Cansei de Acreditar no Amor

Cerca de 345763 frases e pensamentos: Cansei de Acreditar no Amor

Tem um momento curioso da vida em que a gente percebe que algo mudou, mas não houve fogos de artifício, nem anúncio no alto-falante do universo. Simplesmente aconteceu. Um dia eu acordo, preparo um café qualquer, desses que parecem conversar com a gente enquanto sobe o cheiro pela cozinha, e percebo que aquilo que antes pesava no peito já não ocupa tanto espaço. Não é esquecimento, não é indiferença, é outra coisa. É como trocar um móvel enorme de lugar e descobrir que a sala respira melhor.

Eu lembro de quando certas lembranças doíam como quem pisa descalça em pedra quente. Tudo parecia recente demais, vivo demais, quase insolente. O passado às vezes se comporta como visita inconveniente, entra sem bater, senta no sofá da memória e ainda pede atenção. E eu, naquela época, ficava olhando para dentro de mim como quem procura um botão de desligar emoções. Não achava. A vida, sábia e meio irônica, nunca entrega manual de instruções.

Mas então chega um tempo. E esse tempo não avisa que chegou. Ele se instala devagarinho, como luz entrando pela janela no final da tarde. O que antes era ferida aberta vira cicatriz. E cicatriz é uma coisa interessante, ela não some totalmente, mas também não manda mais na história. Eu olho para trás e penso que sobrevivi a mim mesma. Parece filosófico demais para uma sexta-feira comum, eu sei. Ainda assim é verdade.

Existe um tipo de silêncio que aparece quando a dor se transforma em superação. Não é o silêncio do vazio, é o silêncio da paz. Como se o coração finalmente sentasse numa cadeira confortável depois de caminhar quilômetros carregando malas que nem eram dele. E aí eu percebo que muita coisa ficou para trás não porque eu quis forçar, mas porque simplesmente deixou de me pertencer.

É estranho como a gente acredita que algumas dores vão morar para sempre dentro da gente, pagando aluguel emocional atrasado. Só que a vida tem essa mania de renovar contratos internos sem pedir opinião. Quando vejo, já não dói. E não doer mais não significa que não importou. Significa que eu cresci o suficiente para não sangrar toda vez que a memória passa.

Eu gosto de pensar que superar é um tipo de maturidade silenciosa. Não é aquela pose de quem venceu tudo, até porque ninguém vence tudo. É mais como quem aprendeu a caminhar sem tropeçar nas mesmas pedras. E quando olho para frente agora, existe um espaço novo dentro de mim, um espaço que antes era ocupado por perguntas, culpas e saudades que machucavam.

Hoje esse espaço virou paz. E paz, descobri, não é ausência de história. É presença de entendimento. É seguir adiante com o coração mais leve, quase sorrindo para o próprio passado, como quem diz obrigada por tudo, até pelo que doeu, porque no final das contas foi justamente isso que me ensinou a continuar.

Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.

Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.

E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.

Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.

Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.

Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.


Acesse o link do perfil, e leia mais conteúdo como esse... Você pode se surpreender 🥰❤️

Sabe quando a gente senta com uma xícara de café imaginária na mão, olha para o mundo e percebe que existe um esporte olímpico não oficial chamado se meter na vida alheia? Pois é. Eu observo aquilo com uma certa curiosidade de quem já teve dias tão intensos que dariam uma trilogia inteira de livros, com direito a drama, comédia e uns capítulos meio filosóficos que fariam qualquer professora de literatura levantar a sobrancelha. E é justamente por isso que eu penso comigo mesma, às vezes em silêncio, às vezes rindo sozinha, que talvez fosse mais útil para todo mundo abrir um livro do que abrir a janela da curiosidade sobre o quintal emocional do vizinho.

Porque livro tem uma coisa bonita que a fofoca não tem. O livro ensina, cutuca, provoca pensamento, às vezes até salva a gente de um dia ruim. A vida dos outros, quando vira espetáculo, só vira barulho. E eu confesso, no meu caso específico, já tenho conteúdo suficiente dentro da minha própria história que nem sempre consigo organizar tudo na estante da memória. Tem capítulo que ainda estou entendendo, tem página que parece escrita às pressas pela vida, tem parágrafo que me fez crescer na marra. E no meio disso tudo eu sigo lendo, vivendo, aprendendo a rir da bagunça existencial que é ser gente.

Eu já percebi uma coisa curiosa. Quem está ocupado demais vivendo, reconstruindo, criando, estudando, lendo, quase não tem tempo para vigiar a vida de ninguém. A pessoa está ali tentando entender o sentido das próprias emoções, tentando sobreviver aos próprios enredos internos. Eu mesma às vezes penso, minha filha, se eu fosse parar para cuidar da vida dos outros eu ia precisar de uma agenda extra, porque a minha já parece um roteiro cheio de reviravoltas. Tem dias em que a vida me entrega uma história que eu olho e penso, isso aqui daria um livro inteiro, e provavelmente ninguém acreditaria que aconteceu de verdade.

