora
Que a usaria como intento
Dizendo coisas ao vento,
Coisas tiradas dos dentes.
- Eu só me dou pelo coração...
A mão é apenas um instrumento
De arrancar-me, de ir,
Se abrir e dar-me.
Mas eu mesma vou
É dentro do coração.
Como as rainhas de antigamente,
Em suas gôndolas cravejadas,
A minha é bem mais guardada,
Eu só ando no coração.
- É, talvez seja por isto,
Por ir servir de remédio,
Ou em engano de assédio,
A rosa se balançou,
Dentro da mão traficante
Debateu-se, largou-se
E caiu no chão.
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naeno*comreservas
ROSAS DO CAMINHO
Eeu dei para a moça que trabalha no banco
Uma rosa de oito pontas.
Era uma rosa singela, tirada de um jardim
No caminho da agência bancária
Ela que andava esquecida de mim,
Com os olhos mais displicentes,
Que tivera antes sobre mim, mais atentos,
Um abrigo, para os meus olhos tão buliçosos.
E por este gesto senti que ela ficou
De vez por outra me notado.
Olhando a mim e a rosa.
Ela não tinha lugar para colocar a rosa,
E eu sugeri seu cabelo
Ela disse que não, que estava em serviço.
Ai meu coração falou: é isso, é isso,
Sugeri que ela a pusesse no decote.
Pior ainda.
Ela sorriu a fechou na mão e disse
Vou mergulhá-lo na água enquanto espera
Eu chegar em casa.
Tenho um vaso esperando por ela,
No criado mudo ao lado de minha cama,
É um vasinho, onde antes de dormir
Faço dormir o meu coração.
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naeno*comreservas
É triste sonhar e saber que não vai sair apenas de um sonho.
É triste quando você ama uma pessoa e ela não te correspondi,que você faria de tudo por ela,e ela não faria nada por nos.
É triste saber que existem pessoas melhores para formar seu par.
É triste ser amigo,se o que queriamos era ser amigos e um amor.
É triste só de saber,que você esta do lado de mim,mas não posso fazer nada por você.
É triste só de querer,um abraço e não poder receber.
É triste ser forte,se o que queriamos era chorar no ombro da pessoa amada.
É triste só de olhar para trás,e ver que não podemos voltar ao passado.
É triste só de pensar...
Mas haverá duas alegria,uma foi que um dia eu amei você.
E a outra que você vai dar aquele sorriso que eu sempre admirei.
Às vezes
Às vezes buscar palavras no silencio é a melhor forma de obter uma resposta.
Às vezes acreditar no inacreditável é uma forma de torna possível o impossível.
Às vezes o fracasso não é o fim, apenas o inicio de um futuro desconhecido.
Às vezes descobrir um segredo nem sempre é o fim de um mistério.
Às vezes o reconhecimento não quer dizer aceitação.
Às vezes a força é a maior fraqueza.
Às vezes o desanimo nos convida a ficar com a depressão.
Às vezes identificar não quer dizer reconhecer.
Às vezes não lembrar não quer dizer que esqueceu.
Às vezes entender não é compreender.
Às vezes viver não é necessário para se dizer que estar vivo, é preciso participar das atividades deste mundo seja elas insanas ou não.
ACASO
Acabo de gritar que te amo
E te desvendastes uma montanha vazada
Passaram-se minhas intenções, quietas
Meus malogrados gestos de amor.
Ainda balançam as folhas
Essas me amam!
Do teu desprezo não tiro nada
Nem acresço, por não dispor
De um pingo sequer, a por no olho
Para que não vejas minha choradeira
Voltando a nascente as ilusões desfeitas.
E fica cheio meu coração novamente
Um coletivo de vexados passageiros.
Acabo de falar para o silêncio
Que calado assim te amo
E a resposta que eu tento
Não sai, não se concebe
E mais real fica a ilusão
Do teu corpo formado de nuvens
Singrando o céu inatingível.
Procuro por Deus e Ele, calmo
Responde-me, fincando na minha alma
Que o amor é meu, que o amor sou é eu.
OLHO PRA TI
Olho tudo em ti, todo o teu corpo
E me revelam uma limpeza
Que fizeram no céu.
Estrelas em devaneios, tontas
Que caíram e te pontilharam de sinais
Os quais poderia alcançar, até por minhas mãos
Tua nudez não mostra tua displicência
Ou um sono de noite.
Há nuvens que te cobrem
E um branco espesso
Em que às vezes me afundam
Ao palmilhar o tamanho
Da mais bonita visão desses tempos.
Tua boca aberta, não me deixa certo
De que meu nome tu pronuncias
Ou se tu te comunicas com o teu feitor.
Tu não és invenção, nem criação
De um quadro onde o artista
Aspergiu água em vez de fazê-la
Olho pra tanta beleza e não te sinto indiferente
Então não és o mistério que busco
Quando já estou muito perto do sol
E perigosamente me exponho
Para admirar, mais confuso ainda
A tua beleza difusa em perfeição.
Propositadamente deitastes
Na cama onde durmo,
Do meu lado de costume.
Mas só te faço alvo dos meus olhos
Não buscaria mais que isso,
Fosses tua beleza estampada só pra mim.
O Amor é uma vontade imensa de fazer-te feliz, talvez porque isto faça-me feliz, mesmo que soe egoísta, eu até diria que tratando-se de amor, soa mais como sinceridade...talvez porque só importo-me mesmo contigo, provavelmente um pouco dos dois...
Que confuso é o Amor, já me perco entre estas poucas possibilidades, e na dúvida, apenas te amo!
FESTA
O amor quer fazer uma festa
E não vê espaço onde possa
Espalhar mesas e cadeiras
E deixar um espaço para os que dançam.
Seu corpo solto, de um amor criança.
O amor quer brincadeira, quer fuzueira.
Deixar cair de sobre os ombros
Os encargos da dor, do ressentimento.
Pudesse o amor ter calma e só amar.
Batuca os dedos no granito frio
Das encostas do parapeito
Perto da veia que trinca o coração.
Aqui o amor tem morado.
Quando se sente dono, mas tem demorado
Em amar, o exercício dos calejados.
O amor quer a festa, que já comece
O ritmar da dança.
Bate coração faz força na mão.
E começa por uma sonata de Mozart.
Mozart que fica quarto em quarto.
O salão da festa, ganha espaço, avança
Mas o amor não gosta, não queria amar.
E se contrai mais que se esvai
E o coração quer a alegria dele
Já riu sozinho, até o espelho
Já se barbeou ainda cedo.
O amor madrugou fazendo planos
Para no dia seguinte juntar-se
Aos todos amantes,
E ensinar-lhes de entusiasmos
O que está em voga
Fora e dentro, pelos corações.
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