Caminho

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Aonde vou?

Vou por aí...
despindo lentamente o caminho!

-- josecerejeirafontes

Inserida por JoseCerejeira

"Não importa o caminho que sigas para tentares de imediato alcançar um objetivo complexo... é necessário tempo para que virtudes e defeitos se mostrem naturalmente!"

Inserida por adelsonjr007

Se quiseres alcançar a felicidade, viaja dentro de ti, seguindo o teu próprio caminho.

Inserida por manuel_sousa_pereira

Sem rumo

Como faço para achar o caminho de casa
Se me perdi em teus braços
E não me ensinastes
A Caminhar sem ti...

Como faço agora no silêncio
Do teu quarto escuro
Que por uma eternidade
Foi o meu mundo.
E não aprendi a olhar
Além dos teus lençóis.

Como faço pra tirar-te daqui de dentro
Se nem por fora
Encontro resquícios de mim.

Se meu corpo inteiro é sua pele,
E meus desejos não existem sem ti

Como faço,
Se meus poros exalam teu cheiro
Minha boca ainda tem o gosto dos teus beijos
E meus lábios desfalecem sem ti.

Como faço se não tenho rumo
Não rota
Me doiei por inteira quando fechaste a porta .
E agora...
Me manda partir.

Inserida por DaniRaphael

Dependência

Viajar sem teu
Carinho,é viajar
Sem ter caminho

Sonhar sem teu
Olhar,é sonhar Sem
pálpebras fechar

Viver sem teu brilho
de Criança ,é viver
sem Esperança

Caminhar sem tua
Presença é a minha
terrível sentença

Meu coração por vc
renasce da morte
cada dia mais forte

Sua eletricidade me
Faz querer respirar
sem medo da felicidade

Temo o momento de sua
Partida,mas presumo nosso
Encontro em outra vida

Inserida por Vagalume16

ONIROTRIP - O CAMINHO DA LUCIDEZ

1 - Perdido Entre Bolhas Vermelhas
O sonho mais antigo do qual consigo me lembrar eu tive aos três ou quatro anos de idade. A princípio me despertava
curiosidade e confusão, depois se tornava desconfortável e assustador. Este sonho eu tive várias vezes na época:
Um cenário visto em primeira pessoa, onde tudo era vermelho e cheio de esferas ou "bolhas" do meu tamanho para
maior. Não havia chão, teto ou paredes, apenas aquelas bolas vermelhas à flutuar. Geralmente era só isso, eu acordava
e pensava naquilo por um momento e esquecia. Uma vez neste sonho, vi a imagem do meu pai entre as bolhas, eu tentava
alcançá-lo mas ele se distanciava e desaparecia no ambiente, o que me causou pânico e medo. Não sei se sonhei outras
vezes com isso, mas sempre me recordei, é a lembrança mais antigo que possuo de um sonho.

2 - Moscas Volantes e Pensamento psicodélico
Ainda aos três ou quatro anos, lembro-me de estar deitado na cama olhando para o azul do céu e brincar com as
moscas volantes, minhas primeiras alucinações, tentava controlá-las me concentrando e a cada piscada elas retornavam
a posição de antes, fazia isso até pegar no sono. Desde sempre tive pensamentos psicodélicos e a lembrança de interagir
com as sombras nos meus olhos é a mais antiga indução à alucinação visual que posso recordar.

3 - Sonhos Assustadores
Sempre tive uma imaginação muito aguçada assim como energia hiperativa, brincava bastante sozinho e achava bom, passava
o dia todo fantasiando coisas.
A forma de criação da minha família sempre teve um certo exagero quanto aos perigos, o temor sempre foi incentivado e cresci
com medo de muita coisa, um medo alimentado em demasia também na minha imaginação. O temor de certas coisas como cobras,
rios e bois, levei para dentro dos sonhos onde vivenciava pesadelos quase todas as noites. Sempre acordava muito assustado e
ficava pensando nestes pesadelos, logo após acordar e também durante o dia. Às vezes adormecia relembrando dos terríveis sonhos,
o que fazia com que se repetissem, muitas vezes eram sonhos idênticos ou continuações.
Muito intensos e vívidos os pesadelos se destacavam, apesar de apavorantes, me fascinavam.