E no fundo existe uma certa paz nessa conclusão. Ler um livro é quase um ato de respeito com a própria mente. É como dizer para si mesma que o mundo é grande demais para eu ficar presa em pequenas observações sobre quem fez o quê, com quem, ou por quê. Enquanto alguém está investigando a vida alheia como se fosse um detetive da novela das seis, eu estou tentando decifrar meus próprios capítulos, e olha, já aviso que não é pouca coisa.

No fim das contas eu acho engraçado pensar que algumas pessoas gastam horas analisando a história dos outros, enquanto eu olho para a minha própria trajetória e penso sinceramente que ainda estou tentando entender metade do enredo. E tudo bem. Talvez seja isso que faz a vida ter graça. A gente lê um pouco, vive outro tanto, tropeça em umas páginas difíceis e segue adiante com aquela sensação meio filosófica, meio divertida de quem sabe que viver já é um conteúdo gigante. Então, sinceramente, entre abrir um livro e abrir a porta da curiosidade sobre a vida alheia, eu fico com o livro. Porque a minha história já me dá trabalho suficiente, e cá entre nós, ainda estou organizando os capítulos. 😄📚

Tem dias em que eu olho para trás e penso numa coisa meio curiosa, quase irônica, dessas que a gente conta rindo no café da tarde enquanto mexe o açúcar devagarinho. Desde pequena a vida parecia uma arena gigante, como se cada fase viesse com um teste novo, um daqueles que não dá para devolver para o professor dizendo que caiu conteúdo que ninguém explicou. E mesmo assim eu fui atravessando tudo com uma cara tranquila, quase elegante, como quem diz para o mundo que está tudo sob controle, quando na verdade por dentro existia um turbilhão inteiro discutindo filosofia com a própria sobrevivência.

Nunca contei quase nada. Não porque não existisse história, muito pelo contrário. Era tanto capítulo que dava para montar uma biblioteca inteira, daquelas silenciosas, onde só eu conheço o catálogo. E reclamar nunca foi muito meu estilo, não por heroísmo, mas porque as pessoas criaram uma versão de mim que parece feita de aço temperado. A tal mulher forte. Aquela que resolve. Aquela que aguenta. Aquela que sempre volta. E quando o mundo decide que você é forte, pronto, está oficialmente proibida de fraquejar em público, como se fosse uma regra invisível assinada numa reunião secreta da humanidade.

O curioso é que eu mesma comecei a acreditar nessa história. Não que eu nunca tenha cansado, claro que cansei. Só que eu aprendi a conversar comigo mesma como quem acende uma luz interna no meio de um apagão. Houve uma vez, só uma, que pensei em dividir o peso, abrir a caixa preta da minha história, mostrar as evidências, os fragmentos, os acontecimentos. E a resposta foi aquele silêncio estranho, ou pior, aquela frase que parece pequena mas faz eco dentro da gente por muito tempo. Não acreditam em evidências. E eu pensei, então está bem, talvez a minha prova não seja para convencer ninguém, talvez seja apenas para me manter de pé.

Engraçado como a gente descobre forças que não estavam no manual de instruções da vida. Eu fui percebendo que existe uma musculatura invisível dentro da alma. Uma espécie de academia espiritual onde cada queda vira um exercício novo. E ali, sem plateia, eu fui ficando mais resistente, não porque o mundo exigiu, mas porque alguma coisa maior sempre esteve comigo. Aquela presença silenciosa que não precisa de explicação, que aparece nos momentos mais absurdos da existência e sussurra, calma, continua.

Então eu continuo. Não enlouquecida, como alguns poderiam imaginar quando veem a quantidade de batalhas acumuladas desde a infância, mas curiosamente lúcida. Como quem atravessou tempestades suficientes para reconhecer o som da própria paz quando ela aparece. E tem uma coisa engraçada nisso tudo, quase uma ironia elegante da vida. As pessoas pensam que eu nunca precisei de ajuda. Mas na verdade eu sempre tive ajuda, só que veio de um lugar que não depende de aplauso, de aprovação ou de testemunha.

No fim das contas, eu sigo com essa mistura de força interior e fé silenciosa que me acompanhou o tempo inteiro. Como se eu estivesse caminhando por um mundo barulhento com uma bússola dentro do peito. E olha, posso te dizer uma coisa com aquela tranquilidade de quem já atravessou muita coisa. Quando a gente aprende a confiar nessa força que mora dentro da gente, o caos até tenta fazer barulho, mas já não manda mais na história. Porque a história, no fim, continua sendo minha. E eu ainda estou escrevendo.

Tem gente que olha para mim hoje, tomando café, rindo de alguma bobagem da vida, e pensa que eu sempre fui assim, meio serena, meio resolvida, como se tivesse nascido pronta. Eu quase rio sozinha porque, se a vida fosse um livro, o pessoal só está vendo a última página, aquela em que a protagonista aparece com o cabelo arrumado e a alma aparentemente organizada. O que ninguém imagina é o capítulo inteiro de infância e adolescência que parecia mais um teste de resistência do que uma vida de verdade.

