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Dizem por aĂ que a felicidade Ă© contagiante.
Que sĂł de estar ao lado de pessoas que irradiam essa felicidade vocĂȘ acaba ficando feliz tambĂ©m.
Acho bobagem isso.
Por mais que fique feliz por aqueles que me cercam estarem felizes, isso até deveria ser, mas não é não é algo que me faça colocar um sorriso na cara e realmente seja feliz pelo muito que tenho.
A teoria de valorizar o que se tem nĂŁo funciona direito na prĂĄtica.
Pois valorizo muito o que tenho mas, nĂŁo consigo me sentir alegre, para nĂŁo dizer feliz.
Passei a acreditar que a felicidade nĂŁo existe, ela Ă© o caminho que percorremos atrĂĄs de um objetivo.
Mas...
Parece que sempre falta algo.
Ou quase sempre.
E o meu algo falta faz tempo.
E o meu tempo, felizmente, nĂŁo faz falta.
Não gosto de ler, não gosto de escrever, só fasso isto porque axo que sou capaz, mas nao sou, só estou a escrever porque é uma altura da minha adolescencia, porque penso que sei pensar como um escritor, mas não sei, só penso nisto, porque penso que serei um fernado pessoa, mas não serei, mas passando algum tempo tenho a certeza que nao vou escrever mais , porque sou um adolescente com uma ideia na cabeça que só dura umas semanas.
SĂł tem medo da morte aquele que nĂŁo sabe viver intensamente.
SĂł tem medo da vida aquele que nĂŁo conhece a si mesmo.
Conhecer, viver, temer morrer.
Quem conseguir ...
EstarĂĄ cara a cara com o AMOR.
Nunca me senti vazio,tĂŁo sĂł, tudo foi
rĂĄpido, vocĂȘ se foi, eu me senti sozinho, percebi
que meu sonho estava diante de min, meu sonho era de poder te ter mesmo assim vou seguindo firme para um dia estar ao seu lado novamente.
As Sete SaĂșdes do Professor
â...O verĂŁo hĂĄ de vir/Mas virĂĄ sĂł para os pacientes/Que aguardam num grande silĂȘncio corajoso/Como se diante deles estivesse a eternidade.../â
Rainer Maria Rilke
Para o Poeta Paulo Benedicto Pinheiro(In Memoriam)
O professor, mais do que ninguĂ©m, a cada ano letivo, incorpora a sua nova e preciosa cota de recursos humanos, cada vez mais fragilizados pelas mĂșltiplas falĂȘncias (Deus, famĂlia, sociedade, consumo). Mesmo ganhando muito menos do que deveria (tem de ser inteligente para passar num concurso pĂșblico difĂcil e algo bobo para aceitar o que o estado neoliberal paga), praticamente vive dançando no fio da navalha do seu encargo e entorno sociocultural com carĂȘncias mĂșltiplas tambĂ©m (escola pĂșblica camuflada em seu proposital sucateamento; classe mĂ©dia falida pelas resultantes do Ășltimo amoral e inumano plano econĂŽmico). Por isso, tem de estar cada vez mais afinado com as chamadas Sete SaĂșdes. Como profissional de alto gabarito que sempre precisa ser e mostrar que Ă© â afinal, todo mundo teve um maravilhoso professor na vida â e, sem dĂșvida alguma, como ser humano desta safra contemporĂąnea, mas, acima de tudo, com respeito profissional prĂłprio, o professor tem de estar antenado, se reciclando sempre, e ainda cuidar do corpo para a mente estar com amplitude ativa e a aula ser gostosa dentro do processo de ensinoâaprendizagem, jĂĄ que quem sairĂĄ ganhando serĂĄ a clientela escolar carente, sempre fito precĂpuo da educação como um todo.
01. SaĂșde FĂsico-mentalO professor tem de andar rotineiramente e com prazer; fazer exercĂcios orientados e caminhadas sadias; relaxar da correria rotineira, cotidiana; viajar sempre que possĂvel; passear aproveitando a caminhada; talvez fazer ioga; procurar alimentar-se bem e dormir tranqĂŒilo; fazer terapias, se preciso for, para segurar o ĂĄrduo batente do trabalho pesado em duas ou mais escolas, tentando sobreviver e permanecer Ă©tico para sonhar com um humanismo de resultados, sob o enfoque de uma visĂŁo plural-comunitĂĄria que lhe deve ser inerente, peculiar.