4 - Imaginação + Memória
Depois dos seis ou sete anos de idade minha imaginação foi ficando cada vez mais rica, incentivado por programas de TV como Power
Rangers e Dragon Ball eu passei a criar elaboradas histórias e vastos universos para minhas brincadeiras, vivia no mundo da lua. Toda
a minha imaginação inundava os sonhos com monstros, nuvens voadoras, personagens diversos e fim do mundo.
Nesta época, não só os pesadelos, mas também os sonhos comuns se tornaram bastante mais vívidos e detalhados. Eu tentava
recordá-los durante o dia, juntar todas as partes em ordem de cada acontecimento. Neste ciclo de imaginação e memória, fui me
aproximando cada vez mais do mundo onírico, tornando-o cada vez mais familiar.

5 - Rios, Cobras e Bois
Os pesadelos que eu tinha eram basicamente vividos com minha reação instintiva ao medo. Ao sonhar com um rio, naturalmente
eu tentava manter distância dele, me afastar se possível. Mas a simples presença da água tornava a situação muito desconfortável
e conforme o medo tornava-se intenso eu era atraído para aquilo que me assustava. Pesadelos com rios eram os mais "leves", tirando
a agoniante experiência dos afogamentos.
Sonhar com cobras era diferente pois geralmente elas apareciam de forma inesperada, como na vida real, tornando uma situação
boa ou neutra em algo instantaneamente desagradável. Como sempre o sentimento de medo prevalecia, incapacitando-me de
qualquer ação, com frequência minha pernas paravam de funcionar deixando-me exposto e sem reação ao ataque.
Porém, as experiências mais assustadoras e agoniantes eram os pesadelos com bois e vacas; Assim que surgia no cenário algum
cercado ou pasto, a minha mente ficava em alerta, o ambiente do sonho começava a mudar aos poucos, cada vez mais com clima de
suspense e apreensão. O medo antecipado sempre fazia surgir um ou vários bois, que perseguiam-me aterrorizando noite adentro.

6 - Reconhecendo Padrões e Alterando o Ambiente
Com tamanha frequência desses pesadelos com vacas, passei a reconhecer vários padrões nos sonhos. Sendo uma situação previsível,
ficava em alerta com cenários familiares, mantendo a calma e me concentrando, tentava assim evitar que o sonho fosse para um lado
mais sombrio.
Tais pesadelos possuíam um certo padrão, geralmente eram iguais; uma situação boa se tornava aos poucos desconfortável, o ambiente
se mostrava hostil e estranho, cada vez mais o medo era intensificado e então de forma crescente o terror seguia até um ápice de horror
despertando-me apavorado. (Era só mais um pesadelo!).
Em vigília, tentava lembrar o que eu tinha sonhado, cada vez mais me atendo aos detalhes para evitar esses pesadelos. Aos poucos
pude desenvolver um certo raciocínio e estratégias instintivas dentro dos pesadelos, me aproximando assim da lucidez.
Minha primeira ação espontânea dentro de um sonho foi tentar modificar o ambiente, de hostil para agradável. Passei a reconhecer
cenários prováveis à pesadelos e evitá-los. Lembro-me de estar em situações desagradáveis e alterá-las de forma consciente.
A primeira vez que fiquei lúcido dentro de um sonho foi no auge do medo, enquanto fugia consegui pensar em uma forma de encarar
o pânico; parei e me voltei para o que me perseguia. Imediatamente o pesadelo acabou, tornado-se um sonho tranquilo novamente. Foi
apenas um segundo de lucidez, mas aquilo me intrigou por dias.
Depois disso, eu tive vários pequenos momentos de lucidez para fugir de pesadelos.

7 - A Descoberta dos Sonhos Lúcidos
Com o tempo aprendi a criar ambientes no sonho, alterar cenários e situações, mas ainda assim sem estar completamente lúcido. Eu agia
de forma instintiva, como defesa. Cada vez mais eu focava em recordar os sonhos e seus detalhes, minha relação com o sono e o estado
de vigília foi se tornando cada vez mais íntima.
Não demorou muito para que eu começasse a ter experiências de lucidez interagindo com o universo onírico, estados lúcidos que duravam
cada vez mais tornando-me fascinado por tudo aquilo.
Por muito tempo achava que era algo só meu, pois ao falar com outras pessoas a respeito disso causava um certo espanto, ou diziam que eu
era mentiroso ou que era algo espiritual.
Na minha pré adolescência passei a ter contato com a internet, pesquisei bastante a respeito de sonhos mas tudo que encontrava era
significados e predições. Foi por acaso que encontrei no Orkut uma comunidade com um nome muito chamativo; "Sonhos Lúcidos". Foi onde
descobri o que era SL, descobri o filme ''Waking Life'', aprendi sobre exercícios e os testes de realidade. Dormir nunca mais foi a mesma coisa.
Com exercícios e um pouco de conhecimento sobre o assunto tive vários SL, alguns muito longos e proveitosos. Vários vôos, diálogos, viagens,
criações, experiências incontáveis e inexplicáveis.

