Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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A educação brasileira pra mim ,é um defunto que não enterraram

Inserida por samyjepp

Me sinto como se depois de um dia lindo de sol,uma tempestade caisse sobre mim.Trazendo coisas que me deixaram péssima,um ar úmido em mim,parece lágrimas,querendo soltar das órbitas que lhe deram vidas.Alegrias e tristezas derepente não mais juntas,só há tristeza sobre mim.E a alegria?não sei por onde anda talvez tenha se exvaindo em sangue com essa minha dor acumulada em meu interior,são nuvens negras paradas em minha direção,esperando meu pequeno gesto para me alcançar e tomar-me para si,sem medo,sem receios,sem tabus de deixar angústia em meu corpo.Misturado em meu sangue,por minhas veias corre livremente a aflição,a desengano,o a Deus não dado,as esperanças perdidas,os arrependimentos de não ter feito tudo que deveria ou quem sabe ter feito mas não bom o bastante para ser eternisado,para ter ficado na memoria e não na dor percorrida por veias introduzidas em mim para me fazer viver,porém hoje não mais são vida,morte na certa.

Inserida por Francyaneoliveira

A Jornada
(Um micro-conto surreal)

Empreendi uma jornada.
Uma jornada para dentro de mim mesmo.
Uma jornada para conhecer meu Ser.
Quando entrei em Mim, arrepiei-me.
Não sabia que Eu era tão sombrio.
Escuro, cheio de corredores e portas.
Estátuas... Ruídos... Vultos.
Que isso? Um choro?
Espiono por detrás de uma pilastra.
E eis que Me vejo sentado, abraçado aos joelhos, chorando convulsivamente entre soluços.
Não sabia por que, não me lembrava daquela cena.
Olhei por mais um tempo, me comovi.
Continuei andando, vez por outra me assustava com os ruídos e os vultos que eram constantes.
Meio perdido neste labirinto de Mim mesmo.
Ouvi gargalhadas... algazarra...pilhérias...
Muito curioso fui observar o que era.
Em uma sala pequena e abafada, com um ar avermelhado e opaco.
Estava Eu, a inebriar-me com cânhamo e muito vinho.
Rodeado de mulheres despudoradas e devassas.
Promiscuidade... inferninho...ebriedade...
Fiquei com asco de Mim mesmo, sai correndo.
Correndo...correndo...corren...
Parei, estava cansado, sentei-me num canto.
Que como tudo por aqui, também é escuro
Cochilei, fui desperto por umas batidas violentas.
Fui procurar de onde viam, viam de perto.
Aproximei-me, as batida se intensificaram.
E Eu com muito medo perguntei:
Quem está ai dentro?
- Me solta!!! Me solta!!! Me solta!!!
- Eu não sou louco!!! Eu não sou louco!!! Eu não sou louco!!!
- Ninguém Me entende??? Só quero Ser livre!!!
Reconheci-me de imediato, em um dos meus piores momentos.
Não, Eu não queria ficar ali, sai correndo novamente.
Fugindo de Mim mesmo dentro de Mim mesmo.
Quando parei de correr, percebi que estava em um lugar diferente.
Havia uma tênue luz de tons lilases, e o ar cheirava a jasmim.
Até que em fim! Um lugar que não seja tão sombrio.
De repente, ouço vozes, elas discutem.
Fiquei escondido em um canto, só a observar.
Era um casal, espera ai!!! Sou EU e Ela!!!
- Não, não dá mais Guto!!!
- Por que não???
- Você é muito confuso, tem muitos altos e baixos, hora está deprimido hora está eufórico!!!
- Mas você sabe que não é culpa Minha, é culpa da Bipolaridade!!!
- E não é só isso, você com esse negócio de Espiritualidade, de Intelectualismo, sem falar que você vive Filosofando e fazendo Poesias, você vive no Mundo da Lua não no Mundo Real, pra mim chega, eu não quero esta Vida para mim!!!
- Mas, mas como, você sempre gostou do Meu jeito!!!
- Pode ser que no inicio sim, mas cansei, para você tudo é motivo para Filosofar... Blá..Blá...Blá...chega eu quero é vida “Real”, Adeus, não me procure que não vou te atender!!!
E Eu ali observando, de repente as nuances lilases sumiram dando lugar as mais densas trevas, e o aroma de jasmim deu lugar a um cheiro putrefato.
Fiquei triste, melancólico, sai dali me arrastando ouvindo os ecos de Meu próprio choro.
Andei... andei...and...Por dentro de Mim mesmo, uma Jornada.
Andando pelos corredores, me deparei com algo que Eu lembrava mas não queria lembrar.
Eu estava sozinho em um quarto, com uma idéia fixa, “Vou me matar”.
Sim, Eu me lembro bem, esta idéia fixa e meio litro de soda cáustica.
Em um impulso irrefletido... Glup...Glup...Glup...foi-se a soda cáustica.
Vômito, estava vomitando a Mim Mesmo, Minha carne, Meu sangue.
Queimava, ardia, arrependera-se, mas é tarde, vai morrer!!!
Não, lembro-me de ter sido socorrido a tempo.
Fui salvo por cinco minutos, cinco minutos me separaram da Morte.
Basta, não quero mais lembrar, isto é passado!!!
Continuei minha viagem pelos corredores.
Acho que vaguei por horas Me explorando.
Quando cheguei a determinado lugar, percebi uma luz alaranjada.
Segui em direção luz, que aumentava de intensidade de acordo com minha aproximação.
Cheguei ao que me pareceu ser uma câmara, estava toda iluminada de luz laranja.
De repente, tudo virou Fogo, Fogo vivo.
E o Fogo falou:
- Gutemberg ouça-me!!!
Neste momento entrei em pânico, ajoelhei-me, prostrei-me ao chão
- Eis-me aqui Meu Senhor!!!
Sua voz tinha a potência de um trovão, era com o rolar de mil cachoeiras
- Entre em Mim, que sou Fogo Consumidor
Mais que depressa obedeci, levantei-me e entrei no Fogo, enquanto estava ali, sendo consumido pelo Fogo, Ele dizia:
- Eu sou o Alfa e o Omega, o Princípio e o Fim... Eu sou o Verbo Divino, eu sou a Palavra, por meio de Mim é que fostes criado, e saiba que és conhecido desde o ventre de sua Mãe, agora seja consumido pelo Fogo de Ruach HaKodesh e renasça, renasça para uma vida nova, tiveste coragem para se aventurar em você Mesmo, mas há muito mais a ser desvelado, por hora basta, já encontraste-me, Tu me aceitas???
- Oh, sim Meu Senhor eu o aceito de todo Meu Coração!!!
- Então vá, endireite tuas veredas e Nunca se esqueça de quem sou!!!
- Eu Sou o Que Sou...
...YESHUA HÁ MASHIACH...
O unigênito de...
...YHWH ELOHIM SABAOTH ...

