Carta a um Amigo Detento
Quem sou eu ?
Sou um paradoxo. Alguém que vai de extremo a extremo em poucos segundos! Alguém que sabe amar e odiar, alguém que sabe ser boa e ruim .. Que nao espera que a vida me leve, mas que leva a vida! Que como todo ser humano, tem o desejo de ser feliz e busca a felicidade nos pormenores da vida! Alguém procurando uma "razão"pra viver, se é que me entendem! Uma pessoa que já cansou das coisas futeis, inuteis e sem nexo desse mundo em que a beleza exterior importa muito mais do que a interior ... Alguém em busca de aprender com os próprios erros, que tem a intençao de mudar e conseguir ser uma outra pessoa, melhorando a cada dia que passa!
A Gansa que Punha Ovos de Ouro
Um homem possuía uma gansa que, toda manhã, punha um ovo de ouro. Vendendo estes ovos preciosos, ele estava acumulando uma grande fortuna. Quanto mais rico ficava, porém, mais avarento se tornava. Começou a achar que um ovo só, por dia, era pouco.
"Porque não põe dois ovos, quatro ou cinco?" pensava ele. "Provavelmente, se eu abrir a barriga desta ave, encontrarei uma centena de ovos e viverei como um nababo". Assim pensando, matou a gansa abriu-lhe a barriga e, naturalmente, nada encontrou.
Moral da história:
Quem tudo quer, tudo perde.
Receita de um Feliz Ano Novo...
Dê amor e carinho e receberá igual ou mais ...
Tenha a paz no seu coração e voará tão alto que jamais será alcançado(a) pelo mal...
Brinde sem exageros e terá o equilíbrio, a vida...
Creia que é capaz e alcançará seus objetivos.
Acredite... uma boa idéia se transformará numa realização...
Preserve a própria vida e respeite a vida alheia.
Economize, mas com sabedoria. Não deixe de viver a vida por economia a pouco dinheiro e nem se venda por ele.
Ame com intensidade. Não tenha medo de alcançar as estrelas.
E o mais importante dos ingredientes... encontre-se com Deus todos os dias... assim tudo se tornará muito mais simples e o seu ano será Iluminado!
Feliz Ano Novo!
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.
Eu pensei em me descrever como um quebra cabeça que falta uma peça, porém a peça que me falta é a mais importante, e isso não existe em um quebra cabeça, nele todas as peças são importantes da mesma forma, por isso descartei essa descrição.
Logo em seguida pensei em ser um jogo de tabuleiro, que lhe faltava os dados, mas pensem, os dados podem ser substituídos por dados de qualquer outro jogo de tabuleiro, e o que me faltava era único, mais uma vez descartei a descrição.
Que tal ser uma caixa de lápis de cor? Que faltasse, por exemplo, a cor amarela... Uma cor bonita, porém não única, existe uma infinidade de tons de amarelo, e o que me falta não existe igual, ou seja, novamente descarto a descrição.
Esse momento inflou meu ego, quem sabe então eu era indescritível!
Não eu não era, e me veio a mente uma descrição perfeita, eu sou uma jovem menina que se apaixonou pela primeira vez, mas não foi correspondida, com isso um vazio em seu peito se abriu, só poderia ser fechado por aquele que o causou.Todos que passavam pareciam notar esse vazio, e vários tentaram preenche-lo porém sem sucesso,houve uma época em que a dor desse vazio era insuportável, mas eu segui forte em busca daquele que acabaria com isso...
Quando esse dia chegou, tudo mudou, e meu quebra cabeça estava completo, meu jogo de tabuleiro tinha dados, eu tinha um lindo lápis de cor amarelo, e o melhor, aquele vazio no meu peito desapareceu, na verdade ele se transformou em uma saliência.
“A Maior Beleza de um Ser Humano, não esta num “Corpinho Sarado” , em uma Barriguinha “tipo Tanquinho”, sequer em um Belo “Bum-Bum” ...
Mas sim nos Olhos deste “Ser” e nas Histórias que Estes Olhos possam te contar...
