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Preste atenção ao que diz o coração, ele nos conta segredos que só nossa alma sabe, são cúmplices em verdade.
Nossos excessos nos acometem silenciosamente, quando nos damos conta, estamos sem forças para reagir às investidas do mal.
O hábito de pendurar insucessos na conta do azar, imobiliza a reflexão sobre a necessidade de aperfeiçoamentos diversos.
Foram tantas as vezes que te magoei que me perdi quando tentei contá-las. Eu estou arrependido, por Isso, peço sempre que me perdôes. No entanto sempre rejeitas-me e continuas muito irada comigo.
Trabalho com arte e por conta disto não tenho a menor possibilidade de competir com a beleza ao meu redor. Só mesmo internamente.
A arte e a cultura no Brasil por conta da maquina publica antagônica distante das verdadeiras politicas publicas de governo para a educação, ainda continua como moeda de troca de politicas de partidos.
Aquele que sabe fazer conta não é um verdadeiro artista, talvez no minimo um economista criativo ou um inventivo matemático.
Ganhamos generosamente pelos nossos acertos mas não pagamos a conta, ínfima que seja pelos nossos erros.
Sempre tive desconforto perante as tatuagens, e por conta disto pensava que nunca faria. A vida costumar nos dar respostas claras a nossos medos e exageros de maneira singular. Há alguns anos, estava enchendo uma caneta tinteiro de tinta, quando a caneta escorregou e com sua pena de ouro, fincou no meu dedo indicador. Doeu mas logo cicatrizou. O que pude perceber após uns dias, foi que a pena tinha deixado tinta na minha pele. Mesmo no desconforto a vida me respondeu e me tatuou inesperadamente, com isto meus antigos preconceitos foram embora. Tatuado pela vida estou.
Distante do medo tolo de muito se dar, viver as relações em conta gotas, é um desperdício de tempo e de desejos, pois isto não te preserva e nem te anônima se, inexiste como um personagem sem autor, fica a mercê das circunstâncias no próximo ato, isto é fato e te fragiliza ainda mais.
As boas historias, de afeto e de carinho independente da religião e da cultura de quem nos conta, se repetem. Isto justifica se por amor e humanidade.
Os gazes fétidos das princesinhas lindas e sonsas, sempre recaem na conta dos inocentes trabalhadores.
passarinho da Amazônia, eu conto ou tu conta?
Na moda da cidade você não existe, morra na queimada.
De longe não vejo o indio, nem a sua cenzala.
