đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
A vida é que nem uma grande peça de teatro:
Vivemos repetindo as mesmas cenas sĂł que em situaçÔes diferentes, escrevemos o melhor roteiro possĂvel para que possamos obter um nĂșmero maior de pĂșblico. Mas quando as luzes se apagam e as cortinas se fecham Ă© que ela se assemelha mais ainda com uma grande peça, Ă© nesse momento que percebemos que a vida Ă© um grande ensaio para a morte.
Mais cĂȘ tĂĄ sempre complicando, pra se envolver contigo o cara tem que ter coração de Corinthiano, sofredor.. de sentimento sofredor, se vocĂȘ nĂŁo quer, falĂŽ! TĂŽ saindo, jĂĄ vou.
Quero te fazer um carinho
Mas do seu rosto sĂł tenho a imagem
Quero tocar sua pele e sentir seu calor
Mas do seu corpo sĂł tenho a saudade
Quero te amar e ser amada
Mas do seu coração não tenho a chave
Quero viver em vocĂȘ e vocĂȘ em mim
Mas da sua alma eu sĂł vejo a miragem
Hoje só sinto sua falta porque um dia eu deixei um coração idiota se apaixonar por uma imagem falsa.
E sĂł o que sobrou da minha bota
Foi um buraco de bala
Ă a maneira carinhosa que ela tem de me dizer
Que nĂŁo quer ver o meu focinho nunca mais.
A vida é mesmo uma montanha russa e depois que se entra no carrinho, não tem mais como fugir. Só nos resta escolher se gritamos de olhos fechados e perdemos essa grande aventura ou se levantamos os braços e curtimos o vento no rosto.
NĂŁo vai embora nĂŁo, fica sĂł mais um pouquinho! se quiser podemos atĂ© ficar em silĂȘncio! a unica coisa que, quero Ă© ficar perto de vocĂȘ, espantar um pouco o vazio! dĂłi tanto fingir que nĂŁo estĂĄ acontecendo, isso estĂĄ acabando comigo! por mais que doa, vou tentar nĂŁo acreditar que vocĂȘ estĂĄ indo embora. As cores nĂŁo sĂŁo mais as mesmas, o cheiro, os lugares, os olhares, atĂ© o jeito de dizer tchau. ): Eugosto muito de vocĂȘ, e com todas as pessoas que recente entraram na minha vida, nĂŁo conseguiram me fazer tĂŁo feliz como vocĂȘ me fez.
Quem....?
Quem me darå um abraço apertado quando me sentir só.
Quem me darĂĄ um beijo em meu rosto para
Dizer-me que me quer bem.
Quem pode me dar atenção, quando todo mundo passa
e nem me olha que estou sentado numa cadeira de balanço,
Esperando o tempo passar.
Quem poderĂĄ em muitos momentos da
Minha vida estender suas mĂŁos?
Quem me enxergarĂĄ nas noites escuras,
Sem luz num quarto escuro,
Sem o brilho da lua em plena escuridĂŁo.
Quem pode diante dos infortĂșnios da vida
Preocupar-se se tenho comida ou nĂŁo.
Quem poderĂĄ me auxiliar de alguma forma,quando jĂĄ nĂŁo tiver mais idade para trabalhar, com as vistas cansadas e nĂŁo poder mais enxergar, e as mĂŁos fracas nenhum peso pode pegar.
Quem me darĂĄ, quando estiver triste num canto,
Quando sentir falta dos filhos, dos amigos, e eu no meu canto,sentindo-me só,sem ninguém para um carinho me dar.
Quem poderĂĄ ouvir-me contar as histĂłrias, as experiĂȘncias,
as lutas da vida, de sonhos, de momentos que ficaram esquecidos pelos anos de vida, que ficaram para traz,
e agora ninguém me escuta, porque o tempo jå apagaram da mente e agora as histórias não consigo mais lembrar.