Afinal...
Como podem “Olhos Vazios” preencherem um Coração Sedento?”
Por que sofrer com um amor se posso ser feliz com ele?
Por que amar dói tanto assim?
O amor não tem explicação,
o amor não tem noção,
o amor não tem razão!
O amor foge de qualquer regra,
mas pra que regra no amor?
Se não vão ser respeitadas mesmo!
É tudo sem explicação...
Só quem sente sabe dizer,
mas mesmo assim não sabe explicar!
AMOR DE MÃE
Um anjo desceu à terra...
Para escolher a coisa mais linda, mais preciosa e mais pura para apresentar a Deus.
Primeiro desceu sobre um jardim e escolheu as mais belas e perfumadas flores.
Depois voou para outro lugar, onde viu uma criança sorrindo.
E colheu aquele inocente sorriso infantil.
Continuou viajando por outras partes do mundo, sempre procurando o que fosse mais belo e precioso. Já estava para voltar quando olhou através de uma janela e viu a mãe ninando seu filho. E resolveu levar para o céu também aquele gesto de mãe.
Voou, voou e assim voltou com as lindas coisas que colhera na terra. Mas que surpresa! Verificou que as lindas e perfumadas flores haviam murchado...
E o sorriso da criança perdera a bela inocência...
Então, com todo o cuidado, pegou O AMOR DE MÃE...
Estava intacto!
Permanecera belo, terno, suave.
O Amor de Mãe é perene, inabalável; tudo suporta, tudo supera.
Mãe é a mão que conduz, o anjo que vela...
Mãe é AMOR.
Enquanto houver mães na terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe.
Cansei.
Acho que cansei, não aguento viver assim. De migalhas. De restos de um falso amor.
Os sintomas já desapareceram completamente. O coração não dispara, a bochecha continua em sua cor natural, as mãos não suam. Não me senti boba, estou atenta. Suas palavras não me dominam e deixam sem ação, elas encontram respostas rápidas e secas. Não acho seu sorriso tão lindo como antes.
Não quero desmerecer suas qualidades ou cuspir no prato que comi. Você teve seus – raros – momentos de cavalheirismo. Aprendi muita coisa contigo, principalmente o que não fazer. Alguém precisava gostar, amar, decepcionar e escrever um texto.
Nunca imaginei que seria eu que terminaria com isso, mas acho que me curei.
Sabe qual foi o antídoto? Amor-próprio.
Por que ter vergonha? Me diz. Nossa... Você é linda, tem um corpo bonito. Não precisa ficar assim. Se solte, fique a vontade, se não eu também vou começar a ficar sem graça.
Ei! Me olha! Você não precisa ter vergonha de mim, eu gosto de você. Vem cá, chega mais perto. Relaxe, fique a vontade. Não vou fazer nada que você não queira. Pode confiar em mim.
Aos que vierem depois de nós
I
Realmente, vivemos tempos sombrios!
A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade. Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.
Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
Esse que cruza tranqüilamente a rua
não poderá jamais ser encontrado
pelos amigos que precisam de ajuda?
É certo: ganho o meu pão ainda,
Mas acreditai-me: é pura casualidade.
Nada do que faço justifica
que eu possa comer até fartar-me.
Por enquanto as coisas me correm bem
(se a sorte me abandonar estou perdido).
E dizem-me: “Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!”
Mas como posso comer e beber,
se ao faminto arrebato o que como,
se o copo de água falta ao sedento?
E todavia continuo comendo e bebendo.
Também gostaria de ser um sábio.
Os livros antigos nos falam da sabedoria:
é quedar-se afastado das lutas do mundo
e, sem temores,
deixar correr o breve tempo. Mas
evitar a violência,
retribuir o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, antes esquecê-los
é o que chamam sabedoria.
E eu não posso fazê-lo. Realmente,
vivemos tempos sombrios.
II
Para as cidades vim em tempos de desordem,
quando reinava a fome.
Misturei-me aos homens em tempos turbulentos
e indignei-me com eles.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
Comi o meu pão em meio às batalhas.
