Ferreira de castro
Falando do Bolsa Família, Corrija-me quem puder, mas entendo que eu na qualidade de professor público sou uma extensão dos benefícios do governo (também carinhoso) para os outros "miseráveis".
Muitos homens perdem a liberdade de expressão pela repressão ou indiferença, os apertados extremos matam as suas esperanças. Então, adquirem o vicio do alcoolismo. e nunca mais ouvem seu próprio nome. Enfim, esquecem-se como é ser eles mesmos: Isso é violência social. Em breve não haverá mais democracia, eles não gostam de arma, não se defendem.
O que acontece ao homem molda seu caráter, você é o que lhe acontece. Não se pode condenar uma pessoa sem lhe conhecer. Leia minhas crônicas, ali está o que me acontece e assim terei um julgamento justo. E a você não somará mais pecados do que já tem em sua vida. Aqui emprestando as palavra de Augusto Cury: "Não há aplausos que durem para sempre e nem vaias que sejam eternas."
Pagar, com verba pública, para o vulgar estudar, é dar mais do que ele se importa com a escola, é autovulgarização do sistema educacional. E o mercado aceitando orelhas nos diplomas.
Somos dos mesmos elementos químicos do belo. Nos alimentamos do belo. Vivemos no meio do belo e ainda sabemos apreciar o belo, mas, exatamente por isso, somos feios. E quanto mais nos medimos e nos comparamos, mais misturados desaparecemos, como o branco do leite bebe todas as propriedades da água. Afinal, os diferentes se atraem para a uniformização.
Quando se faz vista grossa ao gênio de quem ensina, o Ensino dele se torna um meio egoísta para a ruína dos seus alunos, revogando a paz.
Então, vivemos em um mundo de homossexuais, lutando com sua sina dada por Deus para conter o crescimento populacional sem sofrer catástrofes naturais e nem minar a felicidade dos humanos.
NA IDEOLOGIA DE GÊNERO, "ELES NÃO QUEREM IGUALDADE, MAS SUPERIORIDADE". ACHO QUE A IGUALDADE ESTARIA DE BOM TAMANHO. AFINAL, SÃO HOMO.
Teve um momento em minha vida.
Um dia
Uma hora
Um minuto
Onde eu parei e refleti
E refletindo, descobri...
Que eu simplesmente não me importava mais...
Que as coisas poderiam doer
Machucar
Me deixar
Me abandonar
Eu simplesmente, não me importo.
Que doa
Que machuque
Que acabe
É a vida.
Me acostumei com seu sofrimento.
Que por sí, não é culpa da vida, e sim meu
Eu erro
Eu falho
Eu não compreendo
Eu desisto
Eu magoo
Eu perco
Não persisto
Não compreendo
Não insisto
E graças a isso, o que eu poderia esperar?
Não existe nada nessa vida que me surpreende mais.
Simplesmente existo
Que o vazio no meu peito, apenas cresça
Que minha dor, apenas aumente
Que tudo que tenho de bom, me deixe
Que os sorrisos sumam de meu rosto
Que as amizades do meu dia a dia
Que a alegria do meu coração, se disperse.
E que após eu não ter mais nada.
Que pare. Que a vida se vá.
E que a minha morte, não tire o sorriso de ninguém.
Por isso rogo
Que eu erre em dobro
Que todos desistam de mim
Que não sobre nada nem ninguém que se lembre que eu existo.
Só então poderei dizer
Que eu não realmente não me importo.
E então, sem me importar.
Serei egoísta mais uma vez. E dessa, darei fim a única coisa que não devia ter acontecido nesse mundo.
Minha existência.
Incluir é excluir, porque reforça a ideia de que não fazia, não faz e não fará parte, pois não é da mesma substância. Concordando com Aristóteles: 'A pior forma de desigualdade é tentar fazer duas coisas diferentes iguais'.
Toda inclusão é forçada, escravizante para ambas as partes; a exclusão é natural, ressalta a individualidade de cada um. Discriminar é valorizar o diferente; o ideal é a aceitação.
"Mira" o professor com o celular na mão em sala de aula é um precedente para o aluno usá-lo: — Se ele pode, por que não posso usar também! E os coordenadores repreenderão-no nas reuniões pedagógicas?
Tento me impor com meus pensamentos filosóficos, mas o lucro que me retorna é, senão, o mais fino realçador de minha ignorância: o outro!
Na véspera de um funeral, o futuro falecido se sente mal, seu amanhã é imparcial e a esperança é primordial. Uma declaração superficial para o seu amor, quem em meio de tanta dor já não se sabe mais se é essencial. Um último olhar, de poucos segundos, uns pensamentos profundos e outros errôneos, suficiente para marcar na eternidade de um momento, o explendor do valor de um coração cheio de pulsação colapsando por causa de uma artéria carótida que por ventura vinhera a entupir. Seus olhos fecham, e este é o único momento em que realmente pôde ouvir o partir da vida. Não existe alguém no mundo que pediu para nascer, mas de toda forma está aqui prestes a crescer. Ter medo do que está a acontecer é normal, somente podemos aceitar. Sua vida, minha vida e a de outro, se ligam de maneiras inacreditáveis que não podemos observar de primeira vista. Esse pensamento é bem plausível, pois de alguma forma estava destinado a mim escrever este texto, assim como estava a você ler. Pode ser que em algum momento nos deixemos levar pela necessidade de cumprir tarefas e nem percebemos o tempo passar, acabamos que perdendo todo o proveito de nosso tempo, mesmo achando que isso que está tomando todas as suas horas é um bom proveito. Atualmente vivemos em um mundo totalmente interligado, a internet nós proporciona coisas que antes eram impossíveis, como falar com alguém muito distante e pertencer a vários grupos ao mesmo tempo. É principalmente por causa disso que nossos amigos em geral estão se deixando desligar da realidade, apenas existindo. Qual a diferença entre viver e existir? Não é com muita de ficuldade que percebemos, algo que apenas existe pode ter influência o suficiente para mudar o futuro, mas algo que está vivendo tem a capacidade suficiente para mudar algum futuro e manter o agora.
Qual a motivação das festas (aniversário, natal, ano novo etc)? Comemorar, ver pessoas que gostamos?
Nesse exato momento observo, como um passageiro de uma locomotiva em alta velocidade que se dá conta que vai para onde não quer, pessoas reunidas ao redor de mesas, pratos, copos e garrafas. Na fartura sinto a má digestão pela escassez de sentido. Às vezes não consigo notar a diferença prática entre nós, humanos, e as máquinas que programamos para reproduzir e repetir.
Creio que o aparente término esbarre num recomeço, trazendo consigo, por vezes, lágrimas, mas, em geral, esperança.
Eu desconfio que nasci para compor o organismo divino.Compreendo que Deus é o próprio universo infinito, para saúde dele vim somar, porém doente com as mazelas do mundo.
