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â NĂŁo se culpe por ter falhado todos nĂłs falhamos, sĂł houve um que nĂŁo falhou, JESUS O REI DOS JUDEUS.
â VocĂȘ sĂł consegue algo na vida se vocĂȘ estiver focado naquilo que vocĂȘ tanto quer por isso em poucas palavras eu te digo vocĂȘ pode ser o que vocĂȘ quiser nessa vida e obter o que vocĂȘ quiser tambĂ©m acredite basta vocĂȘ focar no que vocĂȘ, quer.
Um grande erudito e um idiota, estes sĂŁo personagens que podem ser facilmente encontrados vivendo sob um mesmo teto.
[DA matéria à forma]
Digamos que um cientista invente uma matĂ©ria que, por si sĂł, isto Ă©, pelas condiçÔes dadas Ă matĂ©ria, pelo cientista, esta, tome uma forma mĂĄ, no futuro. Digamos que este mesmo cientista, SAIBA disso e, quando a tal forma chegar, ele NĂO FIQUE SURPRESO COM ISSO. Digamos que esta forma mĂĄ, trarĂĄ algumas coisas ruins para a humanidade mas, o resultado dessas coisas ruins, tambĂ©m trarĂŁo coisas melhores do que se elas nĂŁo tivessem acontecido. E por isso mesmo o cientista nĂŁo impediu a formação daquela matĂ©ria. Digamos agora que o cientista diga - EU CRIE ESSA FORMA! Ora, ele "criou" a matĂ©ria, mas assumiu a autoria da FORMA. Se atendo ao resultado e nĂŁo a causa. Pois bem... estĂĄ escrito que Deus criou o mal. Mas se analisarmos BEM, na verdade ele nĂŁo o criou, criou apenas a matĂ©ria BOA, dando a ela TODAS Ă s condiçÔes de, no futuro, transformar-se em FORMA RUIM. Ă por isso que Deus diz que CRIOU O MAL. Deus, Ă moda daquele cientista, jĂĄ havia previsto o resultado final da matĂ©ria que chegaria aquela forma, pelas CONDIĂĂES dadas por ele MESMO. E assim como aquele cientista permitiu o mal para que atravĂ©s desse mal COISAS MELHORES PUDESSEM ACONTECER, ASSIM TAMBĂM DEUS PERMITIU A EXISTĂNCIA DO MAL. Ă natural Deus assumir tambĂ©m que estĂĄ por detrĂĄs de coisas ruins, nĂŁo por ele ser ruim em si mas, por mostrar sua SOBERANIA sendo o AUTOR DAS CONDIĂĂES Ă ELAS DADAS. Como quando fez com JĂł.
" venerunt autem ad eum omnes fratres sui et universĂŠ sorores suĂŠ et cuncti qui noverant eum prius et comederunt cum eo panem in domo ejus et moverunt super eum caput et consolati sunt eum super omni malo quod intulerat Dominus super eum et dederunt ei unusquisque ovem unam et inaurem auream unam" .
/ Então vieram a ele todos os seus irmãos, e todas as suas irmãs, e todos quantos dantes o conheceram, e comeram com ele pão em sua casa, e se condoeram dele, e o consolaram acerca de todo o mal que o Senhor lhe havia enviado; e cada um deles lhe deu uma peça de dinheiro, e um pendente de ouro. Jó 42:11
Todos sabem que na verdade, segundo o texto histĂłrico de JĂł, nĂŁo foi Deus quem enviou aqueles males sobre JĂł, mas o DIABO que o tentou, com a PERMISSĂO DE DEUS. Todavia, por que Deus assume a AUTORIA?
Percebe?
13.11.2016 13:06 h
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Como a paz nos Estados sĂł tem por objetivo manter os bens dos povos em segurança, assim tambĂ©m a paz da igreja sĂł tem por objetivo manter em segurança a verdade que Ă© o seu bem, e o tesouro em que estĂĄ o seu coração. E como pilhĂĄ-lo, sem se opor a isso, temendo perturbar o repouso ( porque a paz, sĂł sendo justa e Ăștil pela segurança do bem, torna-se injusta e perniciosa quando o deixa perder-se, e a GUERRA que pode defendĂȘ-lo se torna justa e necessĂĄria); da mesma forma, na igreja, quando a VERDADE Ă© ofendida pelos inimigos da fĂ©, quando se quer arrancĂĄ-la do coração dos fiĂ©is para nele fazer reinar o erro, ficar em paz entĂŁo seria servir a igreja, ou traĂ-la? Seria defendĂȘ-la ou arruinĂĄ-la? E nĂŁo Ă© visĂvel que, como Ă© um crime perturbar a paz onde reina a verdade, tambĂ©m Ă© um crime ficar em paz quando se destrĂłi a verdade? HĂĄ, pois, um tempo em que a paz Ă© justa e outro em que Ă© injusta. E estĂĄ escrito que "HĂ TEMPO DE PAZ E TEMPO DE GUERRA"; e Ă© o interesse da verdade que os distingue. Mas nĂŁo hĂĄ tempo de verdade e tempo de erro, e estĂĄ escrito, ao contrĂĄrio, que, "A VERDADE DE DEUS PERMANECE ETERNAMENTE"; e Ă© por isso que Jesus Cristo, que disse que veio trazer a paz, disse tambĂ©m que veio trazer a guerra; mas nĂŁo disse que veio trazer tanto a VERDADE quanto a mentira. A verdade Ă©, portanto, a primeira regra e o fim Ășltimo das coisas.
