Carta a um Amigo Detento
Domingos João Feliciano dos Santos meu progenitor já não tenho sentido o seu calor a um ano e dois meses dê força aos seus filhos e filhas mude esse lado com ajuda do senhor a maleficiência dos mais velhos que estão a frente de mim
67 anos fez este ano feliz aniversário meu pai,dia 20-03-2022
cry for love
O instante em que um pai sentirá orgulho pelo seu filho, será quando ele estiver no alicerce do palco diante dos jurados, estando com vergonha e medo de falhar.
O segredo é o esforço firme até chegar na derradeira final, mesmo sentindo medo.
O tentar fará a diferença para alguns e não para outros mesmo sentindo medo você tentou e é o que importa.
Nem tudo acontece como esperamos, dizem se a gente quer que seja diferente, a gente tem que fazer diferente...
Mas e se a gente for muito diferente? E se a gente não for...
Hora de continuar a escrever novas obras.
A meta é escrever um livro.
Eu tenho um às na manga.
Estou com tanta dor e você não está aqui para abraçar mim.
Me afoguei na areia movediça, eu não estou aguentando, como poderei extrair energia se eu perdi você nestas quedas de kalandula.
As palancas negras elas têm uma essência ao povo angolano.
O rio Nilo é o maior em todos os tempos não é igual a ninguém então não seja igual a ninguém enquanto que podes escrever a sua própria história sem imitar o outro.
Pegue a visão se tu cair está sozinho às aparências enganam a juventude.
Terra mãe
Um dia você precisou ir atrás do brinquedo perdido e sem esperança tu foste atrás, e sem sucesso mais do que a expectativa de poder ter encontrado, você aprendeu que o primeiro passo é ir atrás sem saber qual será o resultado.
Será que esse é o propósito da vida, viver sem saber?
O que será do amanhã...
Olhe para você diante do espelho, essa imagem é única neste mundo.
O senhor levantará você deste poço tão profundo.
Seja humilde, na estrada da vida, pois nada é para sempre,o ontem é passado o hoje é o presente e o amanhã é incerto,meu companheiro.
E de repente eu corri com intensidade e gritei perante ao céu, trémulo e sem fôlego, obrigado senhor.
O cansaço era tanto, mas a dor...
Descansem em paz meus entes queridos,(SANTOS, 2025).
Piedade
Por que as vezes ocorre um bloqueio na mente para executar as nossas responsabilidade...
Quando conhecemos uma mulher não velamos pelo fator idade.
O casal quando estão a construir um relacionamento saudável, alguém vem testar sua fidelidade.
O amor é uma obra de arte que no final é fascinante.
Jamais traía o seu companheiro, ele carregou o seu próprio balde, sentiu a dor, é um guerreiro deficiente que teve coragem de ir avante.
Sonhe, não é pecado, mas não desista porque não será fácil o percurso.
Sentirás vontade de desistir, tem lutas que são difíceis, enfrente.
No deserto verás miragem, tenha coragem de dar o primeiro passo, se espantaste de repente. Pesadelo!
fê-lo estar consciente. Vocês cuidaram de mim, assim disse o meu pai.
Mais quero que vós unem as forças e amai vós, meus filhos.
A ganância é uma doença que endurece o coração.
Querendo tudo para si, o ser humano se torna um desumano.
Sem pensar no bem seu irmão, adoece a mente e obscurece a razão.
Alimenta a vaidade e a corrupção;que é uma assassina da humanidade.
Por falta de saúde, alimentação e educação, faz vítimas todo dia, matando mais do que pandemia.
[Verso]
Fui lançado ao vento sem direção
Sentença de um mundo sem compreensão
Entre sombras eu busco minha razão
Na solitude encontro meu coração
[Verso 2]
Sozinho em terras que ninguém quer ver
Onde a luz do sol se esconde do poder
É na dor que nascem forças ocultas
E vejo que minhas feridas são cultas
[Refrão]
No silêncio ecoa a voz da vida
Um grito que a alma perdida abriga
Da solidão nasce a chama da verdade
E descubro o valor da eternidade
[Ponte]
Olhos que julgavam agora olham prantos
A força emerge dos mais longos cantos
Grito mudo que o universo abraça
Na escuridão eu encontro a graça
[Verso 3]
Caminhos tortuosos que escolhi
Levando-me a ver o que nunca vi
Na penumbra floresce a compreensão
O exílio tornou-se forte lição
[Refrão]
No silêncio ecoa a voz da vida
Um grito que a alma perdida abriga
Da solidão nasce a chama da verdade
E descubro o valor da eternidade
Chega um tempo que aprendemos uma dura lição, e neste ano de 2024 aprendi que:
Não importa o quanto somos forte, não importa o quanto o vinculo que temos com alguém, não importa os momentos que passamos juntos, não importa as juras de amor que foram prometidas, não importa o quanto de amor achamos que estava ali.
Os sentimentos podem mudar em um piscar de olhos.
