Ivan bunin

Cerca de 1703 frases e pensamentos para a busca por Ivan bunin;

Meus versos são como uma lamina,e nada se resolve na briga, só com minhas palavras eu derrubo esse grandalhão.

Inserida por ivanarchanjo

Pensamentos, sejam eles bons ou ruins todos trazem grande aprendizado.

Inserida por IvanPires

Com amor, tudo na vida tem mas sentido. Aprenda a amar, não só aquilo que te faz bem mas também aquilo que te faz mal. Com isso vem a paz interior.

Inserida por IvanPires

A distância pode ate ser muita mas se o amor for verdade isso não tornara o seu amor menor. Irá torna-lo cada dia maior.

Inserida por IvanPires

Pessoas mentem, mas as vezes elas mentem para si mesmo e pior que isso, caiem em suas próprias mentiram.

Inserida por IvanPires

Pensar. Simples ato, mas que faz toda a diferença.

Inserida por IvanPires

Ensinar, um ato que muitos formam mas que poucos tem o dom.

Inserida por IvanPires

É incrível como temos a capacidade de obtermos o que queremos, é fácil, muito simples mas as pessoas não vêm porque estão presas na realidade atual e não acredita em si mesma , nem na mudança que pode ocorrer da noite para o dia , a prosperidade não vem até você enquanto você não mudar a forma de pensar enquanto você não mudar sua consciência ficará preso em sua realidade atual e não conseguirá o que o universo tem para você.

Inserida por nowivan

Deixa eu dizer que te amo,
Deixa eu pensar em você,
Deixa eu contar essa canção,
Que eu fiz para seu coração.

Inserida por ivan_marinho

O gesto de quem se humilha tem muita nobreza.

Inserida por LucasCorreia1

Que nossa alegria neste final de ano ao festejarmos o natal e o novo ano seja duplicada, mas para que isto aconteça, precisamos urgentemente sofrer um lapso de memória do bem, isto é, esquecermos totalmente da Dilma e sua gangue e dos 7 x 1 da vida, dentre outras coisas como a lembrança de seu patrão, seu empregado, seu cliente, sua professora ou seu aluno, as contas difíceis de receber e desgastantes de pagar, e por ai vai, e acionarmos o otimismo ao máximo. Vamos contar desde já com um ano novo especial, onde o impeachment seja concretizado e mais um título da Copa América conquistado, entre outros motivos alvissareiros. E que venham as cerimônias voltadas ao Pai de todos nós, os feriados, as reuniões familiares para finalizarmos tantas saudades, as loiras geladas, os presentes, e as descargas das tensões acumuladas.(Teorilang)

