Jean la bruyère

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"Gostar demais de uma pessoa nem sempre é suficiente para conquistá-la. Às vezes é necessário também uma certa dose de maquiavelismo."

PENSEI QUE FOSSE VOCÊ

Acho que, lá no fundo, bem lá no fundo mesmo, toda mulher sonha com isso, sabe? Com aquele cara que será diferente dos outros, aquele que vai fazer a gente sentir coisas que nunca sentiu, aquele que um dia chegará para não mais partir. Pois bem. Certa vez, achei que havia acontecido comigo. E a certeza foi tamanha, que tenho tido problemas para me reencontrar. Talvez você ache bobo o que vou dizer aqui, mas às vezes sinto como se antes de nascer cada uma de nós recebesse uma moeda de ouro e a missão dessa vida seria então escolher a fonte certa em que arremessá-la. E olha que eu sempre guardei minha moeda com muito zelo, treinei a mira, calculei o vento, esperei a hora certa de jogá-la e, mesmo assim, quando decidi arremessar, saiu tudo errado. Na verdade, ainda não sei se errei de fonte ou se foi no arremesso, mas o fato é que depois disso tem sido difícil recomeçar. Tudo porque, quando se erra uma vez, e esse erro deixa uma marca profunda, é difícil se permitir tentar novamente. É quando a gente perde a fé nas pessoas. É quando desacredita no sentimento. E aí se isola, se fecha e não se entrega mais. Desde então, tenho achado todas as fontes por aí tão sem graça. Às vezes, o formato chama a atenção, mas a água é suja. Outras vezes, passo direto, sem nem mesmo reparar. Quase sempre me pego pensando na minha moeda, naquela fonte, no meu arremesso, no que poderia ter feito diferente. Tolice a minha. Moeda lançada não volta atrás. Vez ou outra o pessimismo me deixa respirar e acho que lá no fundo, bem lá no fundo mesmo, toda mulher tem uma força que às vezes desconhece. Por isso, de vez em quando uma fagulha de esperança se acende aqui dentro. Esperança de a moeda arremessada ter sido de bronze. De um dia estar mexendo numa bolsa antiga e encontrar minha moeda dourada perdida lá no fundo ou, quem sabe, uma hora, andando distraída, eu tropece e caia, de roupa e tudo, de corpo inteiro, com a bolsa e todas as moedas, dentro da tal fonte. Talvez assim as coisas possam dar certo. Esta sou eu, tentando acreditar de novo. Para dizer a verdade, talvez eu nem saiba o que realmente faz uma fonte ser melhor que outra, ou uma moeda valer mais. O que sei é que ainda me dói aquela moeda que perdi. A dor do rigor de uma lei que eu mesma criei. Vejam vocês que bobagem. Como se na vida cada um de nós só tivesse uma chance de ser feliz.

A paixão é livre, não à quem possa doméstica-la e engaiolá-la. Deixar ir, por que é menos doloroso do que ficar esperando, ela sempre volta, mas não espere. Siga em frente.

Seja lá qual for o oposto de bem, é exatamente assim que estou me sentindo.

Confesso que me entender não é uma das missões mais fáceis, sei lá, nem eu mesma me entendo, mudo constantemente, as vezes quero, outras não quero nem ver e muito menos ouvir.

Não gosto de muita gente ao meu redor, se for para está rodeada, que seja de pessoas que eu confie, talvez porque o ser humano me assuste. Entre está rodeada de pessoas e animais, prefiro os animais, eles só atacam para defender-se, o ser humano, por prazer.

Me assusta as vezes eu não querer toque, abraço, muitas vozes ao meu lado, por sempre preferir o silêncio, afinal de contas, minha mente por si só já faz uma enorme barulheira.

Eu sei sim o que gosto e o que não gosto,o que quero e o que não quero, o problema é você conseguir interpretar o momento do meu sim, e do meu não, isso já não se torna mais um problema meu, mas do quanto você me conhece a ponto de compreender até mesmo o meu silêncio.

Sempre tomei a frase: seja leve, tudo passa, como um antídoto e, de tanto ingeri-la diariamente, criou-se uma imunidade tão poderosa que hoje em dia o único medo que corre nas minhas veias é um louco medo de ter coragem para tudo.

