Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
Que do meu coração só brote amor, que da minha alma só saia o bem, que o meu sorriso seja brando, que o meu olhar seja profundo e que as minhas mãos só construam o perdão.
Não me ajoelho perante a consonância de atração de uma sociedade cuja religião é o consumismo. Recuso ser vazia como muita gente. E não é por isso que me vai cair um pedaço do cérebro.
Existem muitas coisas que não digo. Guardei-as para quando fizerem sentido. Essas são de Deus e minhas.
Talvez seja a rutura radical do eu, assoberbado pela rapidez das mudanças e pelo rompimento dos espaços tradicionais.
Talvez seja a transformação da própria história pessoal e inequivocamente social.
Talvez seja a alteração das crenças habituais pela assimilação auto aceite de uma nova forma de pensar e de agir.
Talvez seja a consciencialização de que em qualquer vivência existirão sempre dificuldades ao longo de novos percursos.
Talvez seja a determinação e a firmeza em gostar da alternativa oposta.
Talvez seja a conciliação da cabeça com o coração.
Talvez…
Desenganei-me.
E a viagem interestelar continua, num convite a mim própria para a prosseguir e nela reafirmar a fé, sem erradicar as dúvidas, as alegrias e as tristezas humanas.
Erradamente achei-me generosa, quando, no fundo, era egoisticamente generosa.
Depois das frustrações, dos enganos e dos desenganos, das tolerâncias e da culpa indevida, esclareci devidamente, e perante mim mesma, que não sou vítima de ninguém e que o deixei de ser de mim, pois, se me atribuo direitos, deverei atribuí-los aos outros também, da mesma forma que os outros o deverão fazer relativamente a mim.
Depois do vácuo autista, a aventura peculiar de uma nova rota marítima.
Continuemos, então.
As minhas mãos descem do seu rosto para o queixo e movimentam-se suavemente para os ombros.
Fitando-me a mim, os seus olhos fitam os meus.
Abraço-a.
E ambas deslizamos pela consciência simultânea do cheiro das coisas que florescem.
Adoro a minha filha.
há uma asa morando
em mim
o céu é minha veste
a lua me despe
pardais fazem abrigo por aqui com
seu clarim.
nem sabia
que havia arco íris no escuro
plumas in meus olhos inseguros
girassóis in meus sonhos
imaturos .
nem sabia
que havia viço no espinho da flor
templos de paz em frestas da dor
labirintos brotando azuis in
esplendor
só descobri
quando acordei e vi
borboletas sorrindo
pazes dentro de mim .
Gosto de passar de forma pouco apressada e de parar assiduamente para ver, depois de olhar, ainda que um lado distraído se transforme em amigo ou em inimigo.
Hoje lembrei de você. Acho que foi porque olhei para o céu e vi uma estrela. Não por ela ser parecida com o brilho do seu olhar e sim por estar tão distante de mim.
Saudade é sede sem fim
Coração apertadim
Estômago pequeno
Pensamento nada sereno
É tanta coisa, enfim...
Saudade é você, sem mim.
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