Carta de Deus
Quem tu pensas que és para retificares as palavras de Deus? Para que acrescentes às palavras desse livro? Toma cuidado, eu imploro a ti, para que Deus não acrescente a ti todos os flagelos que estão escritos nele! Especialmente, quando o comentário que tu acrescentas é tal, que desdiz completamente o texto: De maneira que, por meio desse método ardiloso de engodo, as promessas preciosas estão terminantemente perdidas; por meio desse ardil e subterfúgio de homens, a palavra de Deus é feita sem efeito algum. Toma cuidado, tu que, assim, tiras das palavras deste livro; que, removendo o significado e espírito inteiro delas leves somente o que pode ser, realmente, denominado letra morta, para que Deus não remova tua parte do livro da vida!
Os princípios de Deus são para ricos e para pobres; são para as megas igrejas e pequenas igrejas; são para os pastores famosos e os pastores anônimos; os princípios de Deus são inegociáveis. Se alguém quebrar algum princípio do Reino de Deus, ele será quebrado por todo princípio do Reino que ele quebrou!
Se é Deus quem dá a fé salvífica, como explicar a admiração de Jesus ao ver a fé do centurião (Mt 8.10-12), a ponto de dizer que nem mesmo em Israel "havia encontrado" tamanha fé? Qual o sentido de Jesus se admirar em ver aquilo que Ele sabia que foi dado por Deus? Seria então, mais correto dizer: “Nem em Israel EU DEI ou MEU PAI DEU tamanha fé”?
O ponto de debate entre Arminianos e calvinistas não é Deus soberano versus Deus não soberano; não é predestinação versus não predestinação; nem tão pouco Eleição versus não eleição. O ponto do debate está se Deus é meticulosamente soberano ou não; se a predestinação é baseada na presciência ou não; se a eleição é condicional ou não. O grande problema do debate são os espantalhos criados pelos calvinistas contra os Arminianos desde o diabólico Sínodo de Dort.
No calvinismo Deus se arrepende por você, crê por você, faz as boas por você e Jesus carrega a sua cruz por você! Mas a realidade é que Deus não se arrepende por você e não crê por você! E para finalizar, Jesus Cristo nunca disse que iria carregar a nossa cruz, mas chama cada um de nós a carregar a sua própria cruz e o seguir.
Deus continua realizando maravilhas! Se há poucas curas divinas, é porque temos orado pouco por elas, logo que nos colocamos na oração pelas curas, elas aconteceram em maior numero; se há poucas conversões, também é porque oramos pouco por elas e não zelamos na exposição genuína do Evangelho, se oramos pelas conversões das almas e anunciarmos o Evangelho genuíno, logo crescerá o número de almas que encontrarão o caminho da salvação. Esse o critério bíblico definido pelo Senhor; nem tudo Deus faz só, ou sem observar o cumprimento de condições postas por Eles ao homem, entre as quais está principalmente à oração e a pregação do Evangelho.
O convite para salvação começa sempre de modo unilateral. É Deus quem vem em Graça na direção da humanidade; e quando a graça preveniente age nos despertando para consciência de que somos pecadores e necessitamos de um salvador, o que Deus espera é que não resistamos a esse chamado. Está tudo feito para que, em nós, possa ser feito. E em tal tarefa somos colaboradores de Deus, abrindo o ser para que a operação do Espírito não encontre o pior adversário da Graça, que é o orgulho, que provoca a resistência ao convite de Deus para vida eterna.
Todo líder sem intimidade com Deus e sem compromisso com a Sã Doutrina usa o entretenimento e o ativismo para substituir a presença de Deus e a pregação da palavra nos cultos. Quanto mais entretenimento e ativismo eles dão para o povo, menos o povo sente a falta da presença de Deus e da palavra nos cultos.
A única coisa que a visão Arminiana da soberania de Deus necessariamente exclui é Deus como o autor do pecado e do mal. Os seguidores fiéis de Armínio sempre creram que Deus governa todo o universo e toda a história. Nada, de jeito algum, pode acontecer sem a permissão de Deus, e muitas coisas são especifica e diretamente controladas e causadas por Deus. Até mesmo o pecado e o mal não escapam do governo providencial na teologia Arminiana clássica. Deus permite e os limita sem os desejar ou causá-los.
A falácia teológica calvinista é no mínimo bizarra; pois nela Deus decreta o pecado de Adão, e por causa do pecado de Adão todos nascem destinados ao inferno, e então o deus calvinista em um surto de “bondade” sorteia alguns para serem salvos do próprio decreto de pecado que ele decretou. Eu tenho certeza que o diabo morre de inveja desse plano.
