Carta de Deus

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⁠Nada é mais poderoso do que uma hombridade firmada em Deus. (PHIRME):
1- Princípios;
2- Honra;
3- Integridade;
4- Retidão;
5- Moral;
6- Ética.
7- Firmada em Jesus, que é acima de tudo isso.
Lembrando que é melhor não ter partes destes atributos com Jesus, do que ter todos eles, sem Ele.
Tais atributos garantem uma vida melhor neste mundo, porém, somente Jesus salva e concede a vida eterna.

Inserida por JuniorLacerda

⁠O que seria de nós sem o Espírito Santo de Deus?
Nenhuma capacitação, instrução humana, busca, dedicação, empenho, nenhum esforço, nada pode se comparar à ação do único Espírito de Santidade em nós, Ele é a operação, a execução de tudo o que O Pai Celestial preparou para nós! Todos os nossos acertos, todas as nossas conquistas, são resultados dos seus atos. Nele está o poder, o amor, e a discrição; sendo Ele o responsável por toda a boa obra que executamos, porém tão humildade, a ponto de nos conceder à co-autoria das obras que não fizemos, quando recebemos os elogios, os aplausos e a reputação, por obras que não realizamos, sim, apenas o permitimos operar.
Santidade, Poder e Humildade. Glória ao Espírito de Deus.

Inserida por JuniorLacerda

⁠Meu filho, quero te contar uma história que ilustra a importância da entrega genuína a Deus, usando personagens que você pode entender melhor.
Era uma vez um guitarrista que, em busca de fama e sucesso, passava suas noites tocando em bares e festas. Ele sonhava em ser reconhecido, mas, um dia, encontrou Jesus. Nesse encontro, Jesus lhe pediu que abrisse mão de seu sonho de fama, um preço ministerial que ele precisaria pagar para seguir a verdadeira vocação.
Decidido a entregar seu melhor a Deus, ele dedicou tempo e recursos para aprimorar sua musicalidade e equipamentos, como alguém que adquire um perfume precioso.
Certa vez, foi convidado a tocar em um culto. Em vez de se conter, ele se entregou de coração, criando solos que enchiam o espaço com sons magníficos. Sua guitarra, tocada com sinceridade, tomava todo o ambiente, assim como o perfume que Maria ofertou a Jesus (João 12:3).
Mas nem todos estavam felizes. Alguns irmãos, ao ver sua performance, começaram a criticá-lo, dizendo que sua música era vaidade e exagero! Eles não entendiam que, para ele, tocar era uma forma de adoração genuína, não sabiam das suas renúncias e altos preços pagos. Esses críticos eram como Judas, que não conseguiu ver o valor do gesto de Maria (João 12:4-6).
O guitarrista, porém, sabia que sua entrega era sincera e que cada acorde expressava seu amor por Deus. Ele aprendeu a ignorar as vozes que tentavam desclassificar sua adoração.
Essa história nos ensina que, quando nos entregamos a Deus de verdade, Sua presença se manifesta de forma poderosa. Assim como o som da guitarra pode encher o ambiente, uma única entrega genuína pode transformar o coração das pessoas ao nosso redor, como um perfume derramado em sua totalidade.
Portanto, meu filho, não se fragmente para se encaixar nas mentes pequenas e julgadoras. Continue crescendo e obrigando que os outros se amoldem ao tamanho do que Deus te confiou carregar. Lembre-se sempre de que sua verdadeira entrega a Deus vale mais do que qualquer crítica, e é isso que te aproxima do Criador.