Quem poderĂĄ me auxiliar, me tomando pelas mĂŁos, levar-me a um passeio, ou outro lugar qualquer se jĂĄ quase nĂŁo consigo mais andar, as pernas tremem difĂcil para ouvir e atĂ© de caminhar.
Quem pode lembrar-se de um pai ou uma mĂŁe que fez tudo pelos filhos
e agora sozinhos, deixados e abandonados
a sorte de alguém para amar.
Quem pode lembrar-se dos pais esquecidos nos asilo e lĂĄ deixados
Para morrer a mĂngua sem ninguĂ©m para amar.
Onde estĂĄ aqueles que podem ser solidĂĄrios, serem mais humanos, mais amigos, mas carinhosos,
Mais amorosos, com os velhos (as) que jĂĄ teve o seu tempo,mas o tempo passa a idade avança,deixam marcas, suas experiĂȘncias, suas histĂłrias que a vida pode alguĂ©m lhe ensinar.
Quem se lembrarĂĄ do anciĂŁo, jĂĄ cansado da enxada que foi sua ferramenta de trabalho, que sustentou sua famĂlia,
Que deu o pĂŁo para quem necessitou, e nunca se envergonhou
Dos calos mĂŁos de tanto trabalhar.
Quem poderå contar as histórias, as façanhas, que nas noites
Frias, se levantou ainda muito cedo para poder ir trabalhar,
e ganhar o pĂŁo de cada dia, e a tarde voltar, cansado do trabalho do dia,regressando Ă famĂlia, que tanto sabia amar.
Quem pode contar os dias do idoso, que esquecido pelos cantos, vivendo de uma triste vida de nĂŁo mais poder trabalhar,
Restando-lhe apenas poucos recursos que a miserĂĄvel, pensĂŁo lhe dĂĄ.
Onde esta aquela que pode enxergar o velhinho (a) que jĂĄ nĂŁo pode mais sair as ruas pela manhĂŁ e a tarde nĂŁo ir mais a venda comprar.
Onde esta aquela pessoa carinhosa que com alegria trazia fardos de roupas na cabeça, que levava para casa lavar, ajudando assim nas despesas da casa comprando comida, as vezes o pão,
Doces para as crianças se alegrar.
Quem poderĂĄ cobrir de frio, um anciĂŁo, que tristemente
no seu lamento, deitado em uma cama, esperando o tempo passar, pois seus dias esta no fim, sua idade é avançada,
Da vida jĂĄ nĂŁo pode mais nada esperar.
Quem poderĂĄ dar amor, para o anciĂŁo que no final de seus dias, esquecendo que nossas vidas Ă© um breve momento.
Que nascemos,crescemos, ficamos adultos, mas com o passar do tempo, ficaremos velhos, as vezes doentes, sem ninguém para amar.
Quem irĂĄ se lembrar de visitar um idoso, de dar amor e carinho, e quando ele se sentir sozinho pelo menos um sorriso nos seus lĂĄbios sem dentes,do seu olhar jĂĄ cansado pelo tempo poderĂĄ entĂŁo brilhar.
Quem lhe irĂĄ estender as mĂŁos e segurar suas mĂŁos cansadas para lhe ajudar.
Quem...?
Onde esta vocĂȘ que apreendeu amar o vovĂŽ, ou a vovĂł, que sorriu, que chorou, que brincou e pode te amar.
Que a vida lhe deu de presente para te ensinar e amar.
A gente nasce, cresce e ficamos mais velhos e o tempo nos faz
ser mais um esquecidos nas multidÔes, ou nos hospitais, ou nos asilo, ou jogados num quarto qualquer,isolados da vida, porque dizem assim..ele(a) då muito trabalho, mas esquecemos que mesmo assim o velhinho(a) jå foi alguém muito especial quando ainda era jovem, quando ainda era moço e tinha forças
Para viver e podia tantas coisas fazer.
Mas agora no seu lamento cansado pela idade, deixados de lado, ou quem sabe esquecidos pelo tempo,
nem pelo nome conseguem mais chamar.