Deitei-me para dormir entre os assassinos.
Do amor me ocupei descuidadamente
e não tive paciência com a Natureza.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
No meu tempo as ruas conduziam aos atoleiros.
A palavra traiu-me ante o verdugo.
Era muito pouco o que eu podia. Mas os governantes
Se sentiam, sem mim, mais seguros, — espero.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
As forças eram escassas. E a meta
achava-se muito distante.
Pude divisá-la claramente,
ainda quando parecia, para mim, inatingível.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
III
Vós, que surgireis da maré
em que perecemos,
lembrai-vos também,
quando falardes das nossas fraquezas,
lembrai-vos dos tempos sombrios
de que pudestes escapar.
Íamos, com efeito,
mudando mais freqüentemente de país
do que de sapatos,
através das lutas de classes,
desesperados,
quando havia só injustiça e nenhuma indignação.
E, contudo, sabemos
que também o ódio contra a baixeza
endurece a voz. Ah, os que quisemos
preparar terreno para a bondade
não pudemos ser bons.
Vós, porém, quando chegar o momento
em que o homem seja bom para o homem,
lembrai-vos de nós
com indulgência.
Que eu me torne em todos os momentos, agora e para sempre,
Um protetor para os sem proteção,
Um guia para aqueles que perderam o seu caminho,
Um navio para os que têm oceanos a cruzar,
Uma ponte para aqueles com rios para atravessar,
Um santuário para aqueles em perigo,
Uma lâmpada para aqueles sem luz,
Um lugar de refúgio para aqueles que não têm abrigo,
E um servo para todos que precisam.
Não me cobra um grande amor agora não,
Deixa eu me acostumar com seus abraços...
Tenho vindo de um amor mal resolvido
E o meu coração sofrido tá passando maus pedaços...
Gosto muito de você e você sabe,
Se não fosse assim não estaria aqui.
Eu te peço não insista, mas não quero que desista...
Vai chegar a hora eu vou me decidir...
Eu quero te amar...eu vou me entregar...vai chegar a hora.
Eu sinto que vou, te dar muito amor..mas não é agora
Eu quero te amar...eu sinto no ar que o amor acontece.
Espera com calma, eu busco na alma o amor que merece!
Hoje é um dia especial,
Não é festa, nem aniversário, nem casamento, nem dia de pagamento...
Mas é o dia em que podemos sentir a vida exalando seu perfume, passando em nosso corpo como o vento que corre. É o dia em que podemos olhar pela janela e ver o presente lindo que Deus nos deu!
Hoje é um dia especial...
oi meu amor passei so pra deixar...
um abraço...
desejar...
uma boa noite...
e diser que a vida é...
mas do que podemos ver...
mas do que podemos sentir...
mas do que podemos tocar...
mas do que os outros queiram que seja...
a vida é deus assima de tudo...
então independente do que aconteça...
diga pra si mesmo...
EU QUERO!
EU POSSO!
EU CONSIGO!
porque quando você dis isso pra si mesmo...
nada pode te atrapalhar em seus pranos...
pos deus estara sempre a seu favor...
então sonhe, mas sonhe bastante
pos so assim você podera alcansar uma meta e um objetivo
em sua vida!
porque te digo isto...
pos a meu ver essas são palavras que devem ser ditas a nos sempre que possivel...
então tenha uma boa noite e um otimo amanhecer..
espero que tenha gostado das palavras pos são verdadeiras...
bjssssssssssssss e abrçsssssssssssssssssss
A Perda de um Filho(a)
É da semente do amor que floresce a saudade...
É da colheita do fruto que surge algo que chamamos de laços.
E é quando a vida os desata que chamamos de perdas.
Perdas irreparáveis.
Perdas que não têm nome.
Dor que dói só de pensar.
Dor que um dia ouvi ser equiparada a um parto inverso.
Devolver o filho(a). Sem ao menos nos perguntar se damos essa permissão.
Lágrima que não sai. Choro que nos falta o ar.
Medo de viver.
