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Poemas e declarações
São rastros que ficam, às vezes esquecidos, por conta de um cotidiano impositivo, mas que não apaga os rastros e nem desvia do objetivo aquele que só o amor verdadeiro é seu caminho.
🎭 BASTIDOR DA ALMA
Fora dos bastidores é fácil prometer
“tô contigo”, “conta comigo”.
Mas quando o silêncio pesa,
quando a mente vira tempestade,
é ali que a alma descobre quem fica —
e quem só dizia que ficava.
Nos bastidores da dor,
as máscaras caem e as vozes se calam.
É lá que a dependência emocional nasce:
na esperança de que alguém venha nos salvar,
quando, no fundo, é a gente que precisa se segurar.
Depressão não é fraqueza — é grito abafado.
É o corpo pedindo pra parar,
é o coração tentando lembrar o que é respirar.
E o abandono…
ah, o abandono é a escola mais cruel da alma.
Ensina a amar quem parte
e a se reconstruir com o que sobra.
O palco mostra o que a gente quer ser.
Mas é no bastidor que a verdade aparece.
E às vezes, o mais difícil
não é perder alguém —
é perceber que nunca se teve de verdade.
A cura começa quando você entende
que solidão não é castigo,
é chamado pra voltar pra dentro.
Porque o amor que te salva
não vem de fora —
ele vem de Deus,
vem da força que sobra quando tudo falta.
🕯️ — Purificação
os dias que restam por
Purificação
Há dias em que tudo pesa.
A conta que não fecha.
O abraço que a gente sente falta.
O silêncio do pai.
A distância do filho.
A mãe que já não fala como antes.
O amigo que sumiu.
A pessoa que ficou — e parece ausente.
A verdade é que ninguém está inteiro.
A gente só aprende a esconder as rachaduras.
E quando outubro vai acabando, vem essa sensação de que o tempo anda rápido demais — como se a vida tivesse pressa, e a alma ainda estivesse tentando entender o que fazer com tanta dor, tanta lembrança, tanto recomeço interrompido.
A gente tenta seguir.
Trabalha, paga contas, sorri pra foto, finge costume.
Mas por dentro, há sempre algo pedindo socorro em silêncio.
O medo do amanhã.
A saudade do ontem.
E a incerteza do hoje.
Mas olha —
entre o choro e o riso, entre o fracasso e a tentativa, há uma força que insiste.
Ela vem do mesmo lugar onde nascem os sonhos, os filhos, os perdões, e as segundas chances.
Vem de um Deus que ainda acredita na gente, mesmo quando a gente não acredita mais.
A vida é esse ciclo louco de nascer e morrer várias vezes —
morrer por dentro e renascer no mesmo corpo.
Morrer de amor, e renascer de aprendizado.
Morrer de saudade, e renascer de fé.
E se você está lendo isso, é porque ainda há algo pra viver.
Talvez uma conversa que você ainda precisa ter.
Talvez o perdão que ainda não deu.
Talvez um abraço que está esperando você há anos.
Talvez seja a hora de parar de adiar a vida.
De ligar pra quem você ama.
De pedir desculpa.
De recomeçar.
De se olhar no espelho e se ver com ternura.
Porque a verdade é que ninguém vem com manual.
Mas todo mundo vem com coração.
E o coração entende o que a razão não explica.
Então respira.
Chora se for preciso.
Mas volta.
Volta pra vida.
Volta pra você.
Volta pra o que te faz sentir.
Outubro está terminando, mas a sua história não.
Ainda dá tempo de nascer de novo — dentro do mesmo corpo, com a mesma alma, mas com outro olhar.
E quando a lágrima cair, deixa.
Ela também é forma de cura.
Ela também é renascimento.
Ela também é oração.
🕯️
— Purificação
A experiência não habita no relógio, nem se conta em anos, mas sim, ela revela-se no saber fazer.
Não é o tempo que faz a experiência, mas o saber fazer com o tempo que se tem.
