Cansei de Acreditar no Amor
Seu Bandolim
Dia a dia eu vivia em amor e harmonia, mas não sabia, e da educação eu bebia.
Dominga me entendia e via em meia a toda agonia do dia a dia, a compreensão para me dar atenção.
Foi em berço de carinho sem dar um beijinho nu menininho que ela me ensinou tudinho.
Dura, seca, sem amor nada disso era verdade não senhor... Ela transbordava, mas pouco demonstrava pelas suas difíceis amarras onde viveu dores ainda tão claras...
Essa caminhada Dominga era necessária para poder completar sua missão e suas raízes deixar nesse chão.
Saudades de você minha avó e mãe, mulher de fibra e virtudes que hoje nem existem mais... Que saudades da moral e ética do pulso do não é do olhar singelo do sim.
Acordar e lembrar que ela olhava e tu entendia em uma sinergia indutiva nunca antes vista, saudades desses dias da sua companhia de ter você como pilar da minha vida, que Deus conduza seus dias onde estiver minha vida e obrigado pelo belo trabalho que fizeste em mim com o seu bandolim!
Os encantamentos do seu resplendor,
Sereia de cores que iluminam o meu olhar,
Fortalecem meu amor, sem dor a se esvair,
Queria poder te ver ao acordar antes de sair.
Após a noite, velando seu sono doce,
Cuidando de você com devoção,
Te protegendo, meu eterno encanto e coração,
Na dança das ondas, escuto a nossa canção.
Seus lábios como rubis reluzem,
Com batom vermelho ou não, um pingo de provocação,
Meu coração, em fogo, traduzem,
O desejo de união e paixão.
Sereia, és meu oceano de paz,
Entre sonhos e realidade,
No abraço que nos satisfaz,
Guardo-te com sinceridade.
Que a aurora nos traga o encontro,
Onde a magia do mar se renova,
E juntos, no seu esplendor, pronto,
Navegaremos a vida, minha prova.
Com a felicidade em minha alma, tudo posso; com o amor em meu coração, tudo alcanço; com a razão em minha mente e o bom senso em meus atos, construo meu futuro.
"Mesmo que alguns chamem isso de utopia; o AMOR não morre, nao se acaba... se não existe mais, se acabou... não era e nunca foi amor... pode ter sido qualquer outro sentimento mal interpretado!!!"
A você, dedico meu amor; seu olhar diz tudo que preciso ouvir, seu silêncio e seus beijos... dizem tudo que muitas vezes sua boca cala!
Algumas pessoas criticam o amor e pessoas que amam, pessoas que se permitem amar.
Assim o fazem porque são carentes, a inveja lhes toma o ser; não sentem tão pouco vivem o amor.
Apenas ame... permita o amor a si mesmo, ao próximo, a vida, ao trabalho, as pessoas e a Deus...
Se a vida sorri para você, colocando ao seu redor e ao seu alcance a felicidade, amor, prosperidade, saúde, verdadeiros e leais amigos; retribua tantas bênçãos disseminando o amor, fazendo bem ao próximo. O próximo é todo aquele que lhe olha nos olhos, que segura suas mãos, que de ti necessita para levantar.
Sou bem particular em alguns aspectos. Fui criado para ser educado, gentil, para praticar o amor e ser um amante. Enxergar a mulher em toda sua beleza e fortaleza. De seus minimos detalhes e suspiros a toda sua força e altivez. Um pouco fora de moda tudo isso. Mais mesmo assim, necessario para quem acredita e nao vive sem o prazer do amor.
Nada mais desejo se já tenho paz.
Se já tenho paz, amor não me falta, família me rodeia, saúde encontra-se em abundancia, prosperidade além da alheia.
Se já tenho paz, nada temo, nada espero, nada desejo, apenas a vida que permeia.
Se já tenho paz, vivo a mais bela vida pulsante nas veias.
A premissa “A finitude da vida é a certeza do amor de Deus por nós” sugere uma perspectiva espiritual e filosófica profundamente significativa. Se considerarmos que a vida é finita, isso não é um mero limite imposto, mas um presente que dá sentido à nossa existência. A mortalidade, longe de ser uma punição ou um obstáculo, pode ser entendida como uma moldura divina para a obra-prima que é a vida humana. É como se Deus nos concedesse um tempo definido para aprendermos, crescermos e nos dedicarmos àquilo que realmente importa: o amor infinito e misericordioso.
A finitude, paradoxalmente, torna o amor infinito. Quando sabemos que o tempo é limitado, cada momento se reveste de uma intensidade única. O amor torna-se mais urgente, mais real, mais profundo. É nesse horizonte de limite que podemos experimentar algo divino: a possibilidade de amar sem medidas, mesmo em um espaço de tempo limitado.
A prática do amor infinito em uma vida finita é um ato de fé e um reflexo do amor de Deus. É a oportunidade de superarmos nossas imperfeições, de vivermos para além do egoísmo e das pequenas vaidades, e de nos aproximarmos da essência divina. Essa essência está enraizada no amor que acolhe, perdoa, e compreende.
Ao mesmo tempo, a finitude nos ensina sobre o valor da misericórdia. Saber que tanto nós quanto os outros somos limitados em nossas ações e em nosso tempo é um convite para sermos mais compassivos, para perdoarmos com mais leveza e amarmos com mais intensidade. A vida breve é, portanto, um chamado à eternidade do coração humano, onde o amor e a misericórdia são as únicas verdades que permanecem.
Assim, ao percebermos a vida como finita, não nos desesperamos, mas encontramos a graça. Pois, no tempo que temos, podemos amar com a intensidade de quem sabe que não há garantias de amanhã, mas há a certeza de que, no ato de amar, tocamos o eterno. Dessa forma, a finitude da vida não é apenas uma prova do amor de Deus, mas uma oportunidade para que também sejamos reflexos desse amor no mundo.
Não me macem, por amor de Deus!
Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável?
Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa?
Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade.
Assim, como sou, tenham paciência!
Vão para o diabo sem mim,
Ou deixem-me ir sozinho para o diabo!
Para que havemos de ir juntos?
Não me peguem no braço!
Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho.
Já disse que sou sozinho!
Ah, que maçada quererem que eu seja de companhia!
(...) Deixem-me em paz! Não tardo, que eu nunca tardo...
E enquanto tarda o Abismo e o Silêncio quero estar sozinho!