Inserida por GutembergdeMoura

Medo de Mim mesmo???

(Um micro-conto surrealista.)

Estranha sensação de estar andando por horas a fio, sem perceber paisagem alguma. Não havia nada. Não há nada para ser visto?
Que estranho!!!
E repentinamente o tudo se faz.
O ar é pesado, o céu num misto surreal de cinza e laranja, e a frente um sem fim por caminho. Andando, andando, andan...
Uma pedra? É sim, é a minha pedra. Corro em sua direção, quero descansar na pedra. Aquela que fica no meio do caminho....
Sentei, agora estou seguro, protegido. Mas do que mesmo? Também não sei. Ah deixa pra lá, OK?
De repente a pedra se agiganta, monte, montanha. Agora estreita-se, e ergue-se tal qual um obelisco e sobe aos céus tal qual a Torre de Babel (Babel= Rebelião). Eu aqui de cima vejo tudo, vejo abismos colossais. Não, não são abismos, não passam de rachaduras no solo, meras ranhuras no solo árido. Rios, é isso são rios, olhe os corpos em curso. Corpos de que mesmo? Tanto faz, são só invólucros, apenas casulos de algo maior. Ou será que não? Hum?
O que? Eu falando? Ah sim, as estrelas, são realmente belas. Quais? As do mar? Ou as do firmamento? Que diferença faz? Se Eu quiser alcançar as do mar, lanço-me ao profundo mergulho. Se for as do firmamento lanço-me ao destemido vôo. De qualquer forma será uma bela experiência.
Este céu, este céu me amedronta, me oprime, mas também me conforta, me acolhe, gosto de estar sozinho, perdi o medo e o vento quente é gostoso.
Eu não estou bem, acho que estou alucinando!
Surgem três luzes piscantes, inicialmente muito tênues, mas logo se firmam, e começam a se movimentarem freneticamente no céu alaranjado.
O medo voltou, quero correr, mas para onde, minha pedra me traiu se Eu me mexer caio em queda sem fim...
As luzes! Elas pararam, agora rolam sobre si transformando-se, de círculos pequenos em linhas horizontais e paralelas, duas em cima lado a lado e uma logo abaixo.
Três riscos no céu, que se abrem e rasgam o firmamento. Os dois de cima assumem formas de olhos, gigantescos olhos. O de baixo assume a forma de uma boca que acompanha a proporção dos olhos, não ouso me mover, não consigo nem respirar, não tenho noção de mais nada, nem sei se estou vivo. Que horror!!!
Encarando esses olhos que me encaravam, Dês’javu. Sim Eu os conheço, são os meus olhos, meu olhar. Minha cabeça gira, estou tão confuso, onde estou mesmo?
- O que teme tanto homenzinho tolo?
A bocarra falou, e falou num coro de três vozes em uníssono. Uma grave e profunda, gutural, uma suave e aveludada, a última seca, metálica e gelada. Três vozes em uma só voz que saia de uma boca que percebi ser a minha boca. E repetiu a pergunta, tirando-me dos devaneios e me assustando novamente.
- O que teme tanto homenzinho tolo?
- Você, eu temo você, não sei o que é e me assusta.
- A sua ignorância o faz temer a si mesmo.
- Como posso temer a mim mesmo?
- Pois ainda não percebeu que sou você?
Quero acordar, me tirem daqui, estou ficando louco. E ainda não dá para fugir. Sumiu? A pedra sumiu, caindo,caindo, cain...
Minha feição voltara a ser riscos, que voltaram a ser círculos luminosos, que acompanhavam minha vertiginosa queda, em um espiral de luzes e Eu em seu centro.