Do "ato" de desejar.
Os nossos desejos sĂł podem estar imanentemente vinculados Ă s coisas que verdadeiramente existem.
Acho inapropriado afirmar ao contrĂĄrio disso. Ou seja, inapropriado afirmar que, nossos desejos, podem sim, estar vinculados Ă inexistĂȘncia de "algo".
Por exemplo: Quando se estĂĄ inquieto buscando algo que tire esta sensação de inquietação, ainda que nĂŁo se saiba o que, naquele momento, poderĂĄ aliviar, nunca, quem se encontre assim, desejarĂĄ "algo" inexistente. Caso contrĂĄrio, sua aflição, NUNCA teria fim. Mas, Cessa-se tal aflição, tĂŁo logo encontra-se o que motiva seu alĂvio.
Ou por exemplo, quem desejaria comer algo que a terra nĂŁo produz?
Jamais em minha vida, vi alguém dizer que estå com vontade de comer algo que não existe!
Ainda que se deseje comer algo diferente, este diferente estĂĄ dentro do campo da existĂȘncia.
E por mais que se queira provar algo de que se nunca teve o conhecimento, este querer estĂĄ no campo da EXISTĂNCIA.
Quem deseja ar, respira.
Quem deseja comer, come.
Quem deseja viver, vive!
Quem deseja beber, bebe.
E assim por diante.
SĂł se pode desejar o que realmente estĂĄ vinculado ao campo da existĂȘncia.
Um homem deseja uma mulher porque uma mulher existe. A mulher deseja um homem porque ele existe.
Alguém deseja um animal, porque ele existe.
NĂŁo se pode querer o que nĂŁo existe.
E até para se desejar uma espécie, por exemplo, de animal, que não exista, necessariamente é preciso que se tenha conhecido alguma espécie.
Mas, espécies foram extintas. Espécies vårias, ainda "existem" e, não foram descobertas; ainda.
Logo, quem deseja ver uma espĂ©cie que ainda nĂŁo se catalogou, se baseia na existĂȘncia de algumas espĂ©cies que jĂĄ foram vistas!!!
Caso contrårio, não desejaria ver uma espécie diferente, ainda não catalogada!
Ora, muitos desejam ver Deus.
Muitos ainda querem acreditar nele, e fazem uma força hercĂșlea, embora nĂŁo logrem ĂȘxito. ( Restando para esse, a alternativa de que Deus nĂŁo existe).
De onde vem este desejo de Deus, se Deus nĂŁo existisse?
Logo, concluo, se minha observação estiver de acordo com a VERDADE, que, para alguém desejar Deus, NECESSARIAMENTE Deus, DEVE EXISTIR!!!
Pois a crença ou a vontade de se crer nele, estĂĄ imanentemente vinculado Ă sua existĂȘncia!!!
Se Deus nĂŁo existisse, NĂO se poderia ter a vontade de se crer nele!
Mas, como TODOS OS HOMENS desejam ou desejaram vĂȘ-lo, ou terem uma prova CABAL de sua existĂȘncia, eis aĂ a prova de que ele EXISTE!!!
25 de abril de 2016 Ă s 18:22 h
Quanto mais livre for um profeta melhor, alias, profeta Ă© um ser livre.
SĂł nĂŁo Ă© livre de Deus que o chamou pra ser quem ele deve ser a qualquer custo.
Profeta que se prende em alianças com os reis e assentam-se às suas mesas e comem de suas iguarias, deixaram de ser profetas a muito tempo.
"Seriedade mal aplicada - eis a origem de alguns de nossos erros mais fatais. Só devemos levar a sério o que merece ser levado a sério. E, no plano estritamente humano, nada merece ser levado a sério, a não ser os sofrimentos que os homens afligem a si mesmos pelos seus crimes e loucuras."
O homem admira tanto a natureza, se colocando como alguém externo a ela, quando na verdade, não só nela estå inserido, como ele também é a própria natureza!
6 de março às 10:39 h
âA divindade sĂł Ă© visĂvel para aquele que procura com o olhar inocente de uma criança, e a visĂŁo aguda de um iniciado.â
SĂł se pode ser um verdadeiro leitor, quando este se reveste do espĂrito da escrita que estĂĄ no momento lendo.