02. SaĂșde FamiliarO professor tem de ter um estabelecimento residencial muito alĂ©m de um simples endereço residencial com nĂșmero ou cĂłdigo de ĂĄrea, uma casa gostosa para chamar de sua, um pacĂfico lar, doce lar, pois o hĂĄbitat de um ser humano Ă© quase a sua pele vivencial mesmo. Procurando morar razoavelmente bem, em espaço tranqĂŒilo, o professor terĂĄ o seu refĂșgio para cismar e pensar com a devida serenidade para, assim, sempre no aconchego do lar, repor as energias em seu espaço todo prĂłprio para ser referencial.
03. SaĂșde FinanceiraO professor tem de saber gastar, poupar, economizar, pesquisar preços, sacar abusos midiĂĄticos na ĂĄrea consumista, evitar gastos desnecessĂĄrios, mas, ainda assim, ter a consciĂȘncia de que o ofĂcio Ă© uma espĂ©cie de missĂŁo. Procurar, na medida do possĂvel, fazer o que gosta nesse campo de trabalho, pois, na verdade, nunca vai ganhar bem como deveria e precisa. EntĂŁo, nĂŁo pode entrar nessa de consumo desenfreado, apesar de precisar ter uma vida minimamente digna, que o exemplifique como a importante figura histĂłrico-social que tem sido desde os primĂłrdios dos pedagogos da GrĂ©cia antiga.
04. SaĂșde SocialO professor Ă© um ser social (Kant), como Ă© tambĂ©m um animal polĂtico (SĂłcrates). Portanto, deve saber mais do que ninguĂ©m cultivar amigos de qualidade â que sĂŁo Ăłtimos seres humanos, principalmente â, freqĂŒentar um clube para espairecer, ter um convĂvio sociofamiliar de qualidade, ser participativo socialmente, falando tambĂ©m fora da sala de aula e da unidade escolar, comprar causas pela paz e convivĂȘncia harmoniosa e bancar mudanças Ă©tico-humanitĂĄrias, como o ser cidadĂŁo que Ă©, com uma visĂŁo de justiça que o qualifique e represente bem.
05. SaĂșde IntelectualO professor pensa, logo, Ă© docente, logo, existe e, por esse afazer, multiplica a informação, reproduz a ciĂȘncia, pesquisa a dĂșvida, domina a tĂ©cnica salutar, Ă© politizado porque vota bem e certo, precisa ler jornal todo dia, ler Ăłtimos livros â a melhor pedagogia Ă© o exemplo â, fazer cursos o tempo todo, ficar atualizado e atuante, ir ao cinema, curtir novidades, ouvir uma boa mĂșsica que o nutra, montar exposiçÔes de afazeres peculiares, assistir a palestras de novas metodologias e tĂ©cnicas instrumentais para a docĂȘncia contemporĂąnea, demonstrar que Ă© um profissional acima da mĂ©dia e que, por isso, pode exigir muito no seu foro de debate representativo, com boa dialĂ©tica e conhecimento da causa que abraçou com mĂ©ritos e perspectivas.
06. SaĂșde EspiritualSim, o homem tem razĂŁo, mas tem alma; logo, Ă© um ente espiritual. Imagine-se entĂŁo um professor, que Ă© educador, mestre, referencial de qualquer meio. Precisa cuidar da alma, nĂŁo necessariamente sĂł pelo viĂ©s de uma igreja â âama a teu prĂłximo como a ti mesmoâ, diz a filosofia dos evangelhos â, mas ter a consciĂȘncia tranqĂŒila e a fĂ© em Deus, a sensação do dever cumprido, de ter dado o melhor de si, de ter feito o seu melhor, de ter sabido lidar com os seus alunos com tantas seqĂŒelas sociofamiliares, de nĂŁo precisar ser cobrado para ser completo e idĂŽneo, fazer açÔes comunitĂĄrias, fundar ONGs que pensem em responsabilidades cidadĂŁs entre riquezas injustas, lucros impunes, propriedades, roubos; afinal, como dizia Saint-ExupĂ©ry, o essencial, que Ă s vezes Ă© invisĂvel aos olhos, se vĂȘ bem com o coração...
