đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
â Em busca de criar o que nĂŁo sabia, sĂł encontrei o Nada, mas senti que estava no lugar certo. Foi entĂŁo que me dei conta: deixei de existir pelo melhor tempo.â
â Nas noites silenciosas, a saudade vem, Â
E em meus pensamentos, sĂł vocĂȘ tambĂ©m. Â
Sinto falta dos beijos cĂĄlidos, tĂŁo doces, Â
Que aquecem a alma e afastam as feroces.
Teus braços sĂŁo abrigo, um lar encantado, Â
Onde o mundo se dissolve, e tudo Ă© amado. Â
O aconchego que encontro no calor do teu ser, Â
Ă um conforto profundo que nĂŁo sei esquecer.
Cada toque seu Ă© como um verso suave, Â
Um canto de amor que nunca se acabe. Â
O carinho que sinto Ă© como a brisa leve, Â
Que acaricia o coração e faz a vida breve.
Ah, como eu anseio por ter vocĂȘ aqui, Â
Para sentir sua presença e poder te seguir. Â
A saudade Ă© um laço que aperta e nĂŁo solta, Â
Mas o amor que nos une Ă© o que sempre volta.
EntĂŁo, enquanto espero o momento de te encontrar, Â
Guardo cada lembrança e deixo meu coração cantar. Â
Porque sei que em breve estaremos juntos de novo, Â
E aĂ poderei sentir todo o seu amor por inteiro.
â NĂŁo hĂĄ justiça sem coragem, pois sĂł os bravos enfrentam o peso da verdade sem medo das consequĂȘncias.
â Meu maior erro foi ter lhe chamado de meu lar quando, na verdade, nĂŁo era. Se eu estivesse certo sobre ti ser o meu lar, preferiria residir junto aos ratos em alguma contramĂŁo.
Quando a dor Ă© demasiadamente grande demais sĂł nos resta o silĂȘncio que ainda sim Ă© ensurdecedorâŠ
â VĂcio em VocĂȘ
Hoje, a minha mente era sĂł tua,
como se cada pensamento dançasse ao som da tua voz,
suave, hipnotizante, me fazendo perder o rumo,
e sem perceber, meus olhos te procuravam,
como quem busca refĂșgio na tempestade do desejo.
Te ouvir foi sentir o arrepio no peito,
um nĂł entre o nervosismo e a Ăąnsia de te ter,
como se cada sĂlaba tua queimasse minha pele,
me deixando sedento, embriagado de querer.
E o teu cheiro⊠Ah, o teu cheiroâŠ
Era como um convite proibido no ar,
tocando minha alma antes mesmo do toque,
um perfume que se infiltrava em meu ser,
me tornando refĂ©m do teu vĂcio.
Eu te quis em cada suspiro roubado,
em cada instante que o mundo parou ao te ver,
como se o universo sussurrasse teu nome,
e sĂł houvesse um caminho: me perder em vocĂȘ.
â Tentar e falhar faz parte do processo do sucesso.
NĂŁo tentar e sĂł reclamar, faz parte do fracasso do crĂtico.Â
Quebrar a inĂ©rcia Ă© o mais difĂcil para quem estĂĄ na zona de conforto, mas, sĂł assim, com certeza, chega-se aos louros da vitĂłria.
â Quero sĂł existir
Não me faça falar de vitória, derrota
Da glĂłria, das mortes, de tudo que eu vi
Não me faça falar de história, de conto de fada
â SĂ LEMBRANĂA
Oh! Cerrado! O tempo passa e insiste
tuas vĂĄrzeas feridas, no ataque, tanto
e o teu sofrimento se mistura o pranto
de irreflexĂŁo. Quanto sentimento triste
A sedução no teu seduzir ainda existe
que teima na vida em morte, vil manto
deste desencanto, num sofrente canto
que murmura, que agoniza, e assiste
Agora, cerrado, é tablado de matança
de quem te lança, feri e além avança
em busca de mudança, årduo rosårio
O teu fascĂnio Ă©s calvĂĄrio, Ă©s cenĂĄrio
de extermĂnio, tantos... tantos, vĂĄrio
deixando para atração, só lembrança.
© Luciano Spagnol â poeta do cerrado
08 abril, 2024, 20â36â â Araguari, MG
â Ă sĂł isso que a criança tem de aprender na infĂąncia: ler, escrever e contar.