Eu cresci com meus irmãos dentro de um ambiente que não era casa, era uma espécie de clima pesado que andava pelos cômodos como se tivesse endereço fixo. A gente era criança tentando entender o mundo enquanto lidava com dois adultos completamente desequilibrados emocionalmente. Um pai violento que tinha uma habilidade curiosa de transformar qualquer coisa em culpa nossa. Se chovia, era culpa nossa. Se o dia estava silencioso demais, também. Existia sempre uma justificativa pronta para gritos, ameaças e aquelas situações que fazem a infância envelhecer antes da hora.

Do outro lado estava uma mãe que, em algum ponto da história, deixou de ser só alguém com medo e acabou virando parte do problema. Isso é uma coisa que a gente demora anos para compreender, porque criança sempre tenta salvar a imagem dos pais dentro da própria cabeça. Só que chega um momento em que a realidade se senta na mesa e diz com toda calma do mundo que o silêncio também machuca. Ela teve chances de sair, teve ajuda, teve portas abertas. Mas o medo e uma certa doutrina rígida que dizia para suportar tudo acabaram fazendo com que ela se juntasse a ele de um jeito que doía ainda mais. A gente deixou de ser filho e virou inimigo dentro da própria casa.

É estranho contar isso hoje porque, quando as pessoas nos veem, veem adultos que trabalham, conversam, seguem a vida. Não existe marca visível na testa dizendo sobrevivente de um caos familiar. Mas nós sabemos. Entre nós, irmãos, existe um tipo de olhar que dispensa explicação. A gente sabe exatamente de onde o outro saiu. Crescemos quase como quem atravessa um campo minado emocional, aprendendo a sobreviver antes de aprender coisas simples da vida.

Houve momentos em que parecia que aquilo ia nos transformar em estatística, em mais um daqueles casos que as pessoas comentam na televisão com cara de surpresa e depois esquecem no intervalo comercial. A pressão psicológica constante, as agressões, as ameaças, tudo isso cria uma sensação estranha de viver dentro de um lugar que não deveria existir para crianças. Era como estar preso em um tipo de campo de concentração familiar, onde o objetivo parecia ser nos quebrar por dentro até a gente acreditar que realmente éramos os vilões que eles diziam.

Só que existe uma coisa curiosa sobre o ser humano. Às vezes a tentativa de destruição acaba criando exatamente o oposto. Hoje, quando olho para mim e para meus irmãos, vejo pessoas que conseguiram sair das amarras de dois narcisistas que fizeram de tudo para controlar nossas vidas. E não foi uma fuga cinematográfica, cheia de trilha sonora heroica. Foi lenta, silenciosa, cheia de decisões difíceis, medo, noites pensando se aquilo tudo realmente estava acabando.

Quem nos vê agora não imagina metade das batalhas que aconteceram antes desse momento. Mas nós sabemos. E existe uma dignidade muito silenciosa em sobreviver a algo que quase nos apagou do mundo. A gente não virou o que eles diziam que viraríamos. Não nos transformamos na história distorcida que tentaram escrever sobre nós.

No fim das contas, quando sento para pensar nisso tudo, percebo uma coisa curiosa. Sobreviver não é só continuar respirando. Sobreviver é olhar para trás e perceber que, apesar de tudo que tentaram plantar dentro da gente, ainda existe humanidade, ainda existe vontade de viver, ainda existe futuro. E isso, sinceramente, é algo que ninguém que viveu uma infância tranquila consegue entender completamente.

Mas nós entendemos. E isso já diz muita coisa.


ALINNY DE MELLO



CONHEÇA MEU TRABALHO, através do link do perfil!! ❤️ 😘

Às vezes eu penso que a vida tem dessas ironias que dariam um capítulo inteiro em qualquer livro, mas como eu estou aqui, no meio do café da tarde imaginário com as amigas, eu conto do meu jeito mesmo, com aquele sorriso meio torto de quem já viveu coisa demais para fingir que nada aconteceu. Porque bullying e cyberbullying, minha amiga, só entende mesmo quem já sentiu o golpe vindo sem aviso. Não é drama de internet, não é frescura moderna, é dor que entra silenciosa e demora para sair.

Eu já passei por isso. E não foi em um tempo em que a gente sabia lidar com tecnologia, redes sociais, essas coisas. Era o começo do Facebook, aquela fase em que parecia novidade, quase uma praça virtual onde todo mundo chegava curioso. Só que enquanto eu vivia minha vida sem entender muito daquele mundo digital, outra história estava acontecendo nas minhas costas. Uma garota que também se envolvia com o rapaz que na época era meu namorado acabou criando uma página sobre mim. Sim, dessas páginas feitas para atacar, expor, diminuir alguém como se fosse entretenimento.

Eu só fui descobrir três meses depois. Três meses. Parece pouco quando a gente fala, mas imagina existir um lugar na internet onde estão falando de você, usando suas fotos, inventando coisas, colocando apelidos cruéis, e você vivendo normalmente sem nem saber que aquilo existe. Até que um dia alguém chegou em mim e perguntou o que significava aquilo tudo. E eu fiquei com aquela cara de quem não entendeu nada, porque realmente não entendia.