A soberania de Deus não é apenas uma manifestação da Sua vontade. Alguns, infelizmente, assim a têm interpretado e, devido a essa errônea interpretação, resvalaram noutro erro, o de supor que Deus pode predestinar um para a salvação e outro para a condenação. Se a soberania de Deus se firmasse somente na Sua vontade, talvez assim pudesse ser, mas a soberania de Deus ou a Sua iniciativa na salvação do homem é uma manifestação de todo o Seu ser, e não apenas da sua vontade.
O povo de Deus sobreviveu a Faraó; Sobreviveu aos Cananeus; Sobreviveu ao cativeiro Assírio; Sobreviveu ao cativeiro Babilônico; Sobreviveu aos imperadores romanos; Sobreviveu as heresias que entraram na igreja a partir do 3º século; Sobreviveu ao papismo e triunfará sobre liberalismo teológico, sobre a nova ordem mundial e por fim ao anticristo.
Na qualidade de cristãos, somos privilegiados por receber agora de Deus o que não é senão uma prova antecipada de uma manifestação plena do Reino de Deus que está por vir (Hb 2.4). Esse desdobramento da escatologia bíblica - o aspecto "já e ainda não" do nosso estado atual - é um lugar de tensão santa no qual todos os cristãos deveriam desejar permanecer.
A graça ou amor de Deus... Não depende de sua [homem] boa disposição, ou bons desejos, ou bons propósitos e intenções; pois todas estas coisas fluem da livre graça de Deus; elas são apenas as correntes, não a fonte. Elas são os frutos da livre graça, e não a raiz. Elas não são a causa, mas os efeitos dela.
A doutrina de que Deus é o autor do pecado não é encontrada na Bíblia, na Ortodoxia primitiva, nos concílios gerais da igreja, na escolástica e nem na tradição reformada de primeira geração (Luteranos); mas somente na tradição reformada de segunda geração (calvinistas), no ateísmo e nos filhos de satanás.
Argumenta o isentão: "Ganhará a disputa eleitoral à presidência da República aquele que Deus quiser" — Sim, meu caro isentão pagão, adorador do destino, da mesma forma que só darão frutos os campos que Deus quiser, mas ainda assim somos livres e responsáveis por lançarmos a semente e, ademais, por regá-la, pois a divina providência nem quita a liberdade nem a responsabilidade humanas.
Quem foi que disse que Deus vai curar todos os doentes? O apóstolo Paulo ficou doente na Galácia e teve que ser amparado pelos irmãos dali (Gálatas 4:13-14). O profeta Eliseu morreu doente de uma enfermidade (2º Reis 13:14). Epafrodito, fiel testemunha de Jesus, adoeceu gravemente e quase morreu (Filipenses 2:25-30). Timóteo tinha frequentes problemas no estômago (1º Timóteo 5:23). Paulo partiu de Mileto deixando Trófimo doente naquela cidade (2º Timóteo 4:20). Os cristãos hebreus, quando se converteram, perderam os seus bens (Hebreus 10:34). Se Deus quer curar todo mundo e quer que todos sejam bem sucedidos na vida como muitos dizem, como explicar tudo isso? Assim, não ser curado não significa falta de fé da pessoa e nem que Deus não age mais.
Evangelho de fariseus??? O Reino de Deus virou negócio??? Tem que ser muito alienado e raso biblicamente para engolir esse espantalho marxista. Os fariseus sempre foram e sempre serão inimigos do Evangelho de Jesus Cristo; e o Reino (βασιλεία-Governo) que é de Deus é inegociável! O que deve ser denunciado são os mercenários da fé que distorcem a mensagem do Evangelho como já prevista por Jesus e os Apóstolos.
Maria deu a luz ao filho, não ao Pai, não ao Espírito Santo. Maria é "mãe de Deus" em um sentido tão peculiar e inusitado quanto é complexa uma definição clara do que seja a Trindade. Tão peculiar e nunca mais repetido que confere a Maria um status especial entre os servos de Deus. Mas nada que lhe confira honras ou poderes semelhantes aos da divindade ou sequer o título de Mãe de Deus baseado em silogismos mecanicamente aplicados a entes e acontecimentos que, por definição, são incognoscíveis pela mente humana limitada e afetada pelo pecado original.
O deus soberano dos calvinistas nada mais é que uma espécie do semideus mitológico grego Hercules, com onisciência, onipotência e onipresença. Ele é um deus confuso, impessoal e esquizofrênico que, não se pode confiar, mas apenas desconfiar. Em diversas passagens das Escrituras esse deus calvinista diz que se é salvo pela fé..., que deseja salvar a todos..., que devemos nos arrepender..., mas na sua vontade secreta tudo isso não é bem assim, sendo a eleição um capricho divino. Assim, por mais que os “teólogos” calvinistas mais lúcidos dessa doutrina heterodoxa se esforcem por diminuir as implicações do horrível determinismo e fatalismo que essa doutrina desemboca, acabam se contradizendo no decorrer de suas falas e escritos.
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