đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
â SUA"SUMA"
Tu és como fina bruma
PerspicĂĄcia que Ă© sĂł uma
Quando a vida estĂĄ lubuna
Com alegria tudo arrumaÂ
Teu dom aplaina e apruma
Simples Ă© a tua "suma"
Grande mestre Suassuna.
â "SĂ"ĂOBROU
Preciso muita astĂșcia
Pra transformar a angĂșstia
Numa ponta de fidĂșcia
Corrente de emoção
Enchente em turbilhĂŁo
Vem tåbua de salvação
Que a FĂ© seja mais alva
Traga um remanso que acalma
Pra descansar minha alma.
â ALĂM DA MORTALHA
Lentamente cai a mortalha
A um novo ano promissor
Tempo atorado com navalha
SĂł resta olhar o que ficou
Um perdoar Ă s prĂłprias falhas
E acreditar no que mudou
Pra enfrentar novas batalhas
Ressurreição que acordou!
â SĂ DEPOIS
O que virĂĄ depois?
Um furor radioativo?
O que serĂĄ que sois?
Ser humano perdido?
Interrogação pois?
Covarde destemido!
â DESAFINADOÂ
Tudo sem razĂŁo
Nenhuma conquista
Paz na escuridĂŁo
Sem ser masoquista
SĂł imensidĂŁo
Um equilibrista
Meio sem noção
Crente no irmĂŁo
VĂĄ ser musicista
E troque o tom!
â ENTREABERTA
Quem disse comigo ninguĂ©m podeÂ
Que a vida nĂŁo Ă© sĂł pagode
Mal sabe o ronco do pandeiro
E que faz vibrar o mundo inteiro
Santa egrégora a retumbar
Muitas mentes a titubear
Ficam esperando a hora certa
E nem sempre a porta Ă© entreaberta!
â ENGENHARIA
Nunca foi perda de tempo
Melhor conselheiro o exemplo
Engenheiro do teu templo
SĂł palavras nĂŁo aguento.
â SOLITUDE
NĂŁo hĂĄ nada de mal
Em ser relacional
Muito pior solidĂŁo
Corrói o coração
Mas hĂĄ na solitude
Um flerte Ă infinitude.
â PROSCĂNIO
Foi assim, bem ao acaso
Quando muitos sĂł esperavam
NĂŁo deu tempo pros aplausos
E as cortinas se fecharam!
â ASPEREZA
E a lĂngua Ă© uma grosa
SĂł vĂȘ o que nĂŁo presta
Lixa arranhando o outro
NĂŁo serve pruma prosa
Sem luz nem numa fresta
Jamais serĂĄ encontro!
â NAVALHA
Quando nada mais te serve
SĂł no outro encontras falha
Flerteies alguma verve
Prum horizonte que o valha
E a ti mesmo observes
Deixando de ser navalha!
â SALVAMENTO
Bateu na porta a angĂșstia
Sem ter FĂ© jĂĄ te assustas
Inação deletéria
Que só atrai a miséria
Confia no Supremo
Pro nĂĄufrago Ă o Remo
Salvação dos apuros
Ponte a um Porto Seguro.
â BRADO
Aqui onde impera o agito
O barulho estanca a poesia
Afinal qual Ă© o bom ritmo?
SĂł os cobres tĂȘm serventia?
EntĂŁo ouso dar um apito
Quase um gesto de valentia
Nessa pantomima de gritos
Em tom sereno a maestria
Visitar o silĂȘncio insisto
Pra ouvir tua prĂłpria harmonia!
â MELHOR COMPANHIA
Em algum momento do destino
Duvidar ter um sĂł caminho
Uma paisagem a florescer
E assim, mesmo sem perceber
Deixar tudo fluir naturalÂ
NĂŁo creditar retorno anormal
Confiar em tudo que te animas
Mudança em boa companhia
Pois nĂŁo haverĂĄ nada mais puro
Que estar em ti o Porto Seguro.
â USE a PROVA DOS NOVE como fator de valor DINHEIRO para quem sĂł conhece esse valor e USE outros VALORES e outras provas para quem os conhece.. Ă assim o mundo!
â Ă da terra a responsabilidade de fazer a semente vingar ou nĂŁo. A semente semeada sĂł cresce se a terra permite.
â Viva pra vocĂȘ, por vocĂȘ, em vocĂȘ. O outro Ă© o outro, ele que dĂȘ conta de si. SĂł pode se viver para o outro quando esse outro Ă© criança ou pessoa deficiente. Do contrĂĄrio metade da sua vida estarĂĄ perdida. E o outro terĂĄ ganho metade da sua vida.
â âïžâ Diante do atual quadro de relacionamentos sĂł hĂĄ uma afirmação e uma questĂŁo a ser respondida, os Homens continuam a assumir suas mulheres. PONTO.
E AS MULHERES ESTĂO ASSUMINDO SEUS HOMENS?