Quando eu fui ver… foi como levar um soco silencioso. Um texto enorme falando da minha vida como se eu fosse um personagem ridículo, dizendo que eu não tinha onde cair morta, inventando apelido inspirado em um ser de ficção para zombar de mim, distorcendo meu nome, expondo fotos minhas, e o pior, comentários de pessoas que eu conhecia. Pessoas que já tinham conversado comigo, que já me olharam no rosto em algum momento da vida, estavam lá rindo, participando, me chamando de coisas que ninguém merece ouvir.

Tinha mais de duzentas pessoas seguindo aquela página. Duzentas. Parece número pequeno para quem olha hoje a internet gigante, mas naquele momento era como se uma multidão estivesse parada olhando para mim no meio da rua, apontando o dedo. Eu lembro exatamente da sensação de dignidade sendo arrancada, como se alguém tivesse decidido que eu não merecia respeito.

Eu quis processar, claro que quis. Aquela revolta que sobe pelo peito quando a gente percebe que foi injustiçada. Só que a pessoa que fez aquilo era menor de idade na época. E aí a vida tem dessas burocracias que parecem um balde de água fria na indignação da gente. Não daria em nada. Foi o que eu ouvi. E quando a gente ouve isso, fica uma mistura de frustração com silêncio.

Mas tem uma coisa curiosa sobre as memórias. Elas não desaparecem. Até hoje, quando lembro de alguns rostos que estavam ali participando daquilo, ainda dói. Não dói como antes, não é aquela ferida aberta, mas é aquela lembrança que faz a gente suspirar fundo e pensar como as pessoas podem ser capazes de machucar alguém só porque a internet dá palco.

Ao mesmo tempo, olhando hoje, eu percebo outra coisa também. Eu não enlouqueci, eu não desapareci, eu não virei aquilo que disseram que eu era. Na verdade, eu segui vivendo. E talvez seja isso que incomode quem pratica esse tipo de coisa. A pessoa espera que você se quebre. E quando você continua existindo, crescendo, contando sua história, algo muda de lugar dentro da narrativa.

Hoje eu falo disso sem vergonha, porque quem deveria sentir vergonha não sou eu. Eu sei exatamente o que vivi. Sei o que senti naquele dia em que descobri tudo aquilo de uma vez só. E sei também que muita gente já passou por algo parecido e nunca contou para ninguém. Então se alguém estiver lendo isso e reconhecendo um pedaço da própria história, eu digo uma coisa bem simples e bem verdadeira. Aquilo que tentaram fazer com você não define quem você é. Define quem eles escolheram ser naquele momento. E isso diz muito mais sobre eles do que sobre nós.



ALINNY DE MELLO 30/03/2026

Clica no link do perfil e leia meus e-books!!! ❤️

Outro dia eu estava pensando, dessas reflexões que chegam sem avisar, tipo visita que entra pela cozinha enquanto o café ainda está passando. E eu percebi uma coisa curiosa sobre a vida. Quando existe um propósito muito grande guardado dentro de alguém, parece que a pessoa é salva de formas que nem ela entende direito. Não é aquela história bonita e perfeita, não. Às vezes a vida quase desmorona, o chão treme, a lógica vai embora para passear e eu fico ali pensando comigo mesma, como ainda estou aqui? E aí vem a resposta silenciosa que não faz barulho, mas ocupa tudo. Quando Deus decide que uma história ainda não terminou, ela simplesmente não termina.


Mas também aprendi uma coisa que muita gente não gosta de ouvir. Isso não acontece por acaso com qualquer coração distraído. Existe uma espécie de afinidade invisível entre a alma e Deus. Não estou falando de placa de igreja, nem de número de cultos frequentados, nem de quem sabe mais versículos de cor. Estou falando daquela intimidade silenciosa, que ninguém vê, mas que mora dentro da gente como se fosse uma chama pequena que nunca apaga. A pessoa pode estar sozinha no quarto, pode estar no meio da confusão do mundo, mas ela sabe. Deus está ali.


E tem algo que sempre me faz rir sozinha, porque é tão simples que parece até ousado dizer. Deus não depende de endereço religioso para existir dentro de alguém. Ele não precisa de microfone, nem de banco de igreja alinhado, nem de calendário sagrado marcado na parede. Deus cabe dentro de um pensamento sincero. Dentro de um gesto limpo. Dentro de uma consciência que tenta, mesmo tropeçando, fazer o que é certo.


Eu gosto de pensar nele como o próprio ar que a gente respira. Ninguém acorda de manhã e diz agradecida ao ar, olha que maravilha, estou respirando de novo. A gente só vive. Mas se o ar faltasse por alguns segundos, a gente entenderia tudo na mesma hora. Deus é assim. Invisível, essencial e absolutamente presente. Sem ele não existe vida, não existe direção, não existe aquele empurrão misterioso que nos levanta quando tudo parecia ter acabado.


E tem outra coisa que eu venho aprendendo aos poucos, quase como quem descobre uma chave perdida no bolso do casaco antigo. A questão nunca foi apenas aceitar Jesus com palavras. Muita gente aceita, mas esquece de praticar. A pergunta que realmente muda tudo é outra. O que ele faria se estivesse no meu lugar agora? Parece simples, mas não é. Porque essa pergunta exige coragem. Exige olhar para as próprias atitudes e ajustar a rota.


