Carta a um Amigo Especial

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O que faz um homem amar verdadeiramente uma mulher?...
Essa é uma pergunta complexa e ao mesmo tempo simples, mas ao meu ver é uma questão difícil de ser respondida.
Será que é seu jeito de falar, olhar, andar?
Será que é o tom da sua voz, a forma de se expressar, suas idéias?
Será que é o seu toque, seu beijo, sua sensualidade?
Será que é sua perseverança, sua força e sua energia?
Ou será que são seus anseios, seus medos e sua necessidade de ser protegida?
Na verdade conhecer o que um homem busca em uma mulher é mais complicado do que entender a cabeça feminina.
É como navegar em um imenso oceano em busca de um tesouro que lá foi enterrado... Você enfrentara tempestades ao alto mar, seres marítimos e outros obstáculos.
Pode ser que um dia o encontre... Ou pode ser que ele fique lá pra sempre, na espera de alguém capaz de encontra-lo...
E assim pode ser que nunca seja desvendado o segredo do que faz um homem amar uma mulher....
Contudo,hoje, de uma forma dolorosa, acabei descobrindo que o que faz um homem amar uma mulher é: quando o coração dele é arrebatado por ela no primeiro encontro.

⁠A Hipocrisia da Felicidade Forçada

As pessoas sempre perguntam como estamos, mas existe um jogo invisível de palavras que temos que jogar. Se você diz que não está bem, a resposta quase automática é: “Não, você tem que estar bem. Tem que sorrir, ser positivo, a energia vai mudar se você disser que está bem.” Como se, ao dizer a verdade, estivéssemos fazendo algo errado. Como se o simples fato de não esconder nossa dor fosse um convite ao fracasso.

Então, a solução é fingir. Colocar um sorriso no rosto, engolir o choro, e seguir em frente, como se a dor fosse apenas uma nuvem passageira que se dissipa com um simples esforço de vontade. A hipocrisia está em achar que só o sorriso falso vai curar o que está dentro de nós. E o pior: as pessoas acreditam. Elas olham para o nosso sorriso, não veem a dor, e pensam que está tudo bem.

A cobrança para estar sempre bem, sempre otimista, transforma a dor em um fardo oculto, algo que deve ser escondido, abafado, como se admitir que não estamos bem fosse um pecado. Mas, o que as pessoas não percebem é que, quando fingimos estar bem, estamos morrendo por dentro, desconectados de nossa verdade. Estamos cumprindo um papel, mas não estamos vivendo. Estamos sobrevivendo.

Como quebrar essa hipocrisia? Como fazer as pessoas entenderem que, às vezes, o maior sinal de coragem não é sorrir e seguir em frente, mas admitir que não estamos bem, que precisamos de ajuda, que a nossa dor é real e não deve ser varrida para debaixo do tapete da fachada de felicidade?

Eu, por vezes, escolho ser verdadeira, mesmo que isso me custe incompreensão, mesmo que eu tenha que lidar com o julgamento de quem prefere ver a imagem do sorriso do que a sinceridade do olhar cansado. A hipocrisia de exigir que a gente seja feliz, mesmo quando tudo dentro de nós pede por descanso, é o que realmente dói. E talvez, quem sabe, se a gente parasse de exigir uma felicidade forçada, poderia começar a enxergar as dores verdadeiras por trás dos sorrisos falsos.


Coração em Espera

Hoje, meu coração anseia por um abraço que me envolva, por um olhar que me veja além das aparências. Desejo repousar minha cabeça em um peito que me acolha, sentir o carinho de dedos que percorrem meus cabelos com ternura.

Anseio por momentos onde o tempo parece suspenso, onde a realidade se dissolve e restamos apenas nós, conectados em um universo criado pelo afeto mútuo. Momentos que apertam o coração não por medo, mas pela intensidade do sentimento, pela beleza do instante que desejamos eterno.

Ser mulher é carregar em si a força e a delicadeza, é desejar ser amada com profundidade, ser vista com verdade, ser tocada com alma. É querer viver um amor que não exige máscaras, que acolhe as vulnerabilidades e celebra as essências.

E assim, sigo com o coração em espera, aberta ao amor que chega com respeito, que se manifesta em gestos simples, mas carregados de significado. Porque, no fim, tudo o que desejo é ser amada de forma inteira, em um amor que me faça sentir em casa.

O que os olhos não vêem

Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio
com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.

Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...

Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.

Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.

O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.

E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.

De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.

E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.

Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...

Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.

E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não vêem,
nosso coração não sente.

E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.

Cada pessoa do povo
foi chegando á convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!

Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.

E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.

E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não vêem
nosso coração não sente...

Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
- Vamos olhar na muralha.
- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!

E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geléia,
daquela grande assembléia,
como eu nunca imaginei!

E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.

O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.

E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!

Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.

Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não vêem
nosso coração não sente.

NAGILA – A Garota Fotogenica

Rosto de Um Anjo ...
Um Corpo de Uma Mulher
E Beleza De Deusa ...

A Garota Fotogenica

Te conheçer Pessoalmente Não É Necessario Para Ver que vc É BeLa
Te Conheçer Pessoalmente Serviria Para ver suas Outras Qualidades , Pois Bonita Já Vi que vc É Só pela suas fotos.

vc só pode ser um anjo que, se apossou da tecnologia e veio parar, justamente,no meu monitor. Vc encanta qualquer homem.
Nagila , Seu Nome É Diferente , Assim como Seu Olhar seu Sorriso ,E Esse Seu Corpo É Raro Encontra Uma PEssoa com Essa Beleza , Suas fotos Encantam , Pessoalmente vc Deve ser Mais Bela ainda. Mais Não tive essa Oportunidade Espero Um dia Conheçer Melhor Vc Pessoalmente Mais Por enquanto, Em Homenagem A Vc E suas Fotos Lhe Dedico Esse Meu Pensamento; por vc Loira Ser tão Linda !
Como É Bom OLhar Suas fotos

É DeLicioso Apreciar Vc Moça !

É Incrivel O Seu Dom De sair Bem Em Todas As fotos
Por isso Que Eu Te Denomino ; A Linda Garota Fotogenica.

Entre Silêncios e Vestígios

Há um peso que carrego, invisível aos olhos alheios, mas constante em cada batida do meu peito. Vivo entre olhares que não compreendem, sorrisos que escondem cansaço e palavras que jamais alcançam a profundidade do que sinto. A cada dia, tento organizar a mente, colocar sentimentos em ordem, enquanto o mundo espera uma versão minha que já não existe.

Não busco atenção, nem aplausos. Apenas a compreensão de que existir, para mim, é um esforço silencioso e contínuo. Já gritei em silêncio, já falei com o olhar, já tentei expressar-me pelo gesto, pela imagem, pelo texto, e mesmo assim muitos passam sem perceber. Alguns dizem que não sabiam, outros desviam o olhar, e o que resta é o eco de uma presença que luta para ser sentida.

Às vezes, desejo apenas descansar, me desligar do peso que se acumula sem solução, anestesiar a dor sem deixar de existir. Não se trata de desistir da vida, mas de sobreviver à intensidade de sentir tudo em excesso. É um cansaço que ninguém vê, uma batalha invisível que consome e exige resistência.

Sei que posso tocar alguém, mesmo que seja só um coração. Um gesto silencioso, uma mão estendida, um olhar que acolhe sem julgar. Isso é o que salva, mais do que palavras tardias, mais do que multidões de reconhecimento depois da ausência.

Minha existência deixa rastros em palavras, em imagens, em pequenos pedaços de mim espalhados pelo mundo. Cada fragmento é um vestígio de luta, de presença, de tentativa de conexão. E mesmo que jamais eu veja o impacto total, acredito que há propósito nesse caminhar, na honestidade de sentir e de me expressar, na coragem de permanecer sendo humana, apesar de tudo.

Porque, no fim, o que realmente importa não é ser compreendida por todos, mas ser fiel a mim mesma, ao meu sentir, e deixar que quem estiver pronto para enxergar, veja.

Dentro do Corpo


Há dias em que morar em mim é como habitar um corpo alheio.
O peito pulsa em golpes bruscos, como martelos sem compasso,
e cada batida ecoa por dentro como se o coração buscasse um rumo que perdeu.


O ar pesa.
Não é que falte oxigênio — é que cada tentativa de inspirar
parece empurrar contra um muro invisível.
O pulmão enche, mas a dor o esvazia antes do suspiro terminar.


Os músculos se tornam fios trêmulos,
sustentando um corpo que ameaça despencar a cada passo.
O cansaço não é sono; é um colapso silencioso
que pede desligar tudo, como quem reinicia uma máquina cansada demais para funcionar.


Por dentro, tudo treme.
Não é frio, não é medo — é um estremecimento que começa no centro e se espalha,
como se o corpo tentasse se desligar para proteger o que resta.


E, no entanto, permaneço.
Não por escolha heróica,
mas porque, mesmo perdido, o coração insiste em bater.
E eu sigo, acompanhando-o,
como quem atravessa a noite sem saber se haverá amanhecer.

