Cada Pessoa que Conhecemos
O amor é feito lar,
basta nele repousar.
O amor floresce a cada
renascer do sol,
a cada mudança de lua,
a cada nova estação.
Floresce em meio às tempestades,
os ventos, mas é tão bom saber
que o amor existe.
Em nós resiste.
Reside.
O amor é laço, abraço.
Desfaz nós, quer ser apenas nós...
O amor é feito lar.
Com flores na janela para nossos caminhos perfumar.
O amor é a maior dádiva,
bem precioso que jamais poderemos comprar, apenas contemplar.
Acolher.
Ah, o amor...
Nos faz despertar do sono para viver os sonhos.
E quando o sol desponta lá no céu,
meu coração começa a cantar...
Nós somos o amor.
Nós somos par.
As flores estão a desabrochar,
meu olhar já vai lhe encontrar.
O amor é feito lar.
Onde o teu coração se aconchega ao meu.
Onde meu sorriso rima com o teu.
Nós somos o lugar onde o amor raiz quis fincar.
Ela caminha lentamente, cada passo, uma graça.
É a mão que desliza suave pelos cabelos soltos, um sorriso tímido, um olhar provocante.
O batom vermelho não pode faltar. É realce, um certo charme.
Ela sabe que ele gosta...
Ela caminha lentamente, está de vestido.
Floral.
Dá um ar de meiguice.
Espera!
Ela é meiga.
Carinhosa, transborda amor.
Ela caminha lentamente até ele.
Ele que faz pulsar mais forte seu coração.
Ele que possui um jeitinho único de ser.
Nunca, mas nunca mesmo encontrou alguém assim.
Ele rima perfeitamente com ela.
Sabe poesia?
Canção?
Pão com manteiga?
Arroz e feijão?
Bem assim, eles são.
Seus olhares se completam.
Seus lábios, corpos, mãos, se encaixam.
Mãos... que se entrelaçam.
E não dá vontade de soltar.
O coração dela se aconchega no dele de tal forma, que parece até que estou inventando história.
História...
De duas pessoas.
Vidas, cidades, costumes diferentes, porém eles são sintonia.
O amor é assim: sintonia.
Não há tempo, espaço, diferenças entre eles.
Há amor...
Aquele amor gostoso de sentir, de querer se envolver cada vez mais.
Aquele amor que se entende pelo silêncio.
Aquele amor que faz tudo ser mais gostoso.
A vida sempre é mais gostosa com amor.
É tempero.
É essencial feito o ar.
Ar...
Ela é ar.
Ele é terra.
Ela faz ele sonhar, por aí flutuar.
Ele coloca os pezinhos dela no chão, com amor e proteção.
Caramba! Que casal mais foda eles são.
Inspiração!
Ela caminha lentamente até ele.
O tempo para.
Tudo para.
Não há barulho de pessoas, carros, nem pássaros e música.
Há somente o encontro do amor.
Arrebatador!
Na cisma maquinária da arrepsia
cada engrenagem é pergunta,
cada rotação, incerteza,
cada faísca, um novo abismo.
O véu da dúvida não se rasga,
apenas se multiplica em sombras,
e o pensamento, motor inquieto,
faz da vida um motor errante de interrogações.
Se vários caminhos te levam a Roma, então compre um mapa e busque conhecer cada um deles, assim poderá escolher qual vai trilhar.
Como é lindo seu olhar, cada detalhe dos seus cabelos, até a sua preocupação com os atrasos da vida.
Sei que não posso ter seu coração, mas que pretensão a minha.
Deus já te reservou para alguém especial.
Então fique com o BILHETE.
Cada vez que olho atentamente para os tons que a vida me dá, mais força para procurar novas cores eu tenho.
Sou eu um vaso, moldado pela mão divina,
À espera de ser preenchido pela vida.
A cada dia, sou preenchido de esperança,
E em mim, as razões da vida são depositadas.
Assim como a terra que me gerou,
Eu sou também um produto do amor e dedicação,
De cada gota de chuva que cai,
E do sol que aquece e me faz firme e me molda.
Sou um recipiente de sonhos e desejos,
De momentos bons e maus, de risos e ensejos,
E a cada fase da vida, sou reinventado,
Pois em mim, um novo destino é traçado.
Às vezes, me sinto cheio de alegria,
E transbordo de felicidade a cada dia,
Em outros momentos, sinto-me vazio,
E busco em mim mesmo o meu alívio.
Mas, como um vaso, sempre encontro um jeito
De me encher, renovar e seguir em frente, sem receio,
Pois a vida é um ciclo que não para.
Sou eu um vaso,
Retrato do que às vezes está cheio, derrama ou encontra-se vazio.
Sou de barro, frágil e nascido da terra.
Cada movimento é uma prova de que a natureza não se curva, apenas se adapta. É fugaz, arisca e muito maior do que nós. A natureza não é uma senhora sentada esperando o tempo passar; ela dita as regras, rege nossos dias e nos dá o sustento diário.
Cada dia me oferece uma lição sutil enquanto observo o horizonte. Ele me surpreende, revelando a beleza escondida na incerteza, e me ensina a navegar pelas nuances das minhas emoções, sobretudo aquelas que envolvem perda. Pode parecer um clichê, mas talvez a vida seja mesmo feita desses clichês inevitáveis. Somos nós que, em nossa teimosia, buscamos inventar o extraordinário, esquecendo que é na simplicidade que o universo sussurra suas verdades mais profundas. O tempo passa, e com ele, a constatação de que nada se repete; o instante já se dissolve e, amanhã, novas cores e desafios emergirão, renovando o cenário de nossa existência. Porque, no fim, é na constância do fluxo e na beleza do efêmero que encontramos o verdadeiro sentido de ser e estar. E belamente se foi, quente, suave e necessário.
Ainda vale a pena tentar ver e sentir o extraordinário em um mundo que parece cada vez mais ordinário, especialmente na natureza.
O tempo é absoluto, mas o instante é soberano. Cada segundo carrega o peso de ser único, intenso e irrepetível.
Cada sopro da vida carrega um instante que se despede. Momentos que voam leves como sementes ao vento, frágeis, mas cheios de significados. O que parece partir, na verdade, semeia. Porque a vida, mesmo quando vai, deixa raízes em algum lugar.
Realmente, os otimistas que nós temos no país, cada um deles, vive com algum palavrão entalado na garganta. Os pessimistas, esses já se pronunciaram.
Carlos Alberto Blanc
A saudade se dispersa ao vento, como se cada lembrança fosse uma leve canção, acariciando meu coração com a melancolia dos momentos passados.
Como uma eterna canção, sua presença se entrelaça em cada verso, fazendo de você a melodia que ecoa na trilha sonora do meu coração.
Quantas vezes precisei fugir para não pensar em você, mas cada passo longe só me levava mais perto do vazio que você deixou.