8 - Na Contramão da Realidade
Me tornei um Onironauta, o mundo dos sonhos era meu lugar preferido...
A frequência dos sonhos, os falsos despertares, os exercícios em vigília tudo foi ficando cada vez mais intenso afetando de forma negativa a
minha realidade. As lembranças misturaram-se e eu as confundia. Comecei a não ter mais certeza absoluta do que era real, o universo onírico
havia me afetado demais, e aos meados da adolescência temia pela minha sanidade. Iniciei um processo de afastamento dos sonhos, parei com
os exercícios e tentei focar na realidade.
Cada vez mais responsabilidades e preocupações foram ocupando a minha cabeça, mergulhei numa rotina intensa e nunca mais voltei a sonhar,
buscando sanidade
com medo de me perder
abandonei os sonhos
para tentar encontrar
O Caminho da Lucidez.

9 - Com o Pé na Estranha Estrada
Hoje, com vinte e oito anos, estou tentando retornar aos sonhos
Com calma e sabedoria
imagino que esteja mais seguro
viajar para os confins desta estranha estrada.
Sem pressa, primeiro dormir, para depois sonhar
Vou lembrando sonhos e fazendo mapas
marcando padrões e revisitando o subconsciente
Sei bem por onde andei
cá estou novamente
onironauta desperto!

Crislambrecht

Inserida por crislambrecht

Uma vez a caminho do trabalho perto de descer, avistei um caminhão de engradado, acho, parado, não lembro ao certo rente ao calçamento, atrapalhando um pouco a circulação dos veículos. Só sei que não sei porque tampei os olhos de uma mocinha que trabalhava comigo, que estava na porta esperando descer feito eu, de brincadeira eu disse, : - Não olhe, não! Depois tirei a mão e ela arregalou os olhos e abriu a boca fazendo uma fisionomia de pavor, a espanto, aí quando ônibus começou a andar vi de relance um pedaço de bola de futebol cortada com alguns cabelos. Pedaço de bola com cabelos... Aí caiu feito um raio a percepção. Ao descer reparei uma aglomeração de pessoas olhando, tirando fotos, , com suas curiosidades morbidas, soube que era um corpo de um homem que trafegava numa bicicleta rente ao caminhão, aí a bicicleta tombou de lado, de repente, como que empurrada pela mão do destino, acredito que devido a algum buraco, entulho da avenida em reforma, uma desculpa qualquer, o deformando-o. Teve uma morte boa, penso, apesar de trágica. O ideal era não morrer, mas, não há outra opção. Apagou feito uma lâmpada, como um fio cortado ao meio, interrompendo a corrente, impedindo a iluminação. Nem dor deve ter sentido, medo, foi pego se surpresa, não agonizando dias, até a exaustão no leito. Foi surpreendido pelas costas, covardemente, como se obedecessse a nossa lógica e razão. Incomodou quem ficou olhando só, ele não, isso é forma de morrer, pavorosa, preconceituosos. Em plena saúde, provavente, vigor do corpo fisico, pensando em nada, despreocupado, preocupado no máximo pra não atrasar no trabalho, agora nao vai mais nao. No máximo, lembrando de algo agradável, quem sabe, a cerveja do final de semana, o futebol do seu time, coisas simples, o aniversario naquele dia, talvez. Poxa! tinha outro dia pra isso acontecer nao? So sei que apagou como uma lâmpada, ou uma vela? Um passarinho abatido, um pintassilgo, uma criança que não sane e bota a mão. Morreu sem saber, "morreu na contra mão atrapalhando o trafego".

Inserida por Fg7r85

Eu não posso mais me acostumar com seu sorriso louco
E, quem disse que a gente tem um caminho longo?
Eu não posso mais me iludir com seu discurso torto
E vou jogar fora tudo que me lembre o seu gosto

Inserida por pensador

Vida
Seja bela comigo
Me mostra um caminho
Me ensina a viver
Eu tenho, andado sozinho
Feito um menino
Querendo aprender

Inserida por pensador

Distanciamos muito da vida natural, optamos pela vida artificial. É necessário refazer o caminho de volta e redescobrir a verdadeira vida.

Inserida por DamiaoMaximino

O pensamento é o caminho que o universo encontra para enviar o desejo que você colocou nele.

Inserida por ednafrigato

Se pretender obter uma nova realidade, tenho duas hipóteses, criar ou seguir um caminho novo.

