Caminhando pela Vida
Quando pensas que algo está a chegar ao fim ou já se encontra lá, não desesperes é a vida a dizer que algo está a começar
Nos olhos de Luana Ribas, encontrei o luar,
Uma noite estrelada, ela a brilhar a me encantar.
Seu sorriso doce, como a lua a reluzir,
No céu de meus sonhos, ela faz meu coração partir.
Luana Ribas, musa de meus versos apaixonados,
Nas curvas de seu ser, sou um poeta enfeitiçado.
Seu nome é poesia, em cada sílaba um doce encanto,
Meu coração bate forte, como um trovador em pranto.
Em seus braços, quero ser o verso que se declama,
Nas madrugadas frias, na chama que nos inflama.
Luana Ribas, amor eterno em meu peito a pulsar,
Nossos destinos entrelaçados, para a eternidade a navegar.
No jardim de nosso amor, florescerão promessas,
Os beijos roubados, as noites de doçuras impressas.
Luana Ribas, és a inspiração do meu coração,
No poema romântico, és a minha doce canção.
Que este poema seja o eco de meu amor por ti,
Luana Ribas, és a razão do meu sorrir assim.
No palco da vida, és a estrela que ilumina meu ser,
Eternamente, meu amor por ti irá florescer.
╔══❝Não espere de ninguém:
- consideração,
- reconhecimento,
- postura,
- muito menos lealdade.
Mesmo sendo sonhador e goste de muitas vezes na lua viaja, os pés tenha-os sempre bem assentes no chão!! Pois infelizmente são as pessoas que hoje nos fazem aquele tão gostoso bem enorme, são as mesmas que um dia de amanhã nós jogaram sem dó nem piedade no chão.❞══╝
Tc.17102023/207
Trilhas da Ambição
Em trilhas de paixões, a ambição se insinua,
Chama que queima, ardente, no peito do ser,
O anseio por mais, em busca da lua,
Na dança da vida, um eterno renascer.
A ânsia de grandezas, um eco persistente,
Que impulsiona os sonhos, além do horizonte,
Aquele que almeja, faz-se resiliente,
Mas cuidado, pois a ambição é uma fonte.
Nos caminhos da glória, trilhados com fervor,
O vencedor, muitas vezes, se desvia,
Mas na conquista, não há espaço para a dor,
A vergonha é afastada, a alma se alivia.
Assim, na senda da ambição e da vitória,
O homem tece seu destino na jornada,
Na trama da vida, em busca da glória,
No palco do tempo, sua história é narrada.
Apagar o que se viveu é impossível, mas podemos com nosso sentimento aceitar o estágio evolutivo de cada ser, e agradecer a compreensão da experiência vivida e nos elevarmos em consciência.
Kairo Nunes 08/08/2023.
Os filósofos falam que o conhecimento é uma crença verdadeira e justificada, "Eu digo: A vida é a verdade, a verdade não pode ser justificada, como a vida é vida, não se justifica a vida, isso é impossível." Como diz Osho, a vida não tem um propósito, a vida simplesmente é.
Kairo Nunes 09/08/2023.
O espírito que por ali passava olhou com indiferença o vaso repleto de flores que já mostrava sinais de que a vida se esvaía...Pobres tolos, gastando dinheiro à toa, pensou ele. Poderiam comprar um bom cobertor e aquecer o irmão que tiritava de frio no portão do cemitério.
