Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
Fotografia: A Alma no Olhar
Fotografar, para mim, é a arte de perceber o mundo de forma única e sensível. A fotografia não é apenas sobre capturar uma imagem, mas sobre transformar a maneira como as coisas são vistas. Busco mostrar o que muitas vezes passa despercebido pelo coletivo, revelando o que falta nos olhos comuns: uma conexão emocional, uma alma no olhar.
Essa sensibilidade me permite enxergar as camadas ocultas de cada cena, trazendo à tona a essência do que está sendo fotografado. Cada clique é uma forma de compartilhar com o outro o que a visão cotidiana não alcança, uma maneira de mostrar que a beleza está muitas vezes escondida na simplicidade, na luz, na sombra, no ângulo. Ofereço aos espectadores uma nova perspectiva, algo que não poderiam ver por si mesmos, pois, minha visão está imbuída de alma e significado.
Uma imagem vai além da técnica; nela, estão contidas histórias e sentimentos. Nela também reside o poder de comunicar sem palavras. Contém experiências e é um convite para que o outro se conecte com a visão mais profunda e sensível do mundo.
Autorretrato em Palavras
Sou intensa, profunda e sensível. Carrego dentro de mim uma força que resiste, mesmo quando o peso das emoções tenta me soterrar. Vivo em uma busca constante por significado — questiono o mundo, a mim mesma, minhas escolhas, minhas dores, minha fé e as falhas humanas que me habitam.
Sinto tudo em excesso e, por isso, reflito sobre tudo. Tento compreender a vida além da superfície, mesmo sabendo que nem todos estão dispostos a mergulhar tão fundo. Busco conexões genuínas, verdadeiras, que muitas vezes parecem raras.
Carrego em mim uma mistura delicada de vulnerabilidade e resistência. Deixo pedaços de mim em palavras e imagens, porque desejo que algo de minha alma permaneça. Quero acertar, mesmo quando me perco nesse desejo.
Talvez seja essa busca incessante por sentido que me define: uma tentativa de compreender a mim mesma e ao mundo, sem jamais deixar de ser humana — profundamente humana.
Dentro de mim
Águas azuis que inspiram
Sorrisos, brilhos, sensações.
Brisa morna, carícias, desejos;
Um mergulho, encontro, êxtase.
Corpos que se unem,
Lábios que se tocam,
Suaves, ternos, quentes, mansos.
Vibrações intensas, espasmos, gozos.
Mentes serenas, relaxadas, entregues.
São curas de mágoas passadas,
São delírios, são remansos,
São recatos, explosões,
São dores, somos nós.
Quero que você saiba que sempre será parte de mim. (...) E não importa o que o futuro traga, você sempre será meu amor verdadeiro, e sei que minha vida é melhor por causa disso.
O que faço da vida?
O que será de mim?
Perguntas, que espero respostas,
Esse momento irá chegar,
E quando vier, quero aproveitar cada minuto,
Gostaria de aprender com a minha própria vida,
Com o meu próprio caminho e destino
O que estou fazendo de errado?
Será que mereço essa vida?
Como devo proceder, meu Deus?
Como posso ser feliz?
Como posso me encontrar?
Como posso encontrar alguém que me entenda?
Como posso ser alguém para alguma pessoa?
Sei que o Senhor pode me responder...
às vezes acho a vida injusta comigo...
mas penso que não sei viver ainda...
A cada dia estou aprendendo mais,
peço que me guie Senhor... mas não serei injusto,
Gostaria também que guiasse todas as pessoas que eu gosto...
Minha família, amigos, conhecidos, enfim...
Faça com que nossas vidas se revitalizem,
Na paz do Senhor... Com isso te digo...
Muito obrigado, Senhor!
Sempre acreditei que o ciúme iria tirar o melhor de mim. O ciúme anula, controla, sufoca, diminui, escraviza, faz o sentimento de amor virar um cárcere de emoções.
Tenho uma mania de tomar conta das pessoas que são importantes pra mim como se elas fossem indefesas.
Eram horas distantes aquelas. Pareciam tão longe de mim, inquietas por não poderem passar logo e juntar o que eu sonhava com o que eu queria, numa coisa só, bem na minha frente. Um ano tem 365 dias. Um grande múltiplo de cinco que ia ficando menor a cada cinco minutos a menos que nos separavam. O relógio podia não ser exatamente ágil, mas era nosso amigo.
Alguma coisa não está certa aqui. Passa longe de ser visível aos meus ou quaisquer outros olhos, mas existe. Lateja forte durante a noite e eu me recolho, me encolho, me embrulho, como se procurasse um jeito de, em mim, encontrar um pedaço de você. Mas não dá mais, e dói."
Eu compreendo os mais diversos medos, porque abrigo em mim os mais estranhos. Sei das precisões absolutas de carinho e proteção. Eu seria perfeita pra você, se você ao menos existisse.
Sabe essa leveza que sou eu, essa tranquilidade que reina em mim, essa paz que vive comigo...
isso não é sorte, é opção.
Eu escolhi viver bem, não lamentar; escolhi aprender a cada queda.
Mas principalmente, EU ESCOLHI SUPERAR.
do que sei agora
me vi anos atrás
e quis dizer pra mim
se ame
antes de tudo começar
depois de tudo terminar
e durante esses espaços todos
se ame
Pregui de gen
Preguiça do mundo, preguiça de gente. Preguiça de mim.
Vontade de não me relacionar com humanos por uns dias. Bichos, tudo bem. E eu, que de mim não posso fugir. Quero ficar louca e solta, e não pentear o cabelo, e deixar a barba crescer. E meditar. E escrever. E respirar. E só comer frutas. E renascer.
Pra depois me acabar toda de novo, nesse ciclo shivariano que faz o mundo terminar e recomeçar a cada dia. Tem mesmo essa coisa Fênix. Não sei ainda porquê sempre tenho que me desfazer, me arruinar, ir até o fundo de tudo pra acordar no dia seguinte e renascer das cinzas. É como ter que ir até o inferno só para ter algo pra comparar com o paraíso.
Eu me trato como as pessoas me tratam, sou aquilo que de mim os outros veem.
Acho que esses que sempre falaram de mim, que eu nunca ia passar dos 15 anos, até hoje não acreditam que eu tomei jeito, que sou um verdadeiro, nem nos meus olhos eles olham, deve ser por vergonha de saber que eu ia ser mais que eles.
Como te aconselhar senão pelas palavras que escutei aqui dentro de mim?
Hoje percebi que há coisas que não se resolvem com pressa. Existem silêncios que não aceitam atalhos, e processos que só o tempo sabe conduzir. Esperar, às vezes, é o único caminho, mesmo quando a ansiedade tenta nos empurrar para frente.
Aprendi que atropelar o ritmo natural das coisas traz arrependimentos depois. O que é forçado volta a cobrar paciência; o que é ignorado se transforma em peso. Permitir que a vida tenha seu próprio compasso é, no fundo, um ato de coragem.
Cheguei a essa conclusão depois de muito me ouvir. Talvez não sirva para você. Mas, se em algum momento essas palavras encontrarem eco no seu coração, já terão cumprido seu destino.
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