⁠O diálogo é, antes de tudo, um pedido sutil de cuidado. Mesmo quando parece banal ou corriqueiro, há entrelinhas pedindo presença, escuta, consideração. Quando o silêncio chega, ele já não é mais paz — é ausência. É o eco do que foi ignorado, negligenciado, esquecido. O silêncio, nesse contexto, não é escolha, é cansaço. É o ponto final de muitas vírgulas não lidas. Ele sinaliza desistência, mostra que o outro já não enxerga sentido em tentar se fazer entender.

E quando isso acontece, você começa a perder. Perde o vínculo, perde a confiança, perde a chance de fazer diferente. Porque quem cala já gritou demais por dentro. E aqui, neste ponto, deixo de cuidar. Não por falta de amor, mas por amor próprio. Deixo de cuidar de quem não soube cuidar da minha tentativa de permanecer.

Esta bela estrutura, a terra, me parece um promontório estéril; este magnífico dossel, o ar, vede este esplêndido firmamento suspenso, este majestoso teto trabalhado com um fogo de ouro, apenas me parece uma repulsiva e pestilenta congregação de vapores… Que obra de arte é um homem, que nobre na razão, que infinito nas faculdades, na expressão e nos movimentos, que determinado e admirável nas ações; que parecido a um anjo de inteligência, que semelhante a um deus! A beleza do mundo; a flor dos animais; e contudo, para mim, que é esta quintessência do pó?

Estranhamente, ouvi esta passagem citada como uma passagem pessimista. Talvez seja a passagem mais otimista em toda a literatura humana. É a expressão absoluta do fato essencial da fé de Hamlet; sua fé de que, embora ele não possa ver que o mundo é bom, ele certamente é bom; sua fé de que, embora não consiga ver o homem como a imagem de Deus, ainda assim é certamente a imagem de Deus. O homem moderno, assim como a concepção moderna sobre Hamlet, acredita apenas em estados de ânimo. Mas o Hamlet real, como a Igreja Católica, acredita na razão. Muitos bons otimistas louvaram o homem quando sentiram que o homem era louvável. Só Hamlet louvou o homem quando sentia vontade de chutá-lo como a um macaco. Muitos poetas, como Shelley e Whitman, foram otimistas quando se sentiram otimistas. Só Shakespeare foi otimista quando se sentiu pessimista. Isto é a definição de uma fé. Fé é aquilo capaz de sobreviver a um estado de ânimo. E Hamlet tem isso do início ao fim. Cedo ele protesta contra uma lei que reconhece: "Oh, não tivesse o Eterno posto a sua lei contra o suicídio!" Antes do fim, declara que de nossa desastrada conduta será feita alguma coisa, "por mais que nós lhe demos a demão de início".

Mente serena é também cativar sem forçar...
Amar sem ser rude ou possessivo...
É também um ser ao próximo que não espera recompensa...
É quando uma pessoa está tristonha e vê sorriso consolador...
É um contentamento descontente, quando não estamos enfermos e mesmo assim, alegramos a quem busca conforto...
É amparo na saudade de quem nos rodeia...
Silêncio em conjunto com a lágrima alheia...
É o recomeçar sem demora...
É amar hoje enquanto se pode e não esperar que o outro lhe implora...
Afetos, zelo, cuidado, afago, atenção, preocupação é muito mais...
É saber que o tempo é curto e que a vida é trem bala...
É um saber desajeitado, que leva o ser a humildade extrema, que ele mau consegue expressar-se por tamanha simplicidade...
É aproveitar a chuva branda...
Se esbaldar nos temporais...
É ver o arco-íris com longevidade e singeleza...
Aguardar o amanhecer, após, a noite escura e fria...
Aquietar se perante as portas que a vida lhe abre...
É saber dosar o doce, salgado e o amargo...
Ser humano...
Ser passivo...
Ser rosa...
E o primor de tudo:
Dar frutos raros e puros!
Boa noite!

era uma vez uma menininha..
que acreditava em contos de fada. Um dia ela era chapeuzinho verмelho, chegou a conhecer o lobo mau de perto. Outro dia, ela era uma sereia pequena. Uma vez, pensou até que tinha encontrado o príncipe encantado! Mas aí fizeram ela achar que era o patinho feio. e ela deixou de acreditar em contos de fada! O tempo foi passando, mas a história não terminou por aí. Um dia ala encontrou a fada madrinha, que mostrou para ela que a fantasia pode virar realidade! e ela passou a acreditar nela mesma. Hoje, um dia ela é a gata borralheira, a branca de neve, rapunzel.. Você pode ser o que quiser!

