Cantigas de Amor
Para os que desistem...
Acredita-se que o amor não é estático, que ele está em constante movimento, bem como, pode crescer ou decrescer, dependendo apenas de como as pessoas se dedicam a ele.
Quanto você está disposto a se dedicar?
Existem aqueles que vivem ansiosos por encontrar o amor, querem alguém com quem dividir a vida e construir uma história, mas construir um amor é difícil.
No barco dos relacionamentos algumas pessoas têm tanto medo das tempestades, que desistem de navegar por medo de um hipotético naufrágio, outras, um pouco mais corajosas, até começam a navegar, mas se começam os ventos, abandonam o barco por medo das altas ondas. Estas pessoas não percebem, ou não entendem, como funciona o amor, mas na verdade, não estão dispostas a se dedicar e tentar.
Um dos baldrames dos relacionamentos são os riscos que se correm em alto mar, não fosse assim, não haveria graça. São as dificuldades superadas juntos que constroem a história.
Todos querem o prazer do sucesso, querem experimentar a vitória, mas esquecem que só conseguem sentir a sabor de vencer aqueles que lutaram.
Pra Levar?
Pra saborear
o amor é delivery.
Dê livre também nos gestos...
O amor na casa.
(Do livro "O Rio e a Criança")
O amor existe em silêncio há incalculáveis anos, e ele é você também, intensamente ou não. Mas o amor não combina com o adjetivo insosso, por ser verbo imensurável, seja ele conjugado ou não, como deveria ser pela espécie humana. E por ser maior que o universo, o amor não pode ser definido por conceitos medíocres, pois até seu criador é um mistério infinito!
Eu escolhi o amor, por isso entendo que é preciso seguir na vida com respeito, justiça, compreensão, solidariedade, paciência e dignidade.
Filosofia de vida talvez seja aquela em que o amor é sempre conjugado... a bondade praticada e a vida elevada, à humildade e sob a grandeza de Deus.
Valorize o amor que você tem, não importa as circunstâncias, valorize tudo que é bom e vive em você!
Sobre um idiota acerca da vida e do amor.
Por a vida ser muito breve, pensava que viver era amar, assim era o modo de interpretar a passagem dos humanos na terra, daquele rapaz. "Não era um idiota por completo por não cultivar barbas longas e brancas", diziam muitos que o viam propagar tal sentimento . Achava certo que o propósito dos tais humanos enquanto seres mortais era a boa convivência, a compreensão, a humildade, o amor e a justiça. Não importasse qual fosse a religião, a cidade, o estado ou o país. Não importasse qual fosse o valor social de cada indivíduo na sociedade. Para ele a vida estava acima de tudo! Por isso fazia sentido a nobre causa do amor.
Sobre as fragilidades e mazelas humanas, ele acreditava ser suportável, superável, talvez fosse o amor necessário, supostamente existido para isso ou para outras inconveniências e desgraças da tal espécie . Ele acreditava que o amor fosse o sol que aquecia o frio no mundo. O sentimento que dava sentido à vida!
Triste fim daquele rapaz, angustiou-se tanto com a insensibilidade humana que nem mesmo ele foi abraçado como sonhava por tal sentimento que tanto pregara, que tanto queria que o amor fosse conjugado, embora ainda se alegrasse e acreditasse nisso e em Deus.
