Caos
No sol e na chuva, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na luz e na sombra, na lama e no caos, alegria!
"Amor Singular
Difícil entender, o que é amor
Quando se vive ódio e ranço
Só o amor vai nos salvar!
De todo o mal
Que o mundo nos causa.
A falta de amor
Matou o inocente
Carente sentido dor
De todo o mal
Que o mundo nos causa
A ignorância do mundo
Cegou a nossa visão
Não enxerga o mal?
Que a escassez do amor
Causa dor fatal.
Que de ódio e ranço
Não te alimente
Procure o amor
Só Ele te liberta!
Do vazio, da visão
Do caminho para o paraíso
De rosas sem espinhos
Jesus Cristo,nosso salvador!
De todo a dor
Que o mundo nos causa."
Somos parte de uma experiência de amor, no qual os maiores desafios são amar a sí mesmo, de modo que não se esqueça de seu próximo, que assim como você também está enfrentando seus monstros neste axato momento. Precisamos aprender isso. Porque não é só você que viverá dentro do caos que cria mas sim todos, e pior, como uma reação em cadeia você também será parte do caos que outros criarem.
..."É inegável que vivemos nos dias de hoje uma esquizofrenia social e que ela só não é vista por quem ou aqueles que não querem ver ou se recusam a ver!" ... Ricardo Fischer.
..."Se considerarmos que a Liberdade é uma fronteira ilimitada, quando lá chegarmos daremos de cara com o caos." ... Ricardo Fischer.
Travessia
Hoje acordei com a estranha sensação de leveza.
Da vida vi toda a beleza.
Do futuro tive certeza.
“Mereço zelo, carinho, cuidado.’
Sei que no meu seguir nada vai dar errado.
Há flores.
Há cores.
Livre pra todos os sabores.
Eu achava que era preciso ter o caos.
Achava...
Não, não nasci assim...
A desordem não é pra mim.
Talvez, quem sabe, pode ser...
Com isso viver deixo pra ti.
Abri a porta.
Abri a mente.
Sem nada em mãos, nem em mente.
Parti.
E não vou olhar pra trás
Imaginemos, como seria o mundo se cada pessoa colocasse pra fora tudo o que sabe, sente e pensa. Isso poderia nos levar ao caos da vida em sociedade. Mas seria de uma libertação inimaginável pra maioria delas.
Caracas! Se Pirapora-MG fosse um país, se chamaria "VeneZoeira". Mas do jeito que as coisas estão, logo logo o Haiti será aqui!
Pirapora, a cidade que "já foi" e "já teve" virou uma terra fértil em "laranjas", servidores fantasmas, "aspones" e até "malas pretas". É muita gente se vendendo a preço de banana, cargos públicos, bolsas famílias e seguro pescador. Outros, enchem os bolsos, fazem caixa e pé-de-meia com as máfias do combustível, das diárias, do transporte e da merenda escolar...
Independente do que você busca aqui, lembre-se: este é um mundo caído, de ilusões, e somente em JESUS existe um caminho para escapar do caos que se levantará contra todos..."
De repente era o fim.
Eu transbordando não conseguia segurar tudo e deixei vários sentimentos escaparem, uns criaram novos caminhos outros destruíram os antigos. Decidi mudar.
Na minha mala estava tudo que eu acreditava, mas não tinha espaço para nada novo.
Resolvi soltar crenças antigas e traçar caminhos novos, talvez eu me arrependa. Porém eu sinto que é o certo, e vou lutar por isso.
O caos faz parte do equilíbrio.
De repente é só o começo.
O tráfico de drogas é um governo paralelo que existe e está presente na maioria dos países do mundo e não um refúgio para os excluídos, como politicamente ele é tratado. Ricardo Fischer.
A menina que passa a infância sem saber o que o pai sente sobre como ela é, sobre o que ela é capaz de fazer e, principalmente, o que ele espera pra ela no futuro, cresce em caos.
Se não desacelerarmos as nossas vidas agora, buscando viver a essência do Ser e não a superficialidade da vida. Com certeza estaremos caminhando para o caos.
Eu não mudei com o seu amor, apenas descobri quem eu sempre fui, só estava perdida em meio a tanto caos, infelicidade e falta de amor!
