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SĂł as manhĂŁs de domingo sĂŁo capazes
De ordenar o mundo
Mas a ordem de que falo nĂŁo Ă© a das casas, Ă© mais profunda:
NĂŁo hĂĄ nada mais belo que uma cama por fazer,
NĂŁo hĂĄ nada mais limpo do que o corpo ao amanhecer,
Os relĂłgios impacientam-se por esperar,
Chora-se por se ter rido, ri-se porque se quer chorar,
Nasce-se na morte de começar a viver
Porque aqui sĂł se vive se se tem por quem morrer,
Mas passam as horas e não te oiço chamar,
SĂł o amor e as tardes de domingo
SĂŁo capazes de fazer-me chorar.
"Se vocĂȘ quer inovar, criando algo que ninguĂ©m jĂĄ mais pensou antes e sĂł seus pensamentos ousaram chegar, vocĂȘ terĂĄ que possuir, para isso, a pureza e a imaginação de uma Criança."
Quando fiz, magoei, não só a mim, mas a quem amo, uma vida de um ano ou mais, queimou-se em uma de decepção, algo que sera dificil de recompor, pois o que ja passou passou, e não hå como apagar, a unica coisa que resta é deixar o tempo colocar coisas boas em cima. Como as flores cobrem uma cova com o passar dos anos.
Como explicar que cruzar os braços é um problema e que a vida dura só um minuto?
Da minha janela preferida sĂł se via o que era sereno, o que trazia paz e conforto. Vidraça translĂșcida e reluzente fazia questĂŁo de mostrar de um novo Ăąngulo tudo o que se passava. De inĂcio, receio. Depois, confiança, respeito e atĂ© crença. Ensinava a virtude da calma, Ă s vezes em silĂȘncio absoluto, no qual se podia tudo. O tempo nĂŁo era mais inimigo, era aliado, pois parava a cada reflexĂŁo, mesmo que inconclusiva. Tudo era motivo: sol, sorriso, chuva, estranhas dimensĂ”es... Dizia do jeito dela: "O chĂŁo estĂĄ sujo, mas Ă© simplesmente superfĂcie e a roupa que se lave depois. Senta aqui sem pressa e vamos pensar na vida, conversar sem rumo, sem compromisso com o pertinente". Mostrava um ponto de vista estranho a mim atĂ© aquele momento, inovava e, aos poucos, me encantava. NĂŁo Ă© que esquecesse o meu pensar, mas mesclava ao dela e assim me fazia sentir mais rica. Quanto mais olhava atravĂ©s daquela janela mais ela me absorvia e eu, a ela.
O amor Ă© um sentimento que nĂŁo dĂĄ pra esconder, pouco importa o que dizem, sĂł sei que amo vocĂȘ.
Quem sĂł vĂȘ a beleza exterior demonstra incapacidade mental de percepção de que o mais bonito estĂĄ nos valores
TĂĄ tudo bem na verdade. Ă sĂł uma questĂŁo de se encontrar. Porque as vezes eu me perco e fico me procurando, e nĂŁo me acho.
Se depender da aprovação dos outros para fazer algo vocĂȘ sĂł tem trĂȘs coisa Ă fazer: nĂŁo fazer, deixar de fazer e nunca fazer.
Eu sou sĂł metade, pedaço do nada eu sou agora sem vocĂȘ.
E assim eu morro, cada dia mais um pouco.
A vida Ă© uma sĂł, os momentos sĂŁo Ășnicos e os instantes passam que nem ao menos percebemos. Hoje temos, amanhĂŁ pode ser que nĂŁo tenhamos mais...
A palavra justificativa sĂł serve para acompanhar o que Ă© duvidoso, para o que Ă© verdadeiro basta o ato.
Não sei de onde vem a minha inspiração, só sei que ela é semelhante a uma ventania: A mesma intesidade que chega é a mesma na qual some.
Pessoas especiais estĂŁo distribuĂdas aos montes pelo mundo. VocĂȘ sĂł nĂŁo teve a sorte de se deparar com uma delas.