07. SaĂșde ProfissionalE, por fim, o professor tem de estar afinado com a cultura, as artes em geral e, principalmente, com as ĂĄreas de sua matĂ©ria-conteĂșdo. Estar sempre alerta e reflexivo, estudar sempre â como em qualquer profissĂŁo â, buscando se especializar em mĂșltiplas didĂĄticas; programar aulas variadas, gostosas â o aluno tem direito a isso; trocar idĂ©ias com colegas de mister, sendo representativo de seu meio, com uma releitura toda prĂłpria das âaprendĂȘnciasâ e dos letramentos, como instrumentos de evolução, como profissionais de carreira que querem deixar sua marca, deixar seu lastro, fazer o melhor sempre. Afinal, alunos sĂŁo mensagens de amor que mandamos para o futuro, e somos partes essenciais do verbo âensinar-aprendendoâ.Professor, caia na real. Respire, nĂŁo pire. Relaxe, nĂŁo ache (chega de âachismosâ). Medite, nĂŁo dite. Abrace, nĂŁo force. VocĂȘ Ă© o mais importante ĂĄtomo do todo que Ă© o Universo. Se aceitou essa obrigação, nĂŁo se desgaste nem brigue, obrigue-se. Odeie o Ăłdio. Refaça o fĂĄcil. NĂŁo reclame, ame. Faça de sua vida uma tĂĄbua de esmeraldas. Afinal, somos todos anchietas nessa seara de formadores de opiniĂŁo, de questionadores de polĂticas Ămprobas do poder pĂșblico, mas devemos tambĂ©m dar os nossos exemplos de vida e sermos fiĂ©is aos nossos sĂĄbios propĂłsitos, com amor e com saĂșde, muito alĂ©m de uma solidĂŁo incendiĂĄria, mas sempre como grĂŁos de mostarda dentro do coração dos alunos, que sĂŁo templos de nossa sagração existencial de vida humana.O sucesso de todo grande profissional realizado Ă© porque teve um Ăłtimo professor lado a lado...
SaĂșde, professor!
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Silas Correa Leite â ItararĂ©-SP â TeĂłrico da Educação, Jornalista ComunitĂĄrio, Coordenador de Pesquisas em Culturas Juvenis pela FAPESP-USP, Conselheiro em Direitos Humanos (SP), PrĂȘmio Ligia Fagundes Telles Para Professor Escritor, autor de Campo de Trigo Com Corvos, Contos, Finalista do PrĂȘmio Telecom, Portugal, livro Ă venda no site www.livrariacultura.com.br â Bleogue: www.portas-lapsos.zip.net
(Um dos dez mais do UOL em 2008) â Site: www.itarare.com.br/silas.htm
E-mail para contatos: [email protected]
ELA
Ela?
Nunca deu pra ninguém!
Apenas se dava...
E nunca se perfumou.
SĂł se entregava de alma lavada.
Jaak Bosmans â 14-04-09
Que nada vos perturbe, que nada vos aflija, que nada vos assuste! Tudo passa: a dor e a alegria. SĂł Deus fica. Eternamente!
Só quero q comente de vx pra miim se souber q vx esta bem...e feliz na onde estå...q tem todas respostas para suas perguntas...e q seus problemas tenham encontrado solução...na qual a viida te ensina a mudar e se esforçar a ser um alguem melhor e lutar pelo q realmente se quer...ai siim estarei aki torcendo por vx!! Te levarei cmg pra sempre...obriigada por momentos inesqueciveis !! Meu numero continua o msm e naum vaii mudar!!
SĂł podemos dizer que amamos, quando temos a certeza de nossos sentimentos, a palavra amar e tĂŁo forte e significativa que nĂŁo pode deixar assim se levar, nĂŁo samos feito de ferro, e sim de puros e verdadeiros sentimos, antes de dizer que amas, veja se nĂŁo vĂĄ atingir profundamente os sentimentos do seu alvo...
Poetas tinham que saber apagar versos tambĂ©m... Mas sĂł escrevem e escrevem desmedidamente nas calçadas, nas janelas, nos armĂĄrios que nĂŁo se mostram. Eu juro que se pudesse, que se permitido fosse pra mim, deletaria da mĂĄquina que me fiz, todos os nossos beijos, todas as nossas noites em convulsĂŁo do corpo nosso, vermelho, visceral... Porque talvez seja melhor amizade que amor. Quando nos teus olhos procuro alguma resposta, alguma aproximação maior da que jĂĄ temos, percebo o balbuciar dos lĂĄbios seus em ato de reclamar. Sou toda errante, vibrante, quente, quase valente... Sou completa viajante, peregrina, turista no paĂs que nomearam de amor. NĂŁo me olha assim com ares de julgamento pelos passos tĂŁo infantis do meu coração.
