Carta a um Amigo Detento
Cada um ofereça o que tem na alma,
que viva a bondade ou a maldade que regar no coração.
Cada um que se ocupe no que no que gera propósito,
que se encontre no próprio caminho ou que se perca na alucinação alheia, sem viver a própria felicidade na existência terrena....
Cada um que cuide de si!
Garoto.
ele dizia ter medo,
como se amar fosse um crime
e o sentimento, uma sentença.
então eu disse que seria a última vez que nossos olhos se encontravam.
e nesse momento minhas mãos tremiam,
meus olhos ardiam,
como se o adeus queimasse por dentro.
ele tentou me prender num beijo de despedida,
mas meu “não” foi o grito mais forte
que o meu coração já deu.
Logo entendi que não foi falta de sentimento… foi excesso de lucidez.
O que que é o tempo?
O tempo é um presente de Deus para quem tem um olhar amplo e resignante, compreensivo ao momento, e é exatamente ali que Deus faz tudo se modificar, se transformar, abrindo todas as janelas da alma para que você possa ver e sentir, escolher e decidir.
O que que é o tempo?
É o que ele faz e traz e muitas vezes somente nós entendemos.
Amém 🙌
Às vezes parece que o mundo inteiro virou um palco.
As pessoas sorriem para a câmera, mesmo quando o coração está em silêncio.
Postam felicidade, mas vivem exaustas por dentro.
E quem tenta ser real, acaba se sentindo deslocado — como se sinceridade fosse defeito.
Vivemos numa época em que a imagem vale mais que a essência.
Onde o “parecer” muitas vezes substitui o “ser”.
E o mais curioso é que, mesmo sabendo disso, continuamos nos comparando, querendo acompanhar um padrão de vida que nem existe.
A felicidade perfeita que o feed mostra é, na maioria das vezes, só uma vitrine bonita escondendo o desarranjo da alma.
O problema é que essa pressão silenciosa vai se infiltrando nas áreas mais sagradas da vida.
Até mesmo na fé.
Tem gente tentando ser “crente de vitrine”, como se espiritualidade se medisse por versículos postados ou frases bonitas compartilhadas.
Mas Deus não se impressiona com filtros.
Ele olha o que ninguém vê: o coração.
Em 1 Samuel 16:7 diz:
“Pois o homem vê o que aparece aos olhos, mas Deus vê o que está no coração.”
Quando Samuel foi ungir o novo rei de Israel, ele olhou os filhos de Jessé e pensou que o mais forte e bonito seria o escolhido.
Mas Deus o corrigiu.
Deus não escolhe por aparência, escolhe por verdade interior.
O rei que Ele queria era Davi — um rapaz comum, pastor de ovelhas, mas com o coração sincero.
Isso mostra algo simples e ao mesmo tempo revolucionário:
Deus valoriza o que o mundo ignora.
Enquanto muitos se esforçam para impressionar, Ele procura quem é genuíno, mesmo que imperfeito.
Um exemplo pouco lembrado é Natanael, também chamado Bartolomeu.
Quando Jesus o viu se aproximando, disse algo raro:
“Veja! De fato um israelita em quem não há engano.” (João 1:47)
Em quem não há engano.
Que elogio.
Jesus não destacou a aparência dele, nem o quanto ele sabia de religião.
Destacou sua transparência.
Natanael era o tipo de pessoa que não fingia.
Ele talvez não fosse o mais carismático, mas era verdadeiro — e é isso que Jesus nota primeiro.
Ser autêntico hoje é quase um ato de resistência.
É ter coragem de ser o que é, sem disfarce.
De admitir: “Hoje não estou bem”, “Preciso de ajuda”, “Não tenho todas as respostas”.
É entender que a vulnerabilidade não te enfraquece — te humaniza.
E só quem se permite ser humano pode experimentar de verdade o cuidado de Deus.
Enquanto o mundo quer performance, Deus quer verdade.
Enquanto o mundo quer brilho, Deus se agrada do sincero.
E, ironicamente, é essa verdade que atrai as pessoas de forma mais profunda.
Porque todos, no fundo, estão cansados de aparência.
Pense nisso: ninguém se aproxima de você por ser perfeito.
As pessoas se aproximam quando percebem que você é real.
E é exatamente isso que torna sua fé convincente — não o discurso, mas a coerência entre o que você vive e o que você crê.
Talvez você tenha postado uma foto sorrindo, mas com lágrimas antes do clique.
Talvez ninguém saiba o peso que você carrega, porque aprendeu a disfarçar bem.
Mas Deus sabe.
Ele te vê sem lente, sem filtro, sem cenário.
E Ele gosta de você assim.
Sem performance.