Inserida por JuniorLacerda

⁠Deus, em Sua infinita sabedoria, escolhe esconder Seus tesouros em vasos de barro, revelando-se nas situações mais improváveis (2 Coríntios 4:7). Essa escolha divina não apenas desafia nossa percepção, mas também exalta a profundidade de Seu plano.
Considere Moisés, o maior libertador do Egito, que foi ocultado em um cesto nas águas (Êxodo 2:3), longe dos olhos de quem poderia ver sua grandeza. Ou pense em José, que, mesmo sendo um dos maiores governadores, foi aprisionado (Gênesis 39:20-21), onde sua verdadeira vocação começou a ser moldada. Daniel, que recebeu revelações extraordinárias, foi escondido na cova dos leões (Daniel 6:16-22), provando que até nas circunstâncias mais sombrias, Deus é capaz de iluminar.
Até mesmo o apóstolo Paulo, que se tornou o autor de várias epístolas (Romanos 1:1; Gálatas 1:1), teve sua formação no farisaísmo, um lugar que parecia, à primeira vista, limitar sua missão (Filipenses 3:5-6). E, por fim, o Rei dos Reis veio ao mundo não em um palácio, mas em uma simples manjedoura (Lucas 2:7), mostrando que a verdadeira grandeza pode ser encontrada nas coisas mais humildes.
Esses exemplos nos lembram que Deus não busca a lógica humana ao escolher Seus instrumentos. Sua sabedoria é um convite para olharmos além das aparências e reconhecermos a beleza do que é aparentemente simples. Em cada vaso de barro, há um tesouro esperando para ser descoberto, refletindo o amor e o propósito divinos em meio às dificuldades. Essa é a sabedoria de Deus: esconder o extraordinário em meio ao ordinário.

Inserida por JuniorLacerda

⁠As crises e o caos são momentos cruciais em que Deus opera Sua ordem nas transições da vida. É nesse cenário que o dinheiro passa de uma mão para outra, posições são trocadas e autoridades são concedidas. Em meio a essa turbulência, podemos encontrar um propósito divino, mesmo que inicialmente pareça desconcertante.
Por que Deus permitiu isso em minha vida? Essa é uma pergunta que, muitas vezes, nunca encontrará uma resposta satisfatória. No entanto, podemos reformular essa indagação de maneira mais construtiva: "O que Deus deseja que eu aprenda com essa experiência? De que forma Ele está me desafiando a crescer? Como espera que eu reaja diante dessa situação?" Essa é a verdadeira maneira de enfrentar uma crise.
Assim como Jacó, que lutou com um anjo até o amanhecer e não se deixou ir sem receber uma bênção (Gênesis 32:24-26), e recebeu um novo nome, representando uma nova autoridade e posição espiritual, por isso devemos batalhar com nossas dificuldades. Não permita que elas passem sem que você extraia a sua benção. O objetivo é se reerguer mais forte, mais sábio e melhor do que era antes. Lembre-se:
Crises repentinas carregam bençãos instantâneas. O DE REPENTE DE DEUS.

Inserida por JuniorLacerda

⁠Filho, o casamento é o maior projeto que Deus confiou a um homem. Ele entrega ao marido a responsabilidade de cuidar de sua esposa como sua primeira ovelha, antes mesmo dos filhos. Esse compromisso não pode estar condicionado a momentos em que a esposa “merece”, mas deve estar firmemente alicerçado na palavra que o homem liberou: primeiro para si mesmo, como reflexo do caráter que decidiu ter em Deus; depois para seu Sogro Celestial, que confiou a ele a vida de Sua filha (Desde que ela tenha aceitado Sua Paternidade em Cristo).
Mesmo diante de desafios, como palavras duras, ingratidão, reclamações constantes e até momentos em que sua “primeira ovelha” pode “mordê-lo”, o homem é chamado a lutar, insistir e buscar ajuda antes de pensar em desistir. Respeitar a decisão dela é necessário, mas nunca sem antes esgotar todos os recursos para resgatar e restaurar o relacionamento. Assim como um pastor cuida de uma ovelha que às vezes o fere, ele deve persistir, sabendo que o inverno é passageiro.
Mesmo que no passado tenham ocorrido fracassos, é possível buscar em Deus a instrução necessária para romper ciclos de divórcio na própria vida e na de seus filhos. Isso só é possível com a ajuda de Deus e um compromisso firme e consciente consigo mesmo, exercendo a ininterrupção como decisão inabalável.
O inverno sempre dá lugar à primavera, trazendo consigo o tempo de cantar novamente (Cantares 2:11-12). Amar ininterruptamente é um ato de obediência a Deus e demonstra o reflexo de quem o homem decidiu ser em Cristo. Por mais difícil que seja, o amor verdadeiro suporta tudo, crendo que Deus fará brotar flores onde hoje só há frio.

