Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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​Por trás de cada olhar frio ou de cada silêncio absoluto, existe uma batalha invisível que o mundo não viu acontecer.

⁠A cada dia eu me ilumino com o saber diferente do meu nesta vida que é a maior sala de aula da nossa jornada existencial.

"Cada detalhe teu é verso: teu olhar é poema, teu abraço é música, e teu nome já virou minha oração."

Eu não superei. Eu transformei cada queda em músculo.


Viajei o mundo inteiro buscando uma razão para te esquecer. Em cada canto você estava lá, e com isso pude reconhecer, que de todas as viagens que fiz, a única que me fez tão feliz, foi quando visitei seu coração.

⁠Florescem Cosmos
nas duas Américas
cada Hemisfério
guarda o seu mistério.

Continuo esperando
por você como a noite
espera o dia clarear:
te quero ver raiar.

O nosso Sul é o norte,
o coração é ciente
de que o amor tem
a sua própria sorte.

Você é meu fraco,
o meu ponto mais forte,
e na vida não há outro
amor que em mim horte.

⁠A maior homenagem

que pode ser feita neste Natal

é lembrar de que em cada

pequenino palestino desprotegido

existe um Jesus Menino

que não está sendo protegido,

Erga a sua voz para que nenhum

pequenino nunca mais seja agredido,

Seja corajosamente sempre a luz

do mundo em prol de cada

pequenino.

Cada Conselho da Lia do Itamaracá

⁠Para seguir na Ciranda
da vida continuo ouvindo,
cantando e cirandando
com cada conselho
da Lia de Itamaracá,
Por ontem, hoje e sempre
agradeço e fiz o juramento
de nunca parar de cirandar
com as forças da Natureza
para sempre firme continuar.

Declamo em versos, cada curva do corpo teu.

Cada passo teu ressoa como feitiço, dissolvendo as margens do que sou.
Tento manter-me na escrita — mas as letras tremem, hesitam, falham.
O balanço hipnótico dos teus quadris desarma meu verbo, dispersa minhas rimas.
É um balé blasfemo que me despe da razão.

2025, o meu ano!


Agradeço imensamente por cada dia de 2025.
Renasci de diversas formas, descobri quem eu sou e outros mundos.
Me virei do avesso — e ainda vou virar a vida de muita gente também.


Não existe transformação sem aprendizado, e tudo isso me fortaleceu.
Não me tornei mais fria nem rancorosa; ao contrário, hoje amo mais, sinto mais e compreendo melhor.


Hoje eu sei que força é ouvir o coração e o grito que a alma faz.
Foi um ano intenso, mas nada foi por acaso. Tudinho já estava escrito.


E, para fechar, conheci vocês.
Não imaginam o quanto gosto de todos — até dos que ainda não conheço pessoalmente, porque energeticamente já estamos ligados.


Obrigada por serem tão especiais, cada um do seu jeito, com a sua personalidade.
Somos todos complementos.

A cada dia eu renasço num novo amanhecer…

ROTINA...

Uma mesmice colorida que desbota a cada dia…

Na vida nossas almas divergem na luz e cada qual brilha conforme sua humildade, quando mais humilde mais esplendor e quanto menos mais opaca, mas saibam que alguns encontrarão na morte a chama acesa que oscilará com o sopro da escuridão.

Cada linha de expressão em meu rosto são caminhos que percorri e cada ruga são marcas da vida que venci.

Retrato da vida é quando tua alma se debruça na janela do tempo e em silêncio suspira a cada balançar do vento...

ALMA NA JANELA

A cada suspiro, o sangue respinga no abismo de dor onde se encarcerou, tinge de flores rubras a cortina, lúgubre saudade na própria sina. Ouve risos vãos de vultos, por estar só, que rodopiam em zumbidos, formando um nó. Debruça-se à janela, escura como breu, até que o anjo surja e a leve para o céu.

Lu Lena

O ELO INVISÍVEL
(Onde o suspiro encontra o sagrado)


Cada passo dado com presença é uma oração dita sem palavras: uma mão toca o céu e a outra, o chão. Não existe separação entre o comum e o sagrado, pois o divino não habita apenas o silêncio dos castelos medievais desenhados em sonhos; ele está neste suspiro que acabas de dar.
É o estar permanentemente consciente no aqui e agora


— porque o amanhã não tem hora.


Lu Lena / 2026

TOQUE DE NEBLINA
(Entre o peso das ruínas e o rastro das nuvens)

De cada queda que sofri, ergui uma muralha... Mas os sonhos não alcancei; toco-os levemente com os dedos, mas eles se dissolvem nas nuvens.

Lu Lena / 2026

​MILAGRE EM CADA SUSPIRO
(A santidade da existência humana frente à impermanência)

​E, do sopro divino, uma vida é canonizada num corpo ignoto, que morre e renasce a cada suspiro nesse mundo imprescritível.

​Lu Lena / 2026