Sinto-me perseguindo o Ășltimo trem. Sinto-me arquiteto ao tentar reformar cĂŽmodos jĂĄ manchados por tempos alguns, nĂŁo tĂŁo dentro do passado. E como tentar consertar o que nem mesmo sei se quero. Amo-te em demasia, e sei que seu amor aprendeu dormir em meus seios, repousar no meu sorriso, mas nĂŁo entendo e nĂŁo alcanço os momentos breves de falta de diĂĄlogo no nosso silĂȘncio... Sou apreciadora mĂĄxima de sussurros em silĂȘncio, mas nĂŁo tenho alcançado os teus. De forma ou de outra Ă© fĂĄcil perceber que estamos em matrimĂŽnio um tanto falhado. SĂŁo tantas as aproximaçÔes, Ă© tanta a afinidade, comodidade... Nos meus sonhos, nos meus anĂ©is Ă© o nome teu que quis decorar, rezar, reger. SĂŁo tantos os obstĂĄculos que nos ferem e parecem matar pedaço esse, pedaço outro que insiste em ficar em nĂłs, de nĂłs.
Os meus batimentos nĂŁo sabem mais reagir Ă s tuas ligaçÔes como em tempos remotos, nem tĂŁo remotos assim. NĂŁo aguardo mais teus beijos como quem espera para nascer. NĂŁo sei mais fazer tremer minhas mĂŁos quando se unem Ă s tuas. Ă fato que meu desejo Ă© teu, meu prazer se faz gĂȘmeo com o teu, que nossos corpos sĂŁo unos em moldurar lĂquidos nos mĂłveis, nos poros... Mas muito se perdeu, e o tempo Ă© cruel com isso! NĂŁo me culpe tanto, amor meu... Eu sempre levantei as mais belas bandeiras de amor, outdoors e poesias do quĂŁo grande era o sentimento nobre que eu permiti nutrir em mim. NĂŁo sou a mesma de outrora, sou outra, tenho pedaços outros de outras, e isso marca. Sabe meu desejo, minha prece? Queria correr descalça nas areias molhadas pelo derretido e salgado mar que te encanta tanto criança minha. E de lĂĄ, despedir-me-ia dos seus dedos, da sua face... E partiria, e me deixaria navegar em outros mares, porque nĂŁo sei quase nada do mar, nem de tudo aprendi sobre minha existĂȘncia... E se entrelaçados meus dedos se mantiverem aos seus, eu nĂŁo conseguirei... NĂŁo se eterniza amores, nĂŁo se encarcera sentimentos. O amor nĂŁo Ă© nem foragido para que corramos atrĂĄs dele, nem presidiĂĄrio condenado a prisĂŁo perpĂ©tua... Ele Ă© por si sĂł, livre. E eu nĂŁo quero tĂȘ-lo ao alcance de minhas mĂŁos. NĂŁo mais... Agora nĂŁo!
Tenho-te muito facilmente. E ouso dizer que preferia quando era mais difĂcil, quando meu corpo tinha que percorrer lĂ©guas e lĂ©guas em ardor e suor, Ă sua procura entre os carros, entre as ruas cheias e tĂŁo vazias de gentes, presentes! Que contradição, oh deuses do cĂ©u!! ... VocĂȘ nĂŁo me perde, porque nunca teve. NinguĂ©m perde ninguĂ©m, visto que ninguĂ©m Ă© propriedade vitalĂcia do amor do outro.
" O sonho acabou; que por ele sĂł haja o esquecimento".
" Cantemos, quando o nosso indĂcio seja chorar."
" Ă pelas mĂŁos do vento que o aroma da primavera se inicia."
" Na doçura do mundo sonhado são guardados os coraçÔes dos homens. CoraçÔes todos quebrados e tristes."
" NĂŁo sinto mais amor, nem Ăłdio, ou mesmo saudade ou desejo. NĂŁo sinto mais nada. Nem o vento que vem vindo de longe..."
"Ah, estou tĂŁo cansado... Eu lutei tanto! Se perdi, isso nĂŁo importa; o que importa Ă© que lutei."
"Sempre procurei minha felicidade em lugares distantes, em suspiros impossĂveis, em sonhos sem alcance... E somente quando tarde, percebi que a felicidade era simples: estivera sempre na delicadeza das pequenas coisas: nas flores, no vento, nas nuvens, o no tempo."
ultimamente tenho me alimentado de saudades,nao sei se engorda ou emagresse so sei que o sabor e muito amargo!!!
âExistem tantos relacionamentos superficiais, que na verdade sĂł geram atitudes desleais, palavras irreais e sentimentos surreais. Relacionamentos que se sustentam pela aparĂȘncia, que por conta disso ficam para trĂĄs, vivem na escuridĂŁo e sem a benção do divino Deus.
Eu encontrei um REAL, de FĂ, FELICIDADE, CUMPLICIDADE entre homem e mulher e principalmente com a benção de Deus.â