Inserida por JuniorLacerda

⁠A graça é como se a porta da arca de Noé, que foi fechada por fora pelo próprio Deus, fosse aberta, permitindo o acesso a todos que creem. Porém, embora a porta da graça esteja aberta, ela é estreita demais para se passar sem arrependimento genuíno, deixando para trás o nosso antigo modo de viver. Jesus é essa porta.
A Bíblia nos garante que todos pecaram e foram destituídos da glória de Deus, ou seja, o pecado nos separa da glória de Deus. Sendo assim, cada vez que pecamos, é como se pulássemos novamente no mar da iniquidade e condenação e, consequentemente, na ira de Deus, tornando-se necessário passar novamente pela porta estreita do arrependimento para permanecer salvo, até que essa porta se feche definitivamente.
Ainda bem que Jesus tem Seus pescadores, que nos resgatam e nos colocam de volta na arca da graça de Deus.

Inserida por JuniorLacerda

⁠O princípio da criação está nas pequenas coisas. Deus projetou para que as maiores árvores viessem de sementes pequenas (Mateus 13:31-32), para que pouca chuva constante enchesse os rios (Jó 36:27-28). O importante são os pequenos passos constantes que damos.
A disciplina e a constância transformam o pequeno em grande, o pouco em muito, a escassez em abundância (Provérbios 13:11; Gálatas 6:9).

Inserida por JuniorLacerda

A maior criação do homem é o Pecado “depois de Deus”. O homem criou também o Diabo e fez dele o maior “parceiro de Deus”. O homem flagela a si, pelo pecado, corrupção e traição. Para si o homem tem o Diabo com boa estratégia para castigar quando não agradar a Deus.
Em vez da criação de tudo isso, o homem deveria criar mais sabores de sorvetes, pizzas e chicletes, e, alguns prazeres da carne para satisfazer o próprio corpo, livre de todo castigo. Para a salvação da alma o espírito que paire ao céu, nalguma estrela, no uivado do lobo e no encantamento do lobisomem mal amado em noite de lua cheia quando desta escafeder-me.

A. Valim

Inserida por amaurivalim

O homem é o grande criador. Criou um Deus e fez dele o maior, intocável, onipotente, de visão vasta e minuciosa. Mas não bastou, o homem necessitou criar um grande aliado, um corruptor oportunista chamado Diabo. Estas simbologias estão no imaginário do homem como se fosse parte de sua genética; está no sangue.
Para toda a verdade absoluta: um Deus e que acuda. Para toda a transgressão: um castigo diabólico e que salve se puder. O pior entre os homens de bem são os desgraçados que atribuem à nobreza a um inferno pelos seus feitos.
Depois o homem criou um Cristo, o filho da onipotência, dotado de pecado e de poderes, aliando tanto a Deus quanto ao Diabo, foi posto a diversas provas inclusive a de não se salvar das maldades do homem; foi morto e crucificado; o homem tornou capaz de ressuscita-lo.
O homem exerce poder superior sobre tudo o que há na terra, destrói o corpo do cristo e consegue manter viva a alma enigmática dele e assim continua criando alienações. A alienação é capaz de ameaçar a consciência humana e por falta de autonomia há uma perda de identidade em que o homem perde seus próprios valores forçado a assumir necessidade de consumo religioso.
O homem é uma pecinha de engrenagem movida pelo espírito religioso já orbitado por forças enigmáticas entre Deuses e Demônios, e, para dar forma: um êxtase religioso. Na sociedade materialista criam-se Deuses, Demônios, Cristos propiciados pelo homem que produz efeitos espirituais para dar forma ao julgamento e a condenação. Sendo para o homem a concepção de Deus; o seu próprio domínio.