Quando alguém começa a viver assim, algo muda por dentro. A pessoa passa a agir com mais verdade, mais justiça, mais compaixão. Não porque alguém mandou, mas porque a consciência começa a se alinhar com algo maior. E é aí que eu percebo aquela presença que nunca dorme. Mesmo quando o corpo está cansado, mesmo quando a mente apaga no travesseiro, existe uma consciência maior sustentando tudo. Onipresente, silenciosa, constante.


No fim das contas, acho que o propósito não é uma medalha que alguém ganha. É uma responsabilidade. Quem sente Deus de verdade dentro de si acaba entendendo que foi guardada muitas vezes por um motivo. E quando essa pessoa percebe isso, ela começa a viver diferente. Com mais cuidado com os outros, com mais respeito pela vida e com uma certeza tranquila no coração. Se ainda estou aqui, então ainda existe algo que preciso cumprir. E enquanto esse algo existir, Deus continua soprando vida dentro de mim como quem diz, vai, ainda não terminou.




Me siga no Pinterest, e leia meus e-books!! ❤️

Outro dia me peguei pensando nessa frase que parece um soco de realidade servido no café da tarde, quase junto com o cheiro do bolo saindo do forno. Não existe final feliz para ninguém. Todos iremos morrer. E pronto. Quando a gente fala isso em voz alta, parece pesado, parece até meio dramático, mas curiosamente também tem algo de libertador nisso. Porque se o final é o mesmo para todo mundo, a diferença mora inteira no meio do caminho, no agora, no jeito que eu escolho viver hoje enquanto o sol ainda está batendo na janela e o mundo ainda está em movimento.

Eu gosto de imaginar a vida como uma mesa cheia de histórias acontecendo ao mesmo tempo. Tem gente reclamando do café frio, tem gente rindo alto por nada, tem gente tentando entender o sentido de tudo. E eu ali, no meio disso, lembrando que a verdade mais honesta da existência é que ela acaba. Não é pessimista, é só sincero. E essa sinceridade, curiosamente, dá uma coragem estranha. Porque se tudo é passageiro, então eu posso decidir ser leve mesmo quando o mundo tenta me puxar para baixo.

A felicidade, percebi, não chega como prêmio de final de campeonato. Ela aparece em pequenos atos quase invisíveis. Quando eu escolho respirar fundo em vez de discutir. Quando eu resolvo rir de algo que ontem teria me irritado. Quando eu percebo que viver não é esperar um grande momento perfeito, é administrar milhares de momentos imperfeitos com um pouco de consciência e, às vezes, até com um certo humor sobre a própria tragédia humana.

Tem dias em que eu penso como a gente gasta energia tentando controlar o final da história. Só que o final já está escrito pela própria natureza da vida. O curioso é que isso não deveria assustar tanto quanto assusta. Na verdade, isso transforma o presente no lugar mais valioso do universo. É aqui que eu escolho se vou endurecer ou amolecer. Se vou guardar rancor ou abrir espaço para algo mais leve. Se vou viver de verdade ou só passar pelos dias como quem anda por um corredor sem olhar as portas.

Ser feliz, no fundo, virou para mim uma decisão meio silenciosa. Não é euforia constante, nem aquela felicidade de propaganda. É mais parecido com uma postura diante da vida. Uma espécie de teimosia bonita. O mundo pode ser caótico, as pessoas podem falhar, os planos podem desandar completamente, mas ainda assim eu posso escolher como vou atravessar tudo isso.

E talvez seja justamente aí que mora a grande ironia da existência. O final não depende da gente. Mas a qualidade do caminho depende bastante. No fim das contas, morrer todo mundo vai. Agora viver de verdade, isso sim é uma escolha diária, quase artesanal, feita aos poucos, no meio do barulho do mundo e das pequenas alegrias que insistem em aparecer quando a gente decide olhar para elas. E eu confesso que, sabendo disso, fico com vontade de viver um pouco mais acordada hoje. Porque o agora é o único lugar onde a felicidade realmente pode acontecer. E ele está acontecendo neste exato momento.

A vida tem um jeito curioso de nos ensinar. Às vezes, passamos anos olhando para fora, cuidando de quem amamos, sem perceber que também estamos em uma jornada de descoberta.
Cada desafio traz um aprendizado, cada lágrima fortalece a alma e cada sorriso nos lembra que vale a pena continuar.
Nem sempre entendemos o caminho, mas seguimos em frente, porque o amor nos faz mais fortes do que imaginamos. 💙✨

29 de outubro de 2025


Não escrevi, mais sonhei com o 'C' chegando na cidade, passando em frente a minha casa e me procurando...


Sonhei com ele conversando comigo e com meu marido, em outro sonho, ele ria, mas não me olhava e dizia que eu era engraçada...




Sonhei com a minha mãe abandonada em uma feira e eu não queria falar com ela, porque já não tinha psicólogico para isso...




Sonhei com meu irmão Awkaerck perdido e eu procurando por ele...


