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Bondade e maldade sĂŁo de uma sĂł cor, cuja tonalidade muda de acordo com o Ăąngulo de visĂŁo de quem a olha.
Para acentuar sua autoestima Ă© preciso aliar razĂŁo e sensibilidade. SĂł assim vocĂȘ torna-se consciente do seu prĂłprio valor.
Pintar o amor Ă© uma arte que todas as pessoas tem capacidade para exercer. Ă sĂł segurar com firmeza e desejo o pincel da bondade.
SĂł Nos Resta Viver
Angela RĂŽ RĂŽ
DĂłi em mim saber que a solidĂŁo existe
E insiste no teu coração
DĂłi em mim sentir que a luz que guia
O meu dia, nĂŁo te guia, nĂŁo
Quem dera pudesse
A dor entristece
Fazer compreender
Os fracos de alma
Sem paz e sem calma
Ajudasse a ver
Que a vida Ă© bela
SĂł nos resta viver
A vida Ă© bela
SĂł nos resta viver
DĂłi em mim saber que a solidĂŁo existe
E insiste no teu coração
DĂłi em mim sentir que a luz que guia
O meu dia, nĂŁo te guia, nĂŁo
Quem dera pudesse
A dor entristece
Fazer compreender
Os fracos de alma
Sem paz e sem calma
Ajudasse a ver
Que a vida Ă© bela
SĂł nos resta viver
A vida Ă© bela
SĂł nos resta viver
verdadeiro amor nĂŁo exige troca, vocĂȘ simplesmente ama.
Muitas vezes sofre, mas vocĂȘ sĂł quer o bem...
SĂ
Esperei sĂłzinha por ti
Te encontrei...
E sĂłzinha, me perdi
Olho para trĂĄs
E vejo-me
SĂłzinha
Nunca estiveste ao pé de mim
Peço que me vejas
E... sĂłzinha
Vejo que me vĂȘs sem olhar
SĂłzinha estou...
Sem estar
Perdida num mundo
Que Ă© teu
Sozinha... eu
Poucos são os dias em que não me sinto só. Raros, digamos assim. Quero a sensação de estar viva, de abrir os braços e poder abraçar o que me faz feliz, mas aà vem a seguinte questão: O que me faz feliz? Eu não sei (...)
Em uma frase bem conhecida, Buda disse: âO Ăłdio jamais pode cessar com Ăłdio. O Ăłdio sĂł pode cessar com amor. Esta Ă© uma lei eternaâ. Podemos começar a transcender o ciclo de aversĂŁo quando conseguimos parar de ver a nĂłs mesmos, pessoalmente, como agentes da vingança. No final, todos os seres sĂŁo os donos de seu prĂłprio carma. Se alguĂ©m causou dano, irĂĄ sofrer. Se causamos dano, iremos sofrer. Como o Buda disse no Dhammapada: âSomos o que pensamosâ. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o mundo. Fale ou aja com uma mente impura e problemas te seguirĂŁo assim como a roda segue o boi que puxa a carroça. Fale ou aja com uma mente pura e a felicidade vai te seguir como sua sombra, imperturbĂĄvel. Felicidade e tristeza dependem de nossas açÔes.
Hoje sinto
Que de mim, no entanto,
SĂł a pranto
Por nĂŁo saber
E talvez estar perto
de um big-bang incerto
Outra vez
Foi sim,
Minha culpa
Talvez por conta de minha labuta constante
Do modo inoperante
Que eu estava a viver
Agora sinto
Que mais perto do zero
Novamente eu estou...
Talvez esta seja a chance de realmente mudar de vez
Ou parar por AQUI e dar um fim a esta estupidez.
JAZ aqui um poeta.
Talvez seja cedo demais para eu te escrever um texto, mas sĂł quero que vocĂȘ saiba como Ă© bom te olhar, te admirar assim de pertinho, porque atĂ© entĂŁo sĂł tinha lhe visto pelo facebook. Meu Deus, como vocĂȘ Ă© ainda mais lindo de perto, e ficaria tĂŁo bem do meu lado. Mas eu preciso me conter, porque talvez vocĂȘ nem saiba quem eu sou, eu estava tĂŁo diferente naquela foto. E por isso deixei o silencio tomar as rĂ©deas da situação.
A verdade Ă© que o silencio era meu escudo para evitar uma aproximação, mas o sentimento veio antes que eu quisesse lhe evitar. E no momento que vocĂȘ sorriu, meu medo foi aprisionado. E vocĂȘ estava ali, sozinho, parado na minha frente. Minha vontade era correr pra te abraçar e pedir que nĂŁo me soltasse nunca mais. E me passou pela cabeça o quanto eu, vocĂȘ, o seu telescĂłpio e o cĂ©u poderĂamos ser absurdamente felizes juntos.
E quando eu vou ver, jĂĄ estou pensando demais e escrevendo um texto pra vocĂȘ, como fiz com todos os outros que passaram pela minha vida. Mas eu queria que dessa vez desse certo, jĂĄ cansei do prĂłlogo e queria que vocĂȘ nĂŁo fizesse parte dele, porque queria termina-lo e partir para o primeiro capitulo. VocĂȘ nĂŁo imagina, nĂŁo tem ideia de o quanto tenho pensado em vocĂȘ. Talvez vocĂȘ nem venha a ler isso, mas eu queria deixar em palavras o quanto gosto de vocĂȘ. NĂŁo Ă© amor, Ă© sĂł um gostar de uma pessoa diferente e que consegue aprisionar meus medos. E caso vocĂȘ leia, um convite para o meu primeiro capitulo.
Se eu tivesse um mundo sĂł meu, tudo seria um absurdo. Nada seria o que Ă©, porque tudo seria o que nĂŁo Ă©. E aconselhĂĄvel contrĂĄrio, o que Ă©, nĂŁo seria. E o que nĂŁo seria, seria. VocĂȘ vĂȘ?
Ăs vezes, sĂł para irritar a mamĂŁe um pouco mais, ele tambĂ©m levava o instrumento para a cozinha e tocava atĂ© o fim do cafĂ©-da-manhĂŁ.
O pĂŁo com geleia de papai ficava meio comido em seu prato, enrolado no formato das dentadas, e a mĂșsica olhava de frente para Liesel. Sei que soa estranho, mas era assim que ela a sentia. A mĂŁo direita de papai passeava pelas teclas cor de dente. A esquerda apertava os botĂ”es. (A menina gostava especialmente de vĂȘ-lo apertar o botĂŁo prateado cintilante - o dĂł maior.) O exterior do preto acordeĂŁo, arranhado, mas reluzente, ia para um lado e para o outro, enquanto os braços de Hans apertavam os foles empoeirados, fazendo-os sugar o ar e tornar a expeli-lo. Na cozinha, nessas manhĂŁs, papai dava vida ao acordeĂŁo. Acho que isso faz sentido, quando a gente realmente pĂĄra para pensar.
Como Ă© que a gente sabe se uma coisa estĂĄ viva?
Virifica a respiração.