E Ă© o Destino mesmo quem se incumbe de projetar no verdadeiro leitor, as circunstĂąncias (do escrito ao real), de sua atual leitura. Caso contrĂĄrio, Ă©-se um mau leitor ou nĂŁo se Ă© um verdadeiro leitor, porcaria nenhuma!
12.04.2020 Ă s 13:37 h
â O estudo Ă© uma espĂ©cie de "chave", nĂŁo sĂł racional, mas, mĂstica-espiritual, capaz de abrir as "portas" ocultas subconscientes do cĂ©rebro.
â Da medida EXATAÂ
Havia um homem, que sĂł vivia reclamando com Deus, que nĂŁo tinha motivo para ser feliz e que, por isso mesmo, desejava tirar a prĂłpria vida, caso Deus nĂŁo lhe atendesse, dando-lhe toda sorte de Felicidade.
Os dias iam se passando e, a cada pedido que fazia, sua ameaça intensificava-se mais e mais, a um ou dois passos de se concretizar.
Quando finalmente um dia, de tanto molestar Deus, desejando Dele, toda sorte de felicidade que pudesse existir, para que com isso, de acordo com seu entendimento, pudesse ter razĂŁo e sentido de viver, Deus, resolve satisfazer-lhe.
Toda sorte de felicidade entĂŁo, fora-lhe derramada. Finalmente recebeu, a tĂŁo sonhada e desejada dĂĄdiva da: "toda sorte de felicidade".
Os dias foram se passando... E aquele homem que dantes nĂŁo tinha razĂŁo de viver, porque era infeliz, agora, resolve se matar, por ter simplesmente toda sorte de felicidade do mundo.
Foi assim entĂŁo que deu cabo, finalmente, de sua prĂłpria vida...
Pois acabou se matando de tanta Felicidade!
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 O bom leitor, é aquele que aprendeu a ler todo tipo de obra escrita e, só påra, quando chega ao término da leitura!
Se pudesse, teria o poder de prolongar a noite, sĂł para fruir o obscuro mistĂ©rio de seu eloquente silĂȘncio!
â Dizem que sĂł quem apanha nĂŁo esquece. Quem bate, sim.
Isso Ă© mentira!
Pois me lembro, sim, de toda vez que bati com a minha cara na mĂŁo dos outros!
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â PrincĂpio nĂșmero 1- SĂł se pode dar algo ou alguma coisa a alguĂ©m, se esse alguĂ©m nĂŁo for dona daquilo que estĂĄ recebendo.
Exemplo: se eu tenho uma terra com vårios pomares nela e permito alguém morar nessa terra e cuidar dela. Daà esse alguém colhe uma laranja e diz que tem um presente para me "dar". Eu estou recebendo um presente ou estou tendo de volta o que jå é meu por me pertencer por direito?
PrincĂpio nĂșmero 2- nĂŁo hĂĄ um sĂł objeto que o ser humano tenha, seja ele qualquer for e de que tamanho for, que nĂŁo seja extraĂdo da matĂ©ria prima pertencente a Natureza!!!
PrincĂpio nĂșmero 3- Logo, se cada objeto que possuĂmos fora originalmente extraĂdo da Natureza, sem a qual seria peremptoriamente impossĂvel de se tĂȘ-lo, entĂŁo cada objeto existente pertence originalmente a Natureza.
PrincĂpio nĂșmero 4- Deus Ă© o Pai Criador da natureza.
PrincĂpio nĂșmero 5- tudo material, sĂł pode ser extraĂdo da natureza.
PrincĂpio nĂșmero 6- entĂŁo tudo que possuĂmos e que se possa materialmente possuir, pertence a Deus por direito Divinamente legal!
PrincĂpio nĂșmero 7- entĂŁo absolutamente nada, pode ser dado a Deus; apenas DEVOLVIDO. Pelo claro motivo abordado no primeiro princĂpio, que diz que sĂł quem nĂŁo Ă© dono de algo, Ă© quem pode "ganhĂĄ-lo". EntĂŁo, se tudo, como demonstrado, pertence a Deus, ninguĂ©m pode dar nada a Ele. Apenas se pode DEVOLVĂ-LO!!!
 *FđŠS*Â
 *Em 15.01.2021*
â Quebrando paradigmas:
SĂł se pode dizer num dia extremamente ensolarado, como o de ontem rs, que "O SOL ESTĂ MUITO QUENTE HOJE", se em algum dia de toda sua existĂȘncia, ele jĂĄ foi FRIO!
E o sol, jĂĄ foi frio algum dia para que se diga num tempo ensolarado: [QUE] ELE ESTĂ MUITO *QUENTE* HOJE?
Â