Senti um impacto, mas não doeu, acho que nem senti, apenas percebi.
Levanto-me e procuro-me, as luzes sumiram. Sem roupas? Que vergonha! Estou nu! As luzes voltaram, surgem a minha frente, do nada, uma bem a minha frente, uma a minha direita e uma a minha esquerda. Tomam formas humanas, e atrás deles tronos formam-se a partir do solo.
Sentam-se, e de cabeças baixas permanecem. Eles vestem apenas uma túnica negra que lhes cobrem por inteiro.
Não conseguia ver seus rostos, nem seus gestos, pois não se moviam.
Toda essa situação continuava a ser assustadora, não havia nada entre nós a não ser o vazio, não saberia dizer se Eu estava de cabeça para cima ou para baixo, e essa situação causava-me caos. Por quê? Por que causa confusão e angústia viver uma situação onde não conseguimos nos situarmos nem ter certeza de nossa posição!
- Ouça-nos.
E mais uma vez sou tirado de meus devaneios com susto. A voz que havia falado era diferente, era uma única, era a mais grave e profunda, nesse momento quase soou paternalmente.
- Ouça-nos e guarde-nos.
A voz pertencia ao ser que estava a minha frente, sim, era a minha voz que eu ouvia, sim era a minha voz mesmo, mas bem diferente.
- Ouça-nos e guarde-nos, você precisa entender que....
- Acorda!!! Guto!!! Acorda!!!
- Hã, o que foi, o que aconteceu???
- Você desmaiou e ficou um tempão desacordado.
- Mas, mas e agora!!! Como vou saber o que Ele ia-me dizer?
- Ele? Ele quem? Será que você bateu a cabeça ao cair?
- Quer saber??? Deixa para lá você não entenderia nem acreditaria!!!

Inserida por GutembergdeMoura

Um fato sobre mim há certas pessoas que mim causa efeitos colaterais.

Inserida por aliineedepaula

Um pingo de água
Caiu sobre mim
Logo vem a chuva
Correndinho devo ir

Molhado logo estou
Sendo que a tempestade me pegou
De que adiantou fugir
Se a chuva me lavou

Agora vou pisar, pular e sorrir
Estou todo molhado
Não tem como não sentir
Assim deixo minha alma fluir.

Inserida por Tristan91

Se pensaste em mim, como penso em você ...
Pensaria que o mundo é um viver elegante
Onde se encontra poemas constantes
Dentro de mim
Você se fez diamante
Doce jasmim
Te quero aqui
Mesmo se o tempo não for à favor
Esperarei o tempo que for
Só pra subir
sem pressa cada degrau
Para te mostrar como sou especial
Para te agradar com meu amor
Se for da vontade do Senhor
Esperarei cada minuto se preciso for ...

Inserida por MachadodePaulo

Quero acariciar seu ventre e acomodar você em mim, até que um expodir de amor invada nosso prazer

Inserida por biohelioramos

Um salve a pecuniosa dor, que faz de mim um pensador!

Inserida por WellingtonAmorim

Retrato

Eu te vi da janela
Com um olhar flutuante
Estava sempre tão bela
Mas de mim tão distante
Eu te vi muito além
Correr entre o céu e a terra
E como um arco-íris
Lá no pé da serra
Eu vi o seu olhar
No meu olho também
E quando a brisa se levantou
Eu vi paixão correr pro terreiro
Com passos tão apressados
De quem quer ser o primeiro
Eu vi que a emoção
Ali também dançou
Como jamais ninguém
Ousou dançar
E quando o coração
Se abriu
O amor se libertou
E a menina sorriu.