Inserida por manuel_sousa_pereira

Temos um longo caminho para percorrer na estrada chamada vida, haverá curvas sinuosas, mas nenhum acidente vai lhe tirar do percurso, se sua trajetória estiver pautada na ética e no amor.

Cristina Pinheiro

Inserida por cristina_pinheiro_1

"O caminho que separa o hoje da realização de seu sonho, é mais importante que o próprio sonho."

Inserida por afonsopucci

"Felicidade é um caminho que por mais tenebroso ou florido possa parecer, a visão de quem o enxerga certamente o define... O sentimento é de cada um... O meu é somente te amar...".

Inserida por adelsonjr007

⁠15/05/2020




Eu preciso falar para encontrar o caminho da paz interior.
Nunca perdemos nada.
Porque nascemos sem nada.
Sem amor, carinho, entendimento, sem bens materiais. Não temos nada. O sentimento aparece quando entendemos.
A ilusão me diz que sou dono de alguma parte do universo.
Se eu olhar para uma pedra e não enxergar sua essência, ou a sua importância na natureza. Será somente uma pedra.
Mas se eu entender que a partir de algo bruto, rústico, eu posso extrair a mais bela escultura,terei meu universo paralelo.
Quando eu digo que amo alguém, é uma palavra vazia quando a pessoa não tem apreço por mim. Essa palavra amor, terá seu valor quando for dissecada por quem a recebe e guarda em seu coração. E lá, vai criar raízes com vários significados.
Estou falando da palavra AMOR. Linda palavra. Cabe em qualquer lugar.
Deixando de lado e me voltando para a palavra maldita.
Da mesma forma criou raízes tóxicas, que oprimiu o que existia. Sabemos que o amor está lá, guardado, porém a erva daninha o sufocou.
Voltamos ao estado primitivo de quando nascemos. Vendo pedras, imagens sem sentido.
É como cantar sem técnica vocais.A palavra maldita,logo cria calo com passar dos anos.
O ser humano precisa evoluir de dentro para fora. É o correto. Infelizmente a raça humana entrou em decadência. Evolução contaminada,podre via internet. Os livros estão cheios de poeiras. Lá, podemos ser gente melhores. Compreenderemos, para sermos compreendidos.
Amamos para sermos, amados
Respeitamos para sermos respeitados.
Enfim, é uma troca constante.
Eu preciso saber se o outro está preparado pra receber minhas informações como pedra bruta. É zelo, é respeito etc...
A experiência te fará melhor no futuro.
Os velhos são"chatos", devido as várias falhas num determinado momento da vida. Eles nos orientam para não cometermos os mesmos erros. Sábio temporal.
Um dia ficaremos iguais aos sábios temporal

Inserida por ROGRGS

Quantas vezes nos vemos diante de uma encruzilhada...
Por qual caminho seguir? Começar? Recomeçar? Terminar?
Em quem acreditar sobre o que fazer?
Máscara, isolamento, distanciamento...
Fazer ou não fazer, eis a questão, que pode até afetar a razão...
Osculos e amplexos,
Marcial

CERTAS DÚVIDAS QUE SURGEM NA VIDA
Marcial Salaverry

Não podemos duvidar de que para se falar sobre dúvidas, nunca se poderá ter uma certeza absoluta, pois sempre haverá alguma dúvida a ser dirimida, e se disso duvida, basta olhar a situação atual, o que nos faz pensar e analisar o pensamento que nos foi legdo por Shakespeare:
"Muitas vezes são as dúvidas traidoras que nos fazem perder o bem que nosso talvez fosse, se o receio de tentar não existisse..." ou então, "SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO..."

Nunca é demais repetir as palavras de nosso jovem amigo Shakespeare, pois para falar sobre dúvidas, sempre existirão algumas dúvidas, sempre haverá alguma polemica, talvez algumas controvérsias, e para isso existe o livre arbítrio, e cada um tem sua maneira de ver e viver a vida, em quem acreditar ou o melhor a fazer...

Sempre que nos encontrarmos diante de uma encruzilhada, estaremos diante de um terrível dilema, sobre qual caminho seguir. É claro que dificilmente escolheremos o caminho mais difícil, pois nossa tendência, será optar pelo que se apresente mais fácil. Acontece que nem sempre esse é o ideal, principalmente na situação atual, quando o que mais existe são dúvidas, provocadas pelo excesso de falsas notícias, e de notícias muito alarmantes...