Inserida por Ivanteorilang

O silêncio de Dilma

A passividade da presidente é tão estranha que demanda explicação. Talvez nem ela saiba ao certo qual o seu mandato.
Alguém que tivesse votado em Dilma Rousseff no segundo turno, viajado em seguida e voltado ao país no fim de semana passado não entenderia o que aconteceu. Eleita com 3 milhões de votos de vantagem, ela parece derrotada. Manifestações de rua pedem sua saída, adversários tentam vinculá-la à corrupção na Petrobras, na economia se apregoam cenários catastróficos. Como Dilma não reage ao cerco, perde espaço nas ruas, nas manchetes e no mercado. Também no coração e na mente dos que nela votaram.
A passividade de Dilma é tão estranha que demanda explicação. Não pode ser atribuída apenas a seu temperamento insular ou à falta de iniciativa de seus assessores. Há algo mais, que talvez tenha a ver objetivamente com o resultado das eleições.
Dilma venceu, mas não ficou claro, talvez nem para ela própria, qual é seu mandato.
A eleição derrotou (por pouco) o projeto de Aécio Neves para a economia, encarnado pela figura do financista Armínio Fraga. Mas não é evidente com que projeto Dilma venceu. Seria com "mais do mesmo" -- impedir o ajuste econômico e lançar o governo contra o mercado, com resultados imprevisíveis? Seria com o "ajuste gradual" -- tentar recolocar a economia no rumo sem sacrificar os níveis de emprego e renda? Ou seria, ainda, o "estelionato eleitoral" -- a adesão às teses do adversário, representada pela escolha de um nome de mercado para a Fazenda, como Henrique Meirelles?
Em eleições passadas, não houve tal dúvida. Fernando Collor de Mello era o "caçador de marajás" que tiraria o país do atraso. Fernando Henrique Cardoso, o presidente da estabilidade da moeda, com mandato para integrar o Brasil ao mundo global. Lula, o pai da inclusão social que aceitara, depois da carta as brasileiros, as ferramentas de mercado. Dilma, na primeira eleição, a seguidora do período Lula. Todos receberam das urnas uma missão clara e trataram de executá-la com mais ou menos tirocínio. Agora, pela primeira vez em anos, especula-se sobre o que Dilma fará no segundo mandato. A eleição não resolveu a contento esse aspecto do futuro.
O problema talvez se deva à maneira como Dilma venceu. Ela ganhou com uma plataforma à esquerda. Acusou Marina Silva e Aécio de curvar-se aos desejos do mercado e dos banqueiros. Ao falar em mudança de rumos e pessoas, ao prometer um novo ministro da Fazenda, porém, induziu parte dos eleitores (e do seu próprio partido) a acreditar que a gestão da economia no segundo mandato inclinaria alguns graus em direção à austeridade e ao mercado.
Agora, Dilma colhe os frutos da sua ambiguidade. Parte da aliança que a elegeu quer que ela dobre a aposta à esquerda. Outra parte apoia as mudanças que o mercado exige. Ambas as facções estão representadas no governo. Refém das duas - e pressionada pelo ruidoso descontentamento dos que não votaram nela - Dilma hesita. Ao fazê-lo, permite que a vida econômica do país entre em compasso de espera, enquanto a política se organiza contra ela.
Não há saída simples dessa situação. Dilma terá de fazer agora a escolha que não fez antes da eleição e renunciar ao apoio e à simpatia dos que ficarem insatisfeitos com ela. Qualquer escolha será melhor do que a paralisia.