Ela é um Eclipse
[Verse]
Ela tem os olhos claros sem fim
Cabelos negros noite de eclipse assim
Muito bela na pele clara tão fina
Batom vermelho destaca sua sina
[Chorus]
Seu sorriso brilha refletindo
Em seus olhos estrelas construindo
Formando em si uma constelação
Feita de luz e de emoção
[Verse 2]
No escuro ela traz o luar
Com sua presença vem iluminar
Cada movimento suave dança
Em um ritmo que só ela alcança
[Chorus]
Seu sorriso brilha refletindo
Em seus olhos estrelas construindo
Formando em si uma constelação
Feita de luz e de emoção
[Bridge]
E no silêncio ouço seu canto
Uma melodia doce e encantando
Seu olhar me leva a sonhar
Num céu estrelado sem pousar
[Chorus]
Seu sorriso brilha refletindo
Em seus olhos estrelas construindo
Formando em si uma constelação
Feita de luz e de emoção
[Verso] Eu vi um sonho louco meio ontem Você me traiu mas foi sem intenção Acordei suado coração a mil Percebi que eram só faíscas na ilusão
[Verso 2] Você me olha como se fosse fim Mas eu vejo algo brilhando em nós Mistura quente de prazer e dor Isso é amor ou só um jogo feroz
[Refrão] Seu toque acende faíscas na escuridão Beijos que queimam a imaginação Vem me desvenda mostra quem é Nessa noite só existe nós
[Ponte] Pensamentos voam tão longe daqui Desejos se encontrar em cada piscada Entre a traição e amor sem fim A linha é fina quase quebrada
[Verso 3] Nossos corpos se entendem sem falar Um abraço diz mais que mil palavras Caminhamos entre fogo e tentação Esse amor é mais do que promessas quebradas
[Refrão] Seu toque acende faíscas na escuridão Beijos que queimam a imaginação Vem me desvenda mostra quem é Nessa noite só existe nós
Composição Valter Martins 28-01-2025
[Verso]
A brisa fria tocava meu rosto
Noite de solidão marcado no desgosto
Abandono de um amor tão platônico
Coração agitado num choro irônico
[Verso 2]
Lágrimas de sangue no rosto caindo
Olho pro céu e vou resistindo
Noite escura sem nenhuma estrela
Solidão que vem e me congela
[Refrão]
Solidão gelada entra no meu ser
Coração em pedaços sem saber viver
Amor distante uma ilusão sem fim
Choro sozinho ninguém perto de mim
[Verso 3]
Sinto um vento que me faz tremer
Lembranças me atingem não posso esquecer
Saudades batendo num ritmo de dor
Noite de solidão sem nenhum calor
[Verso 4]
Caminho pela estrada gelada e vazia
Buscando um alento nessa noite sombria
O peito apertado e sem direção
Solidão que bate forte no coração
[Ponte]
O sol não nasce minha alma se perde
Esperanças caiem como folhas de outono
Um amor platônico que nunca aconteceu
Coração partido no frio do abandono
Composição Valter Martins
[Verse]
Vidas vagam pela noite no fio da navalha
Como se fossem estrelas caindo de um céu escuro
Vivendo um abandono onde se escondem
Para jamais se encontrarem
[Verse 2]
Tranquei meu coração guardei nele
Mágoa e solidão profundas
Procurando luz nas sombras dos meus dias
Desfazendo esperanças em ruínas
[Chorus]
Corações perdidos sem direção
Navegando nos mares da ilusão
Olhos fechados pra não ver o fim
Da jornada que escrevemos assim
[Verse 3]
Pintando paredes com lágrimas veladas
Esfriando memórias com o frio do olhar
Cantando tristezas em melodias quebradas
Sonhando com um mundo que nunca vai voltar
[Chorus]
Corações perdidos sem direção
Navegando nos mares da ilusão
Olhos fechados pra não ver o fim
Da jornada que escrevemos assim
[Bridge]
No labirinto dos meus pensamentos
Ecos de dor ressoam sem cessar
Procurando por um pouco de alento
Pra curar as feridas que o tempo não quis sarar
Composição Valter Martins
Sob o véu da noite sombria,
um homem caminha em solidão,
carregando o peso do mundo em seus ombros,
enquanto o brilho de seu jaleco enfrenta o inexorável destino.
A chuva, como uma dança melancólica,
derrama suas gotas como confissões silenciosas,
lavando não apenas o asfalto encharcado,
mas a alma cansada e sobrecarregada.
Luzes tímidas iluminam seu trajeto,
como faróis de uma esperança distante e tênue.
O chão úmido reflete sua solitude,
enquanto seus passos ecoam em um ritmo pausado e incerto.
Aqui se revela o retrato de um herói anônimo,
cabisbaixo, mas inquebrantável.
Ele carrega a vida e as dores de muitos,
mas quem, afinal, se encarrega de carregar as suas?