Inserida por amaurivalim

A Mulher, o homem e Deus.
O Cristianismo submeteu a mulher aos caprichos do machismo vulgar. O homem herdou do sistema dogmático a força machista, tão opressora que impede a mulher de ocupar mais espaço para as diligências dos saberes e dos costumes da sociedade.
A mulher foi ensinada e obrigada a amar os pais e depois de se casar é obrigada a amar seu marido para dar causas à felicidade e a nobreza. O mal começa em Deus quando por uma falta de domínio sobre a criação estabeleceu a “maldade divina” entre a mulher e a serpente: Gênesis 3 “Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dele”.
08 de março de 1857 foi o dia em que 130 mulheres foram trancadas em uma fabrica e queimadas por causas das diferenças e lutas pelos direitos de igualdade.
Se fosse Deus uma Deusa mulher/mãe a criadora de todo o universo, talvez o mundo não estivesse tão desarrumado assim.
Amauri Valim.

Inserida por amaurivalim

- Você acredita em Deus? - Foi o que me perguntaram!
Antes de afirmar sobre a minha crença me atento a uma reflexão. “Deus é uma ideia, um conceito, um parâmetro para distinção do bem e do mal e dos valores morais, essa verdade divina em geral sobrepõe todas as outras verdades.”
Acreditar ou não em Deus é tomar partida de uma existência de um Deus. A pergunta é pretenciosa, ela conota uma afirmação de que Deus existe, mesmo que minha resposta seja um Não. Para tanto eu poderia melhorar a pergunta:
- Deus Existe?
- Não. - Respondo.
Isso não é suficiente. Outra pergunta surge:
- Por que o mundo existe?
- O mundo não tem causa para sua existência, até que se descubra. O que não tem mais sentido para mim é eu aceitar que Deus é a causa da existência do mundo. Se Deus é a causa do mundo então o homem por todas as suas malevolências é a consequência da existência de um Deus nada humano. - Respondo
Para Bertrand Russel
"O que realmente as impulsiona a acreditar em Deus não é absolutamente nenhum argumento intelectual. A maior parte delas acredita em Deus porque foi ensinada desde a primeira infância a fazê-lo, e essa é a razão principal." (B.RUSSEL).
Não percebendo um ser existencial na sua materialidade e de nenhum outro modo transeunte, resta desdém espiritual sobre minha cabeça humana. A teoria dos dogmas religiosos faz o que pretende fazer, em ter um Deus como utilidade pública e social para justificar todas as causalidades.
Surge à terceira pergunta:
- Você é Ateu, Crente, Agnóstico, afinal o que você é?
- Nada, eu não sou nada...
A fé é o fruto da religião, logo o humano é um produto da religião que cultua um Deus onisciente, onipotente e onipresente. Portanto para Deus e para o verdadeiro e fervoroso cristão afirmo: "eu não sou nada..."
A. Valim

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Um louco disse:
- Meu DEUS tu precisa dar uma passadinha aqui em baixo pra ver como andam as coisas, e olha, já vou lhe avisando, vejo daqui do meu lixento quarto o tédio que muitos vivem, nenhum programa satisfaz nem remédio tem que cure. Vejo os desatinos dos pensamentos transeuntes. Deus tu nem aparece para talvez der uma direção. Mesmo não havendo agora nenhuma nuvem no céu que possa pairar, talvez queira comigo fazer uma caminhada eu te contaria o resto.

