Poemas de capoeira que conectam tradição e cultura
Eu nasci pra capoeira !
Eu nasci pra capoeira,
Ela para mim nasceu,
Quem não ama a capoeira,
Despreza o que é seu.
Quem não ama a capoeira,
Não sabe o que está perdendo,
Pois quem treina capoeira, cada dia
vai crescendo.
Capoeira não é uma luta, é uma ginga genial, quem treina capoeira, por certo não leva pau.
Capoeira é dança antiga, criada pelos
nossos ancestrais, quem entra pra capoeira, dela não quer sair jamais.
Sou da Tribo de Judá.
Eu nasci pra capoeira, ela para mim nasceu.
Mas, a minha gratidão, vai para o mestre Tadeu.
No congresso de varões, foi que ele apresentou o grupo de capoeira e então mim conquistou.
Sou da Tribo de Judá, mim alegro em dizer, tenho Cristo no meu coração e capoeira é meu prazer.
Eu nasci pra capoeira, ela para mim nasceu, quem não ama a capoeira, pois despreza o que é seu.
Quem não ama a capoeira, não sabe o que está perdendo, pois quem treina capoeira; cada dia vai crescendo.
Capoeira não é luta, é uma ginga diferente, é dois passaos para trás e dois passaos para frente.
Capoeira é uma dança antiga, criada pelos nossos ancestrais, pois quem treina capoeira, dela não esqueçe mais.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
Sou Capoeira sou,
Sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir, para brincar,
Sou Capoeira; da Tribo de Judá.
Seja bem vindo irmão de coração,
Por gentileza, aperte a minha,
Vamos saudar o mestre do berimbau,
Vamos fazer uma rodada genial.
Aqui estou irmão para brincar, Sou capoeira da Tribo de Judá.
Eu nasci pra capoeira.
Eu nasci pra capoeira,
Ela para mim nasceu,
Mas a minha gratidão,
Vai para o mestre Tadeu.
No congresso de varões,
Foi que ele apresentou
o Grupo de capoeira,
que então mim conquistou.
Eu nasci pra capoeira,
Ela para mim nasceu,
Quem não ama a capoeira,
Não valoriza o que é seu.
Sou da Tribo de Judá,
Me alegro em dizer:
Tenho Cristo no coração,
E a capoeira é o meu lazer.
Quem não ama a capoeira,
Não sabe o que está perdendo,
Pois quem treina capoeira,
Cada vez mais vai aprendendo.
Capoeira não é luta,
É uma ginga genial,
Quem treina capoeira,
Entra em qualquer lugar,
De cabeça erguida e sem medo de apanhar, porque sempre estar.
Sou Capoeira sou.
É , É, É, É.
Sou Capoeira sou, Sou Capoeira, sou Capoeira, da Tribo de Judá.
Do Alvoredo eu vir para brincar, Sou Capoeira da Tribo de Judá.
Sou Capoeira sou, sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir para brincar, Sou Capoeira da Tribo de Judá.
Seja bem-vindo irmão de coração,Por gentileza aperte a minha mão. Vamos saudar o mestre do berimbau.
Vamos fazer uma rodada genial.
Aqui não tem disputa e nem valentão, só temos Cristo em nosso coração.
Sou Capoeira sou, Sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir para brincar.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
Sou Capoeira sou, Sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir para brincar, Sou Capoeira da Tribo de Judá.
A capoeira é libertária na proporção em que não possui um engessamento em sua configuração, sendo seu foco a construção coletiva da liberdade.
Eu sinto o toque da Capoeira no meu coração, onde a raiz é profunda, ela está no meu DNA, isso é transportado na Ginga, sendo que se nasce e se reconhece.
Uma vez percebendo, nunca mais se quebra este vínculo.
A ginga balança o corpo,
E a capoeira nos move nesse balanço.
Por onde o equilíbrio se encontra com o desequilíbrio.
E ao som do berimbau encontro consolo.
Eu brinco e cresço na brincadeira que é para quando eu crescer eu dizer que eu estava na capoeira .
Fernando Antonio Almeida Ferreira
(Mestre Esporinha) 05/03/2026
"Capoeira é um Substantivo Feminino, onde homem e mulher praticam, logo jogam. E por isto, um iê nunca é sozinho, a família já fora formada. E mais: é delicada como uma mulher e rude como um homem, porém no momento, que assim precisar ser."
Declare seu amor a Capoeira!
Participem das rodas, mas não seja mais um(a) vaidoso(a)! Afinal ter humildade é preciso, tanto quanto respirar. E praticando assim: é emanar filosofia, trovas e paz...
Pratique Capoeira para modelar a alma e a mente, porém não com o fito de modelar apenas o corpo, pois este objetivo último: é uma consequência visível e a menos importante...
Depois de 38 anos de capoeira descobri que, no final das contas temos é que treinar pra se defender e estudar pra vencer, pra fazer um jogo duro só com os fortes pois esses se tornam amigos e os fracos se tornam inimigos.
Seja na Capoeira, no Candomblé,
ou até mesmo na Umbanda,
o meu coração atende
ao toque do Barra Vento,
como fiel e protegida.
Este é o meu sentimento:
bater forte, como cada tambor
dos terreiro desta amada Pátria.
Na primeira linha de Xangô,
assumo-me herdeira
do poetinha do Brasil,
semeando esperança
para ser, sempre, vencedora
em qualquer demanda.
Depois de toda tempestade,
a bonança se anuncia,
e o meu Oxalá sempre será o maior;
só Ele é digno da confiança,
de toda glória e do mais alto louvor.
Para nós, afro-brasileiros, viver é um “jogo de capoeira”, quer nós queiramos ou não. São rasteiras, são rabos de arraia, são martelos, mas nós nos esquivamos, nos levantamos e com astúcia vamos vivendo.