A autenticidade é uma das formas mais puras de fé.
Porque ser autêntico é confiar que Deus te aceita como é, e não como o mundo espera que você seja.
É não precisar se esconder atrás de aparências para ser amado.
É viver com o coração limpo, sabendo que o olhar que realmente importa já te aprovou antes mesmo de você postar qualquer coisa.
A verdade é que a vida real é imperfeita — e é justamente isso que a torna bela.
As falhas, as pausas, os dias sem cor.
Porque é nesse terreno de imperfeição que a graça floresce.
E quanto mais você aceita ser quem é, mais liberdade sente para crescer, sem precisar fingir.
Ser autêntico não é ser rebelde.
É ser honesto.
É não deixar que o aplauso dos outros dite sua fé.
É continuar sendo você, mesmo quando o mundo inteiro tenta te moldar.
Então, antes de tentar impressionar alguém, lembre-se: o olhar que realmente te enxerga é o de Deus.
E Ele não quer um personagem — quer um coração sincero.
Gilson Castilho Reflexões
©Todos os Direitos Reservados
A liberdade é um espelho que reflete a alma. Quando você dá a alguém a chance de escolher, você descobre quem realmente é essa pessoa. Não proíba, não prenda, não tema. Deixe que as escolhas revelem o que está no coração. Na liberdade, a lealdade se mostra verdadeira, e a falta dela também. É melhor saber quem você tem ao seu lado quando não há obrigação, quando não há medo de perder, quando não há nada a ganhar.
A verdadeira lealdade não precisa de correntes, não precisa de controle. Ela floresce na liberdade, cresce na confiança e se fortalece na sinceridade. Então, não tenha medo de soltar, de deixar ir, de dar espaço. Pois é na liberdade que você encontrará os que são verdadeiramente leais, e é nela que você descobrirá a sua própria força.
Método CARA – Transformação pessoal
O Método CARA é um processo criado para ajudar qualquer pessoa a retomar o controle da própria vida, organizar pensamentos, sentimentos e atitudes, e transformar pequenos hábitos em grandes mudanças.
O passo a passo do método, conhecido como AORUA, funciona assim:
Autorregulação – Reconhecer suas emoções e padrões repetitivos.
Organização – Registrar suas ações e microvitórias diariamente.
Reprogramação – Substituir pensamentos e hábitos negativos por atitudes positivas.
União – Integrar corpo, mente e emoção em pequenas ações diárias.
Ação – Colocar em prática movimentos físicos, mentais e emocionais todos os dias para reforçar a transformação.
Cada etapa é simples, mas poderosa, e pode ser aplicada por qualquer pessoa, em qualquer lugar, sem necessidade de equipamentos ou custos.
Eu, E.C., sou o criador do Método CARA e desenvolvi este processo para que todos possam encontrar força, equilíbrio e autoconfiança no dia a dia.
“Monólogo do Inescolhido”
Há um cansaço que não se explica.
Não é físico, nem moral, é um cansaço que nasce no meio do peito. Um peso que o tempo não alivia.
Eu o carrego como quem carrega um corpo morto dentro de si e finjo que ainda é um coração.
Estou cansado.
Cansado de existir para os outros apenas nas horas em que falta alguém.
Cansado de ser o consolo fácil, o “você é incrível” dito com pena, o número esquecido em agendas que só tocam em dias de vazio.
Cansado de ser o quase.
De estar sempre à beira de ser amado, mas nunca atravessar a fronteira do afeto.
De oferecer abrigo a quem só veio se esconder da chuva e depois me deixar encharcado na porta da própria casa.
Eu sei o nome da solidão.
Ela me chama todas as noites, me fala baixinho e lembra que ninguém vem.
E eu obedeço, acendo a luz fraca, arrumo a cama e deixo espaço ao lado.
Ela deita comigo, fria e paciente, logo sussurra: “é só você e eu, outra vez.”
E eu rio... Um riso rouco, cansado, meio incrédulo, porque sei que ela tem razão.
O mundo gira em volta de amores, de laços, de mãos dadas… E eu sigo solto, orbitando fora de todos os abraços.
Há dias em que penso que não fui feito para o amor.
Talvez tenha sido moldado para ser abrigo de ausências, refúgio de despedidas.
Talvez exista só para que outros entendam o que é não ficar.
Mas o que mais me destrói é essa esperança que não morre.
Essa centelha absurda que insiste em acreditar que um dia alguém vai me olhar e ficar.
Um olhar que não desvie, uma presença que não se dissolva.
Até lá, sigo cansado.
Tragicamente, vivo esperando o impossível com a teimosia dos que já perderam tudo, mas ainda pedem mais uma chance.