Medo que o medo nunca saia de nosso coração.
Medo do medo.
Vontade louca de voltar segundos, ou talvez milésimos dele, para gritarmos para nosso filho(a): saia daí! , ou desvie o carro, ou não ande por essa rua.
Mas nada é possível.
O chão é roubado, o coração parece parar, e borboletas voam angustiadas pela nossa alma.
O sonho de que tudo seja mentira. Que a notícia recebida foi engano. Que o nome dito era homônimo.
A mentira se faz verdade.
O nome querido pensado com tanto carinho antes mesmo do nascimento, é trocado por alguém que já o chama de “corpo”.
Seu leito se torna forrado de flores, flores estas que sonhávamos para sua formatura ou casamento. E agora o acompanha para emoldurar seu semblante que parece estar em um sono profundo.
Olhos que não abrem mais. Mãos que não nos afagarão mais. Voz que não nos dirá que está com fome ou que quer aquele doce que só você sabia fazer.
O momento de dor intensifica. A cena nos tortura, ao invés de nos acalmar. Ele(a) ainda está aqui, mesmo que já não mais em vida.
Mas é hora do último adeus.
Devolver o filho(a) tão amado e esperado(a).
Devolver o que não quer ser devolvido. E uma multidão de abraços e consolos nos afaga, tentando nos distrair desse momento que não tem como reverter.
E uma procissão de familiares, amigos e curiosos, acompanham sua partida.
A cabeça meio que atormentada nos impulsiona a dar o último beijo, o último afago, e vem a frase: Vá com Deus, filho(a) amado!
O quarto do filho(a) se esvazia de tudo.
As coisas ficam; as roupas fora do armário, o computador ainda aberto, anotações e sonhos ainda por realizarem.
O armário insiste em deixar o cheiro do ser amado, tentando nos convencer de que ele saiu e logo volta.
As gavetas nos revelam tantos pertences, tantos bilhetes e tantas lembranças...
E a foto do porta retrato, que antes enfeitava o quarto, se transforma em altar sagrado da triste lembrança de que tudo realmente aconteceu.
Mas alguma coisa surge em nosso interior. Um vazio que nos invade. E a sensação de estarmos anestesiados começa a tomar ciência de nossa realidade.
E esse estado de torpor, tenha certeza, são lenitivos de Jesus, tentando acalmar os corações dilacerados, mas amparados.
Ele nunca desampara um filho, ainda mais nessa hora; hora essa que Jesus também fez passar sua Mãe, quando O retiraram da cruz e O colocaram em seus braços.
Ele sabe de tudo. Ele sabe o que aconteceu e o que irá acontecer.
Ah, se pudéssemos ver o trabalho de Deus nesse momento...
Se pudéssemos ver Deus tomando em Seu colo nosso filho(a), antes mesmo dele(a) sentir qualquer dor na hora de sua partida.
Se enxergássemos a legião de anjos guardiões o recebendo,
compreenderíamos que o momento da perda, já havia acontecido perante os olhos de Deus.
Por isso tenhamos fé.
Saibamos que o propósito de Deus por mais injusto que nos pareça, tem um motivo. E sempre embasado na lei do amor.
Ser forte não é não chorar; e chorar não é uma demonstração de pouca fé.
Somos humanos.
Quando Jesus dizia “Vinde a mim os aflitos que Eu vos aliviarei”, Ele já sabia que as dores da alma tem seu tempo de manifestar. E Deus nos respeita, dando-nos o momento do luto.
Há tempo para tudo na vida, até para chorar. Viva esse tempo. Mas com a certeza de que ele passará, e outro tempo chegará cheio de respeito, para acalmar o coração.
Fará com que a saudade não seja mais dolorida.
Fará que os momentos felizes continuem compartilhados nos almoços de domingo e nas festas de aniversário.
Deus trará novamente a vontade de viver. Vontade de viver em homenagem à seu filho(a).
Viaje por ele(a), faça graça por ele(a), retome a vida por ele(a)!
E essa alegria contagiará os seus corações, tornando-os eternamente em uma comunhão de amor e ternura.
