Carta de Deus

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⁠No deísmo, Deus criou o mundo, mas Ele não se envolve mais com a criação. Assim, não há intervenção divina (milagres) no mundo criado. Os cessacionistas seguem esse mesmo pensamento deísta, portanto, cessacionistas não são teístas (cristãos), mas, uma hibridização de cristianismo com deísmo.

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⁠Muitos líderes de igrejas históricas desejam ter uma experiência genuína com Deus, mas temem a instituição. Outros preferem as certezas de um conjunto de doutrinas e confissões de fé, e por isso acabam trocando a experiência com Deus pela rasidade de uma religião estéril. Esqueceram de que os preceitos dos homens são prisões para aqueles que se agarram as certezas do conjunto de doutrinas e confissões de fé humanas.

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⁠Para os cristãos Bíblicos e Ortodoxos, o livre-arbítrio é uma capacidade dada por Deus para que o ser humano faça escolhas contrárias. Caso não houvesse livre-arbítrio, como tagarelam os deterministas, não haveria responsabilidade em nenhuma das ações humanas, pois tudo já estaria determinado, sem opção de escolha.

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⁠Muitos reformados têm convencido milhares de pessoas de que o mais importante para Deus são suas doutrinas heterodoxas e confissões de fé. Deixam inferido em suas falas que os frutos do Reino não são relevantes e não serão cobrados por Jesus no dia do juízo. Para eles, os frutos do Reino são irrelevantes, o essencial é tagarelar e promover as doutrinas reformadas.

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⁠No meio reformado, especialmente o calvinista, Deus está mais preocupado com as formulas teológicas e confissões de fé do que com os frutos exigidos pelo Evangelho do Reino. Assim, gerar os frutos de um relacionamento íntimo com Cristo não tem qualquer importância, desde o individuo aceite e defenda os dogmas formulados por eles.

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⁠No calvinismo, o ódio de Deus pelos homens e sua consequente condenação é maior do que Seu amor pelos homens e consequente salvação. Infere-se disso que, Deus tem maior prazer em odiar a humanidade do que amá-la; o que certamente O levou a criar a grande massa da humanidade para a perdição, demonstrando que esse sistema fatalista e determinista (Maniqueísmo) retrata Deus como grande vilão cósmico, onde Ele se compraz em condenar, mas do que em salvar.

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⁠Quando a Bíblia diz que somos servos de Deus (Atos 4.29; Rm 6.22; Ef 6.6; Fl 1.1), isto não implica em privação de liberdade, pois as Escrituras ensinam que somos LIVRES em Deus (João 8.36; Atos 28.31; Rm 8.21; 1° Co 8.9; 1° Co 10.29; 2° Co 3.17; Gl 5.1; Gl 5.13; 1° Pd 2.16). Assim, servos de Deus implica em dependência dEle, e não privação de liberdade; até porque, se o homem é escravo de Deus em sentido de privação, ele não cometeria pecado algum.

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⁠Decidi, pela Graça de Deus, ser totalmente devotado a Ele, dar-lhe toda minha alma, meu corpo e meus bens. Alguma pessoa sensata diria que isso é levar a questão longe demais? Ou que devemos Àquele que se entregou por nós algo menos do que nós dar por inteiro, tudo o que temos e tudo que somos?

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⁠Foram as autoridades religiosas, em primeiro lugar, que se opuseram ao Reino de Deus nos dias de Jesus e assim tem sido desde então. Quando uso o termo teólogo (...), estou me referindo à elite da academia e seus discípulos que se posicionam como os intérpretes oficiais das Escrituras. Minha crítica se dirige aos elitistas que reivindicam para si o direito de interpretar as Escrituras, ao passo que o negam aos outros. Volta-se também para os acadêmicos arrogantes e para as autoridades eclesiásticas que imaginam compreender melhor o Novo Testamento do que os cristãos que viveram perto da época dos apóstolos.

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⁠Deus dotou soberanamente o homem de livre-arbítrio para que ele pudesse amar a Deus e a seus semelhantes de coração. A vontade do homem não é uma ameaça a soberania de Deus. Em vez disso, traz maior glória a Deus que, ganha o amor e o louvor daqueles que são livres para escolher o contrário.