Ivan Martins para Época

Inserida por OswaldoWendell

Prazo de validade

Há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar

Ser romântico no início raramente é um problema. O problema é ser romântico no fim – recusar-se a perceber que as coisas acabaram, persistir, contrariar a realidade, a inteligência e os próprios sentimentos. Não interessa se é uma semana, um mês ou se são 10 anos depois do primeiro beijo. Quando as coisas terminam, deveríamos ser capazes de perceber e aceitar. Raramente é o caso. Nos recusamos, coletivamente, a reconhecer o prazo de validade de sentimentos e relações. Queremos que durem para sempre.
Há um paradoxo aí. Aquilo a que nos apegamos no final nada tem a ver com a beleza do que sentíamos no início. O encantamento pelo outro sumiu. O desejo tomou um ônibus e foi morar em Barra do Piraí. A paciência, o carinho, o prazer de estar perto do outro quase desapareceram. Os planos estão cada vez mais turvos, enquanto as conversas se tornam cada vez mais ásperas. Ainda assim, nos agarramos. A quê? Provavelmente ao pavor da solidão e a suas implicações sociais, que não são pequenas.
Nessas horas, sinto que nos falta coragem e memória. Coragem para saltar no escuro insondável do futuro. Memória para lembrar que já fizemos isso antes, dezenas de vezes, com enorme sucesso, desde que éramos bebês e começamos a nos aventurar longe do colo da mãe. O mundo sempre foi uma sequência misteriosa de deslumbramentos e decepções que se renovam. É preciso acreditar e caminhar. De certa forma, há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar.
Uma das coisas que acontecem quando perdemos contato com o amor é secretamente deixarmos de acreditar nele. Afundados na rotina insípida da sobrevivência emocional, ou mergulhados na solidão brutalizante, passamos a dizer a nós mesmos que aqueles sentimentos de exaltação e esperança que chamamos de amor não existem. A lembrança da existência deles é tão dolorosa que preferimos negá-la. Tratamos o assunto como ilusão, imaturidade, pieguice. Nos esquecemos, espantosamente, que um mês antes, um ano antes, dez anos antes, nos sentíamos apaixonados – e não pela primeira vez. Perdemos a memória de um sentimento que deveríamos cultivar com carinho. Ela nos permitiria comparar. Também poderia nos guiar quando fosse a hora de procurar de novo.
Como saber que essa hora chegou? Cada um tem seu jeito de perceber.
Há quem use o termômetro do desejo: acabou, já era. Mas o desejo pode ser vítima de um zilhão de circunstâncias alheias ao relacionamento. Às vezes, basta um fim de semana tranquilo para renová-lo. Como saber? Outros usam o carinho, tão essencial no dia a dia de quem vive próximo. Mas ele está sujeito aos diferentes temperamentos e humores de nossa vida profissional e familiar. Há que levar em conta essas circunstâncias. Muitos se fiam na queda nos padrões de paciência e no outro lado da moeda, a irritação com o outro. É um bom teste, mas poucos casais que partilham a intimidade há muitos anos resistiriam a ele. Rabugice passa a ser quase uma norma.
Não é fácil. Mais simples, acho, é captar o conjunto da obra e os sinais emocionais que ela nos manda.
Quando o olhar do outro não nos comove mais, quando seu corpo não nos diz mais nada, quando ouvir não é mais um prazer, quando falar parece um cansaço inútil, quando a beleza que se via antes não se acha, quando a personalidade vira resmungo, quando chegar em casa parece um saco, quando sair para encontrar torna-se um fardo, quando já não se ri, já não se enternece, já não se tem vontade de chorar na despedida, parado na esquina, abraçados – bem, então talvez tenha chegado a hora de acabar e começar de novo. Cheio de dor, cheio de esperança, cheio de medo e excitação pelo futuro que há de vir.

Ivan Martins para Rev.Época

Inserida por PensandoComOCoracao

Um cavaleiro, tem que descobrir e praticar a honra, a sabedoria e a caridade.
O que devo buscar?
Honrar a seu Deus e a si.
Sabedoria, para disseminar o conhecimento e, a caridade para reconhecer a plenitude da vida, levando a harmonia à quem precisa, dentro da sabedoria divina.
Marujo

Inserida por marciacristtiane

Meus amados, não sou o melhor do ser, para ensinar a vocês.
Mas, não posso deixar de transmitir o que me é caro.
Você que permitiu ser um instrumento da Luz, saiba que não será apenas naqueles momentos que estará na casa consagrada.
Você não fez uma opção, por um momento ou um lugar específico.
Você aceitou, por livre arbítrio, uma estrada de dedicação e de abrir mão de uma vida comum, profana.
Você, meu Irmão, se colocou à disposição de um dos mais belos e, sacrificante Dom.
Servir.
Servir a teu próximo, através do servir, como instrumento, aqueles que foram voluntários para agir no plano espiritual, neste plano.
Não é, é não será fácil entender. Mas, será uma existência de construção de uma missão sublime.
Aquele que nos guia, te fará um filho seleto, um Amado filho que se propôs à missão divina.
Irmão, te quero força e Luz, para poder entender tua missão e a alegria de ter sido escolhido para ajudar os filhos do Pai.

Marujo

Inserida por marciacristtiane

⁠Aprenda a apreciar o que mais importa, que é o mundo ao seu redor.

Inserida por Lordano1

⁠Amor e sua felicidade dever ser plantada em qualquer lugar!

Inserida por Lordano1

⁠você colhe o que planta, mas não necessariamente planta o que colhe.

Inserida por Lordano1

⁠Procure andar com pessoas firmes como árvores, pois elas te ensinará a criar raízes, elas te trarão sombra em dias ensolarado, te trarão oxigênio quando você estiver perdendo fôlego, e também te trará bons frutos.

Inserida por Lordano1

A Felicidade é como o vento, está sempre a sua volta, você só precisa esperar o tempo certo para sentir.

Inserida por carlinhosmoura