đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
SĂł queria saber cadĂȘ todos aqueles que me falaram que eu podia âsempreâ contar com eles nas horas que eu mais preciso.
Eu sĂł queria que soubesse que todos nossos momentos foram os melhores da minha vida. Eu nĂŁo sou eu sem vocĂȘ. Mas, ao mesmo tempo, nĂŁo consigo entender se vocĂȘ Ă© isso que todos veem ou se Ă© quem eu vejo. Sabe? Eu... eu preciso ir.
Minha sogra me odeia...
Me odeia...
Me detesta...
Calma, calma minha sogra...
SĂł seu filho que interessa!
Numa noite de luar
Estrelas estavam a brilhar
Sobre o som do pensamento
Mas sĂł um contentamento
Vi os olhos inesquecĂveis
Simplesmente compreensĂveis
De um ser Ășnico e confiante
Contribuinte e deslumbrante
Naquela noite ao chorar
Percebi sua magnitude
O suficiente para te adorar
Mulher! Ser sincero, ser atuante
Vi em seus o olho o amparo, naquela noite de luar
Chorar e nĂŁo lamentar e seguir adiante.
Não importa quão dramåtica ou atraente uma visão particular pareça, o fato é que todos nós somos obrigados, fundamentalmente, a viver no mundo da realidade. Quando a realidade é manipulada para se encaixar numa visão particular, essa informação manipulada se torna um instrumento inapropriado para tomar decisÔes numa realidade que não perdoa nossas fantasias; por isso, devemos todos nos ajustar à realidade, pois ela não se ajustarå a nós.
RapsĂłdia BoĂȘmia
Isso Ă© a vida real?
Isso Ă© sĂł fantasia?
Pego num desmoronamento
Sem escapatĂłria da realidade
Abra seus olhos
Olhe para os céus e veja
Eu sou sĂł um pobre garoto (garoto, garoto)
Eu nĂŁo preciso de compaixĂŁo
Porque eu fĂĄcil venho, fĂĄcil vou
E possuo altos e baixos
De qualquer jeito o vento sopra
Nada realmente importa para mim, para mim
MamĂŁe, acabei de matar um homem
Pus uma arma contra sua cabeça
Puxei o gatilho, agora ele estĂĄ morto
Mamãe, a vida acabou de começar
Mas agora eu joguei tudo isso fora
MamĂŁe, oh!
Não foi minha intenção te fazer chorar
Se eu nĂŁo estiver de volta a esta hora amanhĂŁ
Continue, continue
Como se nada realmente importasse
Tarde demais, chegou minha hora
Sinto arrepios em minha espinha
Meu corpo estĂĄ doendo todo o tempo
Adeus a todos, eu tenho que ir
Tenho que deixar todos vocĂȘs para trĂĄs e encarar a verdade
MamĂŁe, oh! (De qualquer jeito o vento sopra)
Eu nĂŁo quero morrer
Ăs vezes eu desejo nunca ter nascido!
Eu vejo a pequena silhueta de um homem
Palhaço! Palhaço! vocĂȘ dançarĂĄ o fandango?
Raios e relĂąmpagos me assustam muito, muito
Galileo! Galileo!
Galileo! Galileo!
Galileo figaro!
MagnĂfico, oh!
Eu sou só um pobre garoto e ninguém me ama
Ele Ă© sĂł um pobre garoto de uma famĂlia pobre
Poupe sua vida, desta monstruosidade
FĂĄcil venho, fĂĄcil vou , vocĂȘs me deixarĂŁo ir?
Em nome de Deus! NĂŁo, nĂłs nĂŁo te deixaremos ir! (Deixe-o ir!)
Em nome de Deus! NĂłs nĂŁo te deixaremos ir! (Deixe-o ir!)
Em nome de Deus! NĂłs nĂŁo te deixaremos ir! (Deixe-me ir!)