Todo relacionamento é de certa forma uma relação de troca;
Onde cada um entra oferecendo oque tem de melhor!
Mas inevitavelmente oque não é tão bom, acaba indo junto!
A maturidade emocional te dará condições para analisar o conjunto da obra, pesando os prós e contras.
Para a prosperidade do relacionamento ambos trabalham juntos com oque tem de melhor e se ajudam mutuamente em tudo que não seja tão bom.
Há dias em que eu penso que viver é um ofício delicado.
Não um trabalho de esforço, mas de escuta.
A vida não se revela no barulho das conquistas, mas nas frestas pequenas do tempo —
num olhar demorado, no cheiro do café, num pôr do sol que insiste em ser bonito,
mesmo depois que tudo parece cansado demais.
A existência é uma travessia.
Nascemos com o coração limpo, e ao longo do caminho vamos colecionando memórias,
feridas, amores, ausências e fé.
É assim que a alma aprende a ter forma —
como um vaso moldado por tudo o que nos toca e, ao mesmo tempo, nos parte.
Há quem diga que o tempo cura.
Eu acho que ele apenas ensina.
Ensina que crescer é se despedir com mais ternura,
que envelhecer é aprender a deixar os dias passarem sem tanto medo de perdê-los,
porque o que realmente fica não é o que vivemos,
mas o modo como fomos tocados pelas coisas simples.
A efemeridade é uma professora exigente.
Ela sussurra, com voz mansa e firme: “Nada é para sempre, e é justamente por isso que vale.”
E então percebemos que o amor, a dor e a saudade são da mesma família —
todos nascem daquilo que um dia foi vivo e, por isso mesmo, nos deixou marcas.
Viver, no fundo, é aceitar ser passagem.
É entender que o corpo se cansa, mas a alma não.
A alma é o que sobra quando o tempo se recolhe —
é o que permanece quando tudo o que é visível já partiu.
Talvez o sentido da vida não esteja em buscá-lo,
mas em permitir que a vida nos encontre
nos instantes em que deixamos de correr atrás dela.
Saudade
Quando vc se foi, levou com vc um pedaço de mim.
Essa dor que carrego nunca terá fim.
Ainda lembro de vc sorrindo pra mim, só Deus sabe o q essas lembranças significam pra mim.
Tem dias que as lembranças vêm me visitar e aquela dor no peito insiste em ficar.
Sei que olha por mim aí de cima, mas não posso negar que todos os dias quando acordo só espero pelo dia que enfim poderei te reencontrar.
Se amar fosse um erro, eu estaria a errar, pois quando te encontrei era impossível não se apaixonar
Teve um tempo que achava que o amor não era pra mim, sempre vivia na solidão, achando que sempre seria assim
Mas aí, sem previsão, vc chegou e no meio dos meus monstros vc me encontrou
E naquele exato dia o seu amor
Me salvou
O HOMEM NÃO PODE FUGIR DOS FENÔMENOS DO SEU ORGANISMO!
Assim como,
Um Peixe no oceano não pode fugir da agitação da água causada pelo vento, mas deve abrigar-se em atenção até o fim da agitação!
Também,
Um Homem não pode fugir dos Fenômenos que estão a ocorrer no seu Organismo, mas deve abrigar-se em contemplação dos Fenômenos até desaparecerem!
Os Fenômenos que ocorrem no Organismo Humano são as Sensações, os Pensamentos, as Emoções, os Sentimentos e as Intuições!
O consumo de droga é uma das principais formas adoptadas pelo Homem para fugir das suas Emoções e Sentimentos que categoriza como negativas!
O dia da terapia
Hoje eu vivi mais um dos meus dias, apenas deixei as horas passar, mas, também foi dia de terapia.
Pela primeira vez eu tremi durante aquela uma hora, eu cheguei a ter momentos de choro, quanto mais eu falava era pior. Os olhos da minha psicóloga concentrados em mim eram desafiadores. Eu senti medo, angústia, dor, questionamentos, parecia estar numa redoma, preso em mim.
Sai da terapia e ainda tremendo voltei pra casa, aqui estou agora, sem quase nada, sem fazer nada, apenas pensativo no quão inútil me tornei, por não achar solução para tudo que me apavora, para o caos que me aprisiona.
Vem a noite e tomarei meus medicamentos, os quais vão me “apagar” por algumas horas enquanto espero pelo novo dia, não sei o que tem lá, talvez eu nem queira estar lá.
P.S Lembrando agora, hoje não “comi nada,” uma laranja e alguns copos d’água.
Difícil conviver com esses demônios, monstros que as pessoas criaram e eu deixei que colocassem na minha vida.
Um domingo de calmaria, cuidei das minhas plantas, limpei a piscina e enchi meu ser de música, música boa.