Dia de nascimento!
É o dia em que todos lembram de dar um Oi, um abraço, um Parabéns, enfim, não deixa de ser um dia especial.
Aos aniversariantes, é um dia de reflexão, uma nova virada de anos de sua vida. É um dia que olhamos no espelho e vemos a nossa imagem, a idade chegando, as marcas de nossas experiências, umas maravilhosas e outras às vezes amargas. Pensamos e comparamos o momento atual com as do passado e novo balanço recomeça se tudo que fizemos foi o certo ou errado... ah! fases que vão e vem! Tudo parece óbvio e no entanto tudo parece que foi armação do destino! Será? as dúvidas nos afogam com indagações se era para ser assim ou poderíamos ser de outro jeito. Nem acaba o dia do nosso aniversário, já pensamos que um ano se vá e logo chega outro e novamente um ciclo se passa ou se torna vicioso ou se abre para um novo recomeço. Isto é o parabéns pela vida! felicidades!

A saudade de um filho,
Segundos longe são horas,
Horas longe são dias,
Dias longe são meses,
Meses longe, são anos,
Anos longe são vidas,
A distância machuca e leva embora momentos mágicos que não voltam,
Dentro de uma lembrança adorada e triste,
Adorada, pois viveu aquele momento,
Triste, pois não está mais ali para somar mais lembranças,
Pois saudade é tristeza,
E dentro de cada tristeza tem uma lágrima de saudade,
Muitas vezes com um pontinho de força,
A força da esperança.
Jamais desistirei de você, pois estarei desistindo de mim mesmo.
Nunca esqueça que todos os dias você é lembrado por mim e também em está minhas orações.
Te amo, filho!
Te amo pra sempre!

Altruísta Egoísta

No momento mais puro, um gesto obscuro te faz aprender o que é a vida no mundo.
Ilusões de bondade te fazem parecer, tão passivo e burro.
Sonha em agradar a teus iguais, porém não é capaz.
Aprenda, quanto mais você esperar receber gratidão, mais o mundo te põe na escuridão.

Ser altruísta, de um modo egoísta, te faz perceber que as pessoas não são iguais a você.
O teu melhor amigo por vezes te faz sofrer.
Mesmo não querendo você também faz.
Nesse mundo o ser humano ainda não aprendeu a viver em paz.

Um dia de bem, outro dia sem ninguém.
Você perdoa e perdoa, mas vê que seus irmãos lhe criminalizam por um motivo atoa.
Você se apega demais a pessoas e as dá qualidades irreais.
Um dia você foi tudo, no outro não é nada mais.
Porque você queria significar algo assim como as pessoas significam algo pra você.

Ser altruísta, de um modo egoísta, te faz perceber que as pessoas não são iguais a você.
O teu melhor amigo por vezes te faz sofrer.
Mesmo não querendo você também faz.
Nesse mundo o ser humano ainda não aprendeu a viver em paz.

Nesse mundo você não pode esperar ser amado.
Porém ame as pessoas, mesmo que pareça errado.
Mesmo que elas forem te esquecer por um motivo nada a ver.
E você só gostaria de dizer a cada um por fim,
Não se esqueça de mim.
Não se esqueça de mim.
Não se esqueça de mim.

Rimas ricas

No céu da sua boca
Há um santo bem...
Que alivia meus males
Que controla meus desejos
Que desperta em mim estrelas!!!

No céu da sua boca
Há um gosto puro e doce
De um pecado perdoado
De uma reza inventada
Que não me deixa parar...

No céu da sua boca
Há milhões de diabinhos
Disfarçados de anjinhos
Que não param um só instante
Me fazendo delirar...

No céu da sua boca
Não existe noite nem dia
Não existem coisas de um céu comum
Mas há um deus de poesia
Que encaixa minhas rimas simples
Nas minhas rimas mais profundas
Num poema de saliva e amor...

No céu da sua boca...
Eu me perco no infinito
E me encontro se medo
Nesse nosso paraíso.

Você apareceu como um raio,
chamando toda a minha atenção,
Conseguiu com esse jeito meigo
furar o bloqueio do meu coração,
Mas quando eu pensei que tudo estava certo
você me deixou sem atenção,
Pode até parecer pouco
mas destruiu meu coração
Ainda tenho esperanças,
de um dia te ver de novo
Mas espero,
que até la,
Você encontre alguém
Que faça você sentir
a mesma coisa que eu senti.