Essas dúvidas, que nos fazem procurar o caminho que aparentemente nos faça correr menos riscos, faz com que deixemos de abrir a porta para a felicidade entrar. Quantas e quantas vezes deixamos de abrir a porta, apenas pelo receio de tentar algo diferente, receio de nos desestruturarmos, de encarar algo novo, uma mudança, ou mesmo aquilo que nos seja desconhecido. Nem sempre nosso espírito aventureiro prevalece.
Esse medo poderá nos fazer perder grandes coisas. Mas nunca é fácil mexer com algo que vem bem estruturado, estabilizado. Realmente, isso é complicado. Eis o terrível dilema. Mudar ou não mudar, crer ou não crer, eis a questão...

É aquele velho chavão, de que nunca se deve trocar o certo pelo incerto, ou o seguro pelo inseguro. Essa dúvida muitas vezes nos faz permanecer na mesmice, levando-nos a não aceitar novos desafios, que talvez nos trouxessem algum crescimento, mas iria exigir algumas mudanças.

Por vezes, teríamos inclusive, que reorganizar nossa vida, o que talvez fosse nos obrigar a certas renúncias em nosso modus vivendi. Claro que sempre teremos receio de encarar mudanças assim tão radicais. Esse receio é normal, já que teríamos de começar tudo de novo, com algo que se nos afigura incerto, e sem as seguranças já adquiridas, e é preciso considerar que nunca é fácil um recomeço. Mas, por vezes esse é o caminho. Aquele que vínhamos trilhando já se mostra desgastado. Só temos que saber pesar bem os prós e os contras, para poder tomar a decisão correta, ainda mais quando uma crise surgida do nada nos impõe a necessidade de fazer algo de novo...

Nunca se devem fazer mudanças radicais, sem um bom estudo da famosa lei das probabilidades. Mas nunca é tarde para mudanças radicais, desde que elas se revelem profícuas. E uma vez que a decisão for tomada, é atirar-se a ela sem mais hesitações, para não perder o bonde da história.

Como experiência pessoal, posso dizer que já mudei tudo e recomecei minha vida diversas vezes. Sendo que em algumas me saí bem, mas em outras não, quando não soube avaliar bem a situação, mas sempre foram experiências de vida, que se revelaram muito válidas, e me valeram muito com certeza... Nunca tive tempo para me arrepender ou não de algumas delas, pois o arrependimento é difícil de ser admitido. Cheguei a me arrepender, algumas vezes, por não ter tomado uma decisão, ou por ter demorado a tomá-la.

Destino, livre arbítrio, escolha... bonitas palavras, que dão mesmo muito em que pensar. A vivência nos vai ensinando a viver, desde que saibamos aproveitar as lições que ela vai nos deixando, e assim, para chegar a um estágio ideal, apanha-se bastante, e ainda depois, continua-se apanhando, pois nascemos, vivemos e morremos, sempre aprendendo algo, e sempre devemos saber tirar proveito dessas lições, procurando retificar erros e ratificar acertos...

Quando tais dúvidas surgem em nossa vida amorosa, penso que a linha de conduta deve ser a mesma. Se um relacionamento estiver desgastado, e chegar-se à conclusão de que não tem mais jeito, o ideal mesmo é partir para outro. Mas é claro, antes de uma medida radical, há que se pensar e analisar bem a situação, para ver se realmente a solução é essa. Quantas vezes um bom diálogo, um bom acerto de contas endireita situações que estavam tortas, e se tivessemos nos precipitado, perderiamos a chance de um gostoso recomeço... Ponderação, é a palavra de ordem, para ajudar quando as dúvidas surgirem...

Pensemos, pois, e com esses pensamentos, espero que todos tenhamos UM LINDO DIA, ficando em casa se necessário for, mostrando que sabemos nos amar e amar aos demais...

Inserida por Marcial1Salaverry

⁠Um caminho sem poesia não é um bom caminho.

Inserida por Heredion


estradas
em que me perdi
caminhos
de bem-te-vi

Inserida por O_Carpinteiro


Minha Sapateira conta

Minha sapateira fala
Por onde andei
Dos caminhos que percorri
Das estradas que caminhei

Minha sapateira lembra
Dos apertos que eu passei
Das bolhas que me machuquei
Dos momentos inesquecíveis que vivenciei

Minha sapateira guarda
Sapatos velhos e novos
Momentos e recordações
Passado e presente
E talvez possibilidade de futuro.

Minha sapateira fala, lembra, guarda e conta
Da vida que os pés transportaram
Dos pés que transportaram a vida, até aqui.

Inserida por julia_dutra