Deus não machuca ninguém. Não desampara 99 ovelhas para socorrer uma. Ele com sua onipresença também estará com as outras ovelhas. Mas quero que hoje, você se sinta como Sua ovelha predileta. Sinta-se em Seu colo, recebendo Dele toda ternura e consolo de Pai.
Seu filho(a) já está de volta à Sua casa.
E a certeza de que ele foi apenas à frente, nos faz crer que ainda fazemos parte deste jogo da vida, até Deus achar que atingimos nosso objetivo.
Que Deus ampare todas as mães e pais que hoje choram ou irão chorar a ausência de um filho(a), dando a eles a certeza da vida eterna e do tão esperado reencontro.
Deus os abençoe.
Quem ama não compete com outras pessoas por um amor,
Pois quem entra numa competição entra pra ganhar um troféu,
E depois exibi-lo.
O amor verdadeiro não se exibe para outras pessoas,
Pois o amor verdadeiro é humilde.
Ele não se importa com status nem a aparência,
Ele se contenta com a simplicidade da alma.
Ele sente ciúmes, mas confia,
Porque amar é confiar.
Quem ama de verdade se alegra em ver seu amado feliz,
Mesmo que seja com outra pessoa!
Quem ama de verdade conhece nada mais alem do amor.
'. Uma Verdadezinha .
Eu não carrego gadanha nem foice.
Só uso um manto preto com capuz quando faz frio.
E não tenho aquela feições de caveira que vocês
parecem gostar de me atribuir à distância.
Quer saber a minha verdadeira aparência?
Eu ajudo. Procure um espelho enquanto eu continuo.'
Cada um de nós é o astro, o herói e o
protagonista de nossa própria história.
A melhor forma de viver é lançarmos
nossas próprias decisões
e seguirmos nossas próprias convicções.
Cada qual deve sentir-se livre para ser o que é.
Preocupar-se demasiadamente
com o que os outros pensam
jamais fará uma pessoa feliz.
Parábola da vaquinha no precipício
Um mestre passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer-lhe uma breve visita. Durante o percurso, ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também, com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores – um casal e três filhos – vestidos com roupas rasgadas e sujas. Então, aproximou-se do senhor e perguntou-lhe:
– Neste lugar, não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como a sua família sobrevive aqui?
O senhor respondeu:
– Nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite. Uma parte do produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por comida e a outra produzimos queijo e coalhada para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo. O sábio agradeceu, se despediu e foi embora.
No meio do caminho, voltou ao seu discípulo e ordenou-lhe:
– Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e jogue-a.
O jovem arregalou os olhos e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família; mas, como percebeu o silêncio do seu mestre, cumpriu a ordem: empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
Anos depois, ele resolveu largar tudo e voltar àquele lugar, pedir perdão e ajudar a família. Quando se aproximou, do local avistou um sítio bonito, com árvores floridas, carro na garagem e crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a família tivera de vender o sítio para sobreviver. Chegando lá, foi recebido por um caseiro simpático, a quem perguntou sobre as pessoas que ali moravam.
Ele respondeu:
– Continuam aqui.
Espantado, entrou correndo casa adentro e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):
– Como o senhor melhorou o lugar e agora está bem?
O senhor, entusiasmado, respondeu: – Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos de fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos e, assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.
Muitas vezes temos que nos desvencilhar do que estamos habituados para podermos conhecer nossas verdadeiras habilidades. Cada dia, é uma oportunidade de refletirmos sobre a “nossa” vaquinha e empurrá-la morro abaixo...
MORAL DA HISTÓRIA
A história da vaquinha no precipício nos ensina que as dificuldades e os desafios podem ser oportunidades para o crescimento. Quando enfrentamos obstáculos, somos forçados a pensar criativamente e a descobrir novas habilidades que podem nos ajudar a superar as dificuldades.
Além disso, a história também nos lembra que devemos ter cuidado com as decisões que tomamos, pois elas podem ter consequências imprevisíveis e duradouras.
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