Luiz Guilherme Todeschi
Para ser feliz... e entender o que é amar.
De dentro para fora
é estar em paz consigo mesmo.
Viver sem culpas, se perdoar,
saber seu valor, do que é capaz,
orgulhar-se de si mesmo e se bastar para ser FELIZ.
De fora para dentro é
ter alguém ao lado,
alguém que te deixe completamente à vontade.
Alguém que sinta uma vontade absurda
de estar com você e "comprar" os seus sonhos,
por olharem juntos na mesma direção.
Alguém que leve tudo de ti para si, você inteira,
passado, presente e futuro,
malas, bagagens e "pacotinhos".
Que vocês possam rir juntos, ou não.
Pode ser que apenas ao se olharem,
num simples gesto de carinho se sintam plenos,
inteiros, completamente entregues um ao outro.
Que seja de verdade, maduro, porto seguro..
Que seja fiel, sagrado, pedacinho de céu, estrelado.
Que nada mais ao redor importe tanto,
porque a vida dentro e em torno de vocês
vai estar maravilhosa demais de se viver...
Você inteiro, ela inteira, se presenteando em reciprocidade,
por convicção, por vontade, afim de eternizar...
Assim será...
E então vocês vão perceber finalmente o que é AMAR...
Apesar dos dias cinzentos...
Estes que parecem não terem amanhecido dentro de nós,
sempre podemos ter "noites com sol".
Despertamos a qualquer momento
e podemos fazer das horas que restam,
paz e calmaria quando acendemos
os holofotes dentro de nós.
Basta mantermos um sonho vivo
e termos uma vela acesa na fé
para reavermos a vontade de viver.
Não se entregue, esteja em movimento,
energia nunca é destruída, mas transferida.
Faça com que ela chegue até você
Toda vez que procuramos conselhos de alguém, procuramos não pela vontade de mudar uma escolha, mas sim para fundamentar uma decisão já feita.
Uma mulher geralmente acostumada a ver a sua beleza todos os dias no espelho, acaba por desaperceber o poder de sedução que está em suas mãos. Acostumar com o belo amortece a sua alto-estima e impede que a beleza atinja a sua perfeição.
No inverno as pessoas acabam se tornando mesmo mais atraentes, por que necessita que os demais utilizem muito mais a sua imaginação para enxergar o que há por baixo.
Há lugares que são só lugares e há lugares que são aquilo que vivemos neles. É o princípio do amor que nos ensina isto.
A lei da atração é assim mesmo, nos faz fazer coisas que não entendemos perfeitamente, mas fazemos assim mesmo, muitas vezes sem nos darmos conta.
Desejo é o imã do olhar. E a razão é a penitência da impossibilidade. Uma coisa é olhar de longe e imaginar, outra coisa bem diferente é estar vivendo a imaginação.
Justificativas sem sentido são as primeiras artimanhas que usamos quando o coração acaba vencendo os argumentos da nossa razão.
Nós sempre seremos os últimos a saber dos acontecimentos que cercam o coração de uma pessoa amada, e sempre será tarde para se tentar recomeçar alguma coisa que não vai indo bem.
A neblina da paixão desenha o formato e a forma dos olhos de quem vê. As conclusões sobre o outro são desenhadas pelo lápis da necessidade de quem precisa.
E são eles, os detalhes, que fazem toda a diferença quando nos apaixonamos por alguém, quando nos mantemos apaixonados, e quando permitimos que alguém se torne parte da nossa vida para sempre.
Para um homem inseguro e perturbado por um desconforto, todos os planos e eventuais vantagens dele serão sempre postos em segundo plano.