NĂłs nĂŁo te deixaremos ir! (Deixe-me ir!)
NĂłs nuca nĂŁo te deixaremos ir!
Nunca! nunca! nunca me deixarĂŁo ir, oh!
NĂŁo, nĂŁo, nĂŁo, nĂŁo, nĂŁo, nĂŁo, nĂŁo!
Oh, meu Deus, meu Deus! Meu Deus, me deixe ir!
Belzebu, tem um diabo reservado para mim, para mim, para mim
EntĂŁo vocĂȘ acha que pode me apedrejar e cuspir em meu olho?
EntĂŁo vocĂȘ acha que pode me amar e me deixar morrer?
Oh, amor! VocĂȘ nĂŁo pode fazer isso comigo, amor!
SĂł tenho que sair
SĂł tenho que sair logo daqui
Oh, sim! Oh, sim!
Nada realmente importa
Qualquer um pode ver
Nada realmente importa
Nada realmente importa para mim
De qualquer jeito o vento sopra
VocĂȘ sĂł tem a certeza que conquistou alguĂ©m quando saber que tem tudo: seu amor, dedicação e fidelidade irrestrita!
Isto Ă© fato: as pessoas sĂł te procuram quando precisam. Poucos sĂŁo os amigos que lembram de vocĂȘ pela boa companhia que Ă©s, pelo bom papo que tens e pelas risadas que podem dar. Porque nem sempre as pessoas querem uma boa companhia, um bom papo e algumas risadas. Na grande maioria das vezes querem apenas o conveniente para um certo momento. Depois que obtiveram o que queriam, se esquecem e somem. Quase ninguĂ©m te percebe quando quem precisa Ă© vocĂȘ.
A necessidade de auto-afirmação constante sĂł demonstra que vocĂȘ nĂŁo tem certeza de suas convicçÔes.
Ler um livro Ă© criar
um refĂșgio sĂł pra vocĂȘ,
criar um mundo novo
que sĂł vocĂȘ conhece,
e um lugar onde vocĂȘ
pode fugir de tudo e de todos.
A amizade nĂŁo Ă© sĂł feita de festas.!
Ter um amigo Ă© para todas as horas...
sejam elas tristes ou felizes.!
O importante Ă© saber que existe alguem...
vai sentir a nossa falta!!!
Talvez o amadurecimento esteja chegando ou, talvez, minha paciĂȘncia nĂŁo seja a mesma de antes. SĂł sei que o meu presente seletivo causa repulsa e produz rancor naqueles que nĂŁo se encaixam nos meus padrĂ”es.
Poderia dizer "sinto muito", mas não sinto nada disso. Sinto-me, tão somente, protegida dessa quantidade que não tem a qualidade que eu necessito para ser alguém melhor.
Só os analfabetos funcionais confundem a precisão dos conceitos com a rigidez mecùnica de alguma linguagem fixa e estereotipada. Entre a expressão viva ou até paradoxal de uma impressão e o apelo a algum chavão de compreensão automåtica, o escritor preferirå sempre a primeira. Eis porque os PirrÎlas da vida não podem ler obras de escritores, só manuais escolares.
Eu sĂł mudo aquilo que estĂĄ em mim, nunca posso mudar aquilo que estĂĄ no outro. Ă necessĂĄrio entender isso para evitar o desgaste emocional tentando condicionar o outro Ă s nossas conveniĂȘncias pessoais. Podemos sim tentar abrir caminhos para a nossa evolução e para a evolução do outro, mas sem transformar isso em uma obsessĂŁo ou desejo egoĂsta de mudança alheia. SaĂșde mental Ă© compreender onde e como podemos agir, filtrando o necessĂĄrio e deixando de lado aquilo que nos desgasta.
âSĂł pra vocĂȘ saber, eu esqueci vocĂȘ. E se o meu olhar cruzar com o seu Ă© sĂł porque vocĂȘ tĂĄ no caminho.â