Sonhei abraçando a Mayla novamente e dizendo que a amava, ela ficou surpresa e me abraçou de volta... Refizemos a amizade.


4 sonhos seguidos, que loucura!!

20 de agosto de 2025 - tive dois sonhos nessa madrugada...


Sonhei que eu abraçava a Mayla e ela estava muito feliz no sonho e eu também, eu dizia que a amava.

05/08/2025 - Vários sonhos em uma única noite


Sonhei com a vizinha servindo um banquete para amigos e ela estava zangada porque eu sempre subia na parede para fazer alguma coisa e incomodava ela, enquanto segurava um ferrinho que tinha em um buraco.
Eu desejava a comida que ela estava servindo, eram muito gostosas.




Sonhei com a minha mãe muito brava, saindo com meu irmão para algum lugar mais ela não me chamava.




Sonhei que eu tinha um irmãozinho ruivo muito bonito e inteligente, ele tinha 2 anos e era professor de matemática, já se achava independente.
A gente saiu para uma feira, mostrei muitas coisas pra ele, principalmente um pão gigante que tinha por lá, mas a gente não havia levado dinheiro, então ele voltou pra pegar, e nessa volta ele se perdeu de mim, porque já se achava independente.
Eu comecei a procurar ele por todos os lados e não conseguia encontrar, comecei a perguntar as pessoas e elas me diziam que haviam visto ele passando e me mostrava a direção.
Eu saí chorando em busca de encontrar ele, ele era muito característico, então todos tinham visto ele passando, ele atravessou a cidade de uma ponta a outra sozinho.
Entrei por um lugar, onde só havia plantações e rochas enormes e lisas para escalar e chegar até a estradinha de chão, onde ele havia entrado.
Havia umas meninas lá, eu tentava escalar as rochas e não conseguia, tinha medo de cair, embora fossem bem empilhadas, eram muito lisas e íngremes.
Havia uma garota lá que se pôs a me ajudar.
Ela me mostrou que havia um arame liso, onde pessoas costumavam passar por baixo.
Eu fiquei feliz, e resolvi me abaixar para passar, enquanto ela levantava o arame.
Era um espaço bem estreito, mal daria para passar a cabeça, mas ela garantia que era por ali que todos passavam para chegar ao outro lado. Eu estava tentando passar, quando chegou duas garotas conhecidas minhas, uma delas estava muito sorridente e a outra estava indiferente comigo por algum motivo.
Não me olhava de forma alguma.
Enquanto a Valdelice estava muito sorridente, a Karlene estava praticamente irreconhecível, cheia de tatuagem, cabelo curto Channel e vestia umas roupas curtas que ela não costuma usar. Uma mistura de mulher da vida, com mulher de bandido da pesada.
Eu olhava para ela e me perguntava o que havia acontecido, por que ela tinha se tornado aquilo e porque ela não me olhava nos olhos ou sorria como sempre.
Eu fiquei triste e confusa, com a situação, enquanto a observava profundamente.
Ao mesmo tempo em que olhava para a estradinha de terra que havia acima daquelas rochas enormes e lisas, mas após o arame havia um lugar onde parecia ser plano e tinha grama, se eu conseguisse passar, eu iria conseguir andar em terra plana.
Eu me perguntava o que o meu irmão havia ido fazer ali e se eu iria encontrar ele naquele lugar inóspito e isolado.
Eu temia por ele já está muito longe.
Então acordei e estou aqui escrevendo.

04:22 04/08/2025 Acabei de ver a minha mãe sozinha em um caixão...


Acabei de acordar, eu acordei após em um milésimo de segundos chegar em um velório onde não havia ninguém além de mim e um outro homem responsável pelo velório, acredito eu. Eu cheguei próximo ao caixão e vi a minha mãe, ela tinha algodão no nariz e na sua boca havia esparadrapos, seus olhos estavam cerrados. Ela vestia um vestido vermelho marsala, que ela tinha. Ela estava serena. Não havia flores, nem um paninho cobrindo ela, dentro do caixão.
Enquanto eu me aproximava do caixão bem devagar e com olhar observador, um homem me olhava, enquanto levantava a cabeça dela do caixão após retirar o algodão do nariz dela e o esparadrapo da boca dela e me mostrava o rosto dela.
Eu apenas falei: "ainda bem que você colocou algodão e esparadrapo na boca dela, é bom que não vaza líquido." Ele me olhava seriamente, era como se ele quisesse que eu gravasse bem o rosto dela morta, ele segurava com carinho. Eu apenas olhei e não senti nenhum tipo de sentimento, além de entender que ela havia morrido em plena solidão, porque o velório estava emanando um vazio existencial absurdo. Nem mesmo chorei. Mas, no velório, não havia ninguém mais além de mim, além daquele senhor de pele escura e cabelo duro e grisalho.
Estou aqui bem confusa. Será que ela está morta? Não tenho mais notícias dela, faz algum tempo... Será que ela morreu agora mesmo, por isso vi em sonho? Será que ela já morreu em outro dia e agora que vi? Não sei. Só sei que as escolhas dela, levou ela para distante de mim e dos meus irmãos. Se tiver realmente acontecido, que ela finalmente possa descansar em paz. Agora, sinto um enorme pesar. Não é algo fácil de lidar. Ela foi embora sem se despedir de mim, literalmente, mas se tiver acontecido dela ter ido para outra dimensão. Pelo menos consegui ver o seu rosto sereno pela última vez.




