Carta de uma Futura Mamae
Meu passado fora uma tentativa de redimir os erros cometido sem se dá conta de que meus erros fizera outro sangrar;
Minha ausência é a vertigem do sucesso popular que minha ânsia escolheu;
Sou responsável pelos meus próprios erros, portanto um culpado sem crime ou um acusado sem coração;
Sei que preciso amar todos como se eu não tivesse um amanhã de liberdade ou de um amor entre-linhas;
Não viverei momentos que não são meus olhando a vida por uma janela perdendo da minha vida;
Eu nunca esqueço das minhas lembranças que ainda não vivi, portanto sem me precipitar busco que a vida possa me levar;
Meus sentimentos estão trancados e presos de algo que nem sei o que é;
Passo a sentir cada dia diferente da banalidade que mesmo entre exagero não me faço sossegado, mas nunca deixando de amar;
Falo-te através da minha guitarra com sentimentos sonoros dando-lhe o entendimento em uma escala cromática...
Em alto e bom som explico-me em um compasso com duração de nota pontuada, sem pausas concretas tornando a minha ligadura convencional a você...
Pois eu também amo em bemol e sustenido sem transposição de tonalidade ou tempo... Não me altero com momentos agudos, pois o meu Bend duplo é a técnica de acalentar as minhas ansiedades;
Não demonstre medo mesmo por que o meu tapping consiste na combinação de hammer nos e pull offs para completar a minha harmonia;
Descubra com quem andas que a verdade te dirá quem é, pois as mentiras não duram para toda uma vida, um dia a mascara cairá;
Não pense em mais ninguém se seus pensamentos estão transbordando por um alguém de valor ao seu coração;
Não se chicotei por maior que seja a opção para te favorecer, perceba um jeito menos impaciente para esperar suas vitórias;
Por mais que seja as promessas vividas a um caminho de dor não retroceda o caminho de dor, pois com palavras você pode ser muito mais que uma ação;
És uma bela mulher, lábios desenhados e pele sedosa com a seda e peço-lhe que permita sentir os teus beijos em um suave momento;
Cultuo o teu corpo bailando o meu prazer infinito por ti, mas percebo que em teus olhos queimam o desejo incandescente de se satisfazer a necessidade carnal;
Sinto que interior da sua intimidade queima em brasas ardentes esvaindo de sede de ter a oportunidade de amar e ser amada;
Em uma manhã de novembro…Exatamente assim você surgiu em
minha vida. Chegou leve, tranquilo, alegre. Conversas que se iniciaram e como um som de uma música favorita, era gostoso de ouvir. Veio sem planos, trouxe acalento para um coração deturpado.
Os sorrisos para quem sentia a necessidade de guardar, foram fluindo naturalmente…Desde o primeiro abraço, ao primeiro beijo do nosso primeiro encontro, uma chama acendida. Algo que jamais era esperado estava acontecendo, sem planos. O coração pulsava mais forte, o suor nas mãos, o brilho nos olhos, o aquecer do abraço, o calor do corpo, o sabor dos beijos, uma conexão intensa, um acalentar na alma. Sensação de proteção nos braços de um grande homem. A maturidade na fala, a sutileza nas ações, a dedicação em deixar tudo mais incrível.
O carinho acompanhado de cuidado, um Porto Seguro para quem tanto procurou até ser encontrado quando menos se esperou, Um Amor De Paz, Um Amor Para a Vida.
O Elixir do Poder
O poder não é uma ferramenta, é um alquimista. Ele não transforma o mundo; transforma primeiro a alma de quem o segura. O homem que toca no cetro acredita estar moldando o metal, mas é o metal que, silenciosamente, molda sua mão e depois seu coração. A embriaguez começa com o primeiro gole da ilusão: a de que se é diferente dos que estão abaixo, imune à própria corrupção. No ápice, o bêbado de poder já não ouve os gritos do vale; só ouve o eco de seus próprios decretos.
O louvor libera estratégias do Céu,
Em 2Cr 20, Josafá recebe de Deus uma tática inusitada: colocar adoradores à frente do exército.
O louvor muda a atmosfera espiritual e abre caminho para que Deus combata por nós.
Atos 16:25-26 – Paulo e Silas não foram libertos por uma chave, mas por um cântico.
"Preciso encontrar uma maneira de avaliar minha inteligência para não aumentar minha ignorância."
Como não sei definir inteligência, pedir sabedoria a Deus só amplifica meus desejos. Por exemplo, um burro pedirá grama e mais pasto, um pássaro uma gaiola maior, um porco um chiqueiro maior, uma galinha um galinheiro maior e uma mosca mais esterco.
Uma mulher que se conhece bem e se respeita não fica onde ela não cabe, não aceita pré-julgamentos, não implora por atenção, não se acomoda onde há comparação e não aceita atitudes
que a induzam a pensar qualquer coisa
que seguem neste fluxo de idéias retroalimentadoras de pensamentos doentios.
Itá
De Gaurama passando
por Santo Antônio,
Três Arroios e Dourados,
foi aberta uma picada
para dar abertura aos sonhos
as margens do Rio Uruguai
que abrigou ali colonos
e assim ergueu orgulho brasileiro.
Batizada de Itá pelo caboclo
Luís de Campos,
Pedra fundamental és
e pedra para todo
o sempre em tupi-guarani,
Torres da Igreja em meio
as águas é assim que lembro de ti.
Neste meio do Vale do Rio Uruguai
quem um dia vai sempre volta para ti;
Do ciclo da cachaça a energia,
és a minha Itá amada e minha alegria
que desta água que conheci,
nadei, provei e jamais me esqueci.
Elegia
Sentir na profundeza
d'alma o impulso
que leve a uma Elegia
é uma experiência
de quase-morte
para quem é poeta.
Ficar triste e estar
de braços dados
com a morte são
os únicos apelos
para descarregar
o fardo dos lamentos.
A Elegia num sentido
mais amplo é todas
as vezes que sinto
e escrevo reclamando
com o destino o fato
de não ter você comigo.
Sem a compreensão
da morte e da tristeza,
e sem lamentar por não
ter você nunca será
possível escrever
uma Elegia com exatidão
de corpo, alma, poesia e todo o coração.
O Bicudinho-do-brejo
é um passarinho romântico
de uma parte do meu Sul
magnífico e poético
em dias com ou sem Céu azul.
Com igual alegria de passarinho
no meu coração resolvi
construir para nós um ninho
feito com amor, carinho
e enfeitado por beijinhos.
O Bicudinho-do-brejo com
a sua persistência inspira
vivendo nos mangues, alagados,
pântanos e capins altos,
segue ensinando que os caminhos
não é e nem nunca serão
o do desânimo e da desistência.
Com o Bicudinho-do-brejo
e seu voo baixinho é possível
se movimentar, ir longe
viver o quê se pode hoje
e seguir amando sempre.
Observando a rota mística
do Bicudinho-do-brejo
aprendi que nem mesmo
o mau tempo pode fazer
com que queiramos menos
e que percamos a fé na vida.
Ficar só não
é uma opção,
Não tenho
medo de amar,
apenas cautela
de desencontrar:
a autopreservação.
Temo perder
o discernimento
daquilo é um
'breadcrumbing',
e correr o risco
de ficar acostumada
a receber pouco
e deixar de ser
gentil comigo mesma.
Não tentar não
é uma opção,
mas uma solução
de autopreservação
quando falta opção:
o melhor é me poupar.
Temo perder
a coragem necessária
de desarmar sempre
que for preciso
quando houver
um 'love bombing',
e acabar me arriscando
num caminho sem
volta onde me perca
e eu me esqueça.
Não temo voar com
ou sem companhia,
tenho autonomia
e brevê de poesia:
quero um amor que
venha com harmonia.
Enquanto isso dou
a mim mesma
o amor romântico
não por egoísmo,
e sim para lapidar
o meu equilíbrio
para sempre discernir
o quê é ou não é um
amoroso compromisso.
Na sua companhia fazer
uma festa quando florescer
o Tarumã poético,
Fazer juntos uma festa
ainda maior quando
a hora da colheita chegar,
e se for preciso plantar
outros para nunca frutos faltar,
e com quem precisar compartilhar,
Amar se entregar, transbordar
e contagiar por onde a gente passar
na vida para outros corações inspirar.
A desumanização de um
povo até a total destruição,
nunca foi uma construção
do dia para noite
em nenhum lugar do mundo,
O ardil da insistência
cansa e cala parar criar
a perigosa habituação,
e até mesmo a conformação.
Tu és feito de realidade,
não autorize que criem
um diferente cenário,
Quero que seja você o soldado
solitário armado com a palavra
e a pacificação no fogo cruzado
das trincheiras da comunicação,
para não se render a silenciação.
A gravidade tem mostrado
que não precisa de prova
do que tem sido reverberado,
e que em nenhuma hipótese
será regra permanecer calado;
Porque sempre a cada nova
guerra pelo mundo afora
a cautela tem convocado.
Zelar pela reputação coletiva
significa zelar pela sua reputação,
diante desta época de abdicação
voluntária da inteligência natural;
Dependendo do assunto,
não acredite que ignorar basta,
para deixar cair no esquecimento,
é permitir agir livremente o veneno.
Quem eleger por conforto
ficar com a boca fechada,
não poderá falar mais nada,
Não é de censura que estou falando,
mas de calúnias espalhadas
como travesseiros de penas
sendo rasgados em tempo real.
O aroma de Jambu Air
maduro e fresco,
Os teus lábios fazem
festa e desejo.
...
Uma Bunga Kantan
você me deu,
O amor teu
o peito acolheu.
...
Rafflesia desabrochada
pelo caminho que levam
para os teus olhos aos meus,
Poética e benção magnífica
que o Misericordioso Deus
generosamente me concedeu.
Conto uma Bunga Akar Kuning
por uma como quem despreocupada
conta muitas estrelas douradas
na Via Láctea sem me importar
como o tempo por mim passa,
Sou o poeta exilado que conta
versos nos poemas no silêncio
d'alma inspirados pelo tempo
inventado do Homem como remédio.
...
Bunga Jejarum
floresce no caminho,
Nos teus olhos
está escrito o destino,
E no meu coração
o quanto pressinto.
...
Bunga Tasbih esplendente
tal qual o coração
que pelo teu amor sente,
Tudo entre nós é crescente.
...
Anggerek Ungu florescendo
serena enquanto outros
querem se sobressair uns aos outros,
Sou como ela que não
se permite nada que interrompa
o seu florescimento,
sem me importar quanto tempo,
e sem temer o esquecimento.
Das heranças vivas
nas minhas veias
sei uma por uma,
O quê é e o quê
não é indígena,
tal qual o quê é
e o quê não é nativa;
Não menos bonita,
e confessamente
encantadora como
a Chuva-de-Ouro
de terras distantes,
que fascina a visão
e inunda o coração
fascinando a estação
com a sua floração.
Negro, esguio, barbudo,
aparentando ter uma idade avançada,
com o seu chapéu de palha trançada
de maneira incomum e delicada,
com suas roupas de algodão,
e com vários assuntos na ponta língua.
Janjão caminhava muito o dia todo,
com o seu cajado e com um saco
enorme nas costas repleto de soluções,
para todas as classes e estações:
Nunca o vi exaltado ou reclamando,
não havia quem não o saudasse,
e não adiantava nem mesmo
oferecer caronas, pois rejeitava todas.
Acreditava que ficaria mal acostumado,
e dizia que se parasse de caminhar
a morte o alcançaria muito mais rápido.
Até hoje não sei como levava
o mundo nas costas o dia inteiro,
dentro daquele saco nada murchava,
o quê era de horta e as ervas medicinais
até pareciam colhidas na hora;
Sem contar os objetos de madeira
pacientemente esculpidos
que mostrava todo orgulhoso.
Todos compravam com ele,
o povo e os doutores
que tinham os seus sítios,
e quem não pudesse pagar,
Ele dizia para pegar o quê
quisesse sem se preocupar.
A sabedoria dele era sem falha,
parecia que Deus através
dele quando conosco conversava.
Nós como crianças gostávamos
de ir até ele para conversar,
para viver a aventura do caminho
que levava para a casa dele,
e que parecia mais um
jardim botânico paralelo
ao rio completamente cristalino,
Tudo ali era plantado
por ele e sem nenhum equívoco.
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