Onde estĂĄ o vovĂŽ e a vovĂł, que juntos construĂram, famĂlias,geraçÔes,netos,bisnetos,
mas que o tempo nĂŁo pode apagar, os grandes momentos de carinhos de amor, que eles nos deram, quando ainda nĂŁo sabĂamos muitas coisas na vida,mas eles com paciĂȘncia souberam nos ensinar.
Mas a vida tem o seu tempo que passa, onde estå o vovÎ, ou a vovó, as lembranças ficaram no coração, e na parede da sala uma fotografia que guardamos para pode lembrar.
O tempo pode passar, mas a idade pode até avançar,
Mas uma coisa Ă© certa.
Todos nasceram, crescemos e nos tornamos adultos e com o passar dos anos, velhos também vamos ficar.
O que plantamos quando ainda somos jovens, e quando ficarmos velhinhos Ă© a semente que plantamos que vamos colher Ă© o que o tempo de vida nos ensina a semear, colher e de novo plantar.
"Hoje eu sĂł quero sorrir"
Acordar nove horas, tomar chĂĄ de cafĂ© da manhĂŁ, luz cortada. Deitar no sofĂĄ, admirar o teto e sorrir. Simplesmente... sorrir. Sem motivos, sem indagaçÔes. Alegria que vem de dentro, lĂĄ do fundo - paz da alma. Tranquilidade. Andar sozinha pela casa e achar graça da solidĂŁo. Pegar um livro, sentar e ler, atĂ© o horĂĄrio de almoço. Ir pro quarto, pegar uma roupa e sair, porque, de algum modo, preciso botar essa alegria pra fora, nem que seja com a rua. Pegar uma carona, descer perto do destino, andar um pouco. Ir pra casa das primas, assistir um video idiota, falar besteiras e gargalhar atĂ© a barriga doer. Bom, jĂĄ sĂŁo 17h. Subir a rua, visitar alguĂ©m. JĂĄ sĂŁo 18:40h, como passa rĂĄpido. Ir pra escola, na garoa, despreocupada. Descer no ponto errado, nĂŁo faz mal; to acostumada a erros. Passos apressados, olhar pra frente, pensamento lĂĄ no alto. Lembro dele, lembro de vocĂȘ... e do outro. Um fio de confusĂŁo atravessa a minha cabeça... e eu sorrio. NĂŁo me importo. Nada me importa. Hoje Ă© dia de sorrir, lembra? Motivos? NĂŁo preciso. Estar viva, jĂĄ Ă© uma dĂĄdiva.
De incertezas Ă© que se vive
Pois as certezas sĂł nos destroem
Certezas nos fazem rĂgidos
Nos cristalizam,
Nos paralisam
Certeza Ă© certeza e pronto
Incerteza pode ser tudo
SĂŁo sementes de possibilidades!"
SĂł hoje vou dizer que te amo
SĂł HOJE...
TE AMO
E a cada amanhecer de mais um hoje,lembre-se...
SĂł Hoje... TE AMO
SĂł o real Ă© contraditĂłrio.
SĂł a gente entende...
Tudo estĂĄ onde deveria estar.
Tudo bem, tudo certo. Era assim pra ser!
Era?
Acreditar nisso jå não é uma opção.
As coisas estĂŁo do lado avesso do planejado.
NĂŁo existia eu sem vocĂȘ... E o vazio que vocĂȘ deixou permanece e cresce em cada lembrança.
Com vocĂȘ descobri que grandes histĂłrias nĂŁo terminam no "felizes para sempre", mas num "desejo que vocĂȘ seja feliz".
Fora de nos tudo é matéria, tudo sofre ação do tempo, mas do lado de dentro as coisas só envelhecem se deixarmos o tempo preencher o espaço que antes era de nossos melhores sentimentos.
Estou aplicando no meu cotidiano a seguinte fórmula: S= So + V.t. Quero descobrir o meu "tempo", dentro do "espaço" e a qual "velocidade".
