Quintana Amar
O mar da tranqüilidade é privativo de quem da valor a tudo na vida e ama a todos com a mesma medida.
Fazer o bem é crescer, independente como, por que e a quem. Se depender de nossas escolhas e julgamentos, não se vai além.
O melhor do banquete, se revela sutilmente e é sempre o olhar cobiçado dos provocadores, degustadores e comensais.
Felizes são aqueles que diante do novo se concebem e julgam se incompletos e ainda inacabados, sempre.
Só existe relação afetiva e amorosa promissora e duradoura quando ambas as partes tem o outro como prioridade.
Confesso que amo, converso e educo com mais filhos do mundo, do que eu poderia ter tido por mera e finita hereditariedade. Afinal a paternidade é sempre de quem ama em plenitude e não de quem em um momento compulsivo participou de forma biológica da fecundação. No verdadeiro amor da vida, não cabe o esquecimento ou o não querer saber.
Tudo é uma grande caminhada de encontros e desencontros. O melhor dos encontros, desta jornada aparece do novo e sempre reserva nos novas conversas, com palavras nunca ditas e caminhos a serem descobertos, re-inventados a dois dentro de nos mesmo.
Parar de fumar, parar de comer e parar de amar alguém ou alguma coisa que nos faz mau mas nos dá imenso prazer é muito fácil mas difícil é parar de sofrer com a falta que este nocivo faz e traz na maioria das horas do nosso viver.
Na sociedade contemporânea do século XXI ficou cada vez mais difícil encontrar o amor e a felicidade em par sem saber para isto bem administrar o interesse pessoal acima de todas as coisas, um inabalável egoísmo selvagem sobrevivente e a vida sempre em torno e à partir de nos mesmo.
Cada vez mais por tanto sofrimento, perpetua se o difícil contra movimento na sexualidade humana contemporânea, de se ter prazer quando, se oferece amor, carinho e se da prazer.
Para ser feliz, dentro de um pouco, liberte se. Para ser bem mais feliz é necessário uma boa parte de egoismo.Pois sem ele, neste mundo, distancia se de qualquer felicidade.