Inserida por amaurivalim

Deus não controla o Homem nem os eventos da natureza
Frequentemente percebemos os eventos tenebrosos da natureza. Esses eventos são atribuídos pelo homem a um Deus bondoso e ao mesmo tempo vingador e castigador. Assim o Titanic, John Lennon, Raul Seixas, Chuvas, Terremotos, Guerras e outros..., são as referências para homens da fé, que vestidos de santidades atribuem aos castigos dos Deuses.
A Plebe também transfere parte do poder de Deus ao corpo clerical. o que acaba por transformar o Deus bondoso em um Deus mau. Usam-se os Deuses para todo e qualquer evento, seja para a vingança ou para a amenização da dor. Quando Deus não evita nenhuma dessas tragédias, apesar das suplicas de seus fiéis, resta a ele todo o poderoso amenizar a dor desatinada dos corpos destroçados.
Todos os eventos citados, vistos e percebidos, naturalmente ocorrem sem intervenção onipotente e a oração não garante a amenização dos conflitos e dores, apenas acontece em um plano eventualmente da natureza, pois se “eu rezar para acalmar a tempestade ela por sua força espontânea naturalmente acalmará”. O homem em seu livre arbítrio não controla suas ações nem os eventos da natureza. Deus não evite a tragédia nas causas do homem, porém se acredita que consola um ou outro vivente, lentamente, em um processo natural do organismo.
Deus por seu total controle atribuído pelo homem lhe falta o cuidado para evitar todas as tragédias da natureza e da humanidade, deverá então suplicar desculpas ao homem pelo fato de o homem confiá-lo tal proteção. Deus devia na sua condição de existência no mínimo transferir o seu poder absoluto ao homem, visto que o homem é presente, é perceptível e previsível quanto a todos os eventos, seja da origem humano quanto da origem da natureza, faltando-lhe cuidados e poder.
O homem por sua falta de controle atribui poder absoluto a Deus para então reger sua vida desregrada e todos os eventos, mas não é o que se percebe no cotidiano porque todas as tragédias e todos os males permanecem em evolução. Deus é um instinto do humano dominado por um sistema chamado religião

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Salvação e Eternidade

Em Deus, o que temos como verdade: a salvação e a eternidade? São falsas. As práticas desses dois valores são justificadas pela força teológica. Salvação e eternidade são produtos de alto valor religioso, porém perverso no homem.
Nietzsche denomina {...} o cristianismo como uma grande maldição, {...} em que também a igreja pratica o parasitismo, contra a saúde beleza e bem estar. Ocorre a decadência dos planos divinos quando se submetem as mentiras e verdades e consequentemente a decadência humana. Pronuncia-se a condenação ao cristianismo na perspectiva de Nietzsche.
O homem que pensa muito em poder deve de pensar como Deus para ser dado aqui também como homem religioso. Lutero nas suas rebeldias e condenações ao papado e nas suas teses nas quais se pretende a moral religiosa é ao mesmo tempo um moralista para si mesmo, tido como homem religioso que alimenta seu próprio espetáculo.
Vejamos também a possibilidade de encantamento com as verdades: salvação e eternidade, associando-as a Nietzsche, são percebidas no desejo do homem cristão, porém são mentiras teológicas na pretensão do domínio supremo do ser aliciado pelos conceitos dogmáticos. O homem que se comporta religiosamente correto é um homem que pensa muito em si e às vezes alimenta seu próprio egoísmo.
A nobreza é o cúmulo do egocentrismo percebido no poder do rei e da rainha, no cidadão de sangue religioso, na concepção da existência de Deus todo onipotente. O homem inventou Deus e consequentemente Deus inventou o homem com as consequências da salvação e eternidade. O cristianismo é uma maravilha da cultura ao mesmo tempo em que Nietzsche conceitua como praga da humanidade, tem-se aqui também como uma luxuosidade dos deuses gregos. Deuses gregos são os vícios da Nobreza e o pecado da avareza.
A nobreza dada ao homem perverso é o fruto do atraso da humanidade, o conceito de nobreza eleva o poder egocêntrico, esse poder do nobre homem, Deus, rei e rainha massificam, oprimem e julgam a si e a plebe, porém ambos apoiados em Deus não necessariamente existente, por fim a nobreza inventou a salvação e a eternidade e para esses processos se utilizam de Deus.