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⁠Quando o calvinista insiste que Deus DECRETA E CAUSA TUDO, ele é mortalmente encurralado em uma armadilha feita por ele mesmo. Como ele poderá livrar Deus das tragédias, maldades, catástrofes, mortes e horrores que acontecem neste mundo caído todos os dias? E também da condenação eterna de bilhões de almas que o deus calvinista decretou para o inferno?

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⁠Para o calvinista, a fé salvífica é um dom de Deus dado somente aos eleitos após a sua regeneração. Sendo assim, nenhum calvinista precisa ter a menor preocupação em pregar o Evangelho para um ímpio; pois o ímpio (réprobo) não pode ser convencido pela verdade, enquanto que os eleitos não precisam de convencimento, pois eles são soberanamente, sem qualquer fé, regenerados, a fim de crer.

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⁠No calvinismo Deus convida a todos para a salvação — inclusive os réprobos por quem Cristo não morreu e que já foram predestinados ao inferno desde a eternidade passada. Não precisa ser muito inteligente para perceber que isso é uma contradição ridícula e uma desonestidade diabólica com o réprobo.

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⁠John MacArthur em seu livro The Love of God diz descaradamente que Deus ama a todos e tem um desejo sincero de que todos sejam salvos..., mas ainda assim defende a EXPIAÇÃO LIMITADA e a ELEIÇÃO INCONDICIONAL. Logo, uma contradição bizarra, pois como Deus teria um desejo sincero de salvar aqueles que Ele predestinou para o Lago de fogo na eternidade passada.

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⁠Do Genesis ao Apocalipse vemos Deus apelando à consciência e à vontade humana para que se arrependa e creia, mas no calvinismo isso é impossível para aqueles que não foram eleitos incondicionalmente antes da fundação do mundo. Assim, segundo o calvinismo, os apelos de Deus do Gênesis ao Apocalipse são pura mentira, pois na verdade Deus não quer salvá-los.

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⁠A parte da soberania de Deus que os calvinistas não entendem é que, em Sua soberania, Ele nos deu voluntariedade. Somos nós que usamos esse livre-arbítrio e decidimos cometer pecado. Caso contrário, Deus está de alguma forma vinculada a todas as atrocidades do mundo desde o início dos tempos e, em última instância, é responsável por elas. A ideia de que Deus ordenaria o mal é contrária a tudo o que a Bíblia ensina sobre Deus. Um calvinista seria forçado a concluir - se Deus é bom e é responsável por todo o mal - então o mal deve ser bom.

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⁠Diz o calvinista: “os réprobos são pecadores. Eles merecem o inferno. Deus os manda para o inferno para requerer e manifestar Sua justiça.” Ok calvinista, mas a Escritura diz que todos os homens são igualmente pecadores e merecedores da punição eterna! Assim, se a justiça de Deus O inclinou salvar os eleitos, porque isso O impediu de salvar o resto da humanidade (réprobos)? Porque Deus podendo não escolheu eleger toda humanidade e soberanamente regenerar e prover todos com a fé eficaz para crer? É mixtério...

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⁠Somente calvinistas acreditam na aberração que um Deus que é Amor, que não tem prazer na destruição do ímpio (Ez 33.11), mas quer que todos sejam salvos (1° Tm 2.4) e não querendo que alguns se percam (2° Pd 3.9), envia arbitrariamente suas criaturas para o inferno mesmo Ele podendo resgatá-las!

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⁠Qual a diferença entre um “hipercalvinista” e um calvinista “moderado” quanto ao amor de Deus por toda humanidade? O “hipercalvinista” é honesto quanto à doutrina calvinista; já o “moderado” é desonesto, pois cria um jogo de palavras para tentar esconder a aberração do amor limitado de Deus por todos e seu decreto que predestina multidões ao lago de fogo por toda a eternidade.

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⁠O deus criado por Calvino predestinou incondicionalmente bilhões ao tormento eterno na eternidade passada; pessoas, crianças, recém nascidos, fetos, a quem ele poderia, se tivesse amor, ter predestinado à eterna alegria em Sua presença, mas para seu soberano prazer, prefere atormentá-los eternamente.

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