Pai
Ó pai
Aqui nesta sacada
Olhando para a noite estrelada
Se é que aí está
Preciso que aí de cima me olhe
E me mostre a melhor estrada
Ó pai
Me diga o que faço
Me ajuda a continuar nadando
Mesmo que já não aguento o repuxo
Mesmo que não quero mais
Me manter boiando
De forma que as ondas da vida
Do meu indivíduo estão ganhando
Ó pai
Me faça lembrar
Me faça lembrar do porquê
Do porquê entrei nesse mar
Quais objetivos queria alcançar
E do quanto vale a pena nadar
Ó pai
Me ajude a recuperar o fôlego
Me ajude a reabrir o olho cansado
Me ajude a me livrar das câimbras e dos machucados
A qual a vida me impõe
Ó pai
Me digas o que te fez tão forte
E me faças tão forte quanto tu eras
Me mostre quais foram tuas escolhas
Das mais graciosas às mais medonhas
Mesmo que não sejam de grande honra
Ó pai
Me dê forças para continuar
Me dê vontade para nadar
E uma luz para me guiar
E por fim peço de joelhos
Que me liberte dessas garras
Que me puxam para o alto mar
E me levam para o fundo do mar
O mar da vida
A vida e as oportunidades se apresentam como uma reunião. Se você for a essa reunião, que pode ser decisiva para os seus planos, sem saber quais são os tópicos que pretende negociar ou as questões mais importantes, pode cair na armadilha de ter um monte de gente reunida na sala, passar horas conversando e sair de lá sem nada, com a necessidade de marcar outro encontro para retomar toda a lista que ficou incompleta.
A minha intensidade me faz viver os melhores momentos da vida, nunca conseguiremos prever quem ficará um dia ou uma vida...
O que é a vida? Alguns estão escalando estruturas altas sem nenhum tipo de equipamento de proteção — mãos completamente nuas; enquanto outros estão na fila do transplante, ou lutando contra uma leucemia. Enquanto uns choram, outros se divertem. Enquanto uns nascem, outros morrem. Enquanto uns escolhem lutar, outros escolhem fugir. Eu te digo que a vida é a mais preciosa das jóias — mas para aquele que não for capaz de compreender isso, nada será suficiente, nunca.
Agradeço por ter a oportunidade de te conhecer, por ter bons momentos e boas memórias com você!
Agradeço pela oportunidade que foi me dada, de crescer ao seu lado, de poder ter sentido o seu carinho e o seu amor que me foi dado. Pois através desses momentos que me foi dado com você, me fez ter a percepção de um mundo melhor cheio de amor.
Agradeço por você ter existido, mesmo que por um momento em minha existência, mas foram momentos que me proporcionaram vibrações de paz, amor e felicidade!
Hoje, você vive em minhas lembranças e em meu coração! E agradeço imensamente por ter tido a oportunidade desses pequenos momentos que significaram muito em minha vida como um todo! Gratidão por todos os momentos bons vividos com você!
Você se foi, mas sempre viverá em meu coração! Te amo eternamente!❤️
A escada da vida
O coração, que amava tanto, já não ama mais e nada mudou.
As ideias, que pareciam geniais, nem sequer existem.
Os amigos são trocados como em uma liquidação qualquer.
E o tempo já não parece mais ter qualquer conexão com a vida.
Vivo a sós comigo para que eu saiba com quem estou lidando.
Historicamente, tenho errado mais do que acertado,
Porque existe mais oportunidade no futuro do que no passado.
E sem adversidade, todo homem se torna lúcido e comum.
Nunca tive sonho de valor que fosse impossível.
Há sonhos tão grandes que só podem ser realizáveis.
Por ter nascido com tão pouco, tudo nunca me foi muito.
Sempre fui criativo, até mesmo em orações.
O prazer que encontram no essencial, eu encontro no caos.
Nada me parece pior do que a tranquilidade e os seus tranquilos.
O medo de viver nos faz iguais aos outros.
Prefiro moldar o meu caráter pelo futuro do que pelo passado.
Quando você cresce sozinho, sendo o espelho de si mesmo,
O mundo está sempre prestes a fechar-se contra si.
Deformando sua visão do universo e de si mesmo.
Às vezes, você se torna impiedoso, até mesmo em orações.
A vida é repleta de falsidades,
Porque viver parece mais um fardo do que uma bênção.