Cortinas fechadas
Olha só você ai de novo, pensando na vida não é!? Viajando nos seus devaneios, pois o show do dia terminou as luzes se apagaram a cortina se fechou e a plateia foi embora, e agora ficou só você consigo mesmo, sensação estranha, sabe do que estou falando, aquele vazio, aquele sentimento de insignificância, de prepotência, de se sentir talvez incapaz, o medo toma conta, medo de não conseguir, medo de não dar certo, medo de tentar e falhar... Eii, para!! Pare agora mesmo!! Que historia é essa? Não vamos da corda para esses pensamentos, terra chamando você, volte aqui, finque os pés no chão, que pensamentos malucos são esses!?
Saiba e diga para você mesmo(a), que você é capaz! Você pode! Você é muito mais do que tudo isso que porventura te jogue para baixo! As cortinas se fecharam? Tudo bem, é necessário que elas se fechem para que ocorram os ensaios, e é nos bastidores da vida que acontece o melhor é no percurso da vida que as coisas acontecem, nunca foi sobre ter chegado lá, mas sempre será sobre o caminho percorrido, quando chegar o grande momento da apresentação, as cortinas se abrirão novamente e você precisará estar preparado... você pode até não acrediar nisso agora, mas você pode ser muito mais do que um dia imaginou. Simplesmente acredite e principalmente agradeça. Pois quando mais uma vez a cortina se fechar, você saberá que deu o seu melhor neste show e sempre poderá se aperfeiçoar nos bastidores. Confie em você! Você é o protagonista da sua história.
Há de existir, no bater das asas de uma borboleta, qualquer coisa que de tão belo não se explica, qualquer coisa de fragilidade e leveza, qualquer coisa de imprevisível e incompreensível.
Um bater de asas do outro lado do mundo pode mudar os caminhos que definem a sua vida em um sentido ou outro.
Viver é flertar com o caos, é dançar com as possibilidades, é se jogar de cabeça e sentir tudo intensamente, ou se conter e nunca saber como seria, é como querer e se esquivar ao mesmo tempo. Cada decisão que tomamos compreende um universo novo, habitado pelas consequências dos nossos atos, e pelo mal-estar, que ninguém quer, mas é necessário e estruturante.
A inexorável beleza do tempo entre as coisas e a fugacidade da vida é como um bater de asas, talvez esse seja o motivo de existir tanta beleza nas asas de uma borboleta.
Acredite, ela preferia ser diferente. Preferia ainda ser capaz de sorrir por qualquer coisa, sorrir de verdade. Não aquele sorriso que ela ensaia todos os dias em frente ao espelho para poder fingir que esta tudo bem e preferia sair pulando em poças na chuva ao invés de sucumbir na tempestade dentro dela.
Acredite, ela ainda ama ver o sol nascer e dormir ouvindo as gotas de agua tilintarem no vidro da janela, ela ainda ama dar as mãos e girar no meio da rua, mesmo que isso pareça ridículo,ela ainda ama abraços apertados, sair andando de madrugada sem ter um rumo, só para olhar o céu estrelado. Ela ainda torce para chover enquanto você estão a pé e longe e casa só para poder correr com você na chuva, ela ainda ama cantar mesmo que desafinado e que sujem o nariz dela com a massa do bolo.
Acredite, ela se divertiria bem mais se a massa acabasse espalhada em vocês dois e por toda a casa do que dentro do forno.
Acredite, ela ainda ta ali em algum lugar, mas ela esta se afogando de forma lenta e não consegue voltar a superfície. Ela estica as mãos diariamente na esperança de que alguém veja e a salve… Porem é caos demais para saber lidar, se nem ela consegue imagina outra pessoa.
Acredite, ela entende, mas isso não tira a dor que ela sente por estar morrendo.
Bíblia me ensinou; "Cada coisa tem seu tempo." Paro hoje - em verdade parei ontem - o ciclo de pequenas lições de civismo para cego-surdo-mudos. Paro porque há uma hora de parar. Espero em Deus não ter que recomeçar. Foi bom sentir que alguns puderam ver, outros ouvir, uns raros se indignar. Quando surgem vozes mais competentes e aparelhadas do que a minha, cedo a vez. E posso dar ao meu leitor (na presunção de tê-Ios) descanso do enfado a que o submeti por tema, atualmente, quase irrelevante; a prepotência a serviço do crime. Paro com a melancolia de perder a admiração que tinha por dois ou três amigos. Paro com a satisfação de que, por mais erros que cometa, por mais contaminada que esteja pela metástase do país - nenhum de nós escapa - ainda é na imprensa, e quase só na imprensa, que o cidadão encontra um espaço de choque contra a insensibilidade patológica do nosso poder político-econômico.
Admitir o amor não é renegar a agonia de viver, é sim atestar que temos um remédio homeopático para todo esse caos!