Felicidade é debulhar-se em alegria, mesmo quando a conta de água, da SABESP, veio em 600 paus em Agosto, Sorrir é ter fé que vai dar pra pagar! Bom dia, mas por esses dias estou aceitando uns PIX!!! Kkkkkk...
Mesmo que a grana seja pouca e a conta bancária esteja vazia, há em mim a alegria em ter o pão de cada dia todos os dias.
Na origem dimensiona damos conta da adversidade dentro da estagnação do espaço o espírito é livre.
A resposta para uma pergunta se torna uma questão.
Quando mais há mais uma resposta temos um choque de realidade.
Mesmo na privação de luz e som, a matéria escura em plano superior ou inferior na presença visual devemos ter olhar profundo e crítico.
Para que seja iluminado o caminho que guie.
Imaginar saídas por conta própria não significa estar longe dos mesmos problemas.
Não estacione a beira da estrada e nem se iluda com a paisagem.
A vida é movimento, siga em frente!
- cvsmailart -
Meu Cavalo Barbicacho
Eu sei que muitos não entendem
Mas aqui hei de contá-lo
O que faz o gaúcho
Gostar tanto do cavalo
Essas cosa vem de guri
Criado nas camperiada
Arrastando alpargata
Bombachita arremangada
Vem também do ensinamento
Da Mãe e do velho pai
Das cosa da fronteira
Da Argentina, Uruguai
Mas pra mais claro entender
Me busco longe a memória
Pra contar de um cavalo
Que fez parte da minha história
Eu ainda muito cedo
Meu pai ainda em vida
Tinha ofício de peão
Eu acompanhava na lida
Nasceu um dia na estância
Que criamo feito guacho
A mãe parindo morreu
Pus o nome de barbicacho
Onde eu ia me seguia
No rancho, mangueira galpão
E com ele eu me entendia
Ele entendia meu coração
Ja um pouco crecido
Me deixava eu montar
Ia com ele pra escola
Me esperava até eu soltar
E quando voltava pras casa
Nós vinnha cantando facero
Dos amigo que eu tinha
Ele era o primeiro
O tempo foi passando
E nos crescendo na idade
E quanto mais passava o tempo
Mais crecia a amizade
Acabei domando de baixo
Mas tinha que enfrena
Pedi pro peão da estância
Cuida ele pra não judia
Nem bocal precisou
Aceitou o freio solito
Eu fui lidando com ele
Dando função despacito
Meu pai ficou muito enfermo
Se fumo la pra cidade
E meu cavalo ficou
Com ele minha saudade
Depois na faculdade
Fizeram eu estudar
E lembrava do meu cavalo
Que jurava um dia buscar
Voltei ainda umas vezes
Meu amigo visitar
Tinham largado pra várzea
Só de longe pude olhar
Naquele ano meu pai
Que já vinha adoentado
Nao aguentou o tirão
E sei foi pro outro lado
E junto com meus estudo
Eu tive que trabalhar
Pra ajudar nas despesas
E minha mãe sustentar
E o grande dia chegou
Pra vida não ser mais dura
Um doutor veterinário
Era minha formatura
Agora ja formado
Com a profissão eu consigo
Podia cumprir a promessa
De buscar meu velho a amigo
Já tinha tudo ajustado
Até cocheira construi
Só faltava ir buscar
Meu amigo de guri
Levantei naquele dia
Radiante em felicidade
E disse pra minha mãe
Vamos buscar ele pra cidade.
Chegamo na velha estância
Onde meu pai fora peão
E vi minha mãe chorando
De tanta recordação
Pedi licença na entrada
Pra falar com o capataz
De pronto nos recebeu
Podem entrar no más
Depois de um dedo de proza
Falei da minha razão
De voltar na velha estância
Entrar naquele galpão
Eu vim buscar meu cavalo
Meu amigo nunca esqueçi
E hoje ele vai comigo
Conforme eu prometi
O capataz me olhou
Mirando meio de baixo
Eu de pronto! peça um peão...