Depois de perder tudo, você descobre que nunca perdeu nada.
Porque o homem paciente é que é feliz.
A janela
"Je laisse la vie, comme les fleurs laissent la mort!
Les fleurs laissent la mort jolie,
La décoration des fleurs est unique,
Qui fait la mort jolie? sinon les fleurs?
Les fleurs embellissent, ensorcellent!
Elles sont la beauté de l'enterrement.”
Ao som das estações, fabricam-se ossos e costumes,
Estátuas e revestimentos culturais.
Há dias tenho tido lembranças de outras lembranças,
Tenho conjurado sonhos irreais em pesadelos,
E tenho tido pesadelos conjurando sonhos.
Possuo dois cérebros: Passíveis,
Conjurados um contrário ao outro.
Pela plenitude fictícia de nunca estar certo,
Tendo por prazer real, nunca se saber quando é que se está louco.
Com alguns retratos, eu escondo partes de uma parede despojada,
Expondo pequenos espaços a serem preenchidos pela imaginação.
Ah, esse pequeno mundo que arquiteto debruçado na janela.
Eu vivo em paredes que só existem dentro de mim.
Observo distante, esses quadros anacarados a vela,
Passo as horas tal qual um relógio velho; atirado-me ao chão.
Sob a escuridão de mim, oculto-me neste escárnio quarto,
Fico imutável na depravação imaginária dos pensamentos.
Escrevo sobre tudo, sem ter nunca conhecido nada.
Aqui redijo! – Como quem compõe e nada espera,
Como quem acende um charuto e não o traga,
Apenas saboreia-o por mera desocupação.
Escrevo, porque ao escrever: – Eu não me explico!
Como quem escreve, não para si, não para os outros,
Escreve; porque tem que escrever.
Transcrevo em definições um antinomismo de mim mesmo,
Depois, faço algaravias conscientes da imperícia consciência.
Nada é mais fétido do que a minha ignorância erudita.
Há três horas; – Sinto diferentes sensações,
Vivo a par disto e daquilo; – E sempre a par de nada,
Estou repleto de preocupações que não me preocupam.
Calmamente, inclino-me para o mundo de fronte à janela,
Observo que por pouco observar, eu tenho a visão da praça,
Diante dela, tenho também a visão de um pedinte violinista.
Inclino-me para dentro de mim e tenho a visão de um homem,
Que hora é homem e hora são as minhas sensações,
De que tenho sido um homem.
O meu mundo é o que posso criar da janela do meu quarto,
Esse coveiro desempregado da minha senil consciência,
Um túmulo escavado por falsas descobertas arqueológicas,
A terra anciã é o amparo às minhas espáduas sonhadoras,
Preceitos juvenis? – Todos mortos! E hoje são somente terra,
Mas estou cansado; acendo outro charuto e me afasto da janela.
O silêncio dos meus passos conforta o meu coração,
A fumaça traz lembranças que me fazem sentir,
Ainda que eu não saiba exatamente o quê.
Sou indiferente aos lugares que frequento,
Tenho sido visto por muitos, mas tenho visto tão poucos.
Ah, ninguém me define melhor do que eu mesmo.
Caminho de fronte ao espelho: A tentar definir-me,
Certeiro de que ao derradeiro fim, não terei definição alguma.
Exceto, a falsa definição de que me fizeram os tolos.
De volta à janela,
Vejo a esperança exposta em uma caneca e um violino.
As mãos que sustentam a caneca, cansam antes das cordas.
Os homens passam e rejeitam ajudar com um mísero centavo.
Ah, cordas que valem menos do que o som que proporcionam,
Ouço-o e por ouvi-lo, eu observo os espíritos desprezíveis,
O meu cansaço distorce as melodias que essa alma compôs.
Diferencio-me e jogo-lhe alguns centavos:
Ah, uma esperança surge nos ombros cansados.
