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O ser humano é tão ganancioso que não dá conta de arar dez metros de terra mas deseja agregar a sua propriedade um alqueire que está ao lado.
O outro só pode ser FELIZ pela própria conta e risco. Você só é responsável pela sua felicidade, em vão tentará agradar para a qualquer outro felicitar.
Poesia Infantil – “História na Hora da Soneca”
A professora conta baixinho,
com voz de nuvem no ar.
O Bento fecha os olhinhos,
pronto pra imaginar.
No tapetinho macio,
o mundo inteiro aparece:
tem estrela, tem passarinho,
tem sonho que nunca esquece.
Cada palavra é um abraço,
cada rima, um afago no chão.
E o Bento, guardião de sonhos,
ouve tudo de coração.
Quando algumas pessoas quando mentem e são falsas, não estão se dando conta de que estão seguindo o "script" do mesmo diabo que enganou Eva no paraíso. Já Outras são filhas dele mesmo, não tem jeito.
Para hoje:
Deixe que a leveza,
a delicadeza
e a sutileza
tome conta
do seu dia.
Mas não perca o ritmo.
Passos firmes
são sinais
de controle.
Hoje, ao acordar, eu fiz um pedido a Deus.
Pedi que ele me livrasse de todo mal e tomasse conta
da vida daqueles que eu quero bem.
Pedi que ele olhasse por todos que eu
não conheço, que ele cuide, proteja e
ampare também.
Futuro incerto
"Não deixe o futuro tomar conta da sua vida, se você não vive o presente ... se você não tem prazer nas coisas boas da vida. Então, viaje, emocione-se e, principalmente, ame, porque o futuro é incerto, é irreal, é algo que não existe... quando ele parecer chegar, já será presente o hoje"
Descanse o corpo e tranquilize-se o máximo que puder.
DEIXE QUE DEUS TOME CONTA DE TUDO.
O mal só toma conta do coração daqueles que não tem fé.
A noite está linda
Vejo estrelas, milhões delas.
Fascínio que toma conta do meu ser
Elas são libertas
Gostaria de ser assim
Uma estrela que vê
O que eu não posso ver
Quantas vezes morremos e ressuscitamos sem saber ou nos darmos conta, no curso de nossa jornada — pois o coração faz e não explica.
Quando o vazio toma conta, o melhor é o silêncio — na boca e na caneta —, ser apenas um mero observador de tudo e permanecer quieto no seu nada.
Um dicionário inteiro não dá conta de representar a riqueza vocabular da Língua Brasileira de Sinais.
A prisão não começa com grades.
Começa com horários.
Luz acesa antes do corpo acordar.
Contagem.
Café sem escolha.
Fila.
O dia é um corredor longo
onde nada acontece
e tudo pesa.
Aprendi rápido as regras não escritas:
não olhar demais,
não perguntar por quê,
não prometer nada.
Na prisão, o medo não grita.
Ele sussurra.
Sussurra quando alguém passa rápido demais.
Quando o silêncio dura mais do que devia.
Quando o guarda chama um nome
e não explica.
O banho é curto.
A privacidade, inexistente.
O pensamento, excessivo.
Ali dentro, o tempo não passa —
ele se acumula.
Vi homens contando dias na parede.
Outros desistiram de contar.
Alguns se tornaram barulho.
Outros, pedra.
Eu virei observação.
Observava quem ainda dividia pão.
Quem dormia de sapato.
Quem rezava sem palavras.
Descobri que sobreviver exige pequenas corrupções:
um acordo aqui,
um silêncio ali,
uma raiva engolida.
Ficar inteiro era trabalho diário.
E trabalho cansa.
À noite, o corpo deita,
mas a mente continua em pé.
Pensava nela.
Pensava no documento verde
que agora existia mais como ameaça
do que como direito.
Sete meses assim.
Um dia igual ao outro,
mas nenhum realmente igual.