Edit: Ela está vivíssima 15 de março de 2026

Ela só queria um abraço, em meio a melancolia que emanava em seu semblante.


Então, eu a abracei.

11:55 23 de junho de 2025


"Hoje, pela madrugada, tive um sonho, mas parecia muito real.


Enquanto eu dormia, vi uma mulher chegando, como se tivesse saído de um portal dentro da minha casa. Ela ria muito e tinha um semblante de muita felicidade. Estava vestida de branco, com roupas que iam até os pés. Vi o rosto dela nitidamente: tinha cabelos pretos longos e a pele branca como a neve.


Ela caminhou até perto da minha cabeça, sem me olhar. Na minha visão, dentro do sonho, havia uma banqueta, e ela se sentou bem na altura da minha cabeça. Baixou a cabeça enquanto sorria e anotava alguma coisa em um caderno. Ela falava, mas eu não conseguia entender o que dizia.


Eu a observava, e acho que era a minha alma quem via, porque meu corpo dormia, mas eu via tudo com clareza.
De repente, ela me olhou, surpresa, e perguntou:
“Você consegue me ouvir?”
Como se aquilo não fosse para acontecer, como se eu não devesse conseguir vê-la ou ouvi-la.


Tentei responder: “Sim, eu consigo ouvir você”,
mas só consegui balbuciar… e então, despertei."

10:40 domingo 22 de junho de 2025


Sonhei hoje á noite com um cortejo, era de pessoas muito ricas, carros luxuosos algo assim, eu tentava identificar quem passava, mas eu não sabia quem era, só sei que alguém muito importante.
Eu e meu marido, estávamos dentro de um cemitério assistindo esse cortejo passar lá fora e eu me virava para ele, enquanto o abraçava, chorava e dizia "e quando for a gente amor?" Nós dois nos abraçamos e choramos, eu acordei






No dia 24 de junho do ano passado, eu tive um sonho, estava eu no banco de espera de um hospital, ao meu lado esquerdo estava uma mulher estranha sentada, eu não a conhecia. Eu perguntava para ela sobre a prima do meu marido que estava de frente para nós, me olhando fixamente, com o lado direito do rosto todo vermelho de uma mancha que parecia câncer. Ela me encarava bem séria.( Ela já é falecida há algum tempo, antes mesmo desse sonho) Ao meu lado direito eu virei o rosto e vi meu irmão mais velho, me olhando com uma cara de muita tristeza, enquanto a pergunta era o seguinte "É verdade que fulana está internada e só tem mais um ano de vida?" A mulher estranha ao meu lado respondeu"sim". Então, eu acordei.

27 de abril de 2025 às 22:35


Sonhei com duas bolas de fogo caindo no teto de uma casa, de repente elas se tornaram bolas de cristais.


Outras duas, surgiram como fogo e começaram a flutuar e de repente caíram atrás da cadeira onde eu estava sentada.


Eu me assustei, mas quando olhei eram dois balões, brancos e eu os rasguei, quando os rasguei era como se fosse um tipo de lona, em forma retangular, onde havia um nome em inglês, eu só passei o olho sem ler, deu pra ler a última palavra "espacial" em inglês.


Era um objeto que havia caído do céu, do espaço, colocado por algum astronauta.


Então, eu abri e vi que havia diversos cartões de crédito, de praticamente quase todos os países do mundo. Muitas cores.


Eu observei e havia um chip e uma microcâmera lá, eu virei ela para baixo e fiquei com receio de estar sendo gravada.


Eu estava com muito medo de alguém ter me visto por aquela câmera.




Eu estava com medo de irem atrás de mim, simplesmente porque eu rasguei o que eu não devia.


Bom, eu poderia ter deixado intacto e contar com a sorte de receber uma enorme recompensa depois, mas não pensei nisso.


Então, acordei.

04:48 da manhã de 20 de setembro de 2024... Tive uma crise de ansiedade severa, após ter dois sonhos e acordar com dor no meu tórax...


Eu sonhei que estava passando por um terreno onde estava minha mãe, imóvel, olhando para o meu irmão Alcadones, ele estava fazendo alguma peripécia, e eu passei observando e ele veio ao meu encontro com uma foto, eu não lembro se a foto tinha eu e ele e outra pessoa ou era somente eu e ele, sei que indaguei do por que ela está parecendo que estava bem envelhecida e embaçada, era algo assim. Depois, ela se tornou como um pedaço de gesso, tanto que consegui quebrar a parte em que estava eu e ele, ela caiu das minhas mãos, e fez um barulho como de gesso quebrado.