O violinista volta a executar melodias nas cordas senis,
A pobre rabeca se torna um estradivário valioso.
Eu sou um escritor, mas, não sou ninguém.
Agora esse violinista; talvez seja alguém.
Talvez escreva melodias que muitos ouvirão,
Ou que ninguém, talvez!
Dentro de um raciocínio lógico eu o defino ao definir-me.
Ele é a esfera do infortúnio. – Eu sou a pirâmide do êxtase.
Intercalamos entre o que está por vir e o que está presente.
Reacendo o charuto, fecho os olhos e ouço a melodia,
Desta janela vivo sendo outro, para evitar ser eu mesmo.
Eu poderia sentar a praça e observar, de perto, o violinista;
Tudo que vejo da janela me deixa com os olhos em lágrimas.
Aqui de cima o mundo é admirável, mas não consigo explicar-me.
Que faço eu? – Que faço eu ainda aqui, debruçado na janela?
Digressão
Estou envelhecido de viver. – Para mim, a vida basta!
A minha alma é um relógio sem cordas
Cuja única função é a de marcar lamentações
Semelhante a um cachorro, repouso ao pé da cama
Deitado, eu ouço a chuva como quem ouve a um trovão
Todo homem deveria ter a sensibilidade auditiva de um cachorro.
Certa vez, conheci um homem que me ensinou sobre a velhice Por horas, tentou convencer-me de que era bom envelhecer Eu dizia-lhe: Desejo viver até os meus setenta anos e me basta! Viver até os setenta é doloroso, quando se tem sessenta e três. Desejar isto aos vinte e seis é simples! – Tudo é filosófico.
Se eu tivesse uma filosofia de vida: Seria a de não ser filósofo.
Faria tudo pela aptidão de não se ter instinto algum.
Impulsionei-me para a inspiração de nunca se ter sido nada.
Por isto nunca tive nada e para todos sempre tive o que não tinha.
Mas quando precisei do que não tinha: Abandonaram-me.
Tenho sido eu um declínio temporal de idéias!
Tenho andado na mesma direção que circula a moral
E tenho circulado na mesma direção aonde se perde a razão.
Sou um barco resignado, olvidado ao mar.
Perculso pelo vento: Sempre a seguir!
Entregando-se por completo ao nada
Esquerda – Direita! – Avante!
Navego como o tempo em minha vida.
A que preço estaria eu liberto?
Deixo-me quedar-se na beleza de quem não sou.
Enquanto as minhas flores embelezam a morte.
Eu me embelezo na vida distraída de tudo quanto amei.
Sempre sozinho: Familiares? – Nunca soube o que é isto.
O meu espírito esta perculso e a minha alma conspurcada.
A certa altura, depois de muito sacudir.
Desço da cadeira e decido partir para o universo.
Levo comigo alguns versos, que não são versos.
E antigas idéias de se construir novos versos.
Metafisicamente
Tenho uma lembrança de todas as memórias que esqueci há pouco.
O absoluto da vida que me foi exposto; hoje, não significa nada.
Se eu pudesse ver além do horizonte: - Talvez fosse feliz.
Talvez pudesse ter evitado todos os erros da minha vida.
Mas se assim o fosse, que gozo teria?
Metafisicamente estou a viver do impossível.
O dispensável em mim é o irrealizável nos outros.
Assisto a vida como a uma possibilidade.
Tenho olhos algures! No futuro e avante!
Sempre em frente e jamais a desviar o meu olhar.
Estou firme e justo, forte e bruto. – Fiz-me assim.
Quem se esquece do que tem, começa a lembrar do que jamais teve.
O que não nos completa: É carência! – Até mesmo a falta dela.
Obstinado, quero somente aquilo que é hodierno!
Não me apeteço em solidões.
– Marchar, marchar, marchar. Eu nunca estou parado!
Eu e a minha senil consciência!
Inquietada pelos fatos e robusta a progredir.
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