Ferreira de castro
Se o ENEM não é capaz para certificação, por que serviria o ENCCEJA? Igualar os iguais não é o mesmo que igualar os diferentes
Esses favorecidos de notas mínimas, depois de "SISURADOS" para os cursos de licenciaturas de baixa procura se tornam professores! E a educação de mau a pior. Se a qualidade da mesma depender só destes.
Para onde foram os princípios e valores culturais e morais da igreja? A menos que casamento não seja o mesmo que família!
Para onde foi a eficiência moral da escola? Sabendo que as influências educacionais da vida no lar e na escola são forças protetoras do mal.
Para onde foram os princípios e valores culturais e morais de mim mesmo? No futuro, quero me sentir bem, olhando para trás e confirmando meu ministério profético, não pela realidade de então. Pois quanto mais essas permissividades invadirem nossa vida, menos motivação teremos para olhar o passado.
A redução da maior idade penal deve ser levada a sério para proteger mais os adultos, que o tal "de menor' cheio dos atributos físicos e mentais, portanto está apto para qualquer tipo de transgressão!
Todo ano é a mesma história de fraude no ENEM. Tudo acontece por que alguém queria "colar". Enquanto eu pensava que o hábito de colar era coisa inocente de criança no fundamental, vejo agora um problema seriíssimo.
Professores vencidos, vendo sua impotência diante da prática da cola, unem-se e divulgam a "cola educativa", instituindo a prova de pesquisa, incentivando o fazer cola como método de estudo. Aí o hábito leva à desonestidade. Idiotas os que colam e se tornam eternos parasitadores.
Quando o professor está ali para vigiar o aluno, não o deixando colar, e ele sobretudo cola, então o educador se mostrará deficiente no seu papel de avaliador, nesse caso, os resultados de uma prova nunca são reais. A arte de colar é maior e mais apurada do que arte de ensinar! Mestre é o aluno!
Não é para rir, mas existem muitas técnicas menos dispendiosas que comprar o gabarito do ENEM: uma aluna nossa do Ensino Médio EJA, usava as nádegas de seu bebê para escrever a cola, repetidas vezes, ela ia ao carrinho para trocá-lo! Desperdiço em frauda(r)!
Se o mestre domina a matéria, não terá tempo para dominar o aluno, mas se dominar o aluno, não terá tempo para domina a matéria.
Aí, a gente aprende que só se aprende com o tempo. Ensinar o aluno a aprender é o mesmo que ensinar o professor a ensinar.
A natureza ensina com tragédias, enquanto a escola, com estratégias, pelo menos velem as rimas! E salve a socialização.
Que ninguém me condene por aquilo que já me condenei. Pois não sou idiota, "idiota é quem faz idiotice": Tipo, julgar os outros.
Os nossos alunos só nos obedecerão se formos os deuses deles. Não por que somos seus amigos. Temos de ser mais: seus tiranos.
É silenciosa, mas sua influência é poderosíssima. Apenas produz algum ruído, quando inspirando para uma realização maligna.
O bom professor reconhece o poder da influência. Escreve antes de querer que seus alunos produzam bons textos. Lê para ser lido.
Quem escreve se liberta e deixa em seu lugar o leitor, ou melhor, escraviza-o pela condução do texto. E se não segui-lo é mesquinho leitor.
Disse o mosquito da dengue: "o que realmente pretendo é deixá-lo doente, assim como estou. Fui contaminado e lhe asseguro que não vou morrer sozinho, vítima de uma contaminação cujo maior culpado é você".