Inserida por valdenirdelimaolivei

Já se passou um ano e um mês que ficamos pela última vez, mas pra mim é como se fosse ontem, meu coração não estava preparado pra aprender a te esquecer e eu não estou disposto a ensina-lo. Por isso lembro-o que amo você, por que isso ele já está acostumado

Inserida por DavidJackson

Domingo Ensolarado

Faça de mim
Um domingo ensolarado
E que não seja
Essa ordem o meu fim
Acordar de manhã na bandeja
Ou na mira de algum soldado

Faça de mim
Um domingo ensolarado
E que não seja
Esse não confuso do sim
A se esconder no copo de cerveja
E acordar de manhã do seu lado

Faça de mim
Um domingo ensolarado
E que não seja
Esse um querer sem estar afim
Á se arrepender numa peleja
Por tudo que se tem guardado

Faça de mim
Um domingo ensolarado
E que não seja
Esse qualquer jardim
Pra que você veja
E sinta também amado

Faça de mim
Um domingo ensolarado
E que não seja
Esse qualquer jasmim
Á que se corteja
Quando estar apaixonado

Faça de mim
Um domingo ensolarado
E que não seja
Esse qualquer latim
Á dificultar o que se deseja
Como um fio de linha enrolado.

Inserida por valdenirdelimaolivei

Um erro grande foi eu ter deixado você crescer dentro de mim, quando ainda no início, eu poderia ter te arrancado, antes de ter criado raízes. Eu nem sei se seria correto eu utilizar o termo "erro", porque não sei se foi isso, entenda como quiser.
Mas, eu achei que você fosse a eternidade da minha vida - você também achou isso - até que inexplicavelmente, nos distanciamos, um do outro, e ambos vivemos hoje completamente iludidos.

Inserida por davidesouzads

Então um dia me perguntei: Você caro sentimento que hoje estais preso dentro de mim, sinto a necessidade de libertá-lo. Percebo que manter você junto aos meus à contragosto, é maléfico para mim e para você, portanto te liberto para alçar voos altíssimos, transcendentais e surrealistas. Se fores para ser meu? Querido sentimento, que voltes! Braços, alma e seu lugar no coração estarão de portas abertas.

Inserida por Marques880

CAUSA DE MIM


Eu sou a coisa nula de um todo vácuo...

Não existo por ter, mas por ser.
Não tenho a coisa, sou a coisa.
Não desvendo mistérios, sou um mistério.

Não sou demente, nem sou esperta:
sou satisfatória para quem é satisfeito comigo.

Lanço flechas na vida.
Miro somente o imaterial.
E só acerto o alvo, quando ele é grande,
que é para a ponta da flecha entrar bem no fundo do cerne.

Não espero salvar o mundo, para dominá-lo depois.
Nem quero que o mundo me salve,
para depois me tirar o sonho de ser eterna.
E mesmo sem muitas explicações,
quero apenas que a causa, me cause infinitamente.

Inserida por nagiladesousa

“ Eu , vivia sozinho
Num mundo pra mim apagado,
Seguia um mesmo caminho,
Com destino ignorado.

Meu violão,
Estava encostado
Eu não tinha vontade de tocar,
Precisava de alguém ao meu lado,
Alguém que eu pudesse amar.

Agora, que eu te encontrei,
Já toco meu violão,
Meu destino, agora eu sei
É ser escravo do teu coração”(Dato)

Inserida por Dato

"Dentro de mim, existe um Espaço Sagrado onde guardo minhas preciosidades. Às vezes faço uma faxina lá e mudo tudo de lugar. Não é por nada, é só vontade de ver um outro ângulo das coisas. Eu não gosto do olhar acostumado. Não gosto de ver um objeto num objeto, porque tudo para mim tem entidade humana. E gente me tira o fôlego: vejo belezas demais quando amo, e amo sempre e tanto. Às vezes eu desapareço, porque fico tão cansada. Cansada daquele cenário. Daquele amor. Absurdada pelas coisas, me exaspero. Sempre é tanto. É que vivo num derramamento espesso de sentimento. Então eu mudo o foco, que é para não cansar o outro também(…) E só a solitude pode me acalmar. Por isso, tão pouco escrevo. Por isso, durmo antes e depois do sono. Por isso, às vezes, tudo é tão esquisito e ausente em mim. Não sou sempre flor. Às vezes, espinho me define tão melhor. Mas só espeto os dedos de quem acha que me tem nas mãos."

Inserida por biancavasconcelos

Morri no exato momento que deixei de amar a mim mesmo para viver a sombra de um amor não correspondido.

12/02/2012

Inserida por olharurbano

Sinto mais esperanças durante as manhãs, as noites pra mim são como um prelúdio de término, de acabado.

Inserida por Thatiane

Em mim, as palavras são expelidas com ímpeto semelhante a um vômito. Por isso escrevo.

Inserida por Thatiane