Só por hoje

Só por hoje quero desaparecer...
Quero dar um tempo de mim mesma,
Quero anular meus sentimentos,
Dar um fim em todos meus pensamentos
Quero controlar todos meus impulsos
Apagar minhas lembranças,
Deixar de sonhar e não mais existir

Quero poder fingir que não estou nem aí,
Quero o silêncio profundo
Apaziguar o barulho
estrondoso que há em mim
Fechar os olhos
e simplesmente não sonhar
Não quero memórias,
nem dores no coração
Não quero saber de ninguém,
Pois quero mesmo é ser nada

Só por hoje quero a extrema solidão
Quero esquecer tudo que já sofri,
Quero desapegar de tudo
Não quero reconhecer rostos,
Não quero saudades...
Não quero nenhuma palavra,
Não quero dúvidas e nem promessas
Não quero mais lágrimas escorrendo
por minha face,
Muito menos esse aperto no peito

Quero ter o direito de não existir
De não amar mais ninguém
Quero ser omissa
Quero a ausência de tudo
Cansei de mim...
Desisto de tentar ver tudo melhorar
Hoje quero desaparecer!
Desligar-me do mundo

SAWABONA!!!

Há uma "tribo" africana que tem um costume muito bonito.
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez.
A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom. Cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade. Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros.
A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.
Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente: "Eu sou bom".
Sawabona Shikoba!
SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer:
"Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra mim"
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é:
"Então, eu existo pra você"

Mulher decidida. "UM MULHERÃO" é mais do que PODEROSA. É simplesmente SOBERANA.
Uma mulher PODEROSA não odeia ninguém. Mas só a presença dela já irrita muita gente. Mas as mulheres SOBERANAS quando mudam sua tática e conseguem levantar a autoestima de suas equipes. E se estas pessoas acreditam nelas mesmas, é impressionante o que elas conseguem realizar.

Era uma vez... um rei que tinha 4 esposas.
Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.

Ele também amava muito sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos.
Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.
Ele também amava sua 2ª esposa.

Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela para atravessar esses tempos de dificuldade.
A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito rico e poderoso, ele e o reino.

Mas, ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.
Um dia, o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.
Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou:

É, agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, com quantas poderei contar?
Então, ele perguntou à 4ª esposa:

Eu te amei tanto, querida, te cobri das mais finas roupas e jóias. Mostrei o quanto eu te amava cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
De jeito nenhum! respondeu a 4ª esposa, e saiu do quarto sem sequer olhar para trás.
A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada.
Tristemente, o rei então perguntou para a 3ª esposa:

Eu também te amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
Não!!!, respondeu a 3ª esposa.
A vida é boa demais!!! Quando você morrer, eu vou é casar de novo.
O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.
Ele perguntou então à 2ª esposa:

Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda, e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para me fazer companhia?
Sinto muito, mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede! respondeu a 2ª esposa.
O máximo que eu posso fazer é enterrar você!
Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei, e mais uma vez ele ficou arrasado.
Daí, então, uma voz se fez ouvir:

Eu partirei com você e o seguirei por onde você for... O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida...
Com o coração partido, o rei falou:

Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda podia...
Na verdade, nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas...
Nossa 4ª esposa é o nosso corpo.
Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará quando morrermos...
Nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, as nossas riquezas. Quando morremos, tudo isso vai para os outros.

Nossa 2ª esposa são nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar...
E nossa 1ª esposa é a nossa ALMA, muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso Ego...
Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco, não importa aonde formos...
Então...

Cultive...

Fortaleça...

Bendiga...

Enobreça...

sua Alma agora!!!

É o maior presente que você pode dar ao mundo...
e a si mesmo.

Dando valor aos teus pensamentos julgando teus altos fazendo do teu dia tua avalição, vendo nos teus
erros o que pode aprender vivendo a tua vida e compreendendo que na vida temos uma vida as outras pessoas
suas vidas que não merecem interferência de ninguem, pois cada pessoa so pode viver a propria vida.

"Não diga as coisas com pressa. Mais vale um silêncio certo que uma palavra errada. Demora naquilo que você precisa dizer. Livre-se da pressa de querer dar ordens ao mundo. É mais fácil a gente se arrepender de uma palavra que de um silêncio.

Palavra errada, na hora errada, pode se transformar em ferida naquele que disse, e também naquele que ouviu. Em muitos momentos da vida o silêncio é a resposta mais sábia que podemos dar a alguém.

Por isso, prepara bem a palavra que será dita. Palavras apressadas não combinam com sabedoria. Os sábios preferem o silêncio. E nos seus poucos dizeres está condensada uma fonte inesgotável de sabedoria.

Não caia na tentação do discurso banal, da explicação simplória. Queira a profundidade da fala que nos pede calma.
Calma para dizer, calma para ouvir.

Hoje, neste tempo de palavras muitas, queiramos a beleza dos silêncios poucos."