Uma delas “A voz” por Vander Lee, um mestre da música popular brasileira, um poeta que nos deixou em 1996, mas, que nos presenteou com um legado eterno.
(…) Saiam luas, desçam rios
Virem páginas dos pensamentos
Lanço estrelas do meu canto
Sobre as camas dos apartamentos
Virem mares todos os sertões
Que choram pedras aqui
Dentro
Pra esse fogo que queima tão lento
Vento, vento, vento
Aos cantores nos televisores
Flores, flores, flores
Para o povo la em bocaiúva
Chuva, chuva, chuva, chuva,chuva
Bate tambor de crioula
Sangra o dedo no tambor
Que as crianças ainda cantam
Numa orquestra de cavacos
E os velhos ainda choram seus bordões
Que palavras sejam gestos
Gestos sejam pensamentos
Da voz que move nossos corações.
Uma relação a dois é como um duelo silencioso
cada gesto pode ser carinho ou estratégia,
cada silêncio pode ser paz ou punição.
Enquanto o solteiro compete com a solidão,
o casal compete entre si
por atenção, por razão, por quem cede primeiro.
O solteiro dorme com a liberdade e acorda com o eco.
O casal dorme com companhia e acorda com cobrança.
Ambos têm seus fantasmas e na boa
Eles os cria para não se sentir vazio,
o outro os alimenta para não se sentir vencido.
Mas tem momentos em que tudo se encaixa,
quando o bom senso vira ponte,
e o dinheiro não é munição, mas ferramenta.
Quando dividir não é perder,
e somar não é se anular.
Estou observando tudo isso com olhos que não choram mas lamenta e entristece
apenas cálculo.
O custo emocional de amar
é maior que o de estar só .
mas que o lucro, quando há parceria,
é incalculável.
No fim, talvez o trágico não seja amar,
mas esperar que o outro ame do mesmo jeito,
com a mesma lógica,
com a mesma dor.
EVANS ARAÚJO
Marieci
1
Ali tão pertinho, onde não podemos ver, há um segundo de distancia, está ele, o futuro.
O futuro que você tanto esperou e sonhou, o futuro onde só voce sabe como se imaginava, acredite você está vivendo o futuro sonhado por você um dia, agora.
Neste exato momento.
Aproveite!
Seja Feliz!
Utopia ou Distopia?
Em meus devaneios abstratos, sondei um mundo diferente:
Onde borboletas e pássaros nadavam no oceano acima das montanhas,
e os peixes voavam nas nuvens sob nossos pés.
Onde o Sol coruscava, frígido,
e o lume tórrido da Lua evaporava o mel das abelhas.
Onde a dor era conforto,
e o choro ditava alegria.
Onde os ricos eram paupérrimos,
e o dinheiro somava à miséria.
Onde a fome era lenda,
e a fartura brindava com equidade.
Onde a corrupção era mito,
e a honestidade se via em cada esquina.
Onde a cor não definia padrões,
e o preconceito rastejava na lama.
Onde a guerra era ficção,
e a paz adejava como poesia.
Onde a morte, desempregada,
implorava por esmola à porta da vida.
O que é saudade?
Um completo vazio imenso,
Justamente por pura solidão.
A saudade existe e é dolorosa, talvez em uma poesia não dê para expressar, que sentimento é a saudade.
Saudades é um sentimento.
Saudades não é uma definição só.
Existem milhares de saudades.
A minha é uma saudade por alguém que já se foi e não volta mais.
Ela é cruel mas existe.
Saudade é saudade e nada mais.
o que é real?
o que você acha que real?
dentro deste mundo o que é real?
tudo um político diz é real?
suas animações são reais?
tudo que se permite viver e real?
porquê a realidade te assusta?
compreenda verdade que te cerca!
o mundo real esta mais perto que acha..
achismo é um caminho sem volta.
entenda sua realidade, e assim nao perturtube a derradeira realidade....
acorde, acorde, seu mundo nao é real....
Poesia
um balé de palavras
para dar voz a alma.
Dançar por cima de letras
entre a compreensão
de si mesma
e a vontade de desabafar.
Coreografia de línguas
para acasalar
numa dança de hiatos e rimas
tentando rimar emoções.
tipo isso
passando a língua em você
e nem percebe,usando verbos
numa linguagem que só eu entendo.
É tudo mais intenso,
os sentimentos mais exacerbados.
A carência mais presente e violenta.
Numa poesia que movimenta emoções
num latejo que se alastra nesta avalanche,do que vive a me consumir.
Até expulsar o coração numa gramática.
Mil sentimentos em folhas de amor.
que deixo ir…
andréa
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