Calmo
Marujo a amar pt.2
No amar existem dois momentos
Os felizes e os de alento
Os felizes são sempre evidentes
Os de alento trazem consigo o sofrimento,
Dos momento solitários que fazem da solitude um fardo
Que deverás gostaria de ser compartilhado.
Nos meus versos não procuro a razão
Pois ela anda bem distante do coração
Sabendo que deve haver alguém por aí
Prestes a repetir
Torço para esse ciclo quebrar
E que todo marujo a amar
Reme para águas calmas
Rumo a um porto seguro
Pós um mar de decepções
Venham os dias quentes dos verões
Junto a alguém a recitar Camões
e faça jus a chama, que a muito lhe chama
Mas o mar deu-lhe de apagar
Ah Camões! Que esse fogo que arde sem se ver
Seja sentida, por aqueles que juntos vão desvendar no amor os mistérios da vida.
Primavera do Leste. Outubro 2021
O mar, um belo dia estava lá,
Com suas ondas e barcos a navegar.
Sempre formoso,
Um dia calmo e outro furioso,
Mas sempre majestoso.
Sê calmo e sereno!
Não te preocupe tanto.
O melhor da vida é vive la sem preocupação.
Ouça a voz da alma! E viva melhor.
Por sorte o amor é como o vento, outrora estava calmo, agora porem arrebate a ventanias de lhe tirar os pés do chão.
A melhor lição que você deve aprender é a de dominar a sua mente em qualquer situação, pois momentos ruins sempre existirão. Saber dominar sua mente e manter se calmo em situações desastrosas é o segredo para ser bem sucedido!
Um toque singelo
Um olhar que acende a quietude,
uma melodia antiga que ressoa na virtude.
O gesto leve, a palavra serena,
um jardim secreto onde a alma se plena.
Há força na delicadeza que se revela,
uma dança de cores que a rotina não vela.
A cada passo, a certeza de um caminho,
onde a luz se derrama, dissipando o espinho.
E no silêncio, a canção que agradece,
a beleza do instante que a alma reconhece.
Um laço invisível que conecta o sentir,
a gratidão que emana, suave a fluir.
Quando encontrar algo no qual você possa colocar sua esperança mergulhe fundo, mas vá respirando leve e calmamente.
Imenso céu azul
E essas nuvens que vagueiam pelo céu a esconder o imenso e azul véu.
Olho e vejo formas.
Às vezes formas disformes que nada formam ao meu olhar.
Um amontoado a mudar de forma e posição...
Sigo entre esses sentimentos diversos.
Queria colocá-los em versos.
Mas eles vão mudando... se transformando... outras cores tomando.
Nunca chego a um porto.
Não jogo âncora ao mar.
Estou eternamente a navegar.
Ondulante respiração.
Acelerado o bater do coração.
Ondas a me jogar... daqui pra lá... de lá pra cá.
Alternância entre o alto e o baixo.
Alternância entre a paz e o desespero.
Quero um lugar de calma pra minh’alma repousar...
Do lado de lá do mar?
Em outra geografia?
Na poesia?
Ser calmo, agradável e gentil com as pessoas inquietas no mundo é uma grande virtude, demonstração de paz de espírito e recompensa.
Uma combinação muito audaciosa,
a sagacidade de uma raposa
com a dualidade do mar,
que, às vezes, é impetuoso,
em outras, é calmo,
melhor atentar-se,
não é em vão, ter cuidado.
Devido a um lapso do tempo, desfruto de um momento rico, mesmo que temporário, passo por pastos verdejantes, sinto a força do vento, contemplo um belo céu estrelado, quando estou em um sonho de olhos abertos num lugar incrível, calmo, alcançando um ponto de equilíbrio que é demasiado, fortalece o espírito, deixa-me inspirado, logo, externo um sentimento aprazível de tanto significado.
Brevemente, eu relaxo enquanto admiro o sono calmo de um lindo ser, um belo sonho adormecido, um incetivo demasiado para se manter a fé, uma das estrelas do amor divino, pequena princesa que tem mostrado a cada dia o que é amar de uma maneira inconfundível, assim, uma dádiva do Senhor, o seu valor é imensurável, uma vida que tem resistido bravamente, uma força que alegra a alma e que faz querer viver o agora verdadeiramente.
- Relacionados
- Quando o mar está calmo
