Carlos Drummond Sofre por Viver
“Superar não é apagar o que viveu, é agradecer o que aprendeu e escolher seguir leve.
Porque quando Deus tira algo, é pra colocar algo melhor no lugar”.
”Um coração ferido também floresce.
Demora, mas um dia a dor vira força — e o amor próprio floresce onde antes era falta”.
"O amor verdadeiro não machuca.
Ele acolhe, respeita e ensina a cuidar.
Onde há amor, não há feridas."
Quem ama não fere!
A política na realidade é um clichê e mesmo assim consegue manter o status quo e a uma casta de privilégios.
A natureza humana tem no seu bojo aplicativos da ingratidão, ostentação, alguns acreditam que são, mas na realidade estão.
As verdadeiras amizades não utilizam pessoas como se fossem capachos e isso é extensivo aos membros familiares.
A mais importante tarefa da liderança se constitui em mobilizar pessoas para inventar um novo futuro.
Líderes transformadores constroem novas visões que servem como fios condutores para que o futuro não seja uma simples repetição do passado.
Nessa dinâmica se assentam todas as grandes transformações vivenciadas pelas sociedades.
Não existem práticas coerentes que não estejam validadas por bases conceituais sólidas
A prática não prescinde a teoria. Os práticos por intuição aprendem da mesma forma que os teóricos. A diferença esta em que quando se une teoria a prática se erra menos e de forma mais rápida se corrigem rumos. Esse é o papel do conhecimento.
Devemos buscar crescimento para as cidades e desenvolvimento para as pessoas.
A noção de progresso deve estar atrelada aos preceitos da partilha dos benefícios gerados e não pela concentração excludente.
Num tempo em que as narrativas pretendem reescrever ou substituir os fatos, emergiram os novos sofistas.
Nesse caso não se trata apenas de um duelo entre verdades e certezas, mas sim da tentativa de alguns grupos de produzirem certezas que substituam as verdades.
Em qualquer organização, especialmente as de natureza pública, pessoas e processos são a chave para a gestão eficiente de resultados.
E fortalecer e aprimorar competências e habilidades das lideranças torna-se imperioso para a consecução desses objetivos.
Não existe prática consistente que não esteja ancorada em um forte aparato conceitual.
Governar o governo implica em planejar e executar o gerenciamento que o direciona para sua razão finalística, de ser governo servidor, diante da supremacia do interesse público.
Nesse sentido metodologias, processos, técnicas e habilidades compõe a arquitetura da governação, em que as respostas a sociedade, serão consequência da capacidade instalada de gestão.