De vez em quando a tristeza me faz companhia , apenas deixe-me senti-la pode até parecer ruim , mas não se preocupem é o meu coração respirando verdadeiramente e lavando o restante do que faltava.

Poesia de
Islene Souza

Vamos lá people fazer a nossa parte,
mostrar a esses haters
do que é feita a nossa arte.

Quando a falha é reincidente, muitas vezes, a melhor opção é deixar pra lá

Bloco da saudade

Lá vai o tempo, lá vai
Na mão confete e serpentina
Junto a nostalgia com ele sai
Vão os pierrôs e colombianas
De mãos dadas pela cidade
É bloco, vai menino vai menina
Um dia de folião, outro saudade
Agora olheiro... Vai também o amor
Pelas ladeiras da mocidade
Se perde, se acha, puro suor
Toca o agogô, cuíca, berimbau
Peço passagem ao condutor
Quarta feira não é mais o final
Já passou, passou minha folia de carnaval

Luciano Spagnol

VETUSTO.

É ali, é lá, acolá, é cá
O tempo nunca foi planejar
É solto no ar, é patuá
Corre pra todos no pedalar
Por obediência o seguimos
E ele sem rima é caminhar
E neste túnel submergimos
Da ingenuidade a vetustez
Um dia aqui outro partimos
A certeza que temos, nossa vez
Nos tornamos memórias
Somos enroupados e nudez...

Luciano Spagnol

Meu querer


Apenas um querer
Hoje meu coração é seu
Não dá para deixar pra lá
Hoje eu quero te amar
Não vou deixar passar
O amor está latente
Queima em meu peito
Não me confunda mais
Estou enlouquecendo
Preciso te encontrar
Eu quero você
Mas tenho medo
Fazer o quê
Quero te amar
Doce loucura
Intensa paixão
Para quê impor limites
Eu vou te amar
Não há em que pensar
Vamos realizar


Poesia de
Islene Souza
Enviado por Islene Souza em 06/05/2016
Código do texto: T5627627
Classificação de conteúdo: seguro

No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como uma coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume. (...) Até chegar à rosa foi um século de coração batendo. (...)
O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Cem anos de perdão.

...Mais

Em algum momento, lá na frente, saberemos a razão de tudo o que passamos nos caminhos da vida.

Chegada do OUTONO

Lá ia a solitária menina
recolhendo as folhas secas
que no outono aos poucos caíam
Mal sabia a triste pequenina
que na primavera outras voltariam

mel

A cordialidade nunca saiu de moda, apesar de sua escassez em nossos dias. Precisamos apresentá-la às novas gerações. É na intimidade, não na rua, que nasce o Ser Cordial.

Não tente construir àquilo que realmente não queira, pois correrá o risco de consegui-la.

Sai pra lá com esse preconceito

Tire essas mãos de mim
não dei esse direito a voce
meu corpo só pertence a mim
voce numca vai o ter
eu sei o que tou dizendo
e sei o que tenho que fazer.

somos gordas e magras
negras e brancas
amarelas e pardas
numa só aliança
fazemos a diferença
juntas somos muitas.

Voce é maxista e hipócrita
pensa que pode tudo
não vem pra cá com essa
voce não é dono do mundo
seu preconceito me da nojo
isso me entristece muito.

Ah se liga rapaz
pare com esse preconceito
o preto tambem é gente
e merece todo respeito
somos todos pessoas iguais
reveja seus conceitos.

Eu não vou ficar parada
enquanto houver esse problema
o preto sendo julgado
porque mora na favela
juntos somos uma só voz
vamos fazer a diferença.

Muitas foram as vezes
em que me martirizei
por não conseguir resgatar
lá do fundo,
quem nunca conseguiria
chegar à superfície.
Tantos foram os momentos
de dor,
por sentir minhas mãos
escorregando
daquelas que um dia
chamei de amigas.
Mas não se pode ficar no meio,
tentando subir e
sendo puxado para baixo.
É preciso continuar,
se desfazer das amarras,
não gastar energias com quem
não se importa consigo mesmo.
A estrada é longa e sinuosa.
A história se faz pra
quem tem coragem.

22/08/2015

Adoro seu jeans surrado amo seus vinhos rosé imperial sei lá a vida é assim fútil.