Logo depois tive um outro sonho, onde eu estava abraçando minha amiga da adolescência, a Mayla! Eu estava muito feliz em estar perto dela e por ter dado um forte abraço nela, eu estava muito sorridente e plena.
Então, acordei com uma dor aguda em meu tórax e minhas mãos começaram a gelar, ficar amarelada e sem vida.
Senti meus órgãos parar tudo!
Eu não sentia meu pulso e nem o coração, eu me sentei, orei o PAI NOSSO por várias vezes e resolvi acordar meu esposo, por sentir que estava morrendo.
Meus lábios começaram a tremer muito, junto ao meu corpo e vesti logo um vestido vermelho que tenho e coloquei o soutien, para que se caso eu viesse á morrer, estaria pelo menos decente, porque até então, eu estava com um vestidinho de alça bem velho, que a minha cunhada me deu para vestir, enquanto chegasse os meus, após a cirurgia.
Ele não é muito apresentável! (Risos)
Eu levantei e fiquei em pé, estava trêmula demais!
Peguei álcool e cheirei bastante, por um tempo de uns 15 minutos cheirando o álcool, orando e mantendo a fé, comecei a sentir o corpo esquentar e senti que tive vida novamente.
Agora, estou aqui escrevendo, após ter ido ao banheiro.




Ontem, sonhei que era casada com um padre barbudo e barrigudo, a gente era muito feliz!! Sonho mais aleatório (risos)

Sonhos da semana na segunda semana de dezembro de 2024


"Sonhei com brotos de feijão quando nascem e ficam tipo bem verdinhos e abertinhos... Eles eram milhares e tinham olhos, nariz e boquinhas, todos dançando e felizes e eles me olhavam e iam todos em uma única direção, para frente, e eu via eles caindo aos montes em algum lugar, que eu não consegui ver"


Dia 12/12/2024




"Sonhei com um rio de águas cristalinas e muitos peixes, mas no meio deles estava um muito feio e tinha chifres que até eu fiquei com medo, eles nadavam próximo a uma mini fazendinha que tinha um tipo de cavalo branco em miniatura, ele tinha um chifre enorme como um unicórnio, ele estava deitado nessa mini fazendinha que tinha menos de uns 40 cm cúbicos mais ou menos e ele era do tamanho das piabinhas, ele se alimentava de algas rosas do rio. Ele era muito bonitinho, de início ele se afastou, mas depois percebeu que eu estava somente observando ele além das águas! Ele tinha o tamanho de um piauzinho, bem pequenino"


14/12/2024


"Sonhei hoje a noite com uma casinha pequena baixinha, vi que morava uma senhorinha muito idosa, e ao lado da casa do lado de fora, vi um pêndulo antigo, ele estava parado e eu fiquei admirada, porque ele era muito antigo, ela saiu e fez ele funcionar, ele deu uns 4 giros muito rápido, na velocidade da luz, eu peguei meu celular para gravar funcionando, mas quando pensei que iria conseguir essa filmagem de um relógio muito antigo funcionando girando muito rápido, a senhorinha apareceu e fez ele parar, então eu acordei e estou pensando nesse sonho até agora."

05:20 da manhã de domingo - dia 02/02/2025


Sonhei com um ex prefeito segurando na minha mão e ele estava querendo casar comigo, algo assim! Mas, ele já tinha mulher e filhos.
Ele queria um caso comigo, era o que dava para entender!
Perguntava para ele como funcionava a corrupção de lavagem de dinheiro, ele não respondia, se mantinha em silêncio.
Depois falei sobre a água amarga da torneira para que ele tomasse providências, porque estava contaminada.
Ele somente segurava as minhas mãos e me olhava como um apaixonado, eu não era mais uma blogueira famosa na cidade, quando ele me cutucava no Facebook.
Eu havia mudado e estava diferente, era como se ele sempre tivesse sido apaixonado por mim, mas eu não queria nada, porque éramos os dois comprometidos na atualidade.


Sonhei com a minha amiga glória, mandando áudio, dizendo que a mãe dela havia morrido, mas era como se eu tivesse ouvido um áudio várias vezes e estava ouvindo algo parecido achando que era isso, porque vi ela de perto e a mãe dela estava atrás dela, eu fiquei confusa, tentando saber se era aquilo que ela havia falado mesmo ou era uma pessoa parecida com a mãe dela.
Ela no sonho, tinha um filho de dois meses e um marido.
Ela mandou áudio falando que foi a escolha de Deus e ela estava conformada com a partida da mãe dela.
Ela é filha única e eu estava preocupada com o estado dela, até saber que ela já tinha uma família.
Também eu estava tentando falar pra ela, que a minha avó havia morrido.


Eu sonhei também atravessando uma ponte de madeira com a minha mãe, nós conseguimos atravessar, mas ao passar tivemos medo, eu sentia muito medo das madeiras quebrar, depois ela me aconselhava a casar com o ex prefeito, porém eu não quis, porque ele já tinha família e eu dizia que também era casada e se fosse em outro tempo sim, mas se ele não tivesse mulher, e nem eu esposo, eu falava rindo no sonho brincando imaginando Deus falando comigo assim "e você fala isso, sem se importar com os sentimentos do seu marido" eu me sentia bem porque não queria aquilo pra mim, era somente uma hipótese do momento.