Jean la bruyère
Que seu caminhar contenha as cores mágicas do Povo Encantado, lá onde reina a Luz do Criador, a criação delineada numa clave de sol na Música das Esferas, no incrível despertar de sua consciência para moldar o som primordial advindo da Mãe Terra, Natureza que emana o pulsar do coração das nossas ancestrais Guerreiras e Guardiãs dos Mistérios Sagrados...
É pra lá que eu vou...
Onde o por do sol é mágico
Onde o rio chora letárgico
Onde pescar é distração
Onde bater papo é diversão...
É pra lá que eu vou...
mel - ((*_*))
Librería
El Universo es una inmensa librería. La Tierra
es apenas uno de sus estantes. Nosotros somos
los libros colocados en ella. De la misma forma
que las personas compran libros apenas por la
belleza de la tapa, en la biografía o el índice y
el contenido del mismo, muchas personas
validan a los otros por la apariencia externa,
por la tapa física, sin considerar la parte
interna. Otras, buscan libros con títulos
fantásticos, sensacionalistas, historias de terror
o romances profundos. También es así con las
personas: Hay aquellas que buscan
sensacionalismos baratos, dramas o apenas un
romance, sea profundo o sencillo. Somos
hombres-libros leyendonos unos a los otros.
Podemos quedar solo en la tapa o profundizar
nuestra lectura hasta las páginas vivas del
corazón. La Tapa puede ser interesante, mas es
el contenido que brilla a la esencia del texto. El
cuerpo puede tener una belleza plástica, mas
es el espirito que da brillo a los ojos. También
podemos leer en las páginas experiencia de
vida muchos textos de sabiduría. Depende de
lo que estamos buscando en el estante.
Podemos ver en cada hombre-libro un texto
impreso en las líneas del cuerpo. Dios colocó
su firma Divina allí, en las páginas del corazón,
mas solo quien lee en el interior es que
descubre eso. Solo quien vence la ilusión de la
tapa y escudriña en las páginas de la vida
íntima de alguien, es que descubre su real
valor, humano y espiritual. Que todos nosotros
podamos ser buenos lectores conscientes. Que
en las páginas de nuestros corazones podamos
leer una historia de amor profundo. Que en
nuestros espíritus podamos leer una historia
inmortal. Y que, siendo hombres-libros,
nosotros podamos ser lectura interesante y
creativa en varios estantes de la librería-
universo, pues somos hombres-libros. La tapa
se arruga y las hojas se pueden rasgar. Mas,
nadie arruga o las ideas y sentimientos de una
consciencia inmortal. Lo que no fue bien
escrito, podrá ser bien escrito mas a
adelante... Mas, con toda certeza será
publicado por la editora de la vida, en el
estante Divino... Hay hombres-libros de varias
tapas y colores, mas Dios es el editor de todos
ellos.
Hoje já me sinto eu.
Ontem triste vivenciava a dor do outro.
Mas, como vive-lá se não me pertences.
Como resolve-lá se a sua causa desconheço.
Sinto que posso apenas ouvir e não sentir.
Então, lhe cabe viver, resolver e sentir a dor que pertence a ti.
LÁ VOU EU, BUSCANDO UM HORIZONTE DIFERENTE.
FAZENDO OS MEUS ATALHOS,
CORTANDO CAMINHOS,
MUDANDO A DIREÇÃO..
TRAÇANDO METAS,
PARA UM NOVO SENTIDO
DA MINHA VIDA..
.
Você vai levar daqui para lá seu conhecimento aprendido com toda atenção e você vai sair, de lá para cá, com a alegria da lágrima de cada lição ... "
A vida é o melhor presente dado por Deus a cada um de nós, daí precisamos valorizá-la, evitando assim, destruí-la por qualquer indução as ações que se configurem práticas nocivas a todos nós.
Foi estranho não me encontrar lá.
Como se até o respirar estivesse diferente.
Reparei nos olhos, na reação ao que trazia em mente.
E menti.
Dizendo que sabia quem estava vendo,
E sabia o que estava fazendo.
Era uma dor insuportável a de estar sob o mesmo convívio.
Só que agora é pior por ter que disfarçar.
Sim. Minha não vontade de aqui ficar.
Na mesma solidão inerte.
E sempre procurando algo que diverte.
Pois uma hora vai que eu concerte o anel de vidro que tu NÃO me deste.
Além do mais sei que o amor que tu me tinhas acabou.
Não porque era pouco mas por não sabermos amar.
Por isso essa mudança.
Deixei ela tomar meu lugar.
Mudar o pensamento e o jeito de andar.
Ela sabe o que faz.
Quando olhei no espelho ela parecia mais capaz.
Deixei.
Mas passou, que nem aquele papo de amor que acabou.
Assim ela fez, sumiu.
Mas vez ou outra aparece no pensamento,
Controlando o lamento e falando mal do amor.
Foi estranho porque ela falava no ouvido e eu tentava não escutar
Enquanto chove lá fora, dentro de mim instaurou-se uma tempestade. Não sei se em um copo de água ou numa bacia hidrográfica. Mas chove em mim água que inunda a todo momento meus sentimentos, limpa um pouco da minha loucura, refresca meus sonhos, leva em bora meus medos. E me dá sossego, ao menos um pouco pra fechar os olhos e silenciar o corpo pra ouvir a água correr, encher os olhos e o nariz contornar.
HOJE EU MORRI PELA METADE.
ESPERO RENASCER COM UM LADO BOM
E SE EU NÃO PUDER RENASCER COM ESSE LADO BOM , QUE MORRA POR INTEIRO POIS NÃO QUERO MAIS FAZER NINGUÉM QUE EU AMO SOFRER DE NOVO
Lá na minha terra, onde eu acordava e sentia o "cheiro" da mata e ouvia o som dos pássaros.
Lá onde eu fechava os olhos pra sentir o frescor da brisa e o sussurrar da mata ante minha presença ouvi uma voz a me dizer: Eis me aqui filho, a natureza criadora de todas as coisas. Teus pés caminham sobre meu corpo e meu sangue sacia tua sede. Sou eu quem toco tua face todo final de tarde sob a forma do último raio de sol a clarear a paisagem lúgubre á tua volta, e o primeiro suspiro da aurora matinal a estremecer teu corpo todas as manhãs.
Agradeço a Deus as pedras no meu caminho,
pois eu sei que quando eu estiver lá no topo , elas não serão mais do que pedrinhas-britas.
A última lambreta
Descia pela ruazinha de terra e pedras. Magra, leve, parecia perfeita para a lambreta que tinha.
Era uma época em que os empregos do sonho, nesta região, eram de motorista do caminhão do leite ou da Kombi escolar, ou este dela, em que passava nas pequenas propriedades vacinando o gado.
Naquele dia ela chegou mais calada. Percebia-se que algo não estava bem. Após almoçar fartamente a pequena veterinária passou a comentar suas angustias. Tudo mudaria. Estavam tirando as lambretas de serviço e colocando as Turunas (Moto que fez muito sucesso naquela época)
Olhando para mulher falante e tão minúscula, fiquei impressionado com a sua decepção. Falou que iria sentir muito a mudança. Definitivamente não aceitava ficar sem “lambretear”.
Ela que muitas vezes foi vista como a rebelde da família, pois entrava em si mesma e produzia alguns textos de qualidade questionável apenas para relaxar.
Em certa ocasião, após uma queda e com uma forte batida na cabeça, perdeu um pouco a lucidez. Naquele dia salgou o café ao tentar adoça-lo. Fez uma frase que eu nunca mais esqueci: “Se é no sábado, todos sabem que é domingo.” Exatamente assim se pronunciou. Uma frase, para mim, símbolo das confusões mentais em que ela poderia estar metida.
Mas o entusiasmo dela ao falar da velha lambreta era algo impressionante. Não parecia ter nenhum “parafuso a menos”.
Na hora de ir embora, vi que chorava e falava que nunca mais veríamos uma lambreta. Que aproveitasse aquele dia.
Indignada, parecia mesmo que estava para cometer o suicídio, pois disse que sairia de todas as formas de convivências sociais. Disse que iria se esconder, que não daria mais notícias. Nunca vi alguém tão indignado por tão pouco.
Fiquei com aquela imagem dela subindo pela estradinha e dizendo: Nunca mais. Aproveitem a última lambretinha. Nunca mais saberão de mim. Nunca mais, nunca mais...
Corazón con alas.
Mis hojas han caído a la tierra de nuevo.
no pierde más la dirección,
el camino que me lleva a su corazón con alas.
Corazón con plumas de mariposa,
sus ojos llenos de aguas poco profundas
brotaron como si fueran cascada
regando la tierra estéril de mi alma ...
Corazón, ya no perdere la dirección que me lleves a tu
corazón con alas
Até a derrota tem lá as suas virtudes. Com ela aprendemos a persistir, se levantar e seguir em frente. — Albert Matarazzo
Ai mano mente o ano todo!
Vamos lá...
Sou todos ouvidos menti ai mais um pouquinho rsrsrs.
Afinal tem mais 364 dias pela frente
Pra aguentar a suas mentiras.