I. O fio invisível entre a razão e o abismo
Há um fio quase imperceptível que separa a sanidade da loucura. Ele não é feito de lógica nem de evidência. É tecido em silêncio, por forças que a consciência não domina e o juízo não decifra. Às vezes firme, às vezes tênue como névoa, esse fio nos atravessa. E todos nós, em algum momento, já o sentimos estremecer.
A sanidade é frequentemente confundida com controle, previsibilidade, coerência. Mas há loucuras que são apenas formas radicais de sentir. Sentir demais. Sentir o que o mundo não suporta nomear. Sentir o que escapa às categorias da razão domesticada. E há insanidades que nascem não do caos, mas do excesso de lucidez, quando a realidade se mostra em sua nudez crua e insuportável.
Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.
A lucidez não é ausência de delírio. É a capacidade de dialogar com ele sem se perder. De acolher o que se rompeu sem rejeitar o que ainda sustenta. De habitar a própria mente como um território sagrado, mesmo quando os mapas falham.
No fundo, talvez sejamos todos dançarinos à beira do abismo. E o que nos salva não é o equilíbrio perfeito, mas a graça com que aprendemos a cair e voltar.
V. O retorno pelo labirinto
Toda ruptura traça um labirinto. E quem nele entra, nem sempre deseja fugir. Às vezes, é no se perder que o ser se reconhece. A sanidade, quando forçada como imposição, pode se tornar mais opressora que o próprio delírio. Já a loucura, quando acolhida como linguagem da alma ferida, torna-se caminho de reintegração, ainda que não linear.
Os que retornam do fundo sabem que não voltam iguais. Carregam nos olhos uma espécie de cansaço antigo, mas também uma quietude que só os que desceram até o próprio vazio conseguem sustentar. São os que aprenderam a caminhar sem mapa, a escutar sem forma, a esperar sem garantias.
Não há cura como promessa. Há encontros. Há tempo. Há escuta. O retorno não é para ser o que se era, mas para descobrir o que se pode ser, depois do caos, depois da noite, depois da queda. E isso, talvez, seja mais digno do que qualquer normalidade aparente.
A linha que separa loucura e sanidade não é reta. Ela pulsa, dança, atravessa o cotidiano com gestos que ora nos salvam, ora nos expõem. E não é preciso temê-la, mas respeitá-la. Porque quem um dia já esteve à margem, sabe o valor de cada gesto de acolhimento. Sabe que é possível viver à beira, sem cair. E que às vezes, o mais são entre todos, é aquele que aprendeu a conviver com suas sombras sem tentar apagá-las.
No fim, a verdadeira sanidade não é exata. É compassiva.
O eco que não veio
por Leonardo Azevedo
Publiquei minha alma,
esperando ao menos um aceno dos que me dizem amor.
Mas o que veio
foi o silêncio mais ensurdecedor que já conheci —
o silêncio dos íntimos,
que preferem calar diante da verdade que os atravessa.
Foram os estranhos
os que primeiro estenderam a mão,
os que leram sem filtros,
os que disseram: “eu vi você.”
E, nesse instante, percebi
que ser lido por um estranho vale mais
do que ser ignorado por quem me conhece.
Eu não escrevi para agradar.
Escrevi para sobreviver.
E, se sobrevivi sem os que deveriam me aplaudir,
então já venci.
Erva DaninhaErva Daninha
por Leonardo Azevedo
Há em mim um cultivo inconsciente do que me destrói.
Permito que o parasita cresça, talvez por costume, talvez por inércia.
Carrego uma casca rachada por abandonos,
e um núcleo que, mesmo em crise, busca sustento em silêncio.
Sou o que cresce apesar, ou por causa, da ausência.
E, na tentativa de compreender o que me movimenta, recolho-me.
Porque certas respostas exigem raízes mais profundas do que a superfície suporta.
Meu quintal me encanta
Ouvir os pássaros a brisa de um dia que se inicia
Aquela sensação de paz que minha criança interior busca.
Amo meu quintal
Posso olhar pro céu e ver as estrelas piscando pra mim
Imaginar por um tempo que a dor nunca existiu
Fazer minha criança sorrir.
Aaah o meu quintal
Correr com meu cachorro, a inocência sem ser roubada...
Aprenda a fazer parte do meu quintal, a única forma de chegar até mim, a única forma de tocar meu coração, a forma mais simples de me dizer te amo... E quem sabe um dia dentro do meu quintal, eu não tenha mais medo de me abrir por completo, talvez eu possa amar.
Te quero como um presságio de um futuro bom, te quero com o desejo de todos os dias te ter dentro de mim sempre mais, te quero mais do que qualquer outra um dia quis, te quero mais do que você imagina.
Se prepare para mim, meu amor, pois te aguardei desde sempre dentro de mim... Agora te espero, apenas espero que chegue bem e cheguei logo, chegue pra mim.
A última coisa que leva um homem a beira do precipício e pedir para pular é a perda da família e de si mesmo, se deixando levar por emoções, devaneios, teorias e vinganças. Ao prejudicar o outro só mostrara o seu pobre valor.
Não se perca em mares que não sabes nadar, as suas profundezas podem te fazer não voltar mais.
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