Cansei de Acreditar no Amor

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Não é orgulho, só cansei de dar moral pra homem que não sabe o que quer.

Cansei de esperar por aquilo que nunca vai acontecer. Quando vou cair na real?

Resolvi não chorar mais por quem não vale a pena,ah cansei dessa história de amar sozinha,hora de virar a página,ou será melhor trocar de livro?

Cansei!
De tentar não ser... E de ser e ter que ser.
De uma religião sem Deus, só de homens com critérios mercantis.
Da sociedade sem identidade humana, apenas com mecanismos que determinam cada um sem ser o que se é.
Do ‘outro’, desconhecido, desconhecedor do eu, se não lhe satisfaz ou beneficia.
Se cansa de sonhar... Felicidade, e mais algumas formas de ilusão defendidas como verdade e fonte de vida.
E o amor? Essa carência, fragilidade, necessidade e sentimento de posse? Às vezes inconstante, arriscado feito a caixa de Pandora? (...) Se cansa do imprevisível!
Cansei da mentira! Mas desconheço a verdade e, por isso, a mentira se tornar uma verdade. Ou aceita ou faça sua escolha!
Mas não cansei de Deus, porque é a única certeza que, se for uma verdade inversa, será quando nada mais será pesado... E então terei descansado!

Cansei de ouvir a opinião dos outros, de ser sempre a mesma pessoa para poder agradar pessoas que uma hora diz que te ama e outra finge que te esqueceu. Estou ficando velho chegando ao 22° aniversário. Os anos de experiência estão passando e, de repente comecei a se arrepender do que não fiz. Hoje não me arrependo de nada que fiz. E me arrependo do que não fiz. Minha falta de ação. Você precisa mesmo agarrar a vida com ambas as mãos-os bons e maus momentos e dizer a si mesmo:"Posso dar conta"

Eu cansei. Mas olha, podemos combinar o seguinte: Eu descanso um pouquinho, depois você volta para terminar de quebrar os poucos pedaços que sobraram da minha consciência e do meu coração, certo?

Cansei de palavras, cansei de promessas. Cadê as atitudes?

Me atire aos lobos...
que eu me divirto...
cansei de gatinhos, cachorrinhos...

sonia solange da silveira ssolsevilha

Ultimamente eu cansei de esperar tanto, de criar expectativas, agora o que vier é lucro e assim não me decepciono.

Eu cansei de ser o brinquedo, agora eu quero brincar de manipular os sentimentos das pessoas e fazer elas sofrer como fazia comigo, agora é minha vez. Agora eu dou as regras e você joga conforme eu mandar.

VOU EMBORA

Vou embora porque cansei dessa vida
Vou embora porque eu mudei
Vou embora porque a vida não é mais a mesma
Vou embora porque ficar não será fácil
Vou embora porque enfrentar as pessoas é a pior situação que existe
Vou embora porque se ficar não vou aguentar as pressões
Vou embora porque quero mudar de vida, mudar minhas atitudes
Vou embora porque me iludi, me frustrei e me arrependi
Vou embora porque apostei a minha felicidade na mão de outra pessoa
Vou embora porque com isso aprendi que a minha felicidade só depende de mim e não dos outros
Vou embora porque quero ser feliz do meu jeito e não como a sociedade fica rotulando
Vou embora porque quero
Vou embora não porque alguém está dizendo o que eu devo ou não fazer, mas porque eu cresci e mudei e vi que do jeito que está não dar mais, quero ficar sozinha, isolada, esquecer as pessoas e viver a essência do meu ser e amar, sorrir, viajar, ser feliz
Vou embora porque quero ser EU e não o que as pessoas querem o que eu seja

Cansei de trabalho, de família, de namorado… Cansei de tudo. Queria um tempo só pra mim, para conseguir me reconectar com o que importa de verdade.

Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”
Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.

Cansei dos aperitivos de alegria que a vida me ofereceu, vou em busca da degustação completa dessa tal felicidade...

Cansei de proteger a chapeuzinho
Agora eu vou ser o lobo mau.

Cansei de conspirar em vão para tentar mudar o meu destino. De agora em diante seguirei o meu caminho de forma livre e desapegada. Me jogarei no abismo do acaso e da sorte feito um louco. O que tiver que ser será. E seja lá o que for, só peço a Deus que não seja pouco.

⁠Eu cansei de amar sem reciprocidade. De te dar o melhor de mim, de te oferecer o meu coração inteiro, meu tempo, meus conselhos, meus carinhos. E tudo isso para dar de cara com o seu coração frio e egoísta, disposto apenas a receber sem dar nada em troca. Espero que um dia você encontre alguém que esteja disposta a aceitar isso, mas eu não estou. Quero alguém que me ame e valorize cada um dos sentimentos que habitam meu coração.

Cansei....
De chorar pelo que não me fazia feliz.
De me preocupar com quem não me valorizava.
De me importar com o que falam e pensam sobre mim.
Cansei de parar minha vida em função de outra vida que nada me acrescentava.
Hoje o que realmente importa pra mim é Deus, meus filhos, meu esposo, os verdadeiros amigos e minha família! Os maus sentimentos joguei fora, agora já não servem mais pra mim, só carrego em meu coração coisas boas. Sabe, aquelas que te deixam feliz, rindo à toa? Então... a felicidade agora tomou conta de mim!

Som, Som...

Quieto, calado...
Cansei de só ouvir.
Às vezes, dizer é viver.

Desencanto
Cansei-me de ti.
Entristece-me perder o que nunca existiu,
mas não quero permanecer no que existe.
Dentro das muralhas da tua beleza
corre um rio de egoísmo
que já não consigo suportar.
Destruíste as margens da tolerância
e as águas começam já a inundar-me a dignidade.
Quem despejou esta arrogância na tua corrente?
És uma enxurrada violenta
que desagua no mar poluído da insensatez.
Tu, encanto interrompido pelo desnudar dos dias
que desenhou uma fé sombria nos meus sonhos
e incendiou de dor o horizonte.
Porque deixaste que o desejo nefasto do teu orgulho
secasse o rio de ilusão que me enchia a alma.
Procuro ainda na essência nocturna dos teus lábios
um fôlego de sobrevivência que faça palpitar
o esplendor da tua imagem.
Caminho neste Outono embriagado de desilusão
e ouço a tua voz desfalecer no vento.
Sigo sedento pelo labirinto íntimo de êxtases perdidos
que vivem encalhados no fundo da minha memória.
Mergulho no brilho pálido da tua inocência
e nas águas anémicas de alegria
aguardo uma transfusão que faça circular a eternidade.
Alberto Pereira

Intemporal(conto & poesia)