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Na fidelidade a Deus também se conota o radicalismo e o egoísmo, os praticante não estão tão sujeitos a todas as argumentações contrárias, são ideias resistentes cultivadas por anos de doutrinação e rituais religiosos que são executados com muita perspicácia, a prática é temerosa e eficaz, mas somente com uma inteligência e muito otimismo natural seria capaz de superá-lo da fé religiosa. A doutrinação se incide sobre a criança hereditariamente, são incentivos dados para o vício da prática da religião.
(A. Valim)

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O Deus que pune o adulto é o mesmo da desproteção infantil,
O deus da fé é o mesmo da heresia.
O deus de quem paga o dízimo é o mesmo do cobrador.
O deus da avareza vaticana é o mesmo da fome,
O deus do candelabro de ouro é o mesmo do martelo de aço.
Ironicamente, Deus não pune ninguém e nunca haverá punição, mas é preciso conviver com esse medo, necessário para os limites e ações humanas, assim também não protege a criança, mas é necessário atribuir graças a sua causa. Logo se entende que se deus não age, o homem por seu livre arbítrio pratica a libertinagem.

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Cristo foi humano e é Deus substituto.
Não há um ser superior ao humano, mas devido à insuficiência no sustento de seu potencial o humano criou algo superior para dar seu próprio veredito. Uma pessoa pode se tornar divino depois de sua morte, por exaltação de seus seguidores como não havia tornado antes. Jesus é a visão mais primitiva cristã das divindades, uma cristologia para aceitação, onde a teologia sustenta as verdades há mais de dois mil anos. A ressurreição de Cristo é um dos mais fortes argumentos para à formação de divindade e continuidade no endeusamento de humanos (tidos como santos). As visões sobre Deus, Cristo e divindades pós Cristo, podem ser (supostamente) alucinações e devaneios, o que acabou levando a crença de seus seguidores.

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Jesus está morto, Deus não! Para tanto o Natal de luzes para simbolizar o nascimento e uma cruz como máxima das simbologias de uma tragédia anunciada. Deus o todo poderoso cheio de dotes colocou o homem sobre um muro em todas as suas peculiaridades para utilizar-se do livre arbítrio, mas conforme o lado em que cair ele usará de seu poder de condenação.
Sobre o nascimento de um salvador ainda requer dúvida na função “salvação da humanidade”, porém a morte desse filho permitida aos olhos do pai é o ápice para as crendices. “Com deus não se brinca”, frase jargão, do tipo religiosamente correta, para fazer valer a máxima em um possível castigo dos deuses. A humanidade não segue religiosamente os ensinamentos de Deus, desde Eva e Adão, então ele já acabou com o mundo em fogo. Não sendo possível melhorar o mundo com o milagroso nascimento de Jesus, Deus permitiu a maior atrocidade já feita a um ser humano, dado ao sacrifício e morte em benefício do mesmo povo já condenado; de nada adiantou!
Faz-se necessária uma nova ideia ou à vinda de um deus todo poderoso raiando sobre nuvens, até mesmo um fogaréu do inferno, por que já se acostumou com essas ideias, acaso enviar mais um filho será de tamanha crueldade e fim, porque nada é superior a ridicularidade e vontade do ridículo homem.
Amauri Valim.

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⁠Crianças no lixão é vontade do homem, é permissão de Deus, ou é livre o arbítrio delas mesmas?
A humanidade precisa ir além do conforto da espiritualidade e da virtualidade dos deuses. É preciso ir além da compaixão incondicional diante dos candelabros de ouros, é preciso sair da zona de conforto das orações e do comércio santificado de medalhinhas, é preciso menos demagogia e discursos doutrinários. A humanidade jamais chegará a igualdade, porém a prática do altruísmo seria uma forma de regrar os instintos naturais do egoísmo humano. Deus? Deus continua sendo Deus olhando para as crianças.
A. V.

Inserida por amaurivalim