Pra trazer o barbicacho
E num instante silente
Me pedindo pra eu sentar
Me perdoe, a fraqueza
Mas não podes mais levar
E sem meio entender
Retruquei inconformado
O cavalo é da minha posse
A mim me foi regalado
Com meu pai ainda em vida
Aqui criei ele guacho
Todos sabem da história
Minha e do barbicacho
E já com os olhos aguado
No meu ombro a mão estendeu
Lamento mas a verdade
O teu cavalo morreu
Mas como, de que maneira?
A mim ninguem avisou
Sabiam que eu voltaria
E nem tanto tempo passou
E o capataz rude homem
Me deu a grande lição
O tempo pra alguns e largo
Pra outros se conta na mão
A saudade, adoece
Quando se tem a distância
O tempo lá da cidade
Não é o mesmo da estância
As vezes do fundo do campo
Ele vinha e relinchava
Depois voltava a passo
E mais um tempo esperava
Até que um dia um peão
Notou que não vinha mais
E foi recorrer o campo
Aos cinco meses atrás
Encontrou ele já triste
Jogado junto ao alambrado
Morreu no outro dia
Na várzea foi enterrado
Num pé de curunilha
Deixamos a marcação
Podes ir até lá
Fazer uma oração
Quem sabe ele aguarda
De ti uma despedida
E te espere mais um pouco
No outro lado da vida
Meu coração se partiu
Sem querer acreditar
Deixei meu maior amigo
Morrer de me esperar
Naquela várzea sem fim
Me ajoelhei no campo largo
Pedi perdão ao amigo
Que até hoje saudade trago
E assim fica explicado
Nessa payada pra contá-lo
Quem é gaúcho entende
A amizade um cavalo.
Renato Jaguarão.
Não deixe de ir ao culto por conta de um passeio ou um lazer.
Priorize Deus e a igreja onde você congrega e serve.
No país do faz de conta, o ladrão abastado rouba bilhões e, amparado por decisões do STF, permite-se o luxo de ficar calado, zomba da sociedade e não devolve o dinheiro roubado.
Benê Morais
A família dividida.
Um desconforto sem conta,
no mundo em ebulição;
com a divisão das pessoas,
por razão de opinião;
jovens sem respeito aos pais,
numa prática contumaz,
só gera desunião.
Opinião divergente,
é bastante salutar;
mas, se parte com insultos,
enterramos o verbo amar;
por não sabermos ouvir,
muito menos discutir,
no ambiente do lar.
A sabedoria nos mostra,
o caminho a seguir;
evitando a todo custo,
o que pode dividir;
por sermos todos irmãos,
e na condição de cristãos,
precisamos nos unir.
A vida já não é fácil,
nos dias que atravessamos;
guerras, fome e miséria,
com o que já acostumamos;
a família separada,
não pode esperar por nada,
a não ser os desenganos.
Para quem tem referência,
sobre a vida em harmonia;
é bem mais fácil que outros,
que não ver no dia a dia;
ambiente de união,
muita paz no coração,
pensamento em sintonia.
Peçamos por todos esses
presos, na escuridão;
suplicando ao Pai Eterno,
que lhes dê sua bênção;
de amor paz e bondade,
vida em fraternidade,
e um Sagrado Coração.
Natal, 18/09/2025
valano
Cada vida conta para a felicidade comum e cada felicidade comum conta para a felicidade coletiva.
© 17 fev.1995 | Luís Filipe Ribães Monteiro
𓂃༅•Junho•༅𓂃
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E aí JUNHO chegou!
Quase meio ano já passou e nós demos conta?… Vamos lá a abrir os olhos e VIVER sempre pois o tempo não para.
Pessoalmente estou pronta para Junho e todo o mês, hoje e sempre pois aprendi que num flash tudo acaba por aqui!!!
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